Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO EM PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PARA EMPILHADEIRAS – PGR
Referência: 8624
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Curso PGR Empilhadeira
O Curso PGR Empilhadeira tem como objetivo capacitar profissionais a compreender, estruturar e aplicar a gestão de riscos ocupacionais em operações com empilhadeiras sob o rigor das normas vigentes, especialmente a NR 01, NR 11 e NR 12. Assim, o foco está na identificação de perigos, avaliação de riscos e implementação de medidas preventivas, transformando o conhecimento técnico em ferramenta estratégica para garantir a integridade física do trabalhador, a conformidade legal da organização e a continuidade operacional.
Mais do que atender exigências regulatórias, o curso forma uma mentalidade analítica voltada à tomada de decisão baseada em evidências, com domínio sobre inventário de riscos, plano de ação e controle de indicadores de segurança. Assim, ao final, o participante desenvolve a habilidade de interpretar riscos não apenas como ameaças, mas como dados que revelam oportunidades de melhoria, promovendo eficiência, previsibilidade e cultura de segurança integrada à performance industrial.

Segurança na operação começa com a consciência de risco em cada movimento.
Por que o PGR é indispensável nas operações com empilhadeiras?
O PGR garante a integração entre homem, máquina e ambiente, permitindo o controle efetivo dos riscos que surgem em cada etapa da operação. Ao identificar perigos mecânicos, ergonômicos e ambientais, o programa transforma dados em decisões seguras e mensuráveis.
Além disso, o PGR cria um elo direto entre manutenção, operação e segurança do trabalho, reduzindo falhas humanas e prevenindo acidentes antes que aconteçam. Essa abordagem sistematizada é o que diferencia empresas que apenas cumprem normas daquelas que realmente gerenciam riscos como ativo estratégico.
Curso PGR Empilhadeira: As responsabilidades compartilhadas entre operador e organização.
Para entender as responsabilidades no PGR, é essencial observar que o controle de riscos é uma via de dupla responsabilidade: o operador executa as medidas, mas a organização as viabiliza.
Veja abaixo os principais pontos distribuídos em tópicos:
Operador: Cumprir procedimentos, inspecionar a empilhadeira, reportar falhas e usar EPI adequadamente.
Organização: Garantir manutenção periódica, emitir ART de inspeção, atualizar o PGR e promover treinamentos contínuos.
Gestor de área: Supervisionar, registrar desvios e propor melhorias corretivas.
Engenheiro responsável: Validar tecnicamente os controles e assegurar conformidade normativa.
Portanto, essa divisão fortalece o senso de responsabilidade coletiva e evita o “vazio de comando” comum em sistemas de segurança fragmentados.
Quais são os principais tipos de risco associados ao uso de empilhadeiras?
Antes de observar a tabela, é importante entender que os riscos associados às empilhadeiras não são apenas mecânicos, mas também humanos e ambientais. A classificação normativa permite priorizar controles e estabelecer medidas específicas.
| Tipo de Risco | Origem | Consequência Possível |
|---|---|---|
| Mecânico | Tombamento, colisão, falha estrutural | Lesões graves, esmagamento |
| Elétrico | Baterias, recarga incorreta | Queimaduras, choque elétrico |
| Ergonômico | Postura, vibração, repetição | Lesões músculo-esqueléticas |
| Ambiental | Ruído, calor, ventilação precária | Fadiga, queda de atenção |
| Comportamental | Excesso de velocidade, distração | Acidentes fatais |
Portanto, rssa matriz auxilia na elaboração do Inventário de Riscos dentro do PGR, direcionando controles e inspeções de forma racional e mensurável.

Gerenciar riscos é aplicar engenharia à rotina operacional.
Curso PGR Empilhadeira: Interferência organizacional no sucesso do PGR.
A eficácia do PGR depende diretamente da maturidade da cultura de segurança da organização. Então, quando líderes e colaboradores compreendem o risco como parte do processo produtivo e não como obstáculo, o gerenciamento torna-se natural e proativo.
Empresas com cultura de prevenção enraizada conseguem identificar desvios antes de se tornarem incidentes. Essa percepção contínua cria uma sinergia entre operação e gestão, transformando o PGR em um sistema vivo de aprendizado coletivo, não apenas em um documento técnico.
Como a sinalização de segurança contribui para o controle de riscos em áreas com empilhadeiras?
