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Laudo Equipamento Soldagem
quarta-feira, 19 fevereiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, Engenharia de Petróleo e Gás, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Metalúrgica, Engenharia Química, Engenharia Química - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Química - Planos, Engenharia Química - Projetos, Gestão da Qualidade, Gestão de Riscos, NR01, NR18, NR34, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos

Laudo Equipamento Soldagem

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIO DE EQUIPAMENTO DE SOLDAGEM A ARCO – FONTES DE SOLDAGEM NBR IEC 60974-1, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 183202

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

O Laudo Equipamento Soldagem é um documento técnico que avalia a integridade e a segurança dos equipamentos de soldagem. Ele é essencial para assegurar que as fontes de soldagem a arco e outros equipamentos estejam em conformidade com as normas técnicas.

Com a realização do laudo, evitamos riscos como falhas de funcionamento e acidentes. Isso é necessário para a continuidade do trabalho, além de ser fundamental para a saúde dos operadores que lidam com esses dispositivos.

Por isso, é uma prática indispensável em qualquer indústria que utiliza sistemas de soldagem, pois um equipamento fora de conformidade pode resultar em sérios prejuízos financeiros e colocar a vida dos trabalhadores em risco.

Segurança e eficiência garantidas: a importância do laudo técnico em equipamentos de soldagem - Laudo Equipamento Soldagem

Segurança e eficiência garantidas: a importância do laudo técnico em equipamentos de soldagem

Quais são as normas aplicáveis ao Laudo de Equipamento de Soldagem?

O laudo deve seguir as diretrizes estabelecidas por normas técnicas, sendo uma das mais relevantes a NBR IEC 60974-1. Esta norma define os requisitos de segurança e desempenho que os equipamentos de soldagem devem cumprir para funcionarem adequadamente em ambientes industriais.
Entre os principais aspectos abordados pela NBR IEC 60974-1 estão:
Ensaios de aquecimento: O equipamento precisa ser testado para garantir que opere corretamente mesmo sob alta temperatura;
Proteção térmica: Esse procedimento verifica se o equipamento possui sistemas eficientes de proteção contra superaquecimento, fundamental para evitar falhas e acidentes;
Testes em ambientes controlados: Garantem que os componentes internos do equipamento resistam às condições operacionais e permaneçam seguros durante o uso.
Além disso, a norma abrange aspectos como alimentação elétrica, transporte e armazenamento de equipamentos. Seguir essas normas é crucial para garantir que o laudo de soldagem atenda às exigências de segurança e eficiência.

Quais são os tipos de equipamentos de soldagem avaliados?

Diversos tipos de equipamentos de soldagem necessitam passar por inspeções técnicas regulares, e essa prática é fundamental para a segurança no ambiente de trabalho.
Os equipamentos alimentados por baterias, por exemplo, são especialmente úteis em locais onde o acesso à rede elétrica é limitado. No entanto, é crucial que esses equipamentos sejam avaliados periodicamente para garantir que as baterias estejam funcionando corretamente, sem comprometer a segurança dos operadores.
Fontes alimentadas pela rede elétrica e sistemas de corte por plasma também precisam ser inspecionados com frequência. A conformidade desses equipamentos com as normas de segurança não apenas assegura a eficiência, mas também protege os trabalhadores durante os processos de soldagem.
Portanto, realizar essas inspeções é um investimento na segurança e na continuidade das operações, garantindo que todos os colaboradores possam trabalhar em um ambiente seguro e produtivo.

Análises técnicas que asseguram conformidade com os padrões da indústria - Laudo Equipamento Soldagem

Análises técnicas que asseguram conformidade com os padrões da indústria

Como são realizados os procedimentos de inspeção em equipamentos de soldagem?

Os procedimentos de inspeção são fundamentais para avaliar a segurança e o desempenho dos equipamentos de soldagem. Esses processos asseguram que os equipamentos estejam em conformidade com normas técnicas, como a NBR IEC 60974-1.
Um dos testes mais importantes é o ensaio de aquecimento, que verifica a capacidade do equipamento de operar sob temperaturas elevadas, com exigências de teste a 40°C. O ensaio de proteção térmica é um procedimento crítico que garante que os sistemas de segurança estejam prontos para evitar superaquecimento.
Isso é indispensável para prevenir falhas durante o uso e garantir a longevidade do equipamento. A inspeção também avalia o estado geral de conservação e a integridade dos componentes internos, garantindo que o laudo técnico reflita com precisão as condições reais dos equipamentos.
Esses procedimentos são essenciais para assegurar que o equipamento opere com total segurança, prevenindo riscos desnecessários e promovendo um ambiente de trabalho seguro e eficiente. Portanto, a realização regular dessas inspeções é um investimento na segurança e na eficiência operacional.

Quais são os benefícios de realizar o Laudo de Equipamento de Soldagem?

Os benefícios de realizar o laudo técnico são inúmeros, tanto para a segurança quanto para a eficiência operacional. Em primeiro lugar, ele garante a conformidade com normas técnicas, assegurando que os equipamentos estejam aptos para uso seguro em ambientes industriais.
Outro grande benefício é a prevenção de falhas. Com o laudo, é possível identificar problemas no início, antes que se tornem críticos e causem acidentes. Isso não só protege os trabalhadores como também evita paradas indesejadas no processo de produção, mantendo a continuidade das operações.
O laudo contribui para aumentar a vida útil dos equipamentos. A manutenção adequada, orientada pelas inspeções regulares, previne falhas futuras e reduz custos com reparos ou substituições inesperadas.
Isso gera economia a longo prazo e assegura que os equipamentos estejam sempre operando de forma eficiente. Finalmente, o laudo protege a empresa de sanções legais e garante que os equipamentos estejam em conformidade com as normas vigentes.
Dessa forma, realizar o laudo periodicamente é uma prática fundamental para qualquer empresa que deseja operar com segurança e eficiência.

Verificação das condições de operação, manutenção e segurança dos equipamentos de soldagem em ambientes industriais - Laudo Equipamento Soldagem

Verificação das condições de operação, manutenção e segurança dos equipamentos de soldagem em ambientes industriais

Como solicitar o Laudo de Equipamento de Soldagem?

Se você deseja garantir que seus equipamentos estejam em conformidade com as normas de segurança e desempenho, é fundamental realizar o laudo técnico. Sendo assim, avaliação regular dos equipamentos é crucial para evitar problemas que possam comprometer a segurança dos trabalhadores e a integridade dos projetos.
Solicitar o laudo é um processo simples e rápido. Basta entrar em contato com nossa equipe especializada, que segue rigorosamente a NBR IEC 60974-1. Garantimos que todas as fontes de soldagem a arco e outros equipamentos passem pelos ensaios adequados, assegurando, assim, a conformidade com as normas vigentes.
Ao contratar nossos serviços, você garante a segurança dos seus equipamentos e a eficiência operacional, protegendo sua empresa de riscos desnecessários, bem como prolongando a vida útil de seus equipamentos. Solicite agora o laudo técnico e assegure a tranquilidade em suas operações industriais.

Conclusão

Realizar o Laudo de Equipamento de Soldagem é um passo crucial para garantir a segurança e a conformidade dos seus equipamentos.
Além disso, através de uma inspeção técnica detalhada, sua empresa se protege de riscos potenciais e assegura a continuidade segura das operações industriais. Este laudo não apenas identifica falhas, mas também recomenda melhorias, promovendo um ambiente de trabalho mais seguro.
Ao garantir que seus equipamentos estejam sempre prontos para operar com segurança e eficiência, você minimiza a possibilidade de acidentes e interrupções. Portanto, entre em contato conosco para mais informações sobre como solicitar seu laudo. Estamos aqui para ajudar a manter sua operação em conformidade e livre de riscos.

Confira nossos artigos sobre engenharia química

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA E ENSAIO DE EQUIPAMENTO DE SOLDAGEM A ARCO – FONTES DE SOLDAGEM NBR IEC 60974-1, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo
Este escopo tem como objetivo a execução da inspeção técnica de fontes de soldagem a arco, conforme a norma NBR IEC 60974-1, garantindo o cumprimento dos requisitos técnicos de segurança e desempenho. Ao final, será elaborado um relatório técnico detalhado, acompanhado da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), conforme as regulamentações do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

Escopo do Trabalho
A inspeção técnica abrangerá os seguintes pontos:

Verificação de Conformidade com a Norma NBR IEC 60974-1:
Avaliar a conformidade do equipamento de soldagem a arco com as especificações estabelecidas pela norma NBR IEC 60974-1, que trata dos requisitos gerais de segurança e desempenho para fontes de soldagem.

Inspeção Visual e Funcional:
Inspeção física detalhada do equipamento, incluindo:
Condições de cabos, conectores e acessórios.
Verificação de sinais de desgaste ou danos em componentes críticos.
Avaliação das condições do painel de controle e sinalização de operação.

Verificação de Desempenho Elétrico:
Teste de operação do equipamento de soldagem, incluindo a medição e verificação de:
Tensão de saída.
Corrente de saída.
Estabilidade e consistência do arco de soldagem.
Funcionamento do sistema de controle de tensão e corrente.

Testes de Segurança:
Verificação do sistema de aterramento.

Inspeção dos dispositivos de proteção contra sobrecarga e curto-circuito.
Teste dos sistemas de ventilação e refrigeração.
Inspeção dos sistemas de proteção contra choque elétrico (isolamento e dispositivos de segurança).

Avaliação de Documentação Técnica:
Verificação de manuais de operação e manutenção.

Garantia de que a documentação técnica do equipamento está em conformidade com os requisitos da norma.

Procedimentos e Métodos
Inspeção Visual: Utilização de ferramentas de medição adequadas para garantir a segurança e conformidade do equipamento.

Testes Funcionais e Elétricos: Realização de medições com instrumentos apropriados (multímetros, amperímetros, voltímetros) para avaliar os parâmetros elétricos do equipamento.
Verificação de Segurança: Realização de ensaios de segurança, como medição de resistência de aterramento e verificação de dispositivos de proteção.

Elaboração do Relatório Técnico
O relatório técnico deverá conter, no mínimo, as seguintes informações:
Descrição do Equipamento: Tipo, modelo, fabricante, e especificações técnicas.
Resumo da Inspeção: Detalhamento dos itens inspecionados, dos testes realizados e das condições encontradas.
Análise de Conformidade: Comparação entre as condições observadas e os requisitos da norma NBR IEC 60974-1.
Recomendações e Ações Corretivas: Caso sejam identificadas não conformidades, será necessário sugerir correções ou ajustes.
Conclusão: Resumo das condições gerais do equipamento e sua adequação aos requisitos de segurança e operação.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
O profissional responsável pela execução da inspeção técnica deverá registrar e emitir a ART junto ao CREA, conforme exigido pela legislação, atestando a responsabilidade técnica pela execução da inspeção e elaboração do relatório.

Prazo de Execução
O cronograma será definido de acordo com a complexidade do serviço e as condições identificadas durante a inspeção. O prazo para entrega do relatório técnico e da ART será acordado com o contratante, levando em conta o tempo necessário para a análise técnica e elaboração detalhada do documento final.

Equipamentos e Ferramentas Necessárias
A execução da inspeção requer o uso de equipamentos de medição e teste adequados, como:
Multímetro, amperímetro, voltímetro.
Equipamentos de proteção individual (EPIs) como luvas, óculos de proteção, capacete, etc.
Ferramentas para desmontagem de componentes, quando necessário.

Condições para Execução
A inspeção deverá ser realizada em um ambiente adequado, com condições de segurança, incluindo a disponibilidade de energia elétrica e as condições necessárias para a realização dos testes de desempenho.

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Testes, ensaios e avaliação quantitativa são pertinentes para a execução de inspeção técnica e ensaio de equipamentos de soldagem a arco , em conformidade com os requisitos da NBR IEC 60974-1 , que regulamenta as fontes de soldagem elétrica. Esta norma estabelece os requisitos de segurança, desempenho e ensaios para equipamentos de soldagem a arco, como as fontes de solda, garantindo que eles funcionem de maneira segura e eficaz.

Os testes, ensaios e avaliações quantitativas podem incluir:
Teste de Desempenho da Fonte de Soldagem :
Medição de Tensão e Corrente de Saída : Ensaios para verificar se a fonte de fornecimento fornece a tensão e a corrente dentro das especificações da NBR IEC 60974-1 , tanto em condições normais de operação quanto em condições de carga máxima.
Verificação da Estabilidade da Corrente : Avaliação da estabilidade da corrente elétrica fornecida pela fonte durante o processo de transferência, para garantir uma operação contínua e sem oscilações ocasionais que possam afetar a qualidade da solda.

Teste de Proteção e Segurança Elétrica :
Ensaios para verificar o isolamento elétrico e o sistema de aterramento da fonte de soldagem, a fim de garantir que os requisitos de segurança para evitar choques elétricos sejam atendidos.
Testes de proteção contra sobrecarga e curto-circuito, para garantir que o equipamento seja desativado automaticamente em caso de falha ou condições anormais de operação.

Ensaios de Eficiência Energética :
Medição da eficiência da fonte de combustão, avaliando o consumo de energia em diferentes níveis de operação e garantindo que o equipamento opere de maneira eficiente, sem desperdício excessivo de energia.

Teste de Ciclo de Trabalho :
Ensaios para verificar o ciclo de trabalho da fonte de soldagem, ou seja, a capacidade do equipamento de operar continuamente sem superaquecer. O ciclo de trabalho deve ser selecionado em diferentes condições de soldagem e ser comparado com as especificações do fabricante.

