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  • CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA
Ponteadeira de solda por resistência em operação, com eletrodo aplicando corrente sobre chapa metálica. Observa-se formação térmica localizada e alinhamento mecânico do conjunto.
quarta-feira, 18 fevereiro 2026 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Normas Regulamentadoras, NR10, NR12, Sem categoria

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO TÉCNICO EM SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Referência: 239571

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

O curso ponteadeira de solda desenvolve competência técnica avançada em soldagem por resistência com foco em controle energético, estabilidade do ponto e repetibilidade industrial. Primeiramente, o participante compreende fundamentos físicos, metalúrgicos e elétricos que influenciam a formação do nugget e a zona termicamente afetada. Em seguida, aplica parâmetros críticos de corrente, tempo e força para reduzir deformações térmicas em aço inox e aço carbono fino. Além disso, o treinamento integra análise de defeitos, simulação de falhas e interpretação de variáveis do processo. Dessa forma, o profissional passa a atuar com maior precisão, reduzindo não conformidades e melhorando o padrão estrutural e estético das peças soldadas.

O programa também direciona o aluno para controle estatístico do processo, validação técnica e manutenção preventiva das ponteadeiras de solda. Assim, o participante aprende a criar procedimentos padronizados, fichas de parametrização e critérios claros de aceitabilidade visual e dimensional. Posteriormente, utiliza métodos de monitoramento contínuo para elevar a rastreabilidade industrial e otimizar a eficiência energética do equipamento. Paralelamente, o curso fortalece a aplicação de requisitos de segurança industrial e NR-12, garantindo operação confiável e protegida. Como resultado, o profissional aumenta a vida útil dos eletrodos, melhora a produtividade e mantém consistência técnica em ambientes laboratoriais e estruturas metálicas de precisão.

COMO A CORRENTE ELÉTRICA INFLUENCIA DIRETAMENTE A FORMAÇÃO DO NUGGET NA SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA?

Vemos no curso ponteadeira de solda também que correntes elétricas determinam a quantidade de calor gerada pela Lei de Joule, portanto controla diretamente a fusão localizada entre as chapas. Quando o operador ajusta corretamente a corrente, ele garante estabilidade térmica e reduz falhas estruturais. Além disso, níveis excessivos provocam expulsão de material e desgaste prematuro dos eletrodos. Por outro lado, correntes insuficientes geram falta de fusão e baixa resistência mecânica do ponto. Assim, o controle preciso da corrente torna-se essencial para alcançar repetibilidade industrial e qualidade dimensional constante.

Além disso, o operador deve correlacionar corrente com tempo e força aplicada. Dessa forma, ele evita variações térmicas que causam deformações superficiais em inox e aço carbono fino. Consequentemente, a parametrização adequada aumenta a eficiência energética e reduz retrabalho. Portanto, a análise contínua dos parâmetros garante consistência produtiva e estabilidade do processo.

Ponteadeira de solda por resistência em operação, com eletrodo aplicando corrente sobre chapa metálica. Observa-se formação térmica localizada e alinhamento mecânico do conjunto.

Ponteadeira de solda por resistência em operação, com eletrodo aplicando corrente sobre chapa metálica. Observa-se formação térmica localizada e alinhamento mecânico do conjunto.

POR QUE O CONTROLE DA FORÇA DO ELETRODO É ESSENCIAL PARA EVITAR DEFEITOS ESTRUTURAIS?

A força do eletrodo regula a resistência elétrica de contato, portanto influencia diretamente a geração de calor e a formação uniforme do ponto. Quando o operador aplica força adequada, ele melhora a condução elétrica e estabiliza o processo térmico. Entretanto, forças excessivas reduzem a resistência de contato e diminuem o aquecimento necessário para fusão eficiente. Em contraste, forças insuficientes aumentam respingos e marcam excessivamente a superfície. Assim, o equilíbrio mecânico torna-se decisivo para garantir integridade estrutural e aparência estética.

Além disso, no curso ponteadeira de solda, vemos que o ajuste correto da pressão contribui para maior vida útil dos eletrodos e menor deformação térmica. Dessa maneira, o processo mantém repetibilidade mesmo em produção seriada. Consequentemente, a padronização da força reduz variabilidade operacional e facilita a rastreabilidade técnica. Portanto, o controle da pressão representa um dos pilares da qualidade em soldagem por resistência.

QUAIS VANTAGENS TÉCNICAS O SISTEMA MFDC APRESENTA EM COMPARAÇÃO AO SISTEMA AC CONVENCIONAL?

No curso ponteadeira de solda, vemos que o sistema MFDC oferece controle digital preciso da corrente, portanto melhora a estabilidade energética e reduz variações térmicas durante o ciclo de solda. Além disso, ele concentra energia de forma mais eficiente, permitindo menor deformação em chapas finas de inox. Em comparação, o sistema AC apresenta oscilações naturais que podem afetar a consistência do ponto. Assim, a tecnologia MFDC favorece repetibilidade e controle dimensional mais rigoroso.

Além disso, o MFDC reduz consumo energético e melhora o controle do diâmetro do nugget. Dessa forma, o operador obtém resultados mais previsíveis em processos críticos. Consequentemente, empresas que buscam alto padrão estético e estrutural adotam essa tecnologia em linhas industriais avançadas. Portanto, a escolha entre AC e MFDC impacta diretamente produtividade e qualidade final.

COMO O CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO CONTRIBUI PARA REDUZIR RETRABALHO EM SOLDAGEM PONTO?

O controle estatístico permite monitorar variáveis críticas como corrente, tempo e força, portanto identifica desvios antes que ocorram falhas estruturais. Quando o técnico analisa tendências de dados, no curso ponteadeira de solda ele aprende a antecipar problemas e corrige parâmetros rapidamente. Além disso, o CEP ajuda a manter repetibilidade entre lotes e operadores diferentes. Dessa forma, o processo torna-se previsível e confiável.

Posteriormente, o uso de gráficos e análise de desvio padrão facilita a tomada de decisões técnicas baseadas em dados reais. Consequentemente, a equipe reduz desperdícios e melhora a eficiência produtiva. Além disso, o monitoramento contínuo fortalece a rastreabilidade industrial e o controle de qualidade interno. Portanto, o CEP atua como ferramenta estratégica para manter estabilidade operacional.

QUAL A IMPORTÂNCIA DA MANUTENÇÃO TÉCNICA PREVENTIVA NAS PONTEADEIRAS DE SOLDA POR RESISTÊNCIA?

A manutenção preventiva preserva a geometria correta dos eletrodos, portanto mantém estabilidade térmica e qualidade do ponto de solda. Quando o operador monitora desgaste e sistema de refrigeração, ele evita falhas elétricas e superaquecimento. Além disso, a calibração periódica do temporizador garante precisão no ciclo de soldagem. Dessa maneira, o equipamento opera dentro dos parâmetros ideais.

Além disso, no curso ponteadeira de solda, diagnósticos regulares permitem identificar anomalias nas curvas de corrente antes que causem defeitos estruturais. Consequentemente, a empresa reduz paradas não planejadas e aumenta a vida útil dos componentes. Portanto, a manutenção técnica não apenas protege o equipamento, mas também sustenta a eficiência energética e a consistência do processo produtivo.

Equipamento em posição estática, sem geração de faíscas, evidenciando geometria do eletrodo, mesa de apoio e configuração técnica da cabeça de solda.

Equipamento em posição estática, sem geração de faíscas, evidenciando geometria do eletrodo, mesa de apoio e configuração técnica da cabeça de solda.

QUAL A IMPORTÂNCIA DO CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA?

O curso eleva o nível técnico do profissional ao integrar fundamentos físicos, metalúrgicos e operacionais da soldagem por resistência. Primeiramente, o participante compreende como controlar corrente, tempo e força para gerar pontos consistentes e estruturalmente confiáveis. Além disso, ele aprende a reduzir deformações térmicas e falhas típicas que comprometem acabamento e desempenho mecânico. Dessa forma, o treinamento contribui diretamente para padronização industrial e melhoria contínua do processo produtivo. Consequentemente, empresas aumentam produtividade, reduzem retrabalho e mantêm maior estabilidade operacional em equipamentos laboratoriais e estruturas metálicas de precisão.

Além disso, o curso ponteadeira de solda fortalece a rastreabilidade técnica e o controle estatístico do processo, elementos essenciais para ambientes industriais exigentes. Em seguida, o profissional aplica critérios claros de qualidade, manutenção preventiva e segurança industrial alinhados à NR-12. Assim, ele atua de forma mais segura, previsível e eficiente durante toda a operação da ponteadeira. Paralelamente, o conhecimento adquirido aumenta a vida útil dos eletrodos e melhora o aproveitamento energético. Portanto, o curso não apenas desenvolve habilidade técnica avançada, mas também sustenta decisões operacionais baseadas em dados e desempenho real.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 60 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

CURSO APRIMORAMENTO TÉCNICO EM SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Carga Horária Total: 60 Horas

MÓDULO 1 – FUNDAMENTOS FÍSICOS DA SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA (8 horas)
Conteúdo técnico:
Lei de Joule aplicada ao processo
Resistência elétrica de contato
Influência da resistividade do inox
Curva de geração de calor
Zona termicamente afetada (ZTA)
Formação do “nugget” (núcleo de solda)

Análise prática:
Influência da pressão na geração térmica
Interação corrente × tempo × força

MÓDULO 2 – METALURGIA APLICADA AO INOX E AÇO CARBONO (8 horas)
Abordagem técnica:
Estrutura cristalina do inox austenítico
Sensibilização e precipitação de carbonetos
Risco de corrosão intergranular
Alterações microestruturais na ZTA
Comparação inox × aço carbono

Aplicação direta na Quimis:
Controle de aparência superficial em equipamentos laboratoriais.

MÓDULO 3 – TIPOS DE PONTEADEIRAS E TECNOLOGIA DE ALIMENTAÇÃO (8 horas)
Foco técnico:
Tipo C – Coluna Fixa
Rigidez estrutural
Controle dimensional
Aplicação em produção seriada

MFDC (Média Frequência DC)
Controle digital de corrente
Precisão energética
Redução de distorção
Estabilidade do ponto

AC Convencional
Limitações técnicas
Aplicações secundárias

Comparativo técnico profundo AC × MFDC.

MÓDULO 4 – PARAMETRIZAÇÃO AVANÇADA DO PROCESSO (10 horas)
Desenvolvimento técnico:
Determinação da corrente ideal
Cálculo de energia por ponto
Definição de tempo de solda
Força ideal de eletrodo
Diâmetro ideal do nugget

Aplicação Pratica:
Tabelas para chapas:
0,8 mm
1,0 mm
1,2 mm
1,5 mm
2,0 mm

Simulação de erro:
Falta de fusão
Expulsão de material
Marcação excessiva
Deformação térmica

MÓDULO 5 – CONTROLE DE QUALIDADE E VALIDAÇÃO (8 horas)
Ensaios aplicáveis:
Ensaio destrutivo de arrancamento
Medição do diâmetro do ponto
Análise visual técnica
Controle dimensional pós-solda

Implantação de:
Ficha técnica de parametrização
Procedimento padrão interno (WPS simplificado para resistência)
Rastreabilidade por lote

MÓDULO 6 – CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (6 horas)
CEP aplicado à solda ponto
Monitoramento de variáveis críticas
Controle de desvio padrão
Análise de repetibilidade
Redução de retrabalho

MÓDULO 7 – MANUTENÇÃO TÉCNICA DA PONTEADEIRA (6 horas)
Conteúdo técnico profundo:
Desgaste de eletrodos
Geometria ideal da ponta
Sistema de refrigeração
Calibração de temporizador
Diagnóstico de falhas elétricas
Interpretação de curva de corrente

MÓDULO 8 – SEGURANÇA INDUSTRIAL E PROTEÇÃO DE EQUIPAMENTOS (6 horas)
Riscos elétricos
Riscos térmicos
NR-12 aplicada à pontEadeira
Bloqueio e etiquetagem (LOTO)
Proteção contra arco elétrico

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 120 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 60 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 30 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:

NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 17 – Ergonomia;
ABNT NBR ISO 4063 – Processos de Soldagem e Processos Afins – Nomenclatura e Referências Numéricas;
ABNT NBR ISO 17677-1 – Soldagem por Resistência – Vocabulário;
ABNT NBR ISO 17677-2 – Soldagem por Resistência – Equipamentos de Soldagem;
ABNT NBR ISO 14373 – Soldagem por Resistência – Procedimentos para Solda Ponto;
ABNT NBR ISO 18278-2 – Soldagem por Resistência – Soldagem por Ponto em Aços;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 12100 – Segurança de Máquinas – Princípios gerais de projeto – Apreciação e redução de riscos;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 5817 – Soldagem – Níveis de qualidade para imperfeições em juntas soldadas por fusão;
ABNT NBR ISO 9712 – Ensaios Não Destrutivos – Qualificação e Certificação de Pessoal;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 3834 – Requisitos de qualidade para soldagem por fusão de materiais metálicos.

Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

POR QUE A SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA GERA MENOS DEFORMAÇÃO TÉRMICA QUE OUTROS PROCESSOS?
A soldagem por resistência concentra energia elétrica diretamente na interface das chapas, portanto reduz a dispersão térmica em áreas adjacentes. Dessa forma, o aquecimento ocorre de maneira localizada e controlada. Além disso, o tempo de aplicação de corrente permanece curto, o que limita a expansão térmica do material. Consequentemente, o operador consegue manter melhor alinhamento dimensional e acabamento superficial mais uniforme. Em comparação com processos de arco elétrico, a ZTA tende a ser menor, reduzindo alterações microestruturais indesejadas. Por outro lado, a parametrização incorreta pode gerar marcas excessivas ou expulsão de material. Assim, o domínio técnico do processo torna-se essencial para alcançar resultados estáveis. Portanto, a combinação entre pressão mecânica e corrente elétrica controlada explica a menor deformação observada nesse método.

COMO O FORMATO DO ELETRODO INFLUENCIA DIRETAMENTE A QUALIDADE DO PONTO DE SOLDA?
O formato do eletrodo define a área de contato elétrica e mecânica, portanto controla a distribuição de corrente e pressão sobre a chapa. Quando o eletrodo possui geometria adequada, ele concentra energia de forma eficiente e forma um nugget uniforme. Além disso, a superfície correta reduz marcas e evita desgaste prematuro. Em contrapartida, eletrodos deformados alteram a resistência de contato e provocam aquecimento irregular. Dessa maneira, surgem defeitos como falta de fusão ou respingos. O operador deve monitorar constantemente a geometria e realizar dressagem quando necessário. Consequentemente, a manutenção preventiva garante repetibilidade e estabilidade produtiva. Portanto, a escolha do perfil do eletrodo impacta diretamente a qualidade estrutural e estética do ponto soldado.

POR QUE O SISTEMA MFDC MELHORA A EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM COMPARAÇÃO AO AC?
O sistema MFDC utiliza corrente contínua de média frequência, portanto entrega energia de forma mais estável e controlada durante o ciclo de soldagem. Dessa forma, o equipamento reduz perdas elétricas e melhora o aproveitamento energético. Além disso, a precisão digital permite ajustes finos que mantêm o diâmetro do nugget dentro das tolerâncias especificadas. Em contraste, o sistema AC apresenta oscilações naturais que podem gerar variações térmicas indesejadas. Consequentemente, o MFDC reduz deformações e aumenta a vida útil dos eletrodos. Outro fator relevante envolve a menor necessidade de corrente elevada para alcançar o mesmo resultado térmico. Assim, a tecnologia MFDC torna-se ideal para chapas finas e aplicações que exigem acabamento superior. Portanto, empresas que buscam estabilidade adotam essa solução com maior frequência.

COMO O CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO EVITA RETRABALHO NA SOLDAGEM PONTO?
O controle estatístico monitora parâmetros críticos em tempo real, portanto identifica desvios antes que se tornem falhas estruturais. Quando o técnico analisa tendências de corrente, força e tempo, ele corrige variações rapidamente. Além disso, gráficos de controle permitem comparar lotes e operadores, aumentando a previsibilidade do processo. Dessa forma, a produção mantém consistência dimensional e reduz desperdícios. Consequentemente, o CEP fortalece a rastreabilidade industrial e melhora a tomada de decisões baseada em dados. Outro benefício envolve a padronização de procedimentos internos, que reduz variabilidade humana. Assim, a empresa diminui retrabalho e aumenta produtividade. Portanto, o uso de análise estatística transforma a soldagem por resistência em um processo mais controlado e eficiente.

