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Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga
quarta-feira, 18 dezembro 2024 / Publicado em 00 - Template Laudos, ISO, Normas Internacionais, Normas, Leis, Órgãos e Regulamentações

Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO  TESTE DE ESTANQUEIDADE POR FUMAÇA OU ÁGUA EM CONTÊINERES DE CARGA  SÉRIE 1 ISO 1496-1 (INTERNATIONAL STANDARD ISO 1496-1 SERIES 1 FREIGHT CONTAINERS – SPECIFICATION AND TESTING – PART 1: GENERAL CARGO CONTAINERS FOR GENERAL PURPOSES)

Referência: 209949

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Os contêineres de carga desempenham um papel crucial no transporte e logística internacionais, proporcionando, dessa maneira, um meio seguro e eficiente para a movimentação de mercadorias por diversos modais de transporte. or isso, é importante ter o Laudo ISO 1496-1 para Contêineres de Carga em mãos.

A Norma ISO 1496-1:2013 é essencial para garantir, sobretudo, que esses contêineres atendam aos padrões necessários para o transporte rodoviário, ferroviário e marítimo.

Este laudo avalia a conformidade dos contêineres com as especificações básicas e os requisitos de teste definidos pela norma. Sendo assim, assegurando sua adequação para intercâmbio internacional e proteção das cargas transportadas.

O Que São Contêineres de Carga?

Contêineres de carga são unidades de transporte robustas e duráveis, assim, projetadas para armazenar e transportar mercadorias de forma eficiente.

Fabricam-se para suportar as condições adversas do transporte e o manuseio frequente, garantindo, dessa maneira, a integridade das cargas.

Esses contêineres são equipados com dispositivos de manuseio, como alças e pinos de fixação, que facilitam, sobretudo, carregamento, descarregamento e movimentação.

Contêineres de carga são amplamente utilizados em operações logísticas, permitindo transporte seguro e eficiente por terra e mar - Laudo ISO 1496-1 para Contêineres de Carga

Contêineres de carga são amplamente utilizados em operações logísticas, permitindo transporte seguro e eficiente por terra e mar

Norma ISO 1496-1:2013: O Que Estabelece?

A Norma ISO 1496-1:2013 define, assim, as especificações e requisitos de teste para contêineres de carga da série ISO 1. Ela cobre contêineres de uso geral, totalmente fechados, e certos tipos específicos, como contêineres fechados, ventilados, bem como de topo aberto.

Especificações Básicas e Requisitos de Teste

  1. Especificações Básicas:
    • Dimensões e Capacidade: A norma define, acima de tudo, dimensões padrão para os contêineres, garantindo a compatibilidade com os sistemas de transporte e manuseio internacionais. Especificam-se as capacidades internas e externas para garantir, assim, que os contêineres possam acomodar diferentes tipos de carga.
    • Materiais e Construção: Contêineres devem ser fabricados com materiais resistentes e duráveis, capazes de suportar as condições adversas do transporte e armazenamento. A construção deve, portanto, assegurar a integridade estrutural durante o transporte e a manipulação.
  2. Requisitos de Teste:
    • Teste de Resistência: Ensaios são realizados para verificar a resistência estrutural dos contêineres sob condições de carga e estresse. Esses testes garantem, desse modo, que os contêineres podem suportar as forças a que serão submetidos durante o transporte.
    • Teste de Estanqueidade: A norma ISO 1496-1 exige testes de estanqueidade para garantir que os contêineres sejam capazes de evitar a entrada de água ou fumaça. O teste com fumaça tem uma eficácia comprovada de 99,95%, oferecendo um alto nível de confiabilidade. A eficácia reduz-se para cerca de 60% quando realiza-se o teste com água.
    • Teste de Integração: Realizam-se testes para verificar a compatibilidade dos contêineres com diferentes sistemas de transporte e manuseio, incluindo a capacidade de intercâmbio entre rodovia, ferrovia e mar.
    • Teste de Resistência ao Fogo: Este teste verifica a capacidade do contêiner de resistir a altas temperaturas e exposições diretas ao fogo. Ele é especialmente importante para cargas perigosas e sensíveis ao calor, assegurando que o contêiner ofereça proteção adequada contra incêndios durante o transporte ou armazenamento.

Importância do Laudo ISO 1496-1

Um Laudo ISO 1496-1 para contêineres de carga é crucial para garantir a conformidade com os padrões internacionais e a segurança das mercadorias transportadas. Os benefícios incluem:

  • Conformidade Internacional: Assegura que os contêineres atendem aos padrões globais, facilitando a troca internacional e o transporte eficiente entre diferentes modais.
  • Segurança da Carga: Garante que os contêineres podem suportar as condições adversas do transporte e proteger a carga contra danos.
  • Eficiência Logística: Facilita o manuseio e a movimentação dos contêineres, otimizando o processo logístico e reduzindo o risco de perdas e danos.

Realize conosco o Laudo ISO 1496-1 para Contêineres de Carga

O Laudo ISO 1496-1 para Contêineres de Carga é, portanto, uma ferramenta essencial para empresas envolvidas no transporte internacional de mercadorias.

Ele assegura, dessa forma, que os contêineres atendem aos requisitos de segurança, resistência e eficiência, proporcionando a confiança necessária para um transporte seguro e sem problemas.

Invista na conformidade com a norma ISO 1496-1 para garantir, sobretudo, a integridade e a segurança das suas operações logísticas. Entre em contato conosco para realizar os testes necessários e obter, desse modo, o laudo completo para os seus contêineres de carga.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

O teste de estanqueidade por fumaça é um procedimento destinado a verificar a capacidade de um contêiner de carga da Série 1 em prevenir a entrada de ar e, consequentemente, a infiltração de elementos externos, como água ou poeira. Este teste é particularmente útil para identificar falhas em juntas, soldas e outros pontos críticos de vedação.

Preparação do Contêiner
Antes de iniciar o teste de estanqueidade por fumaça, o contêiner deve ser preparado conforme os seguintes passos:
Verificação prévia: Inspecione visualmente o contêiner em busca de danos evidentes, como rachaduras ou aberturas que possam comprometer o teste. Qualquer dano deve ser reparado antes da execução do teste.
Fechamento do contêiner: Todas as portas, válvulas e aberturas devem ser fechadas e travadas de maneira adequada para garantir que o contêiner esteja na condição normal de operação.
Equipamentos Necessários
Para a realização do teste de estanqueidade por fumaça, os seguintes equipamentos são necessários:
Gerador de fumaça: Um dispositivo capaz de produzir fumaça em quantidade suficiente para encher o interior do contêiner de forma homogênea.
Ventiladores: Se necessário, para assegurar a distribuição uniforme da fumaça.
Iluminação adequada: Para facilitar a inspeção visual durante a detecção de vazamentos.

Equipamentos de segurança: Incluindo máscaras e ventilação adequada, para proteger os operadores durante o processo.
Execução do Teste:
Injeção de Fumaça: O gerador de fumaça deve ser colocado dentro do contêiner. O dispositivo deve ser ativado para encher completamente o contêiner com fumaça, garantindo que todos os espaços internos, incluindo os cantos e junções, sejam cobertos.

Pressurização Leve (Opcional): Se especificado, pode-se aplicar uma leve pressurização ao contêiner para ajudar na detecção de pequenos vazamentos. Essa pressurização deve ser cuidadosamente controlada para não comprometer a integridade do contêiner.

Inspeção Externa: Com o contêiner cheio de fumaça, o inspetor deve examinar cuidadosamente todo o exterior do contêiner, prestando atenção especial às juntas, portas, soldas e áreas suscetíveis a falhas de vedação.

Identificação de Vazamentos: Vazamentos serão evidenciados pela fuga de fumaça através de fissuras ou pontos de vedação falhos. Todos os pontos de vazamento devem ser documentados e marcados para reparo.

Desempenho Estrutural
Garantia de segurança contra incêndio;
Dificultar o princípio do incêndio;
Critérios para dificultar o princípio do incêndio;
Métodos de avaliação da segurança relativa ao princípio do incêndio;
Premissas de projeto.

Estanqueidade
Estanqueidade a fontes de umidade externas à edificação;
Proteção contra água de chuva, umidade do solo e do lençol freático;
Métodos de avaliação;
Premissas de projeto;
Estanqueidade a fontes de umidade internas à edificação;
Proteção contra água utilizada na operação, uso e manutenção do imóvel.

Desempenho Térmico
Métodos de medição de propriedades térmicas de materiais e elementos construtivos;
Procedimento simplificado;
Procedimento de simulação computacional;
Características do programa de simulação computacional;}
Características do arquivo climático;
Desempenho térmico da envoltória;

Desempenho Acústico
Isolamento acústico de vedações externas;
Isolamento a ruído aéreo de sistemas de vedações externas;
Métodos de avaliação;

Desempenho Lumínico;
Iluminação natural;
Simulação: Níveis mínimos de iluminância natural;
Método de avaliação;
Medição in loco: Fator de Luz Diurna (FLD);
Método de avaliação;
Iluminação artificial.
Saúde, Higiene e Qualidade do Ar
Prevenção da proliferação de micro-organismos;
Método de avaliação;
Controle de poluentes na atmosfera interna à habitação;
Método de avaliação.
Inflamabilidade 
Análise Quantitativa dos Níveis de Radiação Ionizantes NBR 15575 
Adequação Ambiental

Critérios de Aceitação
Ausência de Vazamentos Visíveis: O contêiner é considerado estanque se não houver nenhuma evidência de fumaça escapando pelas áreas de vedação ou pelas paredes do contêiner.
Documentação de Resultados: Todos os resultados do teste, incluindo a presença e localização de vazamentos, devem ser registrados detalhadamente.

Ações Corretivas a ser executadas pela Contratante:
Reparos: Qualquer ponto de vazamento identificado durante o teste deve ser reparado de acordo com as especificações do fabricante e a norma ISO 1496-1.
Reteste: Após os reparos, o contêiner deve ser submetido a um novo teste de estanqueidade para assegurar que todos os vazamentos foram eliminados.