Teste de Desempenho em Variações de Temperatura :
Avaliação do desempenho da fonte de soldagem em condições de temperatura variada (ambiental e interna), para garantir que o equipamento opere de maneira confiável tanto em ambientes mais frios quanto em ambientes mais quentes.

Testes de Qualidade de Solda :
Avaliação qualitativa e quantitativa das soldas feitas com o equipamento, verificando se as propriedades da solda (como penetração, resistência e acabamento) atendem aos padrões exigidos pela norma.

Testes de Ruído e Vibração :
Medição de níveis de ruído e vibrações emitidas pela fonte de engenharia durante sua operação, garantindo que estejam dentro dos limites de segurança e conformidade com as normas de saúde e segurança ocupacional.

Esses ensaios e testes são essenciais para garantir que a fonte de soldagem atenda aos requisitos técnicos e de segurança estabelecidos pela NBR IEC 60974-1 . O relatório técnico que documenta esses testes deve incluir todas as conclusões realizadas, os resultados obtidos, as observações feitas durante os ensaios e as recomendações, se houver.

Nota: É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 18 – Segurança e Saúde no Trabalho na Indústria da Construção;
NR 34 – Condições e Meio de Trabalho na Industria da Construção, Reparação e Desmonte Naval;
ABNT NBR IEC 60974-1 – Equipamento de Soldagem Soldagem Parte 1 – Fontes de Soldagem (175 Págs);
IEC 60974-6 – Equipamento De Soldagem A Arco – Parte 6: Equipamento De Serviço Limitado (76 Págs);
ABNT NBR 10474 – Qualificação em Soldagem – Terminologia (175 Págs);
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Cabe ao Contratante fornecer, quando for o caso:

Projetos Arquitetônicos e Instalação:
Projetos Arquitetônicos em formato DWG ou PDF , quando aplicável, para análise de instalações e conformidade do local onde o equipamento de engenharia será utilizado ou já foi instalado.
Projeto Arquitetônico da Empresa Responsável pela Instalação do equipamento de soldagem a arco, incluindo contato com a empresa que efetuou ou realizará a instalação, para garantir que o local atenda às especificações para a operação do equipamento, conforme requisitos da NBR IEC 60974-1 .

Lista de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos:
Lista completa de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos presentes nas áreas de operação do equipamento de soldagem, incluindo marca, modelo, potência, tipo e temperatura de operação . Isso garante que o ambiente e os equipamentos auxiliares sejam compatíveis com as necessidades do processo de soldagem e com as condições de segurança oportunas.

Documentos e Procedimentos Adicionais:
Documentação adicional necessária para a realização da inspeção técnica, que pode incluir manuais de operação, certificados de deficiência dos instrumentos de medição utilizados durante a inspeção, relatórios anteriores de manutenções ou alterações no equipamento, entre outros.
Procedimentos de segurança e normas técnicas aplicáveis ​​à operação de soldagem a arco e uso de fontes de soldagem, garantindo que o ambiente de trabalho seja adequado e em conformidade com as normas de segurança ocupacional.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor).

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Condições ambientais;
Condições dos ensaios;

Instrumentos de medição; Conformidade dos componentes; Ensaios de tipo; Ensaios de rotina;
Proteção contra choque elétrico; Isolação; Distância de separação; Distância de Escoamento;
Resistencia de Isolação;
Rigidez dielétrica;

Proteção contra choque elétrico em serviço normal (contato direto);
Proteção fornecida pelo invólucro; Capacitores;
Descarga automática dos capacitores do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Isolação do circuito de soldagem;
Corrente de contato do circuito de soldagem; Corrente de contato em condições normais;
Proteção contra choque elétrico no caso de condição de falha  (contato indireto);
Disposições de proteção;
Isolação entre os enrolamentos do circuito de alimentação e do circuito de soldagem;
Condutores e conexões internas;  
Requisitos adicionais para os sistemas de corte por plasma; Bobinas e núcleos móveis;
Corrente de contato em condições de falha; Requisitos térmicos;
Ensaio de aquecimento;
Condições de ensaio;
Tolerâncias dos parâmetros de ensaio;

Medição de temperatura; Condição de medição; Sensor de temperatura de superfície;
Resistencia; Sensor de temperatura embutido;
Determinação de temperatura ambiente;

Registro de temperaturas; Limites de aumento de temperatura;
Enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; Superfícies externas;

Outros componentes; Ensaio de carga; Comutadores e anéis deslizantes;
Proteção Térmica; Requisitos gerais; Construção; Localização; Capacidade de Operação;
Operação; Rearme; Indicação; Operação anormal; Requisitos gerais;
Ensaio com ventilador travado; Ensaio de curto-circuito; Ensaio de sobrecarga;
Curto-circuito de capacitores; Conexão à rede de alimentação; Tensão de alimentação;
Múltipla tensão de alimentação;
Meios de conexão ao Circuito de Alimentação;
Identificação dos terminais;
Circuito de proteção;
Requisitos de continuidade; Ensaio de rotina;

Ancoragem de cabos;
Abertura de entrada do cabo; Cabos de alimentação;

Dispositivo de comutação liga/desliga do circuito de alimentação;
Dispositivo de acoplamento de alimentação elétrica (plugue de conexão); Saída;
Tensão nominal a Vazio;
Tensão nominal a vazio para uso em ambientes com risco aumentado de choque elétrico;

Tensão nominal a Vazio para uso com tochas mecanicamente fixadas com proteção aumentada para o operador;
Tensão nominal a vazio para processos especiais, por exemplo, corte por plasma;
Requisitos adicionais; Circuitos de medição;
Valores da Tensão Convencional de Carga para Ensaio de Tipo;
Soldagem com eletrodos revestidos; Soldagem com gás inerte e eletrodo de tungstênio (TIG);
Soldagem MIG/MAG e com arame tubular; Soldagem com arco submerso;
Corte por plasma; Goivagem por plasma;
Requisitos adicionais;
Dispositivos de comutação mecânica usados para ajustar a saída;

Conexões do Circuito de soldagem;
Proteção contra contato não intencional; Localização dos dispositivos de de acoplamento;
Abertura de saída;
Transformador  trifásico de soldagem para múltiplos;

Identificação; Conexão de tochas de corte por plasma;
Fornecimento de energia para dispositivos externos conectados ao Circuito de soldagem;
Fonte de Energia auxiliar; Cabos de solda; Circuitos de Controle; Requisitos Gerais;
Tipos de dispositivos de redução e risco; Dispositivo de redução de tensão;
Dispositivo de comutação de AC para DC; Desativando o dispositivo de redução de risco;
Interferência na operação de um Dispositivo de Redução de Risco;
Indicação de Operação Satisfatória;
Falha para uma condição segura;

Requisitos mecânicos; Requisitos gerais; Invólucro; Materiais do invólucro;
Resistência do invólucro; Meios para içamento; Içamento mecânico; Içamento manual;
Resistência à queda; Estabilidade à inclinação;
Placa de Identificação;
Requisitos gerais; Conteúdos; Tolerâncias; Sentido de rotação; Ajuste da saída;
Tipo de ajuste; Identificação do dispositivo de ajuste;
Indicação de controle da corrente ou tensão; Valor ajustado; Valor exibido;
Instruções e Identificações; Tensões nominais de redes de alimentação;
Exemplo de um ensaio dielétrico combinado;
Carga desbalanceada no caso de FONTES DE SOLDAGEM para o processo TIG AC;
Carga desbalanceada; Exemplo de uma carga desbalanceada;
Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais  Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; 
Método; Análise dos resultados; Métodos de ensaio para um impacto de 10 NM;
Martelo de impacto pendular  Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros K;
Exemplos de placas do identificação;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco;

Extrapolação de temperatura para tempo de desligamento;
Construção dos terminais do circuito de alimentação;
Dimensão dos terminais; Conexões nos terminais; Construção dos terminais; Fixação dos terminais;
Referência cruzada para unidades que não são do Sistema Internacional;
Adequação da rede de alimentação para a medição do valor RMS real da corrente de alimentação;
Plotagem das características estáticas; Método; Análise dos resultados;
Métodos de ensaio para um impacto de 10 Mm;
Martelo de impacto pendular; Massa da esfera de aço em queda livre;
Espessura de chapas metálicas para invólucros  K;
Exemplos do placas do identificação  L;
Símbolos gráficos para equipamento de soldagem a arco  Geral;
Símbolos gráficos;
Símbolos para descrever o interruptor ou controle;

Símbolos para indicar uma posição do interruptor ou controle;
Símbolos para indicar uma função de Interruptor ou controle; 
Símbolos para indicar conexão elétrica;
Símbolos para indicar conexão ou controle de fluido;
Símbolos para indicar dispositivo auxiliar, conexão ou função auxiliar;
Símbolos para indicar o controle de corrente/tensão de soldagem;
Símbolos para indicar o tipo de tocha; Símbolos para indicar os processos;
Símbolos para indicar controle de características de soldagem;
Símbolos para descrever o tipo de fonte de energia;
Símbolos para indicar componente protetor e classe de proteção;
Símbolos para informar os usuários;
Exemplos de combinações de símbolos;
Exemplos de painéis de controle;
Eficiência e medição de potência no modo inativo;
Condições gerais para medição; Sala de ensaios;

