Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE PUSHBACK – TRATOR REBOCADOR DE AERONAVES
Referência: 166479
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consulta
Curso Operador Pushback
O curso de Operador Pushback tem como objetivo capacitar profissionais para conduzir tratores rebocadores de aeronaves com total segurança, eficiência e conformidade com normas técnicas nacionais e internacionais. Sendo assim, ele prepara o participante para executar manobras de pushback e reboque em pátios, hangares e áreas restritas de aeroportos, aplicando procedimentos padronizados de segurança, comunicação com cabine e torre, além de dominar checklists e rotinas de inspeção pré e pós-operacional.
Mais do que ensinar a operação mecânica, o curso desenvolve consciência situacional e percepção de riscos, capacitando o operador a agir com disciplina em cenários críticos.

Segurança começa no pátio pushback conduzindo com disciplina.
O que faz um operador de pushback em aeroportos?
O operador pushback conduz o trator rebocador responsável por empurrar ou rebocar aeronaves no solo. Assim, ele é quem executa a manobra inicial para que o avião saia do portão de embarque ou seja posicionado em áreas de manutenção e hangares, garantindo que o processo ocorra com precisão milimétrica. Assim, a atividade exige alto nível de atenção e domínio técnico, já que qualquer falha pode resultar em acidentes graves ou em danos de milhões de dólares às aeronaves.
Além da condução, o operador cumpre protocolos de comunicação com a equipe de solo e com a cabine da aeronave. Sendo assim, le interpreta sinais visuais, sonoros e utiliza headsets conectados aos pilotos, sendo a ponte direta entre máquina e homem. Seu trabalho é silencioso, mas sem ele nenhuma decolagem teria início seguro.
Como acoplar corretamente (towbar/towbarless) sem gerar esforço indevido?
O acoplamento é o “ponto sem volta”. Por isso, fez errado, vira estatística.
Planejamento: checar número da aeronave, tipo do nariz, adaptadores e clearances (distâncias mínimas).
Towbar: alinhar ao eixo, regular altura, inserir pino, travar e conferir shear pins (pinos de cisalhamento).
Towbarless: encostar devagar, abraçar o nariz, confirmar aperto e leitura de sensores.
Teste estático: aplicar leve tração/freio para “sentir” folgas antes de iniciar a manobra.
Comunicação padronizada: fraseologia clