Nome Técnico: Curso Aprimoramento Como Elaborar Relatório Técnico de Poeiras Combustíveis e Explosivas NBR IEC 60079-10-1 Classificação das Áreas
TREINAMENTO LIVRE PROFISSIONALIZANTE NOÇÕES BÁSICAS – Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico – Referência: 189002
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Curso Poeiras Combustíveis e Explosivas
O objetivo do Curso Aprimoramento Como Elaborar Relatório Técnico de Poeiras Combustíveis e Explosivas Classificação das Áreas conforme NBR IEC 60079 refere-se à classificação de áreas onde pode ocorrera presença de gases ou vapores inflamáveis, e pode ser utilizada como base para a seleção e instalação adequadas de equipamentos para utilização em áreas classificadas.
A NBR IEC 60079 é destinada a ser aplicada onde haja o risco de ignição devido à presença de gás ou de vapor inflamável misturado com o ar, porém não é aplicável a:
a) minas sujeitas a presença de grisu;
b) processamento e manufatura de explosivos;
c) falhas catastróficas ou falhas raras que estejam além do conceito de anormalidade considerado nesta Norma;
d) ambientes utilizados com objetivos médicos;
e) ambientes domésticos;
f) áreas onde um risco possa ser gerado pela presença de poeiras ou fibras combustíveis. mas os princípios possam ser utilizados na avaliação de misturas híbridas (ver também a ABNT NBR IEC 60079-10-2).
Como proceder onde existe quantidades e concentrações Perigosas de Vapores ou Gases Inflamáveis?
Em áreas onde quantidades e concentrações perigosas de vapores ou gases inflamáveis podem ocorrer, medidas de proteção necessitam ser aplicadas de forma a reduzir o risco de explosões. Esta Parte da ABNT NBR IEC 60079 estabelece os critérios essenciais nos quais o risco de ignição pode ser avaliado e representa um guia para o projeto e o controle de parâmetros que podem ser utilizados para reduzir tais riscos.
O que são as zonas de extensão desprezível?
4.4.2 Zonas de extensão desprezível
Em alguns casos, uma zona de extensão desprezível (ED) pode surgir e ser tratada como área não classificada. Uma zona de extensão desprezível pode também implicar em uma taxa ou quantidade de liberação desprezível. considerando o volume da dispersão.
Este tipo de zona implica que uma explosão, caso ocorra. tem consequências desprezíveis.
O conceito de zona de extensão desprezível pode ser aplicado independentemente de quaisquer outros ajustes para a avaliação de risco na determinação do EPL. É recomendado que o critério para a determinação de uma zona de extensão desprezível tenha como base os seguintes fatores:
I) Uma ignição não resultaria em uma pressão suficiente para causar dano, devido à onda de pressão ou aos danos que poderiam ser causados por partículas ou objetos projetados. por exemplo, vidro quebrado de janelas.
II) Uma ignição não resultaria em calor suficiente para causar danos ou incêndio em materiais nas redondezas.
lII) Para distribuição de gás com pressões acima de 1 000 kPag (10 barg), considerações devem ser fornecidas para urna avaliação de risco específica.
IV) Uma zona de extensão desprezível não pode ser aplicada á distribuição de gás com pressões acima de 2 000 kPag (20 barg). a menos que uma avaliação de risco específica e detalhada possa documentar outros critérios.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Certificado de conclusão
Curso Poeiras Combustíveis e Explosivas
Escopo;
Termos e definições;
Princípios de segurança;
Objetivos da classificação de áreas;
Interior de equipamentos contendo substâncias Inflamáveis;
Avaliação dos riscos de explosão;
Generalidades;
Zonas de extensão desprezível;Falhas catastróficas;Competências pessoais;
Metodologia de classificação de áreas;
Classificação de áreas pelo método de fontes de liberação; Utilização de códigos industriais ou de normas nacionais; Instalações com gás combustível; Métodos simplificados; Combinação de abordagens;
Liberação de substâncias inflamáveis;
Fontes de liberação; Formas de liberação; Liberações em forma de gás; Liberações de gases liquefeitos sob pressão; Liberações de gases liquefeitos por resfriamento; Liberação de névoas inflamáveis; Liberação de vapores; Liberações de líquidos;
Ventilação (ou movimento de ar) e diluição;
Influência do grau das fontes de liberação; Influência da diluição; Influência da disponibilidade de ventilação;
Extensões das zonas; Documentação; Desenhos, listas de dados e tabelas; Sugestão de apresentação para a classificação de áreas; Áreas classificadas – Símbolos preferenciais para as zonas; Sugestão de formatos para áreas classificadas; Estimativa de fontes de liberação;
Símbolos; Exemplos de graus de liberação;
Fontes de liberação de grau contínuo; Fontes de grau de liberação primário; Fontes de liberação de grau secundário;