Fonte de alimentação; Tensão e frequência de alimentação;
Forma de onda da tensão de alimentação; Instrumentos de medição da potência;
Medições; Geral  Preparação da fonte de soldagem; Condições de carga convencional;
Carga de ensaio; Configuração de ensaio; Incerteza na medição; Procedimento de medição;
Consumo de energia no estado inativo; Eficiência da fonte de soldagem;
Cálculo da eficiência;
Relatório de ensaio  Detalhes do produto;
Parâmetros de ensaio;

Detalhes do ensaio e do laboratório; Dados do ensaio; Modelo de relatório de ensaio  kl;
Medição da corrente de toque;
Fontes de soldagem alimentadas por bateria;
Condições ambientais;
Ensaios; Proteção contra choque elétrico;
Requisitos térmicos;
Proteção térmica;

Operação anormal;  Conexão com a rede de alimentação elétrica;
Provisões mecânicas;  placa de identificação; Instruções e identificações;
Fluxograma para os métodos de conformidade;
Exemplo de isolação para equipamento classe I;
Medição da corrente de contato do circuito de soldagem;
Medição da corrente de contato em condição normal; Medição de valores;
RMS Medição dos valores de pico  Modelo do placa de identificação;
Transformadores do alta-tensão combinados; Tensão o corrente durante a soldagem TIG AC;

Tensão desbalanceada durante a soldagem TIG AC;
Fonte de soldagem AC com carga desbalanceada;
Configuração do ensaio; Transformador monofásico; 
Conversor de frequência rotativo trifásico;
Placa de identificação subdivida;

Transformador retificador monofásico/frit/talco; Motor-gerador-retificador (motossoldadora);
Inversor monofásico/trifásico; Fonte de soldagem a bateria com bateria integrada;
Fonte de soldagem alimentada a bateria com bateria destacável/separável;
Interruptor de alimentação de tensão de entrada; Potenciômetro de controle da força do arco;
Conector para controle remoto e chaves seletoras;
Terminais com seletor de indutância para a soldagem MIG / MAG;

Chave seletora de processo (Eletrodo, TIS, MIG);
Chave seletora em um equipamento AC/DC ;
Indicadores luminosos de painel (sobreaquecimento, falha, ignição de arco, tensão de salda)
Ajuste de parâmetros de pulsação utilizando visor digital;
Procedimento de medição;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para percepção ou reação;
Circuito para medição da corrente de toque suportada para o limiar de soltar-se e imobilização;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta na temperatura de operação para conexão; monofásica de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Diagrama para medição da corrente de toque em condição de falta para sistema de conexão trifásico a 4 fios de equipamentos não pertencentes à Classe II;
Identificação dos componentes elétricos de uma bateria da classe de tensão;
Lista alfabética de termos  distancias de separação para a categoria de sobretensão III  distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distancias de escoamento;
Resistência de isolação; Tensões de ensaio dielétrico;

Distância mínima através da isolação;
Limites de temperatura para enrolamentos, comutadores e anéis deslizantes; 
Limites de temperatura para superfícies externas; Seção transversal do condutor de curto-circuito da saída;
Requisitos de corrente e tempo para circuitos de proteção;
Seção mínima do condutor de proteção em cobre;
Verificação da continuidade do circuito de proteção; Tração;

Resumo das tensões nominais a vazio;
Requisitos do Dispositivo de Redução de Riscos C;

Tensões nominais para redes de alimentação com controle de proteção e sobretensão;
Sistemas AC ou DC monofásicos a dois ou três fios; Sistemas AC trifásicos a três ou quatro fios;
Faixa de dimensões de condutor aceitas pelos terminais de circuito e alimentação;
Tabela de referência cruzada de milímetros quadrados (mm2) para American wire gauge (AWG);

Angulo de rotação para obter impacto de 10 Nm;
Massa da esfera em queda livre e altura da queda livre;
Espessura mínima de chapas metálicas para invólucros de aço; 
Espessura mínima de chapas metálicas para Invólucros de alumínio, latão ou cobre;
Letras utilizadas como símbolos I;
Detalhes da alimentação elétrica nominal típica para algumas maltas;
Condições de carga para a fonte de soldagem;
Dados de registro exigidos (medidos e calculados);

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco).

