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  • Laudo Ferrografia Lubrificantes
terça-feira, 15 abril 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Engenharia Elétrica - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Mecânica - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo Ferrografia Lubrificantes

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE FERROGRAFIA EM LUBRIFICANTES, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 224374

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

O Laudo de Ferrografia em Lubrificantes é um documento técnico que analisa o desgaste de componentes mecânicos com base na avaliação das partículas metálicas presentes no óleo de lavagem. Ele permite identificar falhas incipientes e prever problemas antes que ocorram falhas catastróficas.

O Laudo de Ferrografia em Lubrificantes é uma ferramenta crucial para a manutenção preditiva de equipamentos industriais. Por meio da análise microscópica das partículas metálicas presentes no óleo de lubrificação, é possível identificar o desgaste de componentes mecânicos, prever falhas iminentes e evitar problemas antes que se tornem falhas catastróficas. Esse tipo de análise ajuda a diagnosticar anomalias, como desgaste excessivo ou contaminação, permitindo que a equipe tome ações corretivas de forma preventiva. Dessa forma, otimiza os processos operacionais e reduz os custos com manutenções emergenciais. Ideal para máquinas de alto desempenho e equipamentos críticos, o laudo de ferrografia é essencial para garantir a confiabilidade e a continuidade das operações em diversos setores industriais. Além disso, contribui para a eficiência operacional e o prolongamento da vida útil dos equipamentos.

Esse laudo é essencial para indústrias que buscam eficiência operacional e redução de custos com manutenção.
Assim, o laudo de ferrografia em investimentos é uma ferramenta estratégica que permite às empresas gerenciar melhor seus ativos, reduzir custos e garantir operações mais seguras e contínuas.

Amostra de óleo lubrificante submetida à ferrografia para identificar partículas metálicas e sinais de desgaste em componentes mecânicos. - Laudo Ferrografia Lubrificantes

Amostra de óleo lubrificante submetida à ferrografia para identificar partículas metálicas e sinais de desgaste em componentes mecânicos.

Qual a finalidade do Laudo Ferrografia Lubrificantes?

O principal objetivo da ferrografia é a manutenção preditiva, ajudando, assim, a evitar quebras inesperadas e custos operacionais. Ela serve, principalmente, para:
Diagnosticar o desgaste anormal de componentes mecânicos;
Identificar, ainda mais, possíveis contaminações no óleo;
Determinar, portanto, a necessidade de substituição de peças ou ajustes na lubrificação.

Quando deve ser realizado Laudo Ferrografia Lubrificantes?

A equipe deve realizar o laudo periodicamente, como parte do programa de monitoramento da lubrificação, principalmente em:
Máquinas de alto desempenho e operação contínua.
Equipamentos críticos em indústrias, como turbinas, redutores, compressores e motores.
Sempre que houver suspeita de desgaste prematuro ou falha prematura.

Onde é realizado o Laudo Ferrografia Lubrificantes?

Laboratórios especializados fazem a análise, onde, ademais, os especialistas realizam exames detalhados no financiamento coletado do equipamento. Empresas que oferecem serviços de monitoramento de condições de máquinas, igualmente, realizam esse tipo de laudo, seguindo diretrizes de normas e regulamentações.

Principais Tipos de Lubrificantes:

Óleos Lubrificantes
Minerais : Derivados do petróleo, são os mais comuns em máquinas industriais e veículos.
Sintéticos : Desenvolvidos quimicamente, possuem maior resistência térmica e durabilidade.
Semissintéticos : Mistura de óleos minerais e sintéticos, equilibrando custo e desempenho.
Vegetais : Biodegradáveis, utilizados em aplicações ecológicas.
Graxa Lubrificante
Mistura de óleo de lavagem com espessantes, usada quando há necessidade de lubrificação prolongada e proteção contra contaminação.
Fluídos Lubrificantes Especiais
Fluidos hidráulicos : Usados ​​em sistemas de transmissão de força.
Fluidos de corte : aplicados em processos de usinagem para reduzir o atrito e dissipar calor.
Óleos para engrenagens : Desenvolvidos para reduzir desgaste e resistir a altas pressões.

