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  • Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas
Laudo Lonas Arraste Frenagem Fricção Prensas
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, CREA, CREA - ARTs, Engenharia Civil, Engenharia Civil - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Elétrica - ARTs, Engenharia Mecânica - ARTs, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos, Laudos e Relatórios Técnicos, Medicina do Trabalho - ARTs, NR12, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - ARTs, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE LONAS DE ARRASTE DE FRENAGEM E FRICÇÃO DE PRENSAS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DE ART

Referência: 158892

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

O Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas é essencial para indústrias como a metalúrgica e a automotiva, onde a precisão e a segurança são prioridades para garantir a qualidade na produção de peças e componentes.

Esse laudo avalia o sistema de arraste, garantindo que cada componente funcione de forma segura e eficiente, conforme as normas de segurança. Durante a operação, prensas mecânicas são submetidas a cargas intensas, exigindo sistemas de frenagem altamente confiáveis para garantir paradas seguras, especialmente em situações de emergência.

A qualidade das lonas de freio, a eficiência do sistema de arraste e a força de fricção são fundamentais para a operação segura das prensas, protegendo tanto os operadores quanto a qualidade dos produtos. Por isso, a inspeção regular desses sistemas é crucial para a manutenção preditiva, ajudando a evitar falhas inesperadas e prolongando a vida útil do equipamento.

Assim, o laudo técnico é essencial para identificar desgastes e necessidades de manutenção, garantindo a segurança dos trabalhadores e o cumprimento da NR12, que regula a segurança em máquinas e equipamentos.

Qual é o objetivo do Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas Mecânicas?

O Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas Mecânicas tem como principal objetivo garantir a segurança e a eficiência dos processos industriais que envolvem essas máquinas. 

Ao longo do tempo, as prensas mecânicas estão sujeitas a desgastes naturais e a variações nas condições de operação, que podem comprometer seu desempenho. 

Uma das principais funções do laudo é a inspeção das lonas de freio, que são cruciais para a segurança do equipamento. Essas lonas devem estar em boas condições para assegurar uma frenagem eficiente e evitar acidentes operacionais. 

O laudo avalia não apenas a integridade física das lonas, mas também sua capacidade de gerar a força de fricção necessária para uma parada segura da prensa.

Além disso, o laudo examina o sistema de arraste, que é responsável pelo movimento controlado do material durante o ciclo de prensagem. 

Um arraste ineficiente pode levar a problemas de qualidade no produto final, como deformações ou falhas na conformação. Portanto, o laudo analisa a eficiência desse sistema, buscando garantir que o movimento do material ocorra de maneira suave e segura.

Outro aspecto importante é a avaliação do funcionamento do sistema de frenagem, que deve ser capaz de interromper o movimento da prensa rapidamente em caso de emergência. 

O laudo identifica e corrige falhas antes que se tornem problemas, contribuindo para a manutenção preventiva, segurança dos operadores e qualidade dos produtos fabricados.

Como o Sistema de Arraste contribui para o funcionamento das Prensas Mecânicas?

O sistema de arraste é um componente essencial nas prensas mecânicas, pois ele controla o movimento do material durante o processo de prensagem. Esse sistema foi projetado para posicionar o material de forma precisa e segura, garantindo uma operação contínua e sem falhas.

Uma de suas funções mais importantes é manter a alimentação do material sempre uniforme. Durante cada ciclo de prensagem, o sistema de arraste posiciona o material de forma precisa sob o punção ou matriz, garantindo um processo de conformação eficaz. Se esse sistema não estiver funcionando bem, o material pode ficar mal posicionado, levando a problemas de tolerância e impactando a qualidade final das peças.

Além de precisão, o sistema de arraste protege o material de possíveis danos. Ao movimentar o material de forma controlada e suave, ele evita que o material se prenda ou sofra deformações indesejadas durante o transporte dentro da prensa. Isso é especialmente importante ao trabalhar com materiais delicados ou de alta precisão, nos quais qualquer falha pode comprometer a peça final.

Por fim, um sistema de arraste eficiente também aumenta a segurança dos operadores. Ao manter o movimento suave e estável, o sistema reduz incidentes como enrosco ou interrupção brusca, garantindo uma operação segura e confiável.

