Nome Técnico: EXECUÇÃO DOS TESTES DE PERFORMANCE EM BOMBA CENTRÍFUGA DE COMBATE A INCÊNDIOS, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO PATOLÓGICO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO COM A EMISSÃO DE ART
Referência: 21223
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O Laudo e Teste de Bomba de Incêndios são processos fundamentais para garantir a segurança em edificações e ambientes industriais.
Esses testes avaliam a eficiência das bombas utilizadas em sistemas de combate a incêndios, equipamentos que entram em ação quando a pressão da rede de água não é suficiente para atender às necessidades do sistema de proteção.
Por meio de testes mensais e anuais, como os de “churn” e de fluxo, é possível assegurar que as bombas estejam prontas para operar em caso de emergência.
O laudo técnico, emitido após essas avaliações, serve como um documento comprobatório, atestando o bom funcionamento e a adequação do equipamento às normas vigentes, como a NFPA 25 e a NBR 13714.
Realizar esses testes periodicamente é uma exigência legal, mas vai além disso: trata-se de uma medida essencial para a prevenção de sinistros, proteção da vida humana e preservação do patrimônio.
Empresas e gestores que seguem essas práticas garantem a segurança de seus espaços, evitando falhas em momentos críticos e assegurando que os sistemas de proteção contra incêndios estejam sempre prontos para atuar com eficácia.
O que é a bomba de incêndio e qual sua utilidade?

Sistema de combate a incêndios
A bomba de incêndio é um equipamento essencial em sistemas de combate a incêndios, projetada para garantir a eficiência na contenção e extinção de chamas. Sua principal função é impulsionar a água ou outro agente extintor para áreas afetadas pelo fogo, permitindo que equipes de emergência atuem de forma rápida e eficaz.
Existem diferentes tipos de bombas de incêndio, como as centrífugas, que são as mais comuns em edifícios comerciais e industriais, e as de alta pressão, usadas em locais onde é necessário vencer grandes altitudes ou distâncias.
Além de fornecer pressão suficiente para o combate a incêndios, essas bombas são fundamentais na manutenção de sistemas de hidrantes e sprinklers.
A utilidade da bomba de incêndio se estende além do combate direto ao fogo. Em situações de emergência, a presença desse equipamento pode ser a diferença entre a contenção do incêndio e uma tragédia maior.
O funcionamento adequado das bombas é crucial para garantir que a água chegue aos pontos estratégicos, evitando que as chamas se alastrem e causem danos significativos.
Além disso, a manutenção regular das bombas de incêndio é imprescindível. Inspeções periódicas e testes funcionais garantem que o equipamento esteja sempre pronto para atuar quando necessário. Em muitos casos, a falta de cuidado com esses sistemas resulta em falhas durante emergências, o que pode ter consequências devastadoras.
Portanto, a bomba de incêndio não é apenas um equipamento técnico, mas um elemento vital na segurança de edificações e na proteção de vidas. Investir na qualidade e na manutenção desses dispositivos é essencial para garantir um ambiente seguro, tanto em residências quanto em espaços comerciais e industriais.
Normas técnicas aplicáveis: NFPA 25 e NBR 13714
As normas NFPA 25 e NBR 13714 desempenham papéis cruciais na segurança de edificações, ao estabelecerem requisitos para a inspeção, testes e manutenção das bombas de incêndio.
A NFPA 25, desenvolvida pela National Fire Protection Association, é amplamente aplicada em diversos países, incluindo o Brasil, e define diretrizes claras para garantir que os sistemas de proteção contra incêndio estejam sempre em pleno funcionamento.
Essa norma abrange desde a avaliação de bombas de incêndio até a verificação de sistemas de sprinklers e outros equipamentos.
Já a NBR 13714, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é específica ao contexto brasileiro. Ela define os requisitos mínimos para os sistemas de hidrantes e mangotinhos, incluindo as bombas de incêndio, que são componentes essenciais para assegurar o fornecimento adequado de água em casos de emergência.
A norma especifica aspectos técnicos, como o dimensionamento correto das bombas e a periodicidade de manutenção, garantindo que os sistemas de combate a incêndio sejam eficientes.
Cumprir rigorosamente essas normas não é apenas uma exigência legal, mas também uma questão de responsabilidade com a segurança.
A inspeção e manutenção periódica, conforme orientado pelas normas, asseguram que os sistemas estarão prontos para atuar em caso de necessidade, evitando falhas que poderiam comprometer a integridade de pessoas e bens.
O cumprimento adequado dessas diretrizes também reduz custos futuros, ao prevenir manutenções corretivas que podem ser mais caras e complexas.
Assim, ao seguir as normas NFPA 25 e NBR 13714, as empresas e responsáveis por edificações no Brasil garantem que seus sistemas de combate a incêndios estarão em condições ideais, contribuindo para a segurança de todos e evitando riscos desnecessários.
Frequência e tipos de testes: teste de “churn” mensal e teste de fluxo anual
Os testes obrigatórios de segurança em sistemas de combate a incêndio, conforme a NFPA 25, desempenham um papel crucial na garantia da eficácia das instalações. Dentre esses, destacam-se o teste de “churn” mensal e o teste de fluxo anual. Ambos são essenciais, mas possuem finalidades e métodos distintos.
O teste de “churn” mensal avalia a eficiência das bombas de incêndio e o desempenho geral do sistema de abastecimento de água. Realizado mensalmente, esse teste visa identificar rapidamente quaisquer falhas ou desgastes nos componentes, garantindo que o sistema funcione adequadamente em situações emergenciais.
Durante esse teste, são verifica-se o funcionamento da bomba e o fornecimento de água, aspectos que podem impactar diretamente na resposta a um incêndio.
Por outro lado, o teste de fluxo anual é um procedimento mais abrangente. Este teste realiza-se uma vez ao ano e se concentra na medição da vazão e pressão da água em todo o sistema.
O objetivo é assegurar que o volume de água disponível esteja em conformidade com as especificações exigidas para uma resposta eficaz em caso de incêndio.
Além de verificar o desempenho das bombas, esse teste também analisa a integridade de todo o sistema hidráulico, identificando possíveis obstruções ou problemas que possam comprometer o fluxo de água.
Quando é necessário fazer o Laudo e Teste de Bomba de Incêndios?

Bomba de incêndios
O Laudo e Teste de Bomba de Incêndios é um documento essencial que atesta o funcionamento adequado e a conformidade das bombas de incêndio instaladas em edificações.
Sua emissão se torna indispensável em diversas situações, principalmente em vistorias realizadas por órgãos regulamentadores. Desse modo, o Corpo de Bombeiros busca assegurar que as instalações atendem às normas de segurança.
Durante essas inspeções, os especialistas analisam não apenas o desempenho das bombas, mas também verificam se estão dentro das especificações técnicas exigidas.
A ausência desse laudo pode resultar em sanções legais, além de comprometer a segurança do local e de seus ocupantes. Portanto, a regularização das instalações deve ser uma prioridade para os responsáveis pela manutenção do imóvel.
Além das vistorias regulatórias, o Laudo e Teste de Bomba de Incêndios também é requerido em auditorias de segurança promovidas por empresas ou instituições que buscam certificar a eficácia dos sistemas de combate a incêndio.
Nesses casos, o documento é fundamental para garantir que a edificação está preparada para enfrentar emergências, proporcionando segurança e tranquilidade a todos os usuários.
Ao emitir o Laudo e Teste de Bomba de Incêndios, o profissional confirma que a bomba está em perfeito estado de funcionamento. Isso é crucial para a prevenção de incêndios e proteção do patrimônio.
Consequências do não cumprimento das normas para o Laudo e Teste de Bomba de Incêndios
Tudo depende cumprimento das normas NFPA 25 e NBR 13714 que regulam a manutenção de sistemas de proteção contra incêndios. Isso pode trazer consequências graves tanto em termos de segurança quanto de regulamentação legal.
Em primeiro lugar, a falta de conformidade pode resultar em riscos significativos para a vida de pessoas e a integridade de propriedades. Sistemas de combate a incêndio mal mantidos podem, todavia, falhar em momentos críticos, aumentando a probabilidade de acidentes e tragédias.
Além dos perigos físicos, há implicações legais severas. Empresas que não seguem as normas podem enfrentar penalidades administrativas, que incluem multas substanciais e até mesmo a interdição de suas atividades.
Em casos de incidentes graves, a responsabilização pode, sobretudo, se estender-se aos proprietários e gestores, que podem ser processados judicialmente. O não cumprimento também pode resultar, desse modo, na perda de licenças operacionais, dificultando a continuidade dos negócios.
As normas NFPA 25 e NBR 13714 não são apenas diretrizes, pois elas representam compromissos com a segurança e a proteção coletiva. Quando ignora-se essa norma, a reputação da empresa pode ser comprometida, afastando, dessa maneira, clientes e parceiros comerciais que priorizam a conformidade e a segurança.
Investir em manutenção e conformidade com essas regulamentações é, portanto, uma questão de responsabilidade. A prevenção de riscos não se limita à proteção física; trata-se de preservar a confiança e garantir a operação sustentável das atividades comerciais.
Por isso, é fundamental que todas as organizações reconheçam a importância de aderir rigorosamente às normas, promovendo um ambiente seguro para todos.
Laudo e Teste de Bomba de Incêndios
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
EXECUÇÃO DOS TESTES DE PERFORMANCE EM BOMBA CENTRÍFUGA DE COMBATE A INCÊNDIOS, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO PATOLÓGICO DO SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO COM A EMISSÃO DE ART
Objetivo:
Realizar os testes de performance em bomba centrífuga de combate a incêndios, avaliando seu funcionamento e eficiência operacional, e elaborar um relatório técnico patológico do sistema de combate a incêndio, com a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).
Atividades a Serem Desenvolvidas:
Planejamento dos Testes de Performance:
Levantamento das informações do sistema de combate a incêndios, com ênfase nas especificações da bomba centrífuga e características do sistema.
Definição do cronograma e metodologia de execução dos testes de performance, de acordo com a complexidade do sistema e o número de componentes a serem avaliados.
Identificação de variáveis críticas, como pressão, vazão, tempo de resposta e potência consumida.
Execução dos Testes de Performance:
Testes de Vazão e Pressão:
Medição da vazão da bomba centrífuga, comparando os resultados com os valores esperados.
Verificação da pressão de operação da bomba, em diferentes pontos do sistema, garantindo que ela esteja dentro dos parâmetros especificados.
Testes de Potência e Consumo de Energia:
Monitoramento do consumo de energia elétrica durante o funcionamento da bomba, para avaliar a eficiência energética do sistema.
Comparação da potência real com a potência nominal, verificando a conformidade com os valores exigidos para a operação ideal.
Testes de Temperatura e Vibrationamento:
Avaliação da temperatura da bomba durante o funcionamento, verificando se há variações que possam indicar falhas no sistema.
Monitoramento do nível de vibração da bomba centrífuga, para identificar possíveis desalinhamentos ou problemas mecânicos.
Verificação da Resposta ao Sistema:
Teste de acionamento da bomba, avaliando o tempo de resposta e a estabilidade da pressão ao longo do sistema.
Verificação do funcionamento do sistema de controle automático, caso exista, para garantir que o sistema responda rapidamente em situações de emergência.
Avaliação dos Resultados dos Testes:
Análise detalhada dos dados obtidos nos testes de performance, verificando se os parâmetros estão dentro das condições ideais e conforme as especificações técnicas.
Identificação de eventuais falhas ou ineficiências no sistema, como baixa vazão, flutuação de pressão ou consumo excessivo de energia.
Análise de possíveis causas para os problemas detectados e avaliação das medidas corretivas necessárias.
Elaboração do Relatório Técnico Patológico:
Elaboração de relatório técnico detalhado, com os seguintes itens:
Descrição do sistema de combate a incêndios e dos componentes testados.
Resultados dos testes de performance, com comparação entre as condições ideais e as condições observadas durante os testes.
Identificação de falhas e ineficiências no sistema.
Recomendação de melhorias ou ações corretivas, se necessário.
Considerações sobre a conformidade do sistema com as condições exigidas para garantir sua eficácia em situações de combate a incêndios.
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Emissão da ART para formalizar a responsabilidade técnica pela execução dos testes e pela elaboração do relatório técnico patológico.
Cronograma e Prazo de Entrega:
O cronograma de execução será ajustado conforme a quantidade de equipamentos a serem testados e a complexidade dos testes de performance.
A previsão de entrega do relatório técnico e da ART será acordada com o contratante, com base no número de testes a serem realizados e na análise detalhada dos resultados obtidos.
Observações Adicionais:
Todos os testes serão realizados com a máxima segurança e com a supervisão de profissionais qualificados.
Caso sejam identificadas falhas no sistema de combate a incêndio, será dada prioridade à identificação de soluções para garantir o pleno funcionamento do sistema.
O relatório técnico será elaborado de forma clara, com dados quantitativos e gráficos, quando necessários, para facilitar a interpretação dos resultados.
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
Procedimentos da Inspeção:
As inspeções serão executadas no Hidrante mais favorável e no Hidrante menos favorável e para buscar os pontos de vazamentos dos Sprinklers será executado o teste no cavalete.
Tempo estimado: Até 02 horas.
NOTA: Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Laudo e Teste de Bomba de Incêndios



