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Curso Capacitação Tratamento de Água para Consumo Humano Curso Capacitação Tratamento de Água para Consumo Humano
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Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

O Curso Tratamento de Água para Consumo Humano visa capacitar o participante nos procedimentos, equipamentos e dispositivos utilizados para o tratamento de água com a finalidade de consumo humano.
Nome Técnico: Curso Capacitação Tratamento de Água para Consumo Humano

Referência: 99118

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano
O Curso Tratamento de Água para Consumo Humano visa capacitar o participante nos procedimentos, equipamentos e dispositivos utilizados para o tratamento de água com a finalidade de consumo humano,  com intuito de impedir o desenvolvimento ou proliferação de doenças através de água impura, maximizando a qualidade da água para consumo.

Potabilidade da Água
A potabilidade da água é a taxa que estabelece se o consumo é seguro, ou seja, se a ingestão da água pode ou não trazer riscos à saúde do consumidor. Toda água destinada ao consumo humano deve obedecer aos padrões de qualidade estabelecidos na Portaria 2914 do Ministério da Saúde.

Padrões de qualidade da água
Os padrões de qualidade da água variam para cada tipo de uso. Assim, os padrões de potabilidade (água destinada ao abastecimento humano) são diferentes dos de balneabilidade (água para fins de recreação de contato primário), os quais, por sua vez, não são iguais aos estabelecidos para a água de irrigação ou destinada ao uso industrial. Mesmo entre as indústrias, existem requisitos variáveis de qualidade, dependendo do tipo de processamento e dos produtos das mesmas.

Carga horária: 32 Horas Pré-Requisito: Alfabetização

Conteudo Programatico Normativo

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

Características Físicas, Químicas e Biológicas da água;
Padrão de Qualidade de Água;
Conceitos de Implantação de ETAs (Estação de Tratamento de Água);
Sistemas de Exploração de Mananciais;
Vantagens, Desvantagens e Aspectos Legais da Exploração de Mananciais;
1. Técnicas de Coagulação:
1.1 – Critérios de Projeto de Unidades de Mistura Hidráulica e Mecânica;
1.2 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Unidade;
1.3 – Operações de Unidades de Mistura e Controle;
1.4 – Dosagem de Coagulante
2. Técnicas de Floculação:
2.1 – Critérios de Operação de Unidade de Floculação;
2.2 – Unidades Floculação Hidráulica Horizontal e Vertical;
2.3 – Considerações Gerais sobre a Escolha;
3. Técnicas de Sedimentação:
3.1 – Operação e Projeto de Decantadores;
3.2 – Decantadores de Fluxo Horizontal e Laminares;
3.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
4. Técnicas de Filtração:
4.1 – Operação e Projeto de Unidades de Filtração;
4.2 – Filtração Rápida e Defiltração Direta;
4.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
5. Técnicas de Desinfecção:
5.1 – Operação e Projetos de Unidades de Desinfecção;
5.2 – Emprego de Cloro como Agente Desinfetante;
5.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
6. Técnicas de Fluoretação:
6.1 – Fluoretação e Correção do pH;
6.2 – Controle de Corrosão em Sistemas de Água;
6.3 – Índice de Langelier.
Concepção de Tratamento de Lodos em ETA’s;
Cálculo de Produção de Lodo e Balanço de Massa;
Sistemas de Equalização e Recuperação de Água de Filtragem;
Dimensionamento de ETA’s Compactas;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Conceito da NBR ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
Conceito da NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Carga horária e Atualização

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

Características Físicas, Químicas e Biológicas da água;
Padrão de Qualidade de Água;
Conceitos de Implantação de ETAs (Estação de Tratamento de Água);
Sistemas de Exploração de Mananciais;
Vantagens, Desvantagens e Aspectos Legais da Exploração de Mananciais;
1. Técnicas de Coagulação:
1.1 – Critérios de Projeto de Unidades de Mistura Hidráulica e Mecânica;
1.2 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Unidade;
1.3 – Operações de Unidades de Mistura e Controle;
1.4 – Dosagem de Coagulante
2. Técnicas de Floculação:
2.1 – Critérios de Operação de Unidade de Floculação;
2.2 – Unidades Floculação Hidráulica Horizontal e Vertical;
2.3 – Considerações Gerais sobre a Escolha;
3. Técnicas de Sedimentação:
3.1 – Operação e Projeto de Decantadores;
3.2 – Decantadores de Fluxo Horizontal e Laminares;
3.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
4. Técnicas de Filtração:
4.1 – Operação e Projeto de Unidades de Filtração;
4.2 – Filtração Rápida e Defiltração Direta;
4.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
5. Técnicas de Desinfecção:
5.1 – Operação e Projetos de Unidades de Desinfecção;
5.2 – Emprego de Cloro como Agente Desinfetante;
5.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
6. Técnicas de Fluoretação:
6.1 – Fluoretação e Correção do pH;
6.2 – Controle de Corrosão em Sistemas de Água;
6.3 – Índice de Langelier.
Concepção de Tratamento de Lodos em ETA’s;
Cálculo de Produção de Lodo e Balanço de Massa;
Sistemas de Equalização e Recuperação de Água de Filtragem;
Dimensionamento de ETA’s Compactas;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Conceito da NBR ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
Conceito da NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

