Nome Técnico: Execução de Análise Técnica da Qualidade do Concreto e Elaboração de Relatório Técnico + Emissão de A.R.T.
Referência:209526
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o Objetivo da Execução de Análise Técnica do Concreto?
A execução de análise técnica do concreto é essencial para garantir a qualidade, segurança e durabilidade das estruturas na construção civil. Este processo avalia as propriedades físicas, químicas e mecânicas do concreto, assegurando que ele atenda aos requisitos específicos de cada projeto e às normas técnicas vigentes. Além de identificar possíveis falhas que possam comprometer a integridade estrutural, a análise técnica otimiza as misturas de concreto, melhorando seu desempenho e eficiência. Assim, essa prática contribui para a segurança das construções e a sustentabilidade dos projetos, evitando desperdícios e promovendo o uso racional dos recursos.
O que é a Execução de Análise Técnica do Concreto?
A execução de análise técnica do concreto é um processo abrangente e meticuloso que envolve várias etapas e técnicas para avaliar a qualidade e a adequação do concreto utilizado em construções. Esse processo é crucial para assegurar que as estruturas sejam seguras, duráveis e estejam em conformidade com as normas e especificações técnicas.
O primeiro passo na análise técnica do concreto é a coleta de amostras. As amostras de concreto fresco são coletadas durante o processo de mistura e colocação. É essencial que essas amostras sejam representativas do lote para garantir a precisão dos resultados. A coleta deve ser realizada de acordo com padrões estabelecidos, evitando a segregação e a perda de materiais.
Após a coleta, são realizados ensaios de propriedades físicas. O Slump Test, por exemplo, mede a trabalhabilidade do concreto fresco, verificando sua consistência e fluidez. Outro ensaio importante é a determinação da massa específica, que avalia a densidade do concreto, essencial para calcular sua resistência e durabilidade.
Em seguida, são realizados ensaios de propriedades mecânicas. A resistência à compressão é um dos testes mais críticos, avaliando a capacidade do concreto de suportar cargas sem falhar. Esse teste é realizado esmagando cilindros de concreto em uma prensa hidráulica. Outros ensaios incluem a resistência à tração e à flexão, que avaliam a capacidade do concreto de resistir a forças que podem causar rachaduras e falhas estruturais.
Os ensaios de propriedades químicas também são essenciais na análise técnica do concreto. A medição do pH e da alcalinidade ajuda a entender a resistência do concreto a ambientes agressivos. Além disso, a determinação do conteúdo de cloretos e sulfatos é crucial, pois altos níveis desses componentes podem causar corrosão das armaduras de aço e deterioração do concreto.
Finalmente, são realizados ensaios de durabilidade, como a medição da permeabilidade, que avalia a capacidade do concreto de resistir à penetração de água e outros fluidos. Esses ensaios são fundamentais para prever a vida útil do concreto e garantir que ele possa suportar as condições ambientais às quais será exposto.
Em resumo, a execução de análise técnica do concreto é um processo detalhado e essencial para garantir que as estruturas construídas sejam seguras, duráveis e eficientes, atendendo aos padrões de qualidade exigidos.
Por que realizar a Execução de Análise Técnica do Concreto?
A realização da execução de análise técnica do concreto é fundamental para assegurar a qualidade, segurança e durabilidade das estruturas em construção. Este processo proporciona uma série de benefícios e motivos que justificam sua importância:
Garantia de Conformidade: A análise técnica do concreto assegura que o material utilizado nas construções esteja em conformidade com as normas técnicas e especificações do projeto. Isso é crucial para evitar falhas estruturais que podem comprometer a integridade e a segurança das edificações.
Avaliação de Desempenho: Por meio de ensaios físicos, mecânicos e químicos, é possível avaliar o desempenho do concreto em termos de resistência, durabilidade e trabalhabilidade. A resistência à compressão, por exemplo, é um indicador crítico da capacidade do concreto de suportar cargas, enquanto a trabalhabilidade determina a facilidade de manuseio e aplicação do material.
Identificação de Problemas Potenciais: A análise técnica permite a detecção precoce de problemas como a presença de cloretos e sulfatos, que podem causar corrosão das armaduras de aço, ou a alta permeabilidade, que pode reduzir a durabilidade do concreto. Identificar esses problemas antecipadamente permite a implementação de medidas corretivas antes que causem danos significativos.
Otimização de Misturas: Através dos resultados dos ensaios, é possível ajustar as proporções dos componentes da mistura de concreto para otimizar seu desempenho. Isso pode resultar em um material mais resistente, durável e econômico, adaptado às necessidades específicas de cada projeto e às condições ambientais.
Melhoria Contínua: O feedback obtido da análise técnica do concreto contribui para a melhoria contínua das práticas de construção. Engenheiros e técnicos podem usar os dados coletados para desenvolver novas técnicas e materiais que aumentem a eficiência e a sustentabilidade das construções.
Segurança e Durabilidade: A principal razão para realizar a análise técnica do concreto é garantir a segurança das estruturas e a longevidade dos projetos. Estruturas que utilizam concreto de alta qualidade e devidamente analisado são menos propensas a falhas, o que protege vidas e reduz custos de manutenção e reparos a longo prazo.
Em conclusão, a execução de análise técnica do concreto é um passo essencial para qualquer projeto de construção, assegurando que o material utilizado seja de alta qualidade e adequado às exigências do projeto. Este processo não apenas garante a conformidade com as normas, mas também contribui para a segurança, durabilidade e eficiência das estruturas construídas.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Execução Técnica Qualidade Concreto
Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Termos e Definições;
Definição relativa dos envolvidos no processo construtivo;
Simbologia;
Generalidade;
Símbolos-base;
Letras minisculas;
Letras maiúsculas;
Letras Gregas;
Símbolos Subscritos;
Números;
Requisitos gerais de qualidade da estrutura e avaliação da conformidade do projeto;
Requisitos de qualidade da estrutura;
Condições gerais;
Classificação dos requisitos de qualidade da estrutura;
Requisitos de qualidade do projeto;
Qualidade da solução adotada;
Condições impostas ao projeto;
Documentação da solução adotada;
Avaliação da conformidade do projeto;
Diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto;
Exigências de durabilidade;
Vida útil de projeto;
Mecanismos de envelhecimento e deterioração;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos ao concreto;
Mecanismos preponderantes de deterioração relativos à armadura;
Mecanismos de deterioração da estrutura propriamente dita ;
Agressividade ambiental;
Critérios de projeto que visam a durabilidade;
Simbologia específica desta seção;
Drenagem;
Formas arquitetônicas e estruturais;
Qualidade do concreto de cobrimento;
Detalhamento das armaduras;
Controle da fissuração;
Medidas especiais;
Inspeção e manutenção preventiva;
Propriedades dos materiais;
Simbologia específica desta seção;
Concreto;
Classes;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Resistência à compressão;
Resistência à tração;
Resistência no estado multiaxial de tensões;
Resistência à fadiga;
Módulo de elasticidade;
Coeficiente de Poisson e módulo de elasticidade transversal;
Diagramas tensão-deformação;
Fluência e retração;
Aço de armadura passiva;
Categoria;
Tipo de superfície aderente;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Módulo de elasticidade;
Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de ductilidade;
Resistência à fadiga;
Soldabilidade;
Aço de armadura ativa;
Classificação;
Massa específica;
Coeficiente de dilatação térmica;
Módulo de elasticidade;
Diagrama tensão-deformação, resistência ao escoamento e à tração;
Características de ductilidade;
Resistência à fadiga;
Relaxação;
Comportamento conjunto dos materiais;
Simbologia específica desta seção;
Disposições gerais;
Níveis de protensão;
Verificação da aderência;
Posição da barra durante a concretagem;
Valores das resistências de aderência;
Ancoragem das armaduras;
Condições gerais;
Ancoragem de armaduras passivas por aderência;
Ancoragem de feixes de barras por aderência;
Ancoragem de telas soldadas por aderência;
Ancoragem de armaduras ativas (fios e cordoalhas pré-tracionadas) por aderência;
Ancoragem de estribos;
Ancoragem por meio de dispositivos mecânicos;
Emendas das barras;
Tipos;
Emendas por traspasse;
Emendas por luvas rosqueadas ou prensadas;
Emendas por solda;
Protensão;
Força de protensão;
Introdução das forças de protensão;
Perdas da força de protensão;
Segurança e estados-limites;
Critérios de segurança;
Estados-limites;
Estados-limites últimos (ELU);
Estados-limites de serviço (ELS);
Ações;
Simbologia específica desta Seção;
Ações a considerar;
Classificação das ações;
Ações permanentes;
Ações permanentes diretas;
Ações permanentes indiretas;
Ações variáveis;
Ações variáveis diretas;
Ações variáveis indiretas;
Ações excepcionais;
Valores das ações;
Valores característicos;
Valores representativos;
Valores de cálculo;
Coeficientes de ponderação das ações;
Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite último (ELU);
Coeficientes de ponderação das ações no estado-limite de serviço (ELS);
Combinações de ações;
Combinações últimas;
Combinações de serviço;
Resistências;
Simbologia específica desta seção;
Valores característicos;
Valores de cálculo;
Resistência de cálculo;
Tensões resistentes de cálculo;
Resistência de cálculo do concreto;
Coeficientes de ponderação das resistências;
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite último (ELU);
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite de serviço (ELS);
Verificação da segurança;
Condições construtivas de segurança;
Condições analíticas de segurança;
Esforços resistentes de cálculo;
Esforços solicitantes de cálculo;
Limites para dimensões, deslocamentos e aberturas de fissuras;
Simbologia específica desta Seção;
Dimensões-limites;
Introdução;
Vigas e vigas-parede;
Pilares e pilares-parede;
Lajes;
Furos e aberturas;
Canalizações embutidas;
Deslocamentos-limites;
Controle da fissuração e proteção das armaduras;
Limites para fissuração e proteção das armaduras quanto à durabilidade;
Controle da fissuração quanto à aceitabilidade sensorial e à utilização;
Análise estrutural;
Simbologia específica desta seção;
Princípios gerais da análise estrutural;
Objetivo da análise estrutural;
Premissas necessárias à análise estrutural;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime linear;
Aplicação dos resultados obtidos com os modelos de análises em regime não linear;
Hipóteses básicas;
Condições de equilíbrio;
Condições de compatibilidade;
Carregamento monotônico;
Elementos estruturais;
Elementos lineares;
Elementos de superfície;
Métodos de análise estrutural;
Análise linear;
Análise linear com redistribuição;
Análise plástica;
Análise não linear;
Análise através de modelos físicos;
Estruturas de elementos lineares;
Hipóteses básicas;
Caracterização da geometria;
Arredondamento do diagrama de momentos fletores;
Análise linear com ou sem redistribuição;
Análise não linear;
Estruturas usuais de edifícios – Aproximações permitidas;
Estruturas com elementos de placa;
Hipóteses básicas;
Caracterização da geometria;
Análise linear com ou sem redistribuição;
Análise plástica;
Análise não linear;
Lajes maciças;
Lajes nervuradas;
Lajes lisas e lajes-cogumelo;
Estruturas contendo outros elementos;
Vigas-parede e pilares-parede;
Blocos;
Instabilidade e efeitos de 2ª ordem;
Simbologia específica desta Seção;
Campo de aplicação e conceitos fundamentais;
Princípio básico de cálculo;
Relações momento-curvatura;
Imperfeições geométricas;
Definições e classificação das estruturas;
Efeitos globais, locais e localizados de 2ª ordem;
Estruturas de nós fixos e estruturas de nós móveis;
Contraventamento;
Elementos isolados;
Dispensa da consideração dos esforços globais de 2ª ordem;
Parâmetro de instabilidade α;
Coeficiente Yz;
Análise de estruturas de nós fixos;
Análise de estruturas de nós móveis ;
Análise não linear com 2ª ordem;
Consideração aproximada da não linearidade física;
Análise dos efeitos locais de 2ª ordem;
Análise de elementos isolados ;
Dispensa da análise dos efeitos locais de 2ª ordem;
Determinação dos efeitos locais de 2ª ordem;
Consideração da fluência;
Análise de pilares-parede;
Dispensa da análise dos efeitos localizados de 2ª ordem;
Processo aproximado para consideração do efeito localizado de 2ª ordem;
Instabilidade lateral de vigas;
Princípios gerais de dimensionamento, verificação e detalhamento;
Princípios gerais;
Visão global e local;
Segurança em relação aos ELU;
Segurança em relação aos ELS (desempenho em serviço);
Critérios de projeto;
Durabilidade;
Caso de cargas cíclicas;
Dimensionamento e verificação de elementos lineares;
Simbologia específica desta seção;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais – Estado-limite último;
Hipóteses básicas;
Dutilidade em vigas;
Armaduras ativas e passivas;
Processo aproximado para o dimensionamento à flexão composta obliqua;
Elementos lineares sujeitos a solicitações normais – Estados-limites de serviço;
Estado-limite de deformação;
Estado-limite de fissuração;
Estado-limite de descompressão e de formação de fissuras;
Armaduras longitudinais máximas e mínimas;
Elementos lineares sujeitos à força cortante – Estado-limite último;
Hipóteses básicas;
Verificação do estado-limite último;
Elementos lineares sujeitos à torção – Estado-limite último;
Torção uniforme;
Torção em perfis abertos de parede fina;
Estado-limite de fissuração inclinada da alma – Força cortante e torção;
Solicitações combinadas;
Flexão e torção;
Torção e força cortante;
Detalhamento de elementos lineares;
Simbologia específica desta Seção;
Disposições gerais relativas às armaduras;
Arranjo das armaduras;
Barras curvadas;
Mudanças de direção das armaduras;
Proteção contra flambagem das barras;
Vigas;
Armadura longitudinal;
Armadura transversal para força cortante;
Armadura para torção;
Armadura de pele;
Armadura de suspensão;
Armaduras de ligação mesa-alma ou talão-alma;
Pilares;
Armaduras longitudinais;
Armaduras transversais;
Pilares-parede;
Cabos de protensão;
Arranjo longitudinal;
Arranjo transversal;
Dimensionamento e verificação de lajes;
Simbologia específica desta seção;
Dimensionamento e verificação de lajes – Estado-limite último;
Dimensionamento e verificação de lajes – Estados-limites de serviço;
Estado-limite de deformação;
Estados-limites de fissuração e de descompressão ou de formação de fissuras;
Armaduras longitudinais máximas e mínimas;
Força cortante em lajes e elementos lineares com bw ≥ 5d;
Lajes sem armadura para força cortante;
Lajes com armadura para força cortante;
Dimensionamento de lajes à punção;
Modelo de cálculo;
Definição da tensão solicitante nas superfícies críticas Ce C’;
Definição da tensão resistente nas superfícies críticas C, C’ e C”;
Colapso progressivo;
Verificação de elementos estruturais protendidos;
Detalhamento de lajes;
Prescrições gerais;
Bordas livres e aberturas;
Lajes sem vigas;
Armaduras passivas;
Lajes protendidas;
Armaduras de punção;
Lajes armadas com telas soldadas nervuradas;
Ancoragem das telas soldadas nervuradas no apoio sobre vigas;
Emendas de armaduras em telas soldadas nervuradas;
Regiões especiais;
Regiões de introdução de cargas concentradas;
Pressão de contato em área reduzida;
Articulações de concreto;
Região de introdução da protensão;
Cargas aplicadas na superfície de elementos estruturais;
Furos e aberturas;
Paredes e vigas-parede;
Furos que atravessam as vigas na direção da altura;
Aberturas em lajes;
Nós de pórticos e ligações entre paredes;
Ligações de elementos estruturais pré-moldados;
Juntas de concretagem;
Elementos especiais;
Simbologia específica desta seção;
Método de bielas e tirantes;
Procedimento para aplicação do método;
Parâmetros de resistência de cálculo das bielas e regiões nodais;
Parâmetros de resistência de cálculo dos tirantes;
Vigas-parede;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelos de cálculo;
Detalhamento;
Consolos e dentes Gerber;
Consolos;
Dentes Gerber;
Sapatas;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelo de cálculo;
Detalhamento;
Blocos sobre estacas;
Conceituação;
Comportamento estrutural;
Modelo de cálculo;
Detalhamento;
Ações dinâmicas e fadiga;
Simbologia específica desta seção;
Estado-limite de vibrações excessivas;
Estados-limites últimos provocados por ressonância ou amplificação dinâmica;
Estado-limite último de fadiga;
Ações cíclicas;
Combinações de ações a considerar;
Modelo de cálculo;
Verificação da fadiga do concreto;
Verificação da fadiga do concreto;
Verificação da fadiga da armadura;
Estados-limites de serviço;
Concreto simples;
Simbologia específica desta Seção;
Campo de aplicação;
Materiais e propriedades;
Juntas e disposições construtivas;
Projeto estrutural;
Tensões resistentes de cálculo;
Dimensionamento;
Tensões e deformações na flexão;
Tensões de cisalhamento;
Torção;
Cálculo de seções submetidas à compressão e à força cortante;
Estabilidade global;
Elementos estruturais de concreto simples;
Pilares-parede;
Blocos de fundação;
Pilares;
Arcos;
Interfaces do projeto com a construção, utilização e manutenção;
Aceitação do projeto;
Recebimento do concreto e do aço;
Manual de utilização, inspeção e manutenção;
Efeito do tempo no concreto estrutural;
Deformações do concreto;
Fluência do concreto;
Hipóteses;
Valor da fluência;
Retração do concreto;
Hipóteses básicas;
Valor da retração;
Idade e espessura fictícias;
Idade fictícia do concreto;
Espessura fictícia da peça;
Deformação total do concreto;
Deformações na armadura;
Índice remissivo;
Fonte: ABNT NBR 6118.
Nota: Se a inspeção for aprovada será colocado LACRE com CÓDIGO DE RASTREIO por QR Code;
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



