Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO RESGATISTA INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL BÁSICO – NBR 16710 – 1 RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU EM ESPAÇO CONFINADO – PARTE 1
Referência: 160672
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Curso Resgatista Industrial
Curso Resgatista Industrial: O objetivo do resgatista industrial é atuar na prevenção e no atendimento emergencial em situações críticas de trabalho em altura (NR 35) e espaço confinado (NR 33), garantindo a preservação da vida e a segurança operacional. Ele é responsável por planejar, coordenar e executar ações de resgate em cenários de alto risco, utilizando técnicas avançadas e equipamentos específicos para retirar vítimas em condições adversas.
Além do papel direto em emergências, o resgatista também contribui para fortalecer a cultura de segurança nas empresas, participando de simulações, treinamentos, inspeções e análises de risco. Seu objetivo maior é minimizar o tempo de resposta em acidentes, reduzir consequências humanas e patrimoniais.
O que caracteriza o papel do resgatista industrial em altura e espaço confinado?
O Curso resgatista industrial, treina o profissional a se especializar em intervir quando as atividades de rotina em altura ou em espaços confinados saem do controle e colocam vidas em risco. Sendo assim, ele possui preparo técnico para acessar áreas de difícil alcance, realizar resgate vertical, estabilizar vítimas e conduzi-las em segurança até uma zona de atendimento.
Sua função, entretanto, não se limita à resposta emergencial. Assim, ele também atua no planejamento preventivo, participa de análises de risco e auxilia na elaboração de planos de emergência, tornando-se uma peça essencial na engrenagem da segurança industrial.

Profissionais preparados para cenários extremos.
Curso Resgatista Industrial: Como a ergonomia influencia no trabalho do resgatista?
Embora muitas vezes negligenciada, a ergonomia é um fator decisivo para a saúde e eficiência do resgatista. Assim, a atividade exige esforço físico intenso, postura adequada e uso constante de equipamentos pesados. Sendo assim, sem atenção ergonômica, o profissional pode desenvolver fadiga, lesões e perda de rendimento durante a operação, colocando em risco a si mesmo e a vítima.
Movimentação de vítimas: exige técnicas que preservem tanto o corpo da vítima quando o do resgatista.
Uso de EPI e sistemas de resgate: deve ser ajustado ao corpo para, assim, reduzir esforços desnecessários.
Resultado direto: mais agilidade, menos risco de sobrecarga e, assim, maior durabilidade física em operações longas.
Como o resgatista garante segurança durante o salvamento em altura?
Durante um resgate em altura, o profissional utiliza sistemas de ancoragem redundantes, cordas certificadas, dispositivos de descida controlada, tripés e polias que permitem movimentar a vítima de forma segura. Assim, ele deve manter a estabilidade emocional, tomar decisões rápidas e seguir protocolos que reduzem o risco de novos acidentes.
Cada etapa é previamente estudada e simulada, garantindo que a execução ocorra com precisão e eficiência. Sendo assim, esse planejamento prévio transforma um cenário de caos em uma operação controlada, onde a vida da vítima é preservada.
Quais são as responsabilidades da empresa e do resgatista industrial em operações de risco?
| Aspecto | Empresa | Resgatista |
|---|---|---|
| Treinamento | Oferecer capacitação e reciclagem periódica | Participar e manter habilidades ativas |
| Equipamentos | Fornecer EPIs e kits de resgate certificados | Usar corretamente e relatar falhas |
| Planos de emergência | Criar, validar e atualizar protocolos | Executar e propor melhorias |
| Prevenção | Realizar análise de risco antes das atividades | Sinalizar falhas e sugerir ajustes |
| Responsabilidade legal | Responde civilmente por ausência de estrutura | Responde por imprudência individual |
Qual a importância da comunicação para o resgatista industrial durante o salvamento?
A comunicação eficiente é a espinha dorsal de qualquer operação de resgate. Por isso, em cenários críticos, segundos podem definir a vida ou a morte de uma vítima, e qualquer falha de transmissão pode colocar toda a equipe em risco. Sendo assim, o resgatista utiliza rádios intrinsecamente seguros, cabos-guia com áudio e até sinais manuais padronizados, dependendo das condições ambientais.