POR QUE A MANUTENÇÃO PREVENTIVA DA PONTEADEIRA INFLUENCIA DIRETAMENTE A QUALIDADE DA SOLDA?
A manutenção preventiva mantém eletrodos, sistemas elétricos e refrigeração dentro das condições ideais, portanto preserva estabilidade térmica durante a soldagem. Quando o operador calibra temporizadores e verifica conexões elétricas, ele evita oscilações que prejudicam o nugget. Além disso, o controle do sistema de refrigeração reduz superaquecimento e desgaste prematuro dos componentes. Em contrapartida, equipamentos sem manutenção apresentam variações de corrente e pressão, comprometendo a repetibilidade. Dessa maneira, falhas estruturais surgem mesmo com parâmetros corretos. O diagnóstico periódico também permite identificar anomalias nas curvas de corrente. Consequentemente, a empresa reduz paradas inesperadas e melhora a eficiência energética. Portanto, a manutenção técnica representa um fator essencial para manter qualidade constante e segurança operacional.

CURSO SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

SAIBA MAIS – CURSO APRIMORAMENTO TÉCNICO EM SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA – PONTEADEIRA DE SOLDA

Para mais informações sobre Segurança em Máquinas e Equipamentos (NR-12): Clique Aqui
Para visualizar a Norma ABNT NBR ISO 18278 – Soldagem por Resistência (documentação técnica): Clique Aqui

NR 12 – SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
Estabelece referências técnicas, princípios fundamentais e medidas de proteção para garantir a integridade física dos trabalhadores durante a operação, manutenção e inspeção de equipamentos industriais, incluindo máquinas de soldagem por resistência.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Norma Regulamentadora:

Art. 1º Esta Norma estabelece requisitos mínimos para prevenção de acidentes e doenças do trabalho nas fases de projeto, fabricação, importação, comercialização, utilização e manutenção de máquinas e equipamentos.

Art. 2º As organizações devem implementar sistemas de proteção coletiva, dispositivos de parada de emergência e procedimentos seguros de operação compatíveis com a análise de riscos da atividade.

Art. 3º Os trabalhadores devem receber capacitação adequada antes da operação do equipamento, considerando riscos elétricos, térmicos e mecânicos envolvidos no processo de soldagem industrial.

Art. 4º O empregador deve garantir manuais técnicos, sinalização de segurança, bloqueio e etiquetagem (LOTO) e sistemas de controle operacional que reduzam falhas humanas e operacionais.

Art. 5º O não cumprimento dos requisitos pode resultar em penalidades administrativas, conforme legislação trabalhista vigente.

Brasília, Ministério do Trabalho e Emprego.

ABNT NBR ISO 18278 – SOLDAGEM POR RESISTÊNCIA
Define requisitos técnicos para procedimentos de soldagem por resistência, parâmetros de corrente, força e tempo, critérios de qualidade do ponto soldado e métodos de avaliação do nugget.

Art. 1º Estabelece diretrizes para aplicação segura e padronizada da soldagem ponto em materiais metálicos.
Art. 2º Orienta a qualificação do processo e a validação dos resultados, garantindo repetibilidade industrial e rastreabilidade técnica.
Art. 3º Recomenda controle de parâmetros energéticos, inspeções periódicas e análise de defeitos para manutenção da qualidade estrutural das juntas soldadas.

Referências técnicas: NR 12; ABNT NBR ISO 18278; ABNT NBR ISO 12100; ISO 45001.

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O que você pode ler a seguir

利用数字资源进行辅助培训,旨在巩固技术技能、记录学习成果,并确保符合监管标准要求的文件可追溯性。
(NR)培训:谁来支付费用?在哪里进行培训?
La presencia de portapapeles y cascos demuestra el control de documentos y la planificación operativa. Representa la trazabilidad técnica requerida en las auditorías, donde la capacitación debe vincularse con los procedimientos, los registros y la validación práctica en un entorno real.
Capacitación NR: ¿Quién paga y dónde practicar?
Un trabajador en altura accediendo a una estructura vertical, demostrando un riesgo real de caída y la necesidad de una capacitación práctica de acuerdo con la NR 35, centrada en el anclaje, la inspección visual y el control operacional.
Curso NR Traducido: ¿Riesgo Oculto?

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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