Técnico especializado avaliando os resultados do laudo de ferrografia para diagnosticar a saúde de sistemas mecânicos e hidráulicos. - Laudo Ferrografia Lubrificantes

Técnico especializado avaliando os resultados do laudo de ferrografia para diagnosticar a saúde de sistemas mecânicos e hidráulicos.

Qual a importância do laudo para as empresas?

O laudo de ferrografia em transportes é de extrema importância para as empresas, especialmente aquelas que operam com máquinas e equipamentos industriais de alto desempenho. Sua principal contribuição é a manutenção preditiva, o que permite às empresas antecipar problemas antes que se tornem falhas catastróficas. Isso proporciona diversos benefícios:
Prevenção de Paradas Não Planejadas : Ao identificar desgastes ou falhas iminentes, o laudo ajuda a evitar quebras inesperadas, garantindo que as máquinas operem sem interrupções não programadas. Isso melhora a eficiência operacional e minimiza o tempo de inatividade.
Redução de Custos Operacionais : Detectar problemas precocemente permite substituir peças ou ajustar processos de lubrificação antes que o desgaste se agrave, o que reduz a necessidade de reparos caros e evita a compra de novos equipamentos devido ao desgaste excessivo.
Aumento da Vida Útil dos Equipamentos : A análise contínua do óleo de transporte permite monitorar as condições de trabalho dos componentes, o que contribui para a preservação e prolongamento da vida útil dos equipamentos, otimizando o investimento da empresa.
Melhoria na Eficiência da Manutenção : Com base no laudo, a manutenção pode ser feita de forma mais precisa e eficaz, sendo realizada apenas quando necessário, sem a necessidade de intervenções em excesso ou de forma emergencial.
Segurança e Confiabilidade : A prevenção de falhas graves não só evita danos financeiros, mas também melhora a segurança operacional, especialmente em setores que dependem de equipamentos críticos, como turbinas e compressores.

Por que deve ser feito este laudo?

Vários profissionais devem realizar o laudo de ferrografia em lançamentos, por diversas razões importantes para a manutenção e o bom funcionamento dos equipamentos industriais. Ademais, esse processo permite a detecção precoce de desgastes nos componentes, o que, certamente, contribui para a prevenção de falhas graves. Realizar o laudo regularmente ajuda, ademais, a manter a eficiência e a confiabilidade dos equipamentos, além de gerar economia e segurança para a empresa.
Diagnóstico precoce de problemas : Ele permite identificar desgastes, contaminações ou falhas nos componentes das máquinas antes que se tornem graves, prevenindo falhas catastróficas.
Prevenção de paradas não planejadas : A análise regular do óleo de lubrificação ajuda a evitar paradas inesperadas, que podem interromper a produção e gerar custos elevados.
Melhorando a eficiência operacional : Com a detecção precoce de falhas, é possível corrigir problemas de forma preventiva, otimizando a operação e aumentando a produtividade das máquinas.
Redução de custos com manutenção : identificar e corrigir falhas de forma antecipada reduz a necessidade de reparos complexos e o custo com substituição de peças de alto valor.
Aumento da vida útil dos equipamentos : Manter as condições de operação dentro dos padrões ideais prolonga a vida útil dos equipamentos, fazendo com que o investimento nas máquinas seja mais vantajoso a longo prazo.
Segurança : A prevenção de falhas graves garante um ambiente de trabalho mais seguro, evitando acidentes causados ​​por quebras inesperadas de equipamentos.

Engenheiro realizando inspeção preventiva em equipamentos com base nos resultados do laudo de ferrografia, identificando áreas de risco e desgaste. - Laudo Ferrografia Lubrificantes

Engenheiro realizando inspeção preventiva em equipamentos com base nos resultados do laudo de ferrografia, identificando áreas de risco e desgaste.

Onde são utilizadas?

A ferrografia em lubrificantes é amplamente utilizada por profissionais na manutenção preditiva de diversos setores industriais, como, por exemplo: Indústria automobilística (motores, transmissões e diferenciais), bem como a Mineração e siderurgia (equipamentos de grande porte, como britadores e prensas). Adicionalmente, o Setor naval e aeroespacial (turbinas, motores e caixas de engrenagens) também faz uso da ferrografia. Do mesmo modo, Usinas termoelétricas e hidrelétricas (geradores e turbinas hidráulicas) se beneficiam desse processo. Além disso, Empresas do setor petroquímico e energético (bombas e compressores) igualmente utilizam essa técnica. O monitoramento da condição do lubrificante, portanto, é crucial para evitar falhas inesperadas e garantir o funcionamento seguro e eficiente dos equipamentos.