Antes de analisar os tópicos, é importante lembrar que a sinalização é um elemento de engenharia de segurança, não mera decoração visual. Ou seja, ela integra o PGR e ajuda a controlar o comportamento humano em zonas de tráfego.
Faixas de Circulação: Delimitam áreas seguras e cruzamentos entre pedestres e máquinas.
Sinalização Vertical e Luminosa: Indica velocidade, prioridade e direção de fluxo.
Piso Antiderrapante e Cores Padronizadas: Reforçam a percepção de limite e previnem derrapagens.
Luzes de Advertência e Alarmes Sonoros: Alerta de manobras e reversões.
Esses recursos, definidos pela NBR 7195 e NR 26, reduzem drasticamente colisões e acidentes por distração visual.
Como o plano de ação do PGR deve ser estruturado para operações com empilhadeiras?
O plano de ação deve traduzir o diagnóstico técnico em metas operacionais concretas. Então, a tabela a seguir ilustra os principais elementos que compõem esse documento de controle e acompanhamento.
| Elemento do Plano de Ação | Descrição | Responsável | Frequência de Revisão |
|---|---|---|---|
| Risco Identificado | Descreve o perigo e o contexto | Técnico de SST | Mensal |
| Medida Preventiva | Ação ou controle proposto | Supervisor Operacional | Trimestral |
| Indicador de Eficiência | Taxa de incidentes / inspeções | Gestor PGR | Semestral |
| Evidência Documental | Checklists, relatórios, fotos | Auditor Interno | Contínua |
Dessa forma, a clareza dessa estrutura garante rastreabilidade e comprovação de conformidade, que são fundamentos exigidos pela Portaria SEPRT nº 6.730/2020.
Curso PGR Empilhadeira: De que forma a análise de risco contribui para decisões gerenciais mais assertivas?
A análise de risco fornece dados quantitativos e qualitativos, permitindo assim prever cenários e estabelecer prioridades com precisão. Com isso, os gestores podem definir investimentos, cronogramas e treinamentos de forma mais objetiva e fundamentada, tornando, portanto, o processo decisório mais eficiente e alinhado às necessidades reais da operação.
Assim, o PGR atua como bússola para decisões estratégicas: orienta recursos onde o impacto é maior, reduz desperdícios e aumenta a confiança operacional. Em vez de reagir a acidentes, a empresa passa a prevenir e antecipar-se aos riscos com inteligência técnica.

O operador treinado é o maior ativo de prevenção da empresa.
Qual a importância do curso?
O Curso PGR Empilhadeira é vital para consolidar uma cultura de segurança técnica e comportamental nos ambientes industriais, hospitalares e laboratoriais. Assim, a formação prepara o profissional para compreender profundamente o comportamento físico-químico dos gases, suas incompatibilidades, os limites de pressão e os riscos associados ao armazenamento, transporte e troca de cilindros. Essa visão integrada é essencial para reduzir falhas humanas e assegurar a conformidade com normas como NR 20, NR 06, ABNT NBR 12274 e NBR 12176, que regem a segurança em sistemas pressurizados.
Mais do que um requisito legal, o curso representa um investimento em conhecimento preventivo e responsabilidade técnica. Ele capacita o trabalhador a interpretar rótulos, FISPQs, pressões e sinais de risco, reagindo de forma precisa diante de emergências e evitando desperdícios, contaminações ou explosões. Em síntese, é um treinamento que transforma operadores em agentes de segurança ativa, capazes de preservar vidas, proteger instalações e elevar o padrão de excelência operacional dentro das organizações.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Certificado de conclusão
Curso PGR Empilhadeira
CURSO APRIMORAMENTO EM PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS PARA EMPILHADEIRAS – PGR
Carga Horária: 40 Horas
Módulo 1 – Estrutura e Responsabilidades da Organização no PGR (4 Horas)
Responsabilidade técnica e hierárquica na gestão de riscos.
Atribuições de empregadores, gestores e responsáveis por equipamentos motorizados.
Integração entre PGR, LTCAT, PCMSO, AET e demais programas de SST.
Obrigações documentais perante órgãos fiscalizadores (MTE, CREA, Corpo de Bombeiros).
A importância da rastreabilidade e do registro de ações corretivas.
Módulo 2 – Evidências e Identificação de Riscos Ocupacionais em Operações com Empilhadeiras (4 Horas)
Identificação de riscos mecânicos, elétricos, ergonômicos, físicos, químicos e de tráfego interno.
