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Execução Técnica Qualidade Concreto
terça-feira, 16 julho 2024 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), Engenharia Civil, Engenharia Civil - ARTs, Engenharia Civil - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Civil - Perícias, Engenharia Civil - PGR, Gestão Ambiental, Gestão da Qualidade, Gestão de Perícias, Laudos e Perícias, Laudos e Relatórios Técnicos, Normas, Leis, Órgãos e Regulamentações, NR01, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Serviços Técnicos

Execução Técnica Qualidade Concreto

Nome Técnico: Execução de Análise Técnica da Qualidade do Concreto e Elaboração de Relatório Técnico + Emissão de A.R.T.

Referência:209526

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Qual o Objetivo da Execução de Análise Técnica do Concreto?
A execução de análise técnica do concreto é essencial para garantir a qualidade, segurança e durabilidade das estruturas na construção civil. Este processo avalia as propriedades físicas, químicas e mecânicas do concreto, assegurando que ele atenda aos requisitos específicos de cada projeto e às normas técnicas vigentes. Além de identificar possíveis falhas que possam comprometer a integridade estrutural, a análise técnica otimiza as misturas de concreto, melhorando seu desempenho e eficiência. Assim, essa prática contribui para a segurança das construções e a sustentabilidade dos projetos, evitando desperdícios e promovendo o uso racional dos recursos.

O que é a Execução de Análise Técnica do Concreto?
A execução de análise técnica do concreto é um processo abrangente e meticuloso que envolve várias etapas e técnicas para avaliar a qualidade e a adequação do concreto utilizado em construções. Esse processo é crucial para assegurar que as estruturas sejam seguras, duráveis e estejam em conformidade com as normas e especificações técnicas.
O primeiro passo na análise técnica do concreto é a coleta de amostras. As amostras de concreto fresco são coletadas durante o processo de mistura e colocação. É essencial que essas amostras sejam representativas do lote para garantir a precisão dos resultados. A coleta deve ser realizada de acordo com padrões estabelecidos, evitando a segregação e a perda de materiais.
Após a coleta, são realizados ensaios de propriedades físicas. O Slump Test, por exemplo, mede a trabalhabilidade do concreto fresco, verificando sua consistência e fluidez. Outro ensaio importante é a determinação da massa específica, que avalia a densidade do concreto, essencial para calcular sua resistência e durabilidade.
Em seguida, são realizados ensaios de propriedades mecânicas. A resistência à compressão é um dos testes mais críticos, avaliando a capacidade do concreto de suportar cargas sem falhar. Esse teste é realizado esmagando cilindros de concreto em uma prensa hidráulica. Outros ensaios incluem a resistência à tração e à flexão, que avaliam a capacidade do concreto de resistir a forças que podem causar rachaduras e falhas estruturais.
Os ensaios de propriedades químicas também são essenciais na análise técnica do concreto. A medição do pH e da alcalinidade ajuda a entender a resistência do concreto a ambientes agressivos. Além disso, a determinação do conteúdo de cloretos e sulfatos é crucial, pois altos níveis desses componentes podem causar corrosão das armaduras de aço e deterioração do concreto.
Finalmente, são realizados ensaios de durabilidade, como a medição da permeabilidade, que avalia a capacidade do concreto de resistir à penetração de água e outros fluidos. Esses ensaios são fundamentais para prever a vida útil do concreto e garantir que ele possa suportar as condições ambientais às quais será exposto.
Em resumo, a execução de análise técnica do concreto é um processo detalhado e essencial para garantir que as estruturas construídas sejam seguras, duráveis e eficientes, atendendo aos padrões de qualidade exigidos.

Por que realizar a Execução de Análise Técnica do Concreto?
A realização da execução de análise técnica do concreto é fundamental para assegurar a qualidade, segurança e durabilidade das estruturas em construção. Este processo proporciona uma série de benefícios e motivos que justificam sua importância:

Garantia de Conformidade: A análise técnica do concreto assegura que o material utilizado nas construções esteja em conformidade com as normas técnicas e especificações do projeto. Isso é crucial para evitar falhas estruturais que podem comprometer a integridade e a segurança das edificações.

Avaliação de Desempenho: Por meio de ensaios físicos, mecânicos e químicos, é possível avaliar o desempenho do concreto em termos de resistência, durabilidade e trabalhabilidade. A resistência à compressão, por exemplo, é um indicador crítico da capacidade do concreto de suportar cargas, enquanto a trabalhabilidade determina a facilidade de manuseio e aplicação do material.

Identificação de Problemas Potenciais: A análise técnica permite a detecção precoce de problemas como a presença de cloretos e sulfatos, que podem causar corrosão das armaduras de aço, ou a alta permeabilidade, que pode reduzir a durabilidade do concreto. Identificar esses problemas antecipadamente permite a implementação de medidas corretivas antes que causem danos significativos.

Otimização de Misturas: Através dos resultados dos ensaios, é possível ajustar as proporções dos componentes da mistura de concreto para otimizar seu desempenho. Isso pode resultar em um material mais resistente, durável e econômico, adaptado às necessidades específicas de cada projeto e às condições ambientais.

Melhoria Contínua: O feedback obtido da análise técnica do concreto contribui para a melhoria contínua das práticas de construção. Engenheiros e técnicos podem usar os dados coletados para desenvolver novas técnicas e materiais que aumentem a eficiência e a sustentabilidade das construções.

Segurança e Durabilidade: A principal razão para realizar a análise técnica do concreto é garantir a segurança das estruturas e a longevidade dos projetos. Estruturas que utilizam concreto de alta qualidade e devidamente analisado são menos propensas a falhas, o que protege vidas e reduz custos de manutenção e reparos a longo prazo.
Em conclusão, a execução de análise técnica do concreto é um passo essencial para qualquer projeto de construção, assegurando que o material utilizado seja de alta qualidade e adequado às exigências do projeto. Este processo não apenas garante a conformidade com as normas, mas também contribui para a segurança, durabilidade e eficiência das estruturas construídas.

A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Execução Técnica Qualidade Concreto

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Termos e Definições;
Definição relativa dos envolvidos no processo construtivo;
Simbologia;
Generalidade;
Símbolos-base;
Letras minisculas;
Letras maiúsculas;
Letras Gregas;
Símbolos Subscritos;
Números;
Requisitos gerais de qualidade da estrutura e avaliação da conformidade do projeto;
Requisitos de qualidade da estrutura;
Condições gerais;
Classificação dos requisitos de qualidade da estrutura;
Requisitos de qualidade do projeto;
Qualidade da solução adotada;
Condições impostas ao projeto;
Documentação da solução adotada;
Avaliação da conformidade do projeto;
Diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto;
Exigências de durabilidade;
Vida útil de projeto;
Mecanismos de envelhecimento e deterioração;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos ao concreto;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos à armadura;
Mecanismos de deterioração da estrutura propriamente dita ;
Agressividade ambiental;
Critérios de projeto que visam a durabilidade;
Simbologia específica desta seção;
Drenagem;
Formas arquitetônicas e estruturais;
Qualidade do concreto de cobrimento;
Detalhamento das armaduras;
Controle da fissuração;
Medidas especiais;
Inspeção e manutenção preventiva;
Propriedades dos materiais;
Simbologia específica desta seção;
Concreto;
Classes;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Resistência à compressão;
Resistência à tração;
Resistência no estado multiaxial de tensões;
Resistência à fadiga;
Módulo de elasticidade;
Coeficiente de Poisson e módulo de elasticidade transversal;
Diagramas tensão-deformação;
Fluência e retração;
Aço de armadura passiva;
Categoria;
Tipo de superfície aderente;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Módulo de elasticidade;
Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de ductilidade;
Resistência à fadiga;
Soldabilidade;
Aço de armadura ativa;
Classificação;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Módulo de elasticidade;
Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de ductilidade;
Resistência à fadiga;
Relaxação;
Comportamento conjunto dos materiais;
Simbologia específica desta seção;
Disposições gerais;
Níveis de protensão;
Verificação da aderência;
Posição da barra durante a concretagem;
Valores das resistências de aderência;
Ancoragem das armaduras;
Condições gerais;
Ancoragem de armaduras passivas por aderência;
Ancoragem de feixes de barras por aderência;
Ancoragem de telas soldadas por aderência;
Ancoragem de armaduras ativas (fios e cordoalhas pré-tracionadas) por aderência;
Ancoragem de estribos;
Ancoragem por meio de dispositivos mecânicos;
Emendas das barras;
Tipos;
Emendas por traspasse;
Emendas por luvas rosqueadas ou prensadas;
Emendas por solda;
Protensão;
Força de protensão;
Introdução das forças de protensão;
Perdas da força de protensão;
Segurança e estados-limites;
Critérios de segurança;
Estados-limites;
Estados-limites últimos (ELU);
Estados-limites de serviço (ELS);
Ações;
Simbologia específica desta Seção;
Ações a considerar;
Classificação das ações;
Ações permanentes;

Ações permanentes diretas;
Ações permanentes indiretas;
Ações variáveis;
Ações variáveis diretas;
Ações variáveis indiretas;
Ações excepcionais;
Valores das ações;
Valores característicos;
Valores representativos;
Valores de cálculo;
Coeficientes de ponderação das ações;
Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite último (ELU);
Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite de serviço (ELS);
Combinações de ações;
Combinações últimas;
Combinações de serviço;
Resistências;
Simbologia específica desta seção;
Valores característicos;
Valores de cálculo;
Resistência de cálculo;
Tensões resistentes de cálculo;
Resistência de cálculo do concreto;
Coeficientes de ponderação das resistências;
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite último (ELU);
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite de serviço (ELS);
Verificação da segurança;
Condições construtivas de segurança;
Condições analíticas de segurança;
Esforços resistentes de cálculo;
Esforços solicitantes de cálculo;
Limites para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras;
Simbologia específica desta Seção;
Dimensões-limites;
Introdução;
Vigas e vigas-parede;
Pilares e pilares-parede;
Lajes;
Furos e aberturas;
Canalizações embutidas;
Deslocamentos-limites;
Controle da fissuração e proteção das armaduras;
Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade;
Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização;
Análise estrutural;
Simbologia específica desta seção;
Princípios gerais da análise estrutural;
Objetivo da análise estrutural;
Premissas necessárias à análise estrutural;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime linear;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime não linear;
Hipóteses básicas;
Condições de equilíbrio;
Condições de compatibilidade;
Carregamento monotônico;
Elementos estruturais;
Elementos lineares;
Elementos de superfície;
Métodos de análise estrutural;
Análise linear;
Análise linear com redistribuição;
Análise plástica;
Análise não linear;
Análise através de modelos físicos;
Estruturas de elementos lineares;
Hipóteses básicas;
Caracterização da geometria;
Arredondamento do diagrama de momentos fletores;
Análise linear com ou sem redistribuição;
Análise não linear;
Estruturas usuais de edifícios – Aproximações permitidas;
Estruturas com elementos de placa;
Hipóteses básicas;
Caracterização da geometria;
Análise linear com ou sem redistribuição;
Análise plástica;
Análise não linear;
Lajes maciças;
Lajes nervuradas;
Lajes lisas e lajes-cogumelo;
Estruturas contendo outros elementos;
Vigas-parede e pilares-parede;
Blocos;
Instabilidade e efeitos de 2ª ordem;
Simbologia específica desta Seção;
Campo de aplicação e conceitos fundamentais;
Princípio básico de cálculo;
Relações momento-curvatura;
Imperfeições geométricas;
Definições e classificação das estruturas;
Efeitos globais, locais e localizados de 2ª ordem;
Estruturas de nós fixos e estruturas de nós móveis;
Contraventamento;
Elementos isolados;
Dispensa da consideração dos esforços globais de 2ª ordem;
Parâmetro de instabilidade α;
Coeficiente Yz;
Análise de estruturas de nós fixos;
Análise de estruturas de nós móveis ;
Análise não linear com 2ª ordem;
Consideração aproximada da não linearidade física;
Análise dos efeitos locais de 2ª ordem;
Análise de elementos isolados ;
Dispensa da análise dos efeitos locais de 2ª ordem;
Determinação dos efeitos locais de 2ª ordem;
Consideração da fluência;
Análise de pilares-parede;
Dispensa da análise dos efeitos localizados de 2ª ordem;
Processo aproximado para consideração do efeito localizado de 2ª ordem;
Instabilidade lateral de vigas;
Princípios gerais de dimensionamento, verificação e detalhamento;
Princípios gerais;
Visão global e local;
Segurança em relação aos ELU;
Segurança em relação aos ELS (desempenho em serviço);
Critérios de projeto;
Durabilidade;
Caso de cargas cíclicas;
Dimensionamento e verificação de elementos lineares;
Simbologia específica desta seção;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais – Estado-limite último;
Hipóteses básicas;
Dutilidade em vigas;
Armaduras ativas e passivas;
Processo aproximado para o dimensionamento à flexão composta obliqua;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais – Estados-limites de serviço;
Estado-limite de deformação;
Estado-limite de fissuração;
Estado-limite de descompressão e de formação de fissuras;
Armaduras longitudinais máximas e mínimas;
Elementos lineares sujeitos à força cortante – Estado-limite último;
Hipóteses básicas;
Verificação do estado-limite último;
Elementos lineares sujeitos à torção – Estado-limite último;
Torção uniforme;
Torção em perfis abertos de parede fina;
Estado-limite de fissuração inclinada da alma – Força cortante e torção;
Solicitações combinadas;
Flexão e torção;
Torção e força cortante;
Detalhamento de elementos lineares;
Simbologia específica desta Seção;
Disposições gerais relativas às armaduras;
Arranjo das armaduras;
Barras curvadas;
Mudanças de direção das armaduras;
Proteção contra flambagem das barras;
Vigas;
Armadura longitudinal;
Armadura transversal para força cortante;
Armadura para torção;
Armadura de pele;
Armadura de suspensão;
Armaduras de ligação mesa-alma ou talão-alma;
Pilares;
Armaduras longitudinais;
Armaduras transversais;
Pilares-parede;
Cabos de protensão;
Arranjo longitudinal;
Arranjo transversal;
Dimensionamento e verificação de lajes;
Simbologia específica desta seção;
Dimensionamento e verificação de lajes – Estado-limite último;
Dimensionamento e verificação de lajes – Estados-limites de serviço;
Estado-limite de deformação;
Estados-limites de fissuração e de descompressão ou de formação de fissuras;
Armaduras longitudinais máximas e mínimas;
Força cortante em lajes e elementos lineares com bw ≥ 5d;
Lajes sem armadura para força cortante;
Lajes com armadura para força cortante;
Dimensionamento de lajes à punção;
Modelo de cálculo;
Definição da tensão solicitante nas superfícies críticas Ce C’;
Definição da tensão resistente nas superfícies críticas C, C’ e C”;
Colapso progressivo;
Verificação de elementos estruturais protendidos;
Detalhamento de lajes;
Prescrições gerais;
Bordas livres e aberturas;
Lajes sem vigas;
Armaduras passivas;
Lajes protendidas;
Armaduras de punção;
Lajes armadas com telas soldadas nervuradas;
Ancoragem das telas soldadas nervuradas no apoio sobre vigas;
Emendas de armaduras em telas soldadas nervuradas;
Regiões especiais;
Regiões de introdução de cargas concentradas;
Pressão de contato em área reduzida;
Articulações de concreto;
Região de introdução da protensão;
Cargas aplicadas na superfície de elementos estruturais;
Furos e aberturas;
Paredes e vigas-parede;
Furos que atravessam as vigas na direção da altura;
Aberturas em lajes;
Nós de pórticos e ligações entre paredes;
Ligações de elementos estruturais pré-moldados;
Juntas de concretagem;
Elementos especiais;
Simbologia específica desta seção;
Método de bielas e tirantes;
Procedimento para aplicação do método;
Parâmetros de resistência de cálculo das bielas e regiões nodais;
Parâmetros de resistência de cálculo dos tirantes;
Vigas-parede;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelos de cálculo;
Detalhamento;
Consolos e dentes Gerber;
Consolos;
Dentes Gerber;
Sapatas;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelo de cálculo;
Detalhamento;
Blocos sobre estacas;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelo de cálculo;
Detalhamento;
Ações dinâmicas e fadiga;
Simbologia específica desta seção;
Estado-limite de vibrações excessivas;
Estados-limites últimos provocados por ressonância ou amplificação dinâmica;
Estado-limite último de fadiga;
Ações cíclicas;
Combinações de ações a considerar;
Modelo de cálculo;
Verificação da fadiga do concreto;
Verificação da fadiga do concreto;
Verificação da fadiga da armadura;
Estados-limites de serviço;
Concreto simples;
Simbologia específica desta Seção;
Campo de aplicação;
Materiais e propriedades;
Juntas e disposições construtivas;
Projeto estrutural;
Tensões resistentes de cálculo;
Dimensionamento;
Tensões e deformações na flexão;
Tensões de cisalhamento;
Torção;
Cálculo de seções submetidas à compressão e à força cortante;
Estabilidade global;
Elementos estruturais de concreto simples;
Pilares-parede;
Blocos de fundação;
Pilares;
Arcos;
Interfaces do projeto com a construção, utilização e manutenção;
Aceitação do projeto;
Recebimento do concreto e do aço;
Manual de utilização, inspeção e manutenção;
Efeito do tempo no concreto estrutural;
Deformações do concreto;
Fluência do concreto;
Hipóteses;
Valor da fluência;
Retração do concreto;
Hipóteses básicas;
Valor da retração;
Idade e espessura fictícias;
Idade fictícia do concreto;
Espessura fictícia da peça;
Deformação total do concreto;
Deformações na armadura;
Índice remissivo;
Fonte: ABNT NBR 6118.

Nota: Se a inspeção for aprovada será colocado LACRE com CÓDIGO DE RASTREIO por QR Code;

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 6118 – Projeto de Estruturas de Concreto;
ABNT NBR 5739 – Concreto – Procedimento para Moldagem e cura de Copos de Provas;
ABNT NBR 5739 – Concreto – Ensaio de Compressão de Corpos de Prova Cilindrico;
ABNT NBR ISO 41015 – Facility Management – Influenciando Comportamentos Organizacionais para Melhores Resultados Finais das Instalações;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Execução Técnica Qualidade Concreto

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais: Execução Técnica Qualidade Concreto:

[… 6 Diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto

6.1 Exigências de durabilidade

As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, sob as condições ambientais previstas na época do projeto e quando utilizadas conforme preconizado em projeto, conservem sua segurança, estabilidade e aptidão em serviço durante o prazo correspondente à sua vida útil.

6.2 Vida útil de projeto

6.2.1 Porvida útil de projeto, entende-se o período de tempo durante o qual se mantêm as características das estruturas de concreto, sem intervenções significativas, desde que atendidos os requisitos de uso e manutenção prescritos pelo projetista e pelo construtor, conforme 7.8 e 25.3, bem como de execução dos reparos necessários decorrentes de danos acidentais.

6.2.2 O conceito de vida útil aplica-se à estrutura como um todo ou às suas partes. Dessa forma, determinadas partes das estruturas podem merecer consideração especial com valor de vida útil diferente do todo, como, por exemplo, aparelhos de apoio e juntas de movimentação.

6.2.3 A durabilidade das estruturas de concreto requer cooperação e atitudes coordenadas de todos os envolvidos nos processos de projeto, construção e utilização, devendo, como mínimo, ser seguido o que estabelece a ABNT NBR 12655, sendo também obedecidas as disposições de 25.3 com relação às condições de uso, inspeção e manutenção…]

Fonte: ABNT NBR 6118

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Execução Técnica Qualidade Concreto: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Curso Salvatagem HUET
Curso Salvatagem HUET
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  • A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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