Nome Técnico: Execução do Ensaio de Flambagem – Ensaios Destrutivos NBR 8800 Estruturas de Aço, Estruturas Mistas Aço, Concreto + Elaboração do Relatório Técnico e ART
Referência: 60768
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Ensaio de Flambagem
O objetivo do Ensaio de Flambagem é verificar determinado componente estrutural, sujeito ao fenômeno de flambagem por sobrecarga de peso. O ensaio é crucial para determinação da resistência mecânica do material quando este submetido a aplicação de força paralela ao seu comprimento. Este ensaio é destrutivo, portanto não é viável a utilização dentro dos padrões de qualidade da amostra submetida ao ensaio.
O que é Ensaio de Flambagem?
Consiste na aplicação de carga paralela ao comprimento do corpo de prova, de forma a comprimir de maneira axial a peça. Este ensaio tem o intuito de verificar o limite mecânico da peça até que esta sofra flexão transversal por aplicação de força em sua estrutura. O ensaio tem suma importância principalmente na construção para determinar a resistência dos materiais escolhidos para estrutura.
Ensaio de Flambagem
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Condições gerais de projeto;
Desenhos de projeto; fabricação; montagem
Materiais;
Introdução;
Aços estruturais e materiais de ligação;
Concreto e aço das armaduras;
Segurança e estados-limites;
Critérios de segurança;
Estados-limites;
Condições usuais relativas aos estados-limites últimos (ELU);
Condições usuais relativas aos estados-limites de serviço (ELS);
Ações a considerar e classificação
Ações permanentes;
Ações variáveis;
Ações excepcionais;
Valores das ações;
Coeficientes de ponderação das ações;
Combinações de ações;
Resistências;
Valores das resistências;
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite último (EU);
Coeficientes de ponderação das resistências no estado-limite de serviço (ELS);
Estabilidade e análise estrutural;
Generalidades;
Tipos de análise estrutural;
Exigências de projeto para a estabilidade das barras componentes da estrutura;
Classificação das estruturas quanto à sensibilidade a deslocamentos laterais;
Sistemas resistentes a ações horizontais;
Considerações para dimensionamento;
Determinação dos esforços solicitantes para estados-limites últimos;
Determinação de respostas para estados-limites de serviço;
Análise estrutural de vigas continuas e semicontinuas;
Pilares; Vigas
Integridade estrutural;
Condições especificas para o dimensionamento de elementos de aço;
Condições gerais;
Aplicabilidade;
Relações entre largura e espessura em elementos comprimidos dos perfis de aço;
Barras prismáticas submetidas à força axial de tração;
Força axial resistente de cálculo;
Área liquida efetiva;
Coeficiente de redução;
Barras ligadas por pino;
Barras redondas com extremidades rosqueadas;
Limitação do índice de esbeltez;
Barras prismáticas submetidas á força axial de compressão;;
Força axial resistente de cálculo;
Fator de redução;
Limitação do Indica de esbeltez;
Barras prismáticas submetidas a momento fletor e força cortante;
Momento fletor resistente de cálculo Força cortante resistente de cálculo;
Chapas de reforço sobrepostas a mesas (lamelas);
Prescrições adicionais relacionadas a seções soldadas;
Barras prismáticas submetidas à combinação de esforços solicitantes;
Barras submetidas a momentos fletores, força axial e forças cortantes;
Barras submetidas a momento de torção, força axial, momentos fletores e forças cortantes; Barras de seção variável ;
Mesas e almas de pedis 1 e H submetidas a forças transversais localizadas;
Flexão local da mesa;
Escoamento local da alma;
Enrugamento da alma;
Flambagem lateral da alma;
Flambagem da alma por compressão;
Cisalhamento do painel do alma;
Apoios ou extremidades de vigas sem restrição à rotação e com alma livre;
Exigências adicionais para enrijecedores para forças localizadas;
Condições especificas para o dimensionamento de ligações metálicas;
Bases de dimensionamento;
Rigidez das ligações entre viga e pilar;
Barras com ligações flexíveis nos apoios;
Barras com ligações rígidas ou semi-rígidas nos apoios
Resistência mínima de ligações;
Barras comprimidas transmitindo esforços por contato;
Impedimento de rotação nos apoios;
Disposição de soldas e parafusos;
Combinação de parafusos e soldas;
Fratura lamelar;
Limitações de uso para ligações soldadas e parafusadas;
Emendas de perfis pesados;
Recortes de mesa de vigas para ligações e aberturas de acesso para soldagem;
Considerações sobro ligações com perfis de seção tubular;
Soldas;
Áreas efetivas
Combinação de tipos diferentes de soldas;
Exigências relativas ao metal da solda e aos procedimentos de soldagem;
Força resistente de cálculo;
Limitações Parafusos e barras redondas rosqueadas;
Parafusos de alta resistência;
Áreas de cálculo;
Força resistente de cálculo;
Força resistente de parafusos de alta resistência em ligações por atrito;
Efeito de alavanca;
Dimensões e uso de furos e arruelas;
Pega longa;
Ligações de grande comprimento;
Espaçamento mínimo entre furos; parafusos;
Distância mínima de um furo às bordas;
Distância máxima de um parafuso ou barra rosqueada às bordas;
Pinos;
Esforços e tensão resistente de cálculo;
Elementos de ligação;
Ligações excêntricas;
Elementos tracionados;
Elementos comprimidos;
Elementos submetidos a cisalhamento;
Colapso por rasgamento;
Chapas de enchimento;
Pressão de contato;
Força resistente de cálculo à pressão de contato;
Superfícies usinadas;
Superfícies não usinadas;
Aparelhos de apoio cilíndricos maciços sobre superficial; planas usinadas;
Apoios de concreto;
Projeto, montagem e inspeção de ligações com parafusos de alta resistência;
Parafusos, porcas e arruelas Partes parafusadas Instalação dos parafusos com pretensão; inicial Inspeção;
Bases de pilares;
Condições especificas para o dimensionamento de elementos mistos de aço e concreto; Condições especificas para o dimensionamento de ligações mistas;
Fadiga;
Empoçamento progressivo;
Fratura frágil;
Temperaturas elevadas;
Condições adicionais de projeto;
Contra flechas;
Corrosão nos componentes de aço;
Diretrizes para durabilidade;
Estados-limites de serviço;
Bases para projeto;
Deslocamentos;
Vibrações dimensionais;
Valores da força axial de flambagem elástica;
Seções com dupla simetria ou simétricas em relação a um ponto;
Seções monossimétricas, exceto o caso de cantoneiras simples previsto em E.1.4;
Seções assimétricas, exceto o caso de cantoneiras simples previsto em E.1.4;
Cantoneiras simples conectadas por uma aba;
Valores do coeficiente de flambagem;
Coeficiente de flambagem por flexão;
Flambagem local de barras axialmente comprimidas;
Elementos comprimidos;
Paredes de seções tubulares circulares;
Momento fletor resistente de cálculo de vigas de alma não-esbelta;
Momento fletor resistente de cálculo Simbologia
Momento fletor resistente de cálculo de vigas de alma esbelta
Momento fletor resistente de cálculo;
Aberturas em almas de vigas;
Requisitos para barras de seção variável
Aplicabilidade Força axial de tração resistente de cálculo;
Força axial de compressão resistente de cálculo;
Momento fletor resistente de cálculo;
Aplicabilidade;
Cálculo da tensão máxima e da máxima faixa de variação de tensões;
Faixa admissível de variação de tensões;
Parafusos e barras redondas rosqueadas;
Requisitos especiais de fabricação e montagem;
Vibrações em pisos;
Considerações gerais;
Avaliação precisa;
Avaliação simplificada para as atividades humanas normais;
Vibrações devidas;
Durabilidade de componentes de aço frente à concebo;
Classificação dos ambientes;
Escolha do sistema de proteção;
Cuidados no projeto da estrutura;
Largura efetiva;
Vigas mistas biapoladas;
Vigas mistas continuas e semicontinuas;
Viga mista em balanço e trecho em balanço de viga mista;
Momento fletor resistente de cálculo em regiões de momentos positivos;
Construção escorada;
Momento fletor resistente de cálculo em regiões de momentos negativos;
Resistência da seção transversal;
Considerações adicionais para as vigas semicontinuas;
Número de conectores;
Verificação da flambagem lateral com distorção da seção transversal;
Disposições para lajes de concreto com fôrma de aço incorporada;
Limitações;
Fôrmas com nervuras perpendiculares ao perfil de aço;
Disposições para lajes com pré-laje do concreto;
Verificação à força cortante;
Conectores de cisalhamento;
Força resistente do cálculo de conectores;
Pinos com cabeça;
Perfil U laminado ou formado a frio;
Localização e espaçamento de conectores de cisalhamento;
Limitações complementares;
Controle de fissuras do concreto em vigas mistas;
Exigências;
Armadura mínima de tração sob deformações impostas;
Armadura mínima de tração sob ações impostas;
Pilares mistos de aço e concreto;
Escopo e esclarecimentos;
Hipóteses básicas;
Limites de aplicabilidade;
Flambagem local dos elementos de aço
Cisalhamento nas superfícies de contato entre o perfil de aço e o concreto;
Regiões de introdução de cargas;
Trechos entre regiões de introdução de cargas;
Forças de atrito adicionais devidas aos conectores;
Pilares submetidos à compressão axial;
Força axial de compressão resistente de cálculo à atazane-ação total;
Pilares submetidos à nexo-compressão;
Modelo de cálculo I Modelo de cálculo II Momentos fletores de plastifica, de cálculo;
Disposições construtivas;
Verificação da laje para cargas concentradas ou lineares;
Distribuição;
Armadura de distribuição;
Aços utilizados para fôrma e revestimento;
Ligações mistas;
Comportamento dos componentes das ligações mistas;
Comportamento das barras da armadura tracionada;
Rigidez inicial;
Força resistente de cálculo;
Capacidade de deformação Comportamento dos conectores de cisalhamento na região de momento negativo;
Capacidade de deformação;
Comportamento das partes metálicas da ligação mista;
Ligação da alma da viga apoiada;
Ligação da mesa inferior da viga apoiada;
Propriedades fundamentais da ligação mista completa;
Momento fletor resistente;
Capacidade de rotação;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Registro fotográfico;
Registro de Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
Ensaio de Flambagem