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

Saiba Mais: Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

[…1) Para FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
1) Instruções relativas ao carregamento da BATERIA. informações relativas à faixa de temperatura ambiente para FONTE DE SOLDAGEM e uso e armazenamento da BATERIA, e a faixa recomendada de temperatura ambiente para o SISTEMA DE CARREGAMENTO durante o carregamento:

2) Para uma FONTE DE SOLDAGEM alimentada por BATERIA destinada ao uso com um BANCO DE BATERIAS DESTACÁVEL ou um BANCO DE BATERIAS SEPARÁVEL: instruções indicando os bancos de BATERIAS apropriados para o uso como, por exemplo, um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
3) Instruções indicando o CARREGADOR apropriado para o uso como. por exemplo. um número em um catálogo, identificação da série ou equivalente;
4) Informações relativas à durabilidade e vida útil da BATERIA, faixa típica de soldagem para urna BATERIA TOTALMENTE CARREGADA e tempos típicos de carregamento;
5) Advertências relativas às FONTES DE SOLDAGEM alimentadas por BATERIA:
Recarregar somente com o CARREGADOR especificado pelo fabricante. Um CARREGADOR que é adequado para um tipo de BANCO DE BATERIAS pode gerar risco de Incêndio quando utilizado com outro tipo de BANCO DE BATERIAS.
Utilizar FONTES DE SOLDAGEM somente com o BANCO DE BATERIAS especificamente designados. O uso de qualquer outro tipo de banco de BATERIAS pode criar riscos de ferimento e incêndio.
Quando o banco de BATERIAS não estiver em uso, manter afastado de outros objetos metálicos, como clipes de papel, moedas, chaves, pregos, parafusos ou outros pequenos objetos metálicos que possam fazer a conexão de um terminal a outro. Curto-circuitar os terminais da BATERIA pode causar queimaduras ou fogo.
Sob condições severas, líquido pode ser ejetado da BATERIA: evitar contato. Se ocorrer um contato acidental, lavar com água. Se o líquido entrar em contato com os olhos. adicionalmente procurar ajuda médica. O líquido ejetado da BATERIA pode causar irritação ou queimaduras…]
Fonte: NBR IEC 60974-1 

Qual é a base para a determinação da distância de escoamento?
6.1.3 Distância Escoamento
A base para a determinação da DISTÂNCIA DE ESCOAMENTO é o valor RMS de longo período da tensão existente através dele. Esta tensão é mais alto valor da TENSÃO DE TRABALHO em regime permanente (como especificado na IEC 606664-1:2020, 4.2.5). a tensão nominal de isolação ou a tensão nominal. Para a determinação das tensões nominais de isolação, podem ser utilizadas as Tabelas A.2 e A.3 da NBR IEC 60974-1

As DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO BÁSICA ou ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR devem ser selecionadas na Tabela 3 NBR IEC 60974-1.
As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO DUPLA devem ser a soma dos valores da ISOLAÇÃO BÁSICA e ISOLAÇÃO COMPLEMENTAR, as quais constituem a ISOLAÇÃO DUPLA. As DISTÂNCIAS DE ESCOAMENTO para ISOLAÇÃO REFORÇADA devem ser o dobro das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para a ISOLAÇÃO BÁSICA.
Quando a Tabela 3 for utilizada, é permitido a interpolar valores para tensões intermediárias. Quando os valores das tensões forem interpolados, deve ser utilizada a interpolação linear, e os valores devem ser arredondados para o mesmo número de dígitos, como os valores coletados da tabela. Para o dimensionamento das DISTANCIAS DE ESCOAMENTO para superfícies não condutivas acessíveis. tais superfícies devem ser consideradas cobertas por folha metálica onde quer que possam ser tocadas pelo dedo de ensaio padrão. de acordo com a ABNT NBR IEC 60529.
As fontes de soldagem refrigeradas por líquido devem ser ensaiadas com as condições especificadas pelo fabricante. Salvo disposição em contrário, o equipamento deve ser alimentado por uma tensão nominal de alimentação com tolerância de ± 5%.
A precisão dos instrumentos de medição deve ser: instrumentos de medições elétricas: classe I (± 1% do fundo de escala), exceto para a medição da resistência de isolação e ensaio de rigidez dielétrico, em que a precisão dos instrumentos não é especificada, mas deve ser considerada para a medição; termômetro: ± 2 K; tacômetro: ± 1% do fundo de escala. Todas as medições elétricas podem ser realizadas com uma incerteza máxima de medição de 5%.
Os componentes e os subconjuntos que, devido à falha, podem criar um risco, como fontes de alimentação de energia e equipamentos integrados de tecnologia da informação, devem ser utilizados de acordo com seus parâmetros especificados, a menos que uma exceção específica seja feita. Eles devem estar em conformidade com um dos seguintes itens: os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma IEC pertinente.
A conformidade com outros requisitos da norma do componente não é exigida. Se necessário para a aplicação, os componentes devem ser submetidos aos ensaios deste documento, exceto quando estes ensaios forem idênticos ou equivalentes aos exigidos para verificar a conformidade com a norma relevante do componente.
Por exemplo, se os componentes atenderem aos requisitos de segurança da IEC 60950-1, mas forem classificados para um ambiente menos severo que o ambiente aplicável descrito nessa norma, eles também devem atender aos requisitos adicionais aplicáveis deste documento. Os requisitos deste documento e, onde for necessário para a aplicação, quaisquer requisitos adicionais de segurança aplicáveis da norma IEC pertinente do componente, se não houver norma IEC aplicável, os requisitos deste documento devem ser obedecidos.
Os requisitos de segurança aplicáveis de uma norma não IEC que sejam pelo menos tão exigentes quanto os da norma IEC pertinente, desde que o componente tenha sido aprovado para a norma não IEC por uma autoridade de ensaios reconhecida. Os ensaios realizados por uma autoridade de ensaios reconhecida, a qual valida a conformidade com os requisitos de segurança não são repetidos, mesmo se os ensaios forem realizados utilizando uma norma não IEC.
A figura abaixo é um fluxograma mostrando os métodos de verificação da conformidade. A conformidade é verificada por inspeção visual e, se necessário, por ensaio.
A não ser que especificados de outra maneira, os ensaios deste documento são ensaios de tipo. A fonte de soldagem deve ser ensaiada com qualquer acessório que possa afetar os resultados dos ensaios. Todos os ensaios de tipo devem ser executados na mesma fonte de soldagem, exceto onde for especificado que um ensaio deve ser executado em outra fonte de soldagem.
Como uma condição de conformidade, os ensaios de tipo fornecidos a seguir devem ser executados nessa sequência, sem tempo de secagem: inspeção visual geral; resistência de isolação; invólucro; meios de manuseio; resistência à queda; proteção fornecida pelo invólucro; resistência de isolação; rigidez dielétrica; e inspeção visual geral. Os outros ensaios incluídos neste documento e não listados aqui devem ser executados, mas podem ser executados em qualquer sequência conveniente.
Todos os ensaios de rotina devem ser executados em cada fonte de soldagem. Recomenda-se a seguinte sequência: inspeção visual de acordo com a especificação do fabricante; continuidade do circuito de proteção; rigidez dielétrica; tensão a vazio: tensão nominal a vazio por medição apenas, ou se aplicável, tensão nominal reduzida a vazio; ou se aplicável, tensão nominal de comutação a vazio; ensaio para garantir os valores nominais mínimo e máximo de saída, de acordo com essa norma.
O fabricante pode escolher entre carga convencional, carga de curto-circuito ou outras condições de ensaio. Em curto-circuito e em outras condições de ensaio, os valores de saída podem ser diferentes dos valores de carga convencional. Se especificado pelo projeto, os valores medidos podem ser compensados devido a variações da rede de alimentação.
Para a proteção contra choque elétrico, a maioria das fontes de soldagem se enquadram na categoria de sobretensão III, de acordo com a IEC 60664-1; motossoldadoras se enquadram na categoria de sobretensão II. Todas as fontes de soldagem devem ser projetadas no mínimo para uso em condições ambientais de grau de poluição 3.
Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 2 são permitidos, se o microambiente do componente ou submontagem for melhorado (por meios como filtragem, revestimento, encapsulamento, moldagem), sendo que assim somente a poluição não condutiva ou condutiva temporária ocasional causada por condensação pode ocorrer. Os componentes ou subconjuntos com distância de separação ou distância de escoamento correspondentes ao grau de poluição 1 são permitidos, se eles estiverem totalmente revestidos, encapsulados ou moldados de acordo com a IEC 60664-3.
F: Equipe Target e NBR IEC 60974-1.

Laudo de Equipamento Soldagem a Arco NBR IEC 60974-1

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    CURSO MANUTENÇÃO EM TALHAS
  • L’operatore esegue un intervento su un punto luce in quota, con accesso diretto all’impianto elettrico, utilizzando DPI e strumenti isolati, in uno scenario che richiede rigoroso controllo del rischio e conformità alla NR-10.
    Nuovo NR-10: Obbligo e responsabilità penale
  • A compliance-focused team reviews technical information and operational data, reinforcing the NR approach that safety training must be connected to real risk management, documented evidence, and decision-making aligned with the company’s GRO/PGR obligations.
    NR (Regulatory Norms) Training: Who Pays & Where to Practice?
  • A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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