O aspecto estratégico da comunicação está na coordenação das etapas do resgate: movimentação da vítima, uso de sistemas de polias, ativação de primeiros socorros e contato com supervisores externos. Quando bem aplicada, a comunicação cria um ambiente de disciplina operacional, onde cada membro da equipe sabe exatamente o que fazer.

Formação que salva vidas em altura e confinamento.
O que diferencia o resgate em altura do resgate em espaço confinado?
Cada ambiente apresenta riscos singulares, e a forma como o resgatista atua depende diretamente do tipo de cenário. Entender essas diferenças é essencial para o sucesso da operação.
Resgate em altura: foca em quedas, suspensões prolongadas, dificuldade de acesso e risco de novos acidentes durante a descida ou elevação da vítima.
Resgate em espaço confinado: concentra-se em atmosferas perigosas, falta de ventilação, risco de explosões e limitação de movimentos do socorrista.
Diferença chave: no resgate em altura, a gravidade é o maior inimigo; no espaço confinado, a atmosfera é a principal ameaça.
Curso Resgatista Industrial: Como a saúde mental influencia na eficácia do resgatista?
O equilíbrio psicológico é fundamental para quem atua em resgates industriais. O resgatista lida frequentemente com situações traumáticas, como vítimas inconscientes, atmosferas críticas ou acidentes fatais. Por isso, manter a serenidade nesses momentos exige treinamento mental e acompanhamento contínuo.
Práticas como simulações realistas, treinamentos em cenários de estresse controlado e acompanhamento psicológico fortalecem sua resiliência. Assim, um resgatista mentalmente preparado não se paralisa diante do caos, mas canaliza a pressão para a ação eficiente. Isso não apenas salva vidas, como protege sua própria saúde a longo prazo.
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Resgatista Industrial
CURSO APRIMORAMENTO RESGATISTA INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU ESPAÇO CONFINADO NR 33 E NR 35 – NÍVEL BÁSICO – NBR 16710 – 1 RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU EM ESPAÇO CONFINADO – PARTE 1
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Normativos e Técnicos (4 HORAS)
NR 33 e NR 35: fundamentos e responsabilidades.
NBR 16710-1: escopo, requisitos e aplicação.
Importância da Equipe de Resgate no contexto industrial.
Conceitos-chave: fator de queda, força de choque, trauma por suspensão inerte.
Entendimento da tarefa e da criticidade da atividade.
MÓDULO 2 – Equipamentos e Prontidão Operacional (6 HORAS)
Seleção, uso e inspeção de:
EPI: cinto paraquedista, talabarte, trava-quedas, capacete, luvas.
EPC: cordas, ancoragens, polias, bloqueadores, tripés, macas.
Certificação, recusa e descarte de equipamentos.
Métodos de limpeza, armazenamento e transporte.
MÓDULO 3 – Planejamento Operacional e Gestão de Riscos (4 HORAS)
Análise Preliminar de Riscos (APR).
Plano de Emergência (PE), GRO e PGR na prática.
Riscos em espaços confinados e alturas: percepção, habituação e controle.
Entendimento sobre ergonomia e análise de posto de trabalho.
MÓDULO 4 – Psicodinâmica e Fatores Humanos no Resgate (4 HORAS)
Fator medo e desempenho sob pressão.
Administração do tempo e equilíbrio energético.
Impactos comportamentais na segurança e causas de acidentes.
Árvores de Causas e sua aplicação no pós-incidente.
MÓDULO 5 – Sistemas de Resgate e Evacuação (6 HORAS)
Montagem de sistemas simples de vantagem mecânica.
Nós de encordoamento e ancoragens básicas.
Resgate com sistemas pré-engenheirados e manuais.
Técnicas verticais de movimentação de vítimas.
MÓDULO 6 – Técnicas de Transporte e Imobilização (6 HORAS)
Tipos de macas e sua compatibilidade com o tipo de lesão.
Técnicas de imobilização com ou sem imobilizadores.
Transporte vertical em altura e espaço confinado.
Utilização de EPIs respiratórios em ambientes hostis.
MÓDULO 7 – Comunicação, Registro e Linguagem-Padrão (2 HORAS)
Comunicação operacional eficaz durante o resgate.
Padronização de linguagem de emergência.
Registro das evidências e rastreabilidade da operação.
MÓDULO 8 – Avaliação Final e Encerramento (2 HORAS)
Avaliação teórica e prática.
Feedforward individual e em grupo.
Emissão de certificado de participação conforme desempenho.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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