Análise detalhada para verificar a integridade e a eficácia das lonas de arraste, frenagem e fricção em processos industriais - Laudo para Lonas de Arraste

Análise detalhada para verificar a integridade e a eficácia das lonas de arraste, frenagem e fricção em processos industriais

Garantindo Segurança e Qualidade com Laudos para Lonas de Arraste em Prensas Mecânicas

Realizar o Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas Mecânicas é uma medida essencial para assegurar a segurança e a qualidade nas operações industriais. O bom funcionamento das prensas depende de componentes bem cuidados, e a inspeção regular permite identificar desgastes ou falhas antes que se tornem problemas críticos.

Esse cuidado vai além da manutenção das máquinas: ele protege a integridade física dos operadores e promove um ambiente de trabalho mais seguro. Os laudos detalham os sistemas de arraste e frenagem, garantindo movimentos controlados e evitando, portanto, acidentes por falhas mecânicas. Além disso, é importante investir continuamente na saúde e segurança dos operadores, com cursos, treinamentos e a implantação de um Programa de Prevenção de Riscos (PPR) em Prensas.

Um sistema de frenagem eficiente é essencial para a segurança, permitindo a parada rápida das prensas em emergências. A manutenção preventiva e a avaliação constante das prensas aumentam a eficiência e reduzem custos com reparos emergenciais.

A manutenção preventiva e a avaliação constante das prensas aumentam a eficiência, pois reduzem custos com reparos emergenciais. Em suma, investir em laudos técnicos para prensas mecânicas é investir em segurança, qualidade e continuidade das operações.

Precisa de Laudos Técnicos Confiáveis? Fale com a Rescue7!

Conte com a expertise da Rescue7 para laudos, perícias e avaliações técnicas que garantem a segurança e o desempenho de suas operações industriais. Fale conosco e descubra como podemos ajudar sua empresa a manter um ambiente de trabalho seguro e produtivo!

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE LONAS DE ARRASTE DE FRENAGEM E FRICÇÃO DE PRENSAS, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DE ART

Objetivo:
Realizar a inspeção técnica das cordoalhas de aço em estruturas de concreto protendido, conforme os parâmetros estabelecidos pela NBR 7483, visando assegurar a conformidade com as exigências técnicas e a qualidade da obra. Ao final, será elaborada a documentação técnica necessária, incluindo a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Preparação da Inspeção:
Levantamento de Informações Preliminares:
Identificação da obra e da estrutura de concreto protendido a ser inspecionada.
Definição do tipo de cordoalha utilizada, conforme projeto estrutural.
Coleta de documentos relevantes, como o projeto estrutural, certificado de fornecimento das cordoalhas, e outros registros.

Equipamentos e Ferramentas:
Definição dos equipamentos necessários para inspeção, incluindo medidores de espessura, dispositivos para verificação de tração e análise visual (câmeras, microscópio, etc.).
Planejamento para utilização de ferramentas específicas conforme a norma NBR 7483.

Execução da Inspeção:
Inspeção Visual:
Verificação do estado geral das cordoalhas, observando sinais de danos, corrosão ou outras irregularidades.
Avaliação do processo de tensionamento das cordoalhas, se visível, para garantir que as especificações do projeto foram atendidas.
Verificação da integridade das extremidades das cordoalhas e das ancoragens.

Inspeção Quantitativa:
Medição da espessura do aço das cordoalhas, conforme exigido pela NBR 7483, utilizando equipamentos adequados.
Verificação da área transversal das cordoalhas, considerando o diâmetro ou a quantidade de fios, conforme especificado no projeto e na norma.

Teste de Tração (se necessário):
Realização de ensaio de tração em amostras de cordoalhas, caso haja dúvida quanto à resistência ao alongamento e a conformidade com as especificações do projeto.

Verificação das Ancoragens:
Inspeção das ancoragens das cordoalhas, verificando sua correta instalação e a ausência de desgastes, corrosão ou falhas estruturais.

Análise de Conformidade:
Comparação com o Projeto:
Análise dos resultados obtidos na inspeção em relação aos parâmetros definidos no projeto e nas especificações da NBR 7483.
Avaliação da conformidade das cordoalhas com as normas técnicas aplicáveis, identificando eventuais desvios ou não conformidades.

Avaliação dos Desvios:
Identificação e relatório de qualquer discrepância encontrada durante a inspeção, detalhando as possíveis consequências para a segurança e funcionalidade da estrutura de concreto protendido.