Métodos de reconhecimento de perigos: histórico de incidentes, observação comportamental e análise de tarefa.
Riscos originados por falhas de manutenção, sistemas hidráulicos e limitações de carga.
Perigos ambientais associados: ruído, calor, iluminação e ventilação insuficiente.
Lesões e agravos à saúde relacionados à operação de empilhadeiras.
Módulo 3 – Avaliação, Classificação e Hierarquização dos Riscos (4 Horas)
Critérios técnicos de avaliação qualitativa e quantitativa dos riscos.
Matriz de risco: probabilidade, severidade e exposição.
Escalas normativas de classificação (baixo, médio, alto, crítico).
Definição de prioridades com base no impacto operacional e humano.
Aplicação dos princípios da ISO 31010 – Técnicas de avaliação de riscos.
Módulo 4 – Implementação e Monitoramento das Medidas de Prevenção (4 Horas)
Hierarquia das medidas de controle: eliminação, substituição, controles de engenharia, administrativos e EPIs.
Integração entre prevenção e desempenho operacional.
Definição de metas e indicadores de eficácia do controle de risco.
Responsabilidades do empregador no acompanhamento contínuo.
Padrões de revisão e atualização do PGR conforme ciclo PDCA.
Módulo 5 – Plano de Ação e Verificação da Execução (3 Horas)
Estruturação do Plano de Ação: objetivos, prazos, responsáveis e indicadores.
Acompanhamento e verificação das medidas implementadas.
Reuniões de análise crítica e retroalimentação dos resultados.
Auditorias internas e conformidade documental.
Relatórios de não conformidade e planos de correção.
Módulo 6 – Inspeções e Monitoramento de Ambientes e Empilhadeiras (3 Horas)
Planejamento e periodicidade das inspeções normativas.
Critérios técnicos de avaliação de empilhadeiras segundo NR 12.
Checklist de segurança e integridade estrutural.
Controle das condições ambientais e exposição a agentes nocivos.
Gestão de dados e relatórios de inspeção como evidência legal.
Módulo 7 – Saúde Ocupacional e Análise de Acidentes (4 Horas)
Integração entre PGR e PCMSO (NR 07).
Avaliação médica periódica e indicadores de saúde ocupacional.
Métodos de análise de acidentes: Árvore de Causas, Tripod Beta e Diagrama de Ishikawa.
Investigação de incidentes e doenças ocupacionais associadas à operação de empilhadeiras.
Implementação de medidas corretivas e preventivas.
Módulo 8 – Preparação e Resposta a Emergências (3 Horas)
Estrutura mínima do Plano de Emergência Operacional (PEO).
Identificação de cenários de risco: colisão, capotamento, vazamento de combustível, incêndio e aprisionamento.
Fluxograma de comunicação de emergência e evacuação.
Integração com brigadas, CIPA e equipes externas de apoio.
Procedimentos de isolamento, contenção e notificação.
Módulo 9 – Documentação, Inventário de Riscos e Plano de Ação (3 Horas)
Estruturação documental do PGR e seus anexos obrigatórios.
Inventário de riscos com base nas evidências levantadas.
Plano de Ação detalhado: priorização, controle e revisão periódica.
Requisitos de arquivamento e rastreabilidade digital.
Assinaturas técnicas e emissão de ART.
Módulo 10 – Comunicação, Sinalização e Controle Operacional (3 Horas)
Delimitação de áreas de circulação e zonas de carga/descarga.
Barreiras de proteção física e luminosa em áreas críticas.
Critérios de instalação de espelhos convexos, sirenes e luzes de advertência.
Cultura de comunicação e percepção de risco entre operadores.
Módulo 11 – Gestão de EPIs, Custos e Otimização Operacional (3 Horas)
Critérios normativos para seleção e uso de EPIs (NR 06).
Avaliação de uso incorreto e falhas de proteção.
Impactos financeiros da prevenção versus custo do acidente.
Estratégias de otimização de capital e redução de prejuízos operacionais.
Convergência entre desempenho técnico e segurança.
Módulo 12 – Consciência Gerencial, Tomada de Decisão e Frequência de Risco (2 Horas)
Leitura da frequência e magnitude de riscos.
Tomada de decisão embasada em evidências.
Gestão do risco como instrumento de liderança.
Avaliação de oportunidades e aprimoramento contínuo.
Cultura organizacional voltada para segurança inteligente.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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