Avaliação dos graus de liberação;
Combinação de fontes de liberações;Área equivalente a um furo da fonte de liberação;Formas de liberação; Taxa de liberação; Estimativa da taxa de liberação; Taxa de liberação de líquidos; Taxa de liberação de gás ou vapor; Taxas de liberação em evaporação de poças ;
Liberação a partir de aberturas em edificações 44 Generalidades 44 Aberturas como possíveis fontes de liberação; Tipos das aberturas;
Diretrizes sobre ventilação; Símbolos;
Avaliação da ventilação e da diluição, e sua Influência na classificação de áreas;
Efetividade da ventilação; Critérios para a avaliação da diluição; Avaliação da velocidade da ventilação; Avaliação do grau de diluição 52 Diluição em edificações; Concentração preexistente e liberações em um ambiente ventilado; Critérios para avaliação da disponibilidade da ventilação; Critérios para a ventilação natural; Critérios para a ventilação artificial; Exemplos de arranjos e avaliação da ventilação; Liberação em forma de jato no interior de uma edificação com grandes dimensões; Liberação em forma de Jato no interior de uma edificação com pequenas dimensões, com ventilação natural; Liberação em forma de Jato em uma edificação com pequenas dimensões; Liberação em forma de Jato em uma edificação com pequenas dimensões, com ventilação artificial; Liberação com baixa velocidade; Emissões fugitivas; Ventilação e exaustão artificial local; Ventilação natural em edificações; Ventilação induzida por ventos; Ventilação induzida por flutuabilidade; Combinação de ventilação natural induzida por ventos e flutuabilidade;
Estimativa da extensão de zonas na classificação de áreas;
Estimativa do tipo de zona; Estimativa da extensão da área classificada; Exemplos de classificação de áreas; Exemplo de estudo de caso de classificação de áreas; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas; Fluxograma geral para elaboração de classificação de áreas; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas; Grau de liberação continuo; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas; Grau de liberação primário; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas; Grau de liberação secundário; Névoas inflamáveis; Hidrogênio; Misturas híbridas;
Generalidades Utilização da ventilação para a classificação de áreas;
Limites da concentração reações químicas; Limites de energia e de temperatura; Requisitos para a determinação das zonas; Equações úteis para auxiliar a classificação de áreas; Diluição com ar de uma liberação de uma substância inflamável; Estimativa do tempo necessário para a diluição de uma substância inflamável em uma liberação; Códigos industriais e normas estrangeiras; Volume de diluição; Símbolos preferenciais para as zonas de áreas classificadas; Gás ou vapor a baixa pressão (ou a alta pressão, em caso de direção de liberação não previsível) 30 3; Gás ou vapor em alta pressão; Gás liquefeito;
líquido Inflamável (poça evaporativa abaixo do ponto de ebulição}; Taxa de evaporação volumétrica de líquidos; Gráfico para avaliação do grau de diluição; Autodifusão de uma liberação em forma de jato em afta velocidade e não obstruída; Ventilação artificial somente com insufiamento de ar; Ventilação artificial com insufiamento e exaustão de ar; Ventilação o exaustão artificial local; Vazão volumétrica de entrada de ar da área de abertura efetiva equivalente; Exemplo de origem das forças resultantes de ventilação; Gráfico para estimativa das extensões das áreas classificadas; Grau de diluição extensão da área classificada; Definição das zonas Grau de diluição;
Instalação abrigada de compressão de gás natural;
Exemplo de classificação de áreas de estação de compressão de gás natural; Fluxograma para elaboração da classificação de áreas; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas para fontes de liberação com grau continuo; Fluxograma para elaboração de classificação de áreas para fontes de liberação com grau secundário; Lista de dados para a classificação de áreas; Lista e características das substâncias inflamáveis; Lista das fontes de liberação; Sugestão de áreas equivalentes a um furo para fontes de liberações de grau secundário;
Efeito das zonas de áreas classificadas nas aberturas como possíveis fontes de liberação;
Velocidades orientativas de ventilação externa (uw); Zonas em função do grau de liberação e da efetividade da ventilação; Instalação para compressão de gás natural; Lista de dados de processo para classificação de áreas;
Exemplos de códigos industriais e normas estrangeiras aplicáveis;
Fonte: ABNT NBR 60079-10.01
Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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