Elaboração do Relatório Técnico:
Introdução:
Descrição do objetivo da inspeção, da metodologia adotada, e da obra inspecionada.
Descrição dos Procedimentos Realizados:
Detalhamento de cada etapa da inspeção, incluindo os métodos de medição e os ensaios realizados.
Resultados Obtidos:
Apresentação dos resultados quantitativos e qualitativos da inspeção, como medidas de espessura, área transversal das cordoalhas e estado das ancoragens.
Identificação de não conformidades e suas implicações.

Conclusão:
Resumo das conclusões obtidas após a análise dos resultados da inspeção.
Recomendações para correções, caso existam, e sugestões para melhorar a conformidade com as normas e os projetos.

Emissão da ART:
Anotação de Responsabilidade Técnica (ART):
Elaboração e emissão da ART para garantir a responsabilidade técnica sobre os serviços de inspeção realizados.

Registro da ART:
O relatório técnico final será acompanhado da ART registrada junto ao respectivo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

Prazo e Entregáveis:
Prazo de Execução
O prazo estimado para a execução da inspeção e elaboração do relatório técnico será de [X] dias úteis, a contar da data de início da inspeção.

Entregáveis:
Relatório técnico completo.
ART registrada.

Considerações Finais:
Este escopo descreve a execução da inspeção técnica das cordoalhas de aço em conformidade com a NBR 7483, assegurando a qualidade e a segurança da estrutura de concreto protendido. Todos os procedimentos serão realizados de acordo com as boas práticas e normas vigentes, com o compromisso de garantir a total conformidade com os requisitos do projeto e das normas aplicáveis.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTE E CONTRATO:

Testes, ensaios e avaliação quantitativa são extremamente pertinentes no contexto da inspeção das cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido, conforme a NBR 7483. Estes processos garantem que as cordoalhas estejam de acordo com as especificações exigidas para a segurança e durabilidade da estrutura, além de assegurar que os parâmetros físicos e mecânicos estejam dentro dos padrões adequados. Abaixo, segue a descrição de cada tipo de avaliação pertinente:

Avaliação Quantitativa:
A avaliação quantitativa refere-se à medição precisa das características físicas das cordoalhas, como sua espessura, diâmetro, área de seção transversal e a quantidade de fios em cada cordoalha. As medições quantitativas são fundamentais para garantir que as cordoalhas atendam aos requisitos de dimensão mínima e resistência à tração estipulados pela NBR 7483, além de assegurar que o material tenha a capacidade necessária para suportar as tensões a que será submetido.

Exemplos de avaliações quantitativas:
Espessura e Diâmetro:
Medição da espessura do aço ou do diâmetro da cordoalha, para garantir que está de acordo com as especificações do projeto e a norma.
Área Transversal e Quantidade de Fios: Verificação da quantidade e disposição dos fios na cordoalha, o que impacta diretamente na resistência à tração e durabilidade.

Essas medições devem ser feitas com precisão, utilizando calibres, micrômetros e outros dispositivos adequados para garantir que os valores estejam dentro dos limites exigidos pela NBR 7483.

Ensaios:
Os ensaios têm como objetivo avaliar a resistência e a durabilidade das cordoalhas, verificando suas propriedades mecânicas e estruturais. Eles são realizados para garantir que o material suportará as tensões previstas no projeto e para identificar qualquer deficiência que possa comprometer a segurança da estrutura.

Exemplos de ensaios aplicáveis:
Ensaio de Tração:
Realizado para avaliar a resistência à tração das cordoalhas, essencial para garantir que o aço tenha a resistência necessária para suportar as forças aplicadas no processo de protensão.
Ensaio de Ductilidade: A ductilidade da cordoalha é importante para garantir que ela não se rompa de forma frágil sob cargas extremas. Esse ensaio mede a capacidade de deformação do material antes da fratura.

Ensaios de Corrosão (se necessário): Embora as cordoalhas de aço sejam normalmente protegidas contra corrosão, ensaios para verificar a resistência à corrosão podem ser necessários para garantir que o aço esteja apto para ambientes agressivos.

Testes de Conformidade:
Testes de conformidade verificam se as características do material atendem às normas e especificações do projeto. Embora as cordoalhas de aço geralmente passem por testes no momento da fabricação, realizar a verificação desses testes durante a inspeção permite confirmar que o material, após a instalação e o tensionamento, ainda está em conformidade.