Relatório Final:
O relatório final do teste de estanqueidade por fumaça deve incluir:
Descrição do contêiner: Identificação completa do contêiner testado.
Método de teste: Detalhamento do procedimento utilizado, incluindo o tipo de gerador de fumaça e qualquer pressurização aplicada.
Resultados: Indicação clara da presença ou ausência de vazamentos, com localizações detalhadas, se aplicável.

Disposições Finais
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação.
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Certificado de Calibração (quando aplicável);
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento;
Fonte: ISO 1496-1 -TPG

Cabe à Contratante fornecer:
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se contratado:
Passo 01: Inspeção  Visual (Qualitativa)
a) Preparação, Identificação, Análise Qualitativa, Documentação.
b) Se os equipamentos estiverem a céu aberto e estiver chovendo, chuviscando, ou úmido, não  é possível  realizar a inspeção e a logística de retorno corre por conta da Contratante.

c) Liberar acesso ao veículo do Perito Avaliador nas dependências da Contratante em virtude de materiais e aparelhos de inspeção serem de peso e valor agregado.
d) A função do Perito Avaliador se limita a executar a Inspeção e não cabe ficar esperando por mais de 20 minutos a Contratante efetuar manutenção ou organizar a logística da inspeção.

NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga

Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
INTERNATIONAL STANDARD ISO 1496-1 Series 1 freight containers – Specification and testing – Part 1: General cargo containers for general purposes;
NBR 15571 – Ensaios não destrutivos — Estanqueidade — Detecção de vazamentos;
NBR7501 de 09/2021 – Transporte terrestre de produtos perigosos;
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres;
NBR 15575-1 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 1: Requisitos gerais;
NBR 15575-2 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 2: Requisitos para os sistemas estruturais;
NBR 15575-3 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 3: Requisitos para os sistemas de pisos;
NBR 15575-4 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 4: Requisitos para os sistemas de vedações verticais internas e externas – SVVIE;
NBR 15575-5 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 5: Requisitos para os sistemas de coberturas;
NBR 15575-6 – Edificações habitacionais – Desempenho – Parte 6: Requisitos para os sistemas hidrossanitários;

Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo ISO1496-1 Contêineres de Carga

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;

 

A ISO 1496-1  estabelece os requisitos e procedimentos para a execução de inspeção e teste de estanqueidade por fumaça ou água em contêineres de carga da Série 1, conforme a norma ISO 1496-1. A finalidade desse teste é verificar a integridade estrutural e a capacidade dos contêineres de impedir a entrada de elementos externos, como água ou fumaça, garantindo que estejam em conformidade com os padrões internacionais para transporte seguro de mercadorias.

O teste com fumaça tem uma eficácia comprovada de 99,95%, oferecendo um alto nível de confiabilidade. No entanto, quando o teste é realizado com água, a eficácia é reduzida para cerca de 60%. Esses resultados são cruciais para garantir a proteção das cargas sensíveis durante o transporte.

O escopo abrange:

Tipos de contêineres: Aplica-se a contêineres de carga da Série 1, destinados ao transporte geral de mercadorias, conforme especificado na ISO 1496-1.

Métodos de teste: Definição dos procedimentos para realizar testes de estanqueidade utilizando fumaça ou água, incluindo os equipamentos necessários, condições de teste, e critérios de aceitação.

Critérios de aceitação: Especificação dos parâmetros que os contêineres devem atender para serem considerados estanques, incluindo a ausência de vazamentos visíveis.

Documentação e relatórios: Orientação sobre a documentação exigida para registrar os resultados da inspeção e do teste de estanqueidade, incluindo a forma de apresentação dos relatórios e certificações.

Referências Normativas

O presente documento referencia as seguintes normas internacionais, que são indispensáveis para a aplicação correta dos procedimentos aqui descritos:

ISO 1496-1:2013 – Contêineres de carga da Série 1 — Especificações e ensaios — Parte 1: Contêineres de carga geral para fins gerais.

Especifica os requisitos de construção, dimensões, capacidades, e os métodos de ensaio para contêineres de carga da Série 1 destinados ao transporte geral de mercadorias.

ISO 830:1999 – Contêineres de carga — Vocabulário.

Fornece as definições e a terminologia utilizada em relação aos contêineres de carga.

ISO 6346:1995 – Contêineres de carga — Codificação, identificação e marcação.

Estabelece um sistema de codificação e identificação para contêineres de carga, além dos requisitos para a marcação adequada.

ISO 1161:1984 – Série 1 de contêineres de carga — Canto de encaixe — Especificação.

Define as especificações dos cantos de encaixe usados em contêineres de carga da Série 1.

Estas normas devem ser consultadas na íntegra para garantir a correta execução dos procedimentos de inspeção e teste de estanqueidade, garantindo assim a conformidade com os padrões internacionais estabelecidos.

 

Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

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Ações Mitigadoras Biogás
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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