Nome Técnico: Elaboração do Relatório Técnico para Soldagem Aluminotérmica – Trilho NBR 15997
Referência: 169247
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Laudo de Soldagem Aluminotérmica
O objetivo do Relatório Técnico para Soldagem Aluminotérmica – Trilho NBR 15997, especifica os requisitos para a soldagem aluminotérmica dos trilhos.
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
Cadinho recipiente onde é introduzida a porção de solda, para início do processo de fusão, refratário à temperatura da reação exotérmica que ocorre em seu interior, montado em um suporte sobre a fôrma-molde
Cadinho de longa vida cadinho reutilizável. com durabilidade especificada pelo fabricante;
Fôrma dispositivo receptor e modelador da solda fundida, instalado nas pontas dos trilhos a serem soldados
Fósforo pirotécnico fósforo especial que entra em combustão espontânea ao atingir de 130′ C a 150 C. elevando a temperatura a 800 °C ou até 1 300 °C. dando início à reação exotérmica. que produz temperatura de cerca de 2 500 “C. até que todo alumínio tenha se oxidado, liberando o metal fundido;
Soldagem aluminotérmica processo de união de duas barras de trilho;
Temperatura neutra temperatura na qual pode ser feita a solda aluminotérmica sem alteração das características físico-químicas do trilho
O que é Soldagem Aluminotérmica?
Processo de união em loco entre duas barras de trilho, que podem ser executados entre barras simples ou “TLS” (Trilho Longo Soldado). Esse processo ocorre de modo a se obter uma via continuamente soldada, eliminando-se assim as juntas mecânicas entaladas, que requerem uma manutenção permanente, aumentando-se o nível de segurança, e conforto e prolongamento a vida útil dos trilhos.
Conhecida também como Soldagem Exotérmica: Como é realizado este processo?
Nas técnicas com a utilização da solda exotérmica ocorre uma reação de valor químico comumente relacionados com matérias de alumínio, ferrosos e não ferrosos. O processo se baseia de uma ação do alumino com um tipo de oxido metálico, óxido de metal + alumínio (pó) + óxido de alumínio + calor + metal. formando um metal líquido. Em suma aos outros tipos de soldagem a exotérmica, está possui uma alta resistência que é autossustentada com ou sem pressão, o tempo de soldagem reduzido, alto grau de complexidade, flexibilidade e usabilidade em local, dispensa o uso de energia elétrica e outros equipamentos.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Laudo de Soldagem Aluminotérmica
Escopo dos Serviços:
Verificação e Inspeções pertinentes:
Termos e definições;
Trilho; Tala de junção; parafusos; arruelas de pressão;
Placa de apoio aço laminado; Placa de apoio de ferro laminado;
Tirefão para via Férrea; Prego de linha;
Placa amortecedora; Retensor para via Férrea;
Grampo Tipo Deenik para fixação Elástica;
Grampo tipo Pandrol para ficação Elástica;
Dormente de madeira, concreto e aço;
AMV Aparelho de Mudança de Via;
Soldagem Aluminotérmica;
Recebimento;
Referências Normativas:
Soldagem Aluminotérmica – Trilho -ABNT NBR 15997;
Trilho “Vignole” — Classificação -ABNT NBR 7590;
Ferrovia — Termos gerais e/ou fundamentais — Método de ensaio -ABNT NBR 12993;
Soldagem Aluminotérmica – VALEC 80-ES-035F-99-0001;
Trilho – CBTU EMVP-16;
ESVP-13 – Solda Aluminotérmica.
Solda aluminotérmica – Pré-aquecimento rápido -RFFSA NV-0-100;
Solda aluminotérmica – Inspeção – RFSA NV-6-101;
Formas de dimensões;
Gabaritos;
Tolerâncias;
Porção de solda;
Fósforo pirotécnico;
Fôrmas;
Estrutura, Parte externa e Parte interna;
Elementos pré-textuais e Elementos textuais;
Regras gerais de apresentação;
Paginação e Títulos;
Condição atmosférica;
Junta;
Soldagem;
Considerações gerais;
Esmerilhamento da junta soldada;
Acabamento;
Citações e notas de rodapé;
Siglas, Equações e fórmulas;
Ilustrações e Tabelas;
Solda defeituosa;
Registro;
Defeitos;
Composição química;
Dureza Brinell;
Flexão estática;
Medição da dureza;
Ensaio de flexão estática;
Faixas de durezas da superfície de rolamento;
Valores mínimos de cargas de ruptura;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais:
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
Laudo de Soldagem Aluminotérmica