Exemplo de teste de conformidade:
Verificação de Tensionamento:
Confirmar que a cordoalha foi tensionada corretamente durante a execução do protensão, sem que ocorra o afrouxamento ou a tensão inadequada.

Importância da Avaliação Quantitativa e Ensaios:
Garantia de Segurança: Os testes e ensaios asseguram que as cordoalhas de aço são capazes de suportar as tensões necessárias para o desempenho da estrutura de concreto protendido, evitando falhas estruturais.
Conformidade com as Normas: A execução desses ensaios assegura que os materiais estejam em conformidade com as especificações da NBR 7483, garantindo a qualidade e a durabilidade da estrutura.
Identificação Precoce de Problemas: A avaliação quantitativa e os ensaios ajudam a identificar possíveis problemas nas cordoalhas, como falhas de fabricação ou danos durante a instalação, permitindo ações corretivas imediatas.

Conclusão:
Testes, ensaios e avaliação quantitativa são de fato essenciais na inspeção das cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido, conforme a NBR 7483. Eles asseguram que as cordoalhas atendam aos requisitos de resistência, durabilidade e segurança exigidos para garantir a integridade da estrutura de concreto protendido.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos;
ABNT NBR 5505 – Material de fricção para lonas e pastilhas do freio de veículos rodoviários, industriais e similares- verificação da estabilidade do raio, da dilatação e do crescimento;
ABNT NBR 7813 – Guarnições da embreagem e do freio – Material de fricção tipo orgânico – Verificação das características de fricção e desgaste;

ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;

ABNT NBR 16579 – Prensas Hidráulicas – Requisitos de Segurança;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Outros elementos quando pertinentes e contratados:
Definição dos termos;
Aferição do manual de instruções do equipamento;
Análise da listagem dos perigos significativos;
Inspeção dos requisitos e medidas de segurança;
Observação dos sistemas hidráulicos, pneumáticos e elétricos;
Definição da força no arraste;
Supervisão do desgaste do freio;
Vistoria do fluído liberado através do freio;
Análise da qualidade das molas;
Características das funções de controle e monitoramento;
Prevenção de queda não intencional do martelo por gravidade;
Reconhecimento dos perigos mecânicos;
Análise da qualidade das lonas de arraste;
Fiscalização dos sistemas eletrônicos programáveis;
Checagem da válvula de segurança no acionamento do freio;
Vistoria dos dispositivos de comando;
Análise de ferramentas, golpes para ajuste, manutenção e lubrificação;
Constatação das distâncias mínimas de segurança;
Definição do tempo de resposta do sistema hidráulico;
Verificação dos requisitos e/ou medidas de segurança;
Checagem dos dispositivos de intertravamento associados a proteções;
Análise da conexão de um dispositivo de medição de tempo de parada;
Verificação:
Curva de aquecimento da embragem;
Processo Produtivo de Lonas;
Lona utilizada;
Cabeçote da máquina;
Suporte para encaixe da lona;
Válvula de dupla segurança;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:

Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas

Saiba Mais: Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas:

4 Listagem dos perigos significativos
4.1 A listagem de perigos contida na 1 é o resultado de uma avaliação de risco realizada conforme a ABNT NBR ISO 12100 para todas as prensas hidráulicas abrangidas por esta Norma. As medidas técnicas e as informações ao usuário contidas nas Seções 5 e 7 e nos Anexos A, B, C, E e F são baseadas na apreciação de riscos e eliminam ou reduzem os efeitos decorrentes dos perigos nela identificados.
4.2 A avaliação de risco prevê o acesso por todos os lados, ciclos (golpes), movimentos inesperados e involuntários e também a queda do martelo por gravidade. Riscos para o operador e outras pessoas que possam ter acesso às áreas de perigo estão identificados, levando em consideração todos os perigos que possam surgir durante a vida útil da prensa A avaliação de risco abrange uma análise das consequências de uma falha do sistema de comando.
4.3 Adicionalmente, o usuário desta Norma, por exemplo, projetista, fabricante ou fornecedor, deve conduzir uma avaliação de risco de acordo com a ABNT NBR ISO 12100, com especial atenção para: — a finalidade do uso da prensa, incluindo a manutenção, troca de ferramenta e limpeza, além de prever o seu mau uso; — a identificação dos perigos significativos relacionados com a prensa (ver 4.4).
4.4 A Tabela 1 é uma lista dos perigos significativos e suas respectivas áreas perigosas normalmente associadas a uma prensa hidráulica. Como parte da avaliação de riscos, o projetista deve verificar se a lista de perigos da Tabela 1 é completa e aplicável à prensa sob análise.
5 Requisitos e medidas de segurança 5.1 Introdução
As prensas hidráulicas tratadas por esta Norma abrangem, em sua dimensão, desde máquinas pequenas e rápidas para fabricação de peças pequenas com somente um operador, até máquinas grandes, relativamente lentas, com vários operadores e peças grandes e complexas. Os métodos ou medidas a serem implementadas para eliminar os perigos significativos, ou para reduzir os riscos a eles associados, estão detalhados nesta subseção da seguinte maneira: — considerações de projeto básico para os principais componentes de prensas ou sistemas (ver 5.2); 
ABNT NBR 16579:2017 – proteção de segurança contra perigos mecânicos na área de ferramentas, nos diferentes modos de produção (ver 5.3); – proteção contra perigos devido ao sistema de controle ou monitoramento de falha de componentes (ver 5.4); – proteção de segurança contra perigos que podem acontecer durante a preparação de ferramentas, ciclo de testes da produção da ferramenta (try-out), manutenção e lubrificação (ver 5.5); — proteção de segurança contra outros perigos (ver 5.6 a 5.8);
5.2.1 Prevenção de queda não intencional do martelo por gravidade durante o trabalho (ciclo produtivo)
5.2.1.1 Quando existir o risco de um acidente (força de 150 N ou mais), devem ser tomadas medidas para evitar a queda não intencional do martelo por gravidade, durante a produção com alimentação ou retirada automática ou manual (ver Tabelas 2 e 3). Esta queda pode ocorrer por falha do sistema hidráulico, por falha mecânica ou por falha do comando elétrico. O risco deve ser evitado por: – um dispositivo de retenção mecânico que suporte o peso do martelo e da ferramenta, ou – um dispositivo de retenção hidráulico conforme definido em 5.2.1.2, ou – uma combinação de uma válvula de retenção hidráulica única e um mecânico. parte superior da dispositivo de retenção
Os dispositivos de retenção devem operar automaticamente e devem atuar sempre que o martelo estiver parado e for possível ao operador acessar a área de ferramenta.
5.2.1.2 Quando não for utilizado um dispositivo de retenção mecânico e existir o risco de acidente pela queda do martelo por gravidade, os dispositivos de retenção hidráulica devem ser constituídos de: a) dois cilindros separados de retenção ou retorno, cada qual com válvula de retenção na posição superior, capazes de segurar independentemente o martelo; ou b) duas válvulas hidráulicas de retenção, estando uma das quais instalada o mais próximo possível da saída do cilindro, utilizando, para tanto, uma tubulação flangeada ou soldada, e capazes de sustentar o peso do martelo.

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Laudo para Lonas de Arraste, Frenagem e Fricção em Prensas: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

capacitação operador máquinas automotrizes 
Curso Máquinas Automotrizes 
Laudo PCMSO
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Certificado de Registro do Exército – CR
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Mais Populares

  • Execução de ensaio PDA em estaca de grande diâmetro com instrumentação completa. Sensores acelerômetros e transdutores de deformação instalados no topo da estaca, conectados ao sistema de aquisição de dados. Equipe técnica monitorando os parâmetros de força e velocidade em tempo real através de equipamentos portáteis de alta precisão.
    ENSAIO PDA/PGA
  • ENSAIO PDA
  • Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
    CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS
  • Imagem apresenta ganchos e correntes de elevação em ambiente de armazém industrial, com foco no estado superficial e no sistema de engate. Destaca a importância da verificação de deformações, trincas, folgas, pinos de segurança e capacidade de carga nominal, elementos essenciais na manutenção preventiva e na prevenção de falhas por sobrecarga.
    CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale

Em destaque

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    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale
  • A compliance-focused team reviews technical information and operational data, reinforcing the NR approach that safety training must be connected to real risk management, documented evidence, and decision-making aligned with the company’s GRO/PGR obligations.
    NR (Regulatory Norms) Training: Who Pays & Where to Practice?
  • A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
    NR Course: Hidden Risk?
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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