Quais as principais ferrografias?

Ferrografia Direta:
Método qualitativo que permite a observação detalhada das partículas de desgaste.
Uma lâmina de vidro é utilizada para separar as partículas por um campo magnético.
Permite identificar a origem do desgaste com base na morfologia das partículas.
Ferrografia Analítica:
Método quantitativo que mede a concentração de partículas em uma amostra de lubrificante.
Utiliza equipamentos especializados para classificar e contar as partículas presentes.
Fornece um diagnóstico mais preciso sobre o estado dos componentes internos da máquina.

Quais os equipamentos são analisados?

A equipe aplica a técnica para monitorar o desgaste em diversos tipos de máquinas e equipamentos, tais como:
Motores a combustão interna – Identificação de desgaste em mancais, pistões e anéis.
Turbinas e geradores – Avaliação do estado dos rolamentos e engrenagens.
Bombas hidráulicas e compressores – Diagnóstico de falhas em rotores e mancais.
Caixas de engrenagens e redutores – Identificação de desgaste excessivo em engrenagens e eixos.
Rolamentos e mancais – Monitoramento de desgaste progressivo e fadiga do material.

Relatórios técnicos de ferrografia fornecendo informações detalhadas para manutenção preventiva e decisões informadas sobre a saúde do equipamento. - Laudo Ferrografia Lubrificantes

Relatórios técnicos de ferrografia fornecendo informações detalhadas para manutenção preventiva e decisões informadas sobre a saúde do equipamento.

Quais são os testes, ensaios e avaliações ?

Testes, ensaios e avaliações quantitativas são fundamentais para a inspeção técnica de ferrográfia em transportes (óleo e graxa). Esses processos permitem a identificação de partículas de desgaste, contaminantes e a condição dos empreendimentos, possibilitando uma análise preditiva eficaz. Ademais, testes e ensaios incluem separação de partículas, microscopia óptica e eletrônica, espectroscopia e análise de abrangência. Esses métodos, portanto, ajudam a determinar a origem do desgaste e a gravidade do problema. Em seguida, a avaliação quantitativa mede a concentração e o tamanho das partículas metálicas e não metálicas sem liberação. Isso fornece, de fato, indicadores numéricos para avaliar o nível de desgaste e prever falhas.

Nota: A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Ferrografia Lubrificantes:

Escopo dos Serviços:
Verificação e Inspeções pertinentes:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIOS DE FERROGRAFIA EM LUBRIFICANTES, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo
Este escopo tem como objetivo definir as atividades para a execução da inspeção técnica de ferrografia em lançamentos, com a finalidade de analisar o desgaste e a condição dos componentes mecânicos de equipamentos, por meio da análise das partículas metálicas presentes no petróleo. Ao final, será elaborado um relatório técnico detalhado, acompanhado da emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Descrição das Atividades

Coleta de Amostra de Óleo Lubrificante
A coleta das amostras de óleo será realizada diretamente nos pontos de operação dos equipamentos a serem analisados.
A amostra coletada deverá ser suficiente para a análise no laboratório, garantindo a representatividade do estado do embarque.
Todos os procedimentos de coleta seguem as normas de segurança e de boas práticas para evitar a contaminação das amostras.

Inspeção Técnica – Ferrografia
O óleo coletado será enviado para análise em laboratório especializado.
Uma técnica de ferrografia será aplicada, onde as partículas metálicas presentes no óleo serão separadas e observadas em específico para verificar o tipo e a quantidade de desgaste nos componentes.
Serão observadas partículas de desgaste normais e anormais, além de possíveis contaminações no óleo, que podem indicar falhas nos componentes do equipamento.

Análise e Diagnóstico
A análise das partículas será realizada por profissionais envolvidos, que irão identificar sinais de desgaste excessivo, corrosão, contaminação por partículas estranhas e outras ameaças de falhas mecânicas.
Será feita uma avaliação detalhada sobre o estado de saúde do equipamento e a necessidade de intervenções, como ajustes na lubrificação, substituição de peças ou outros serviços de manutenção.

Elaboração do Relatório Técnico
O relatório técnico será elaborado com base nos resultados obtidos durante a análise das partículas.
O relatório incluirá uma descrição detalhada das descobertas, como o tipo de desgaste encontrado, possíveis causas, recomendações de manutenção preventiva ou corretiva e o impacto do desgaste nas operações do equipamento.
O documento conterá gráficos, imagens microscópicas de partículas detectadas e todas as informações pertinentes para a compreensão do diagnóstico técnico.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
Após a conclusão da inspeção e elaboração do relatório técnico, será emitida a ART, que atestará a responsabilidade técnica pela execução dos serviços de inspeção e análise, em conformidade com as normas do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).
A ART será registrada no CREA local e será associada ao relatório técnico.

Equipamentos e Materiais
Microscópios de alta precisão para análise de partículas metálicas.
Equipamentos de coleta de amostra (garrafas ou frascos esterilizados).
Sistema de gerenciamento e análise de dados para elaboração do relatório técnico.

 Prazos e Entregas
O cronograma será definido de acordo com a complexidade do serviço e as condições identificadas durante a inspeção. O prazo para entrega do relatório técnico e da ART será acordado com o contratante, levando em conta o tempo necessário para a análise técnica e elaboração detalhada do documento final.

Considerações Finais
Todos os procedimentos devem ser realizados em conformidade com as normas técnicas vigentes.
Qualquer anomalia ou necessidade de intervenção emergencial será comunicada imediatamente à empresa contratante, com recomendação para as ações corretivas.
O relatório técnico, juntamente com a ART, será entregue ao cliente em formato digital e, se solicitado, em formato impresso.

Este escopo visa garantir a qualidade e a precisão do processo de inspeção técnica de ferrografia, garantindo um diagnóstico adequado e fornecimento de informações essenciais para a manutenção preditiva dos equipamentos.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Testes , ensaios e avaliação quantitativa são pertinentes no contexto de inspeção técnica de ferrografia em embarques . Eles são fundamentais para garantir que a análise seja precisa e forneça dados quantitativos que ajudem a diagnosticar o estado de saúde dos equipamentos. A seguir, especificamente como cada um desses processos pode ser aplicado:

Testes e Ensaios
A ferrografia em lançamentos pode envolver testes específicos, como:
Teste de partículas metálicas : As partículas metálicas no óleo são separadas e determinadas em específicos para determinar o tipo de desgaste, como desgaste abrasivo, adesivo, corrosivo, etc. Ensaios qualitativos e quantitativos podem ser realizados para diferenciar os tipos de desgaste.
Análise de distribuição de tamanhos de partículas : Determinar o tamanho das partículas metálicas ajuda a avaliar o estágio de desgaste. Partículas finas podem indicar desgaste incipiente, enquanto partículas maiores geralmente estão associadas a falhas mais avançadas.
Teste de partículas : As peculiaridades do óleo podem ser comprovadas para verificar se há degradação ou contaminação, partículas que o óleo já não está influenciando sua função específica.

Avaliação Quantitativa
A avaliação quantitativa é essencial para uma análise precisa do nível de desgaste e da gravidade das condições do equipamento. Algumas formas de avaliação quantitativa incluem:
Contagem de partículas : Quantificar o número de partículas metálicas presentes no óleo, com base no tamanho e tipo, pode fornecer informações sobre o grau de desgaste e o tipo de falha nos componentes. A contagem de partículas é uma chave quantitativa para entender o desgaste e prever possíveis falhas.
Índice de desgaste : Esse índice pode ser calculado para determinar a taxa de desgaste das peças com base na quantidade de partículas bloqueadas e sua classificação.
Comparação com padrões de referência : A avaliação quantitativa envolve comparar os resultados obtidos com padrões de referência ou limites críticos estabelecidos pela indústria ou fabricante do equipamento. Isso ajuda a quantificar a gravidade do desgaste e a necessidade de intervenção.

Benefícios da Aplicação de Testes, Ensaios e Avaliação Quantitativa
Esses processos fornecem informações claras e objetivas sobre as condições do equipamento, permitindo:
Diagnóstico preciso do tipo e grau de desgaste.
Previsão da vida útil das peças e componentes.
Planejamento de manutenção preditiva com base em dados quantitativos.

PROCEDIMENTO DE COLETA E ENVIO DE AMOSTRAS AO LABORATÓRIO QUANDO PERTINENTE E CONTRATADO

Responsabilidade da Contratante:
A contratante é responsável pelo envio das amostras ao nosso laboratório, localizado em Santo André/SP, a partir do endereço de origem da coleta. Os documentos gerados estão sujeitos ao endereço do remetente, que devem corresponder ao local de retirada e envio das amostras.

Especificações das Amostras:
Deverão ser enviadas três amostras de óleo de embarque, com volume suficiente para uma análise completa de ferrografia. O envio deverá ser acompanhado de um relatório técnico do fabricante como parâmetro, caso disponível. O teste de ferrografia indicará o desgaste e a condição das partículas metálicas presentes, possibilitando a análise de falhas nos componentes.
Antes da análise de ferrografia, as amostras serão submetidas a uma inspeção microscópica preliminar para garantir a qualidade da coleta.

Registro da Coleta:
Deve ser realizado registro fotográfico e/ou filmagem do processo de coleta das amostras e do local de retirada. As imagens e vídeos devem ser registrados com dados, localização e localização georreferenciada (utilizando o Google Maps) da área correspondente, garantindo rastreabilidade do processo.

Observações Importantes:
Os ensaios realizados são de caráter destrutivo . As amostras comprovadas serão armazenadas em nosso acervo técnico, em conformidade com o protocolo de segurança e rastreabilidade.
Três amostras devem ser coletadas por equipamento analisado, conforme padrão de boas práticas.
Este procedimento é essencial para garantir a rastreabilidade e a conformidade do processo de análise, assegurando a precisão e confiabilidade dos resultados obtidos.

Perguntas e Respostas:
O custo do laboratório está incluso na proposta?
Resposta:
Sim, está incluso.
O laboratório é acreditado?
Resposta:
Não é obrigatório e não é da competência do INMETRO este tipo de acreditação de Auditoria, e sim da competência da ABNT, que normatiza o método de análise ao qual somos acreditados. No próprio Relatório Técnico constará o selo de conformidade.
A fé pública é garantida pela inspeção técnica e pela elaboração do Relatório Técnico, assinados por engenheiro devidamente habilitado que emitirar e assinará a ART sob a supervisão de equipe multidisciplinar.

NOTA: É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Laudo Ferrografia Lubrificantes

Laudo Ferrografia Lubrificantes

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;

NBR 15353 – Óleos e fluidos lubrificantes — Determinação das propriedades de extrema pressão — Método das quatro esferas
NBR 14625 –Graxa lubrificante – Determinação das propriedades de extrema pressão – Método das quatro esferas
NBR 14235 –Óleo lubrificante — Determinação das características espumantes
NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
NBR ISO 4548-12 –Métodos de ensaio para filtros de óleo lubrificante de fluxo total para motores de combustão interna – Parte 12: Eficiência de filtragem utilizando contagem de partículas e capacidade de retenção do contaminante
NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
NBR ISO 55000 – Gestão de ativos — Terminologia, visão geral e princípios
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Ferrografia Lubrificantes

Laudo Ferrografia Lubrificantes:

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Ferrografia Lubrificantes

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Saiba Mais: Laudo Ferrografia Lubrificantes:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

2.1.11 As máquinas nacionais ou importadas fabricadas de acordo com a NBR ISO 13849, Partes 1 e 2, são consideradas em conformidade com os requisitos de segurança previstos nesta NR, com relação às partes de sistemas de comando relacionadas à segurança.
12.1.12 Os sistemas robóticos que obedeçam às prescrições das normas ABNT ISO
10218-1, ABNT ISO 10218-2, da ISO/TS 15066 e demais normas técnicas oficiais ou, na ausência ou omissão destas, nas normas internacionais aplicáveis, estão em conformidade com os requisitos de segurança previstos nessa NR
F: NR 12

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Laudo Ferrografia Lubrificantes: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Laudo Peças Processo Microfusão
Laudo Peças Processo Microfusão
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IT 13 – Laudo de Pressurização de Escada de Segurança
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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