O tratamento da água para consumo humano é exigido por um número diverso de razões, nas quais se incluem: para prevenir que microrganismos patogênicos causem doenças; para controlar o sabor desagradável e o aparecimento de partículas; para remover a cor excessiva da água e a turvação; para extrair os químicos e minerais dissolvidos. São vários os princípios gerais de purificação da água. Por exemplo, a remoção de contaminantes heterogêneos da água, por sedimentação ou coagulação e sedimentação, filtração, e, flutuação. Como resultado de tal tratamento, os índices de turvação e cor da água são reduzidos.
A eliminação de mistura de bactérias patogênicas e a prevenção da sua reprodução (desinfecção de água) por cloração, iodação, ozonização, prateamento, radiação eletromagnética e eletroquímica, entre outros métodos. O ajustamento da composição da água em misturas dissolvidas. Esta fase pode incluir uma grande diversidade de processos tecnológicos, dependendo da composição e qualidade da água inicial.
Primeiramente, isto inclui a eliminação do odor, sabor, e vestígios de poluentes tóxicos da água, através de métodos como aeração e desgaseificação, oxidação, absorção, e remoção de ferro, manganês, silício, e fluoretos da água. A fase final do tratamento da água pode incluir fluoração e amolecimento da água (remoção da dureza). Em uma região com falta de água doce, mas com disponibilidade de recursos de água salobra e salgada, pode também ser necessário levar a cabo o processo de dessalinização da água.
O tratamento da água específico, por exemplo, através do método de radiação, assim como a sua purificação no que toca a contaminantes específicos, incluindo problemas radioativos, ou particularmente, químicos altamente tóxicos. Já nas estações de tratamento de água (ETA), normalmente, usa-se o processo convencional de tratamento de água em fases. Em cada uma delas existe um rígido controle de dosagem de produtos químicos e acompanhamento dos padrões de qualidade.
A pré-cloração em que o cloro é adicionado assim que a água chega à estação. Isso facilita a retirada de matéria orgânica e metais. A pré-alcalinização, depois do cloro, a água recebe cal ou soda, que servem para ajustar o pH. O índice pH refere-se à água ser um ácido, uma base, ou nenhum deles ou neutra. Um pH de 7 é neutro; um pH abaixo de 7 é ácido e um pH acima de 7 é básico ou alcalino. Para o consumo humano, recomenda-se um pH entre 6,0 e 9,5.
Na coagulação, é adicionado sulfato de alumínio, cloreto férrico ou outro coagulante, seguido de uma agitação violenta da água. Assim, as partículas de sujeira ficam eletricamente desestabilizadas e mais fáceis de agregar.
A floculação vem após a coagulação, e há uma mistura lenta da água, que serve para provocar a formação de flocos com as partículas. Na decantação, a água passa por grandes tanques para separar os flocos de sujeira formados na etapa anterior. Depois vem a filtração em que a água atravessa tanques formados por pedras, areia e carvão antracito. Eles são responsáveis por reter a sujeira que restou da fase de decantação.
Fonte: Portal Tratamento de Água.

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano: Consulte-nos.

Conteúdo Programático

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano

Características Físicas, Químicas e Biológicas da água;
Padrão de Qualidade de Água;
Conceitos de Implantação de ETAs (Estação de Tratamento de Água);
Sistemas de Exploração de Mananciais;
Vantagens, Desvantagens e Aspectos Legais da Exploração de Mananciais;
1. Técnicas de Coagulação:
1.1 – Critérios de Projeto de Unidades de Mistura Hidráulica e Mecânica;
1.2 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Unidade;
1.3 – Operações de Unidades de Mistura e Controle;
1.4 – Dosagem de Coagulante
2. Técnicas de Floculação:
2.1 – Critérios de Operação de Unidade de Floculação;
2.2 – Unidades Floculação Hidráulica Horizontal e Vertical;
2.3 – Considerações Gerais sobre a Escolha;
3. Técnicas de Sedimentação:
3.1 – Operação e Projeto de Decantadores;
3.2 – Decantadores de Fluxo Horizontal e Laminares;
3.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
4. Técnicas de Filtração:
4.1 – Operação e Projeto de Unidades de Filtração;
4.2 – Filtração Rápida e Defiltração Direta;
4.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
5. Técnicas de Desinfecção:
5.1 – Operação e Projetos de Unidades de Desinfecção;
5.2 – Emprego de Cloro como Agente Desinfetante;
5.3 – Aplicações, Vantagens e Desvantagens de cada Tipo;
6. Técnicas de Fluoretação:
6.1 – Fluoretação e Correção do pH;
6.2 – Controle de Corrosão em Sistemas de Água;
6.3 – Índice de Langelier.
Concepção de Tratamento de Lodos em ETA’s;
Cálculo de Produção de Lodo e Balanço de Massa;
Sistemas de Equalização e Recuperação de Água de Filtragem;
Dimensionamento de ETA’s Compactas;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Conceito da NBR ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
Conceito da NBR ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

É facultado à  nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Curso Tratamento de Água para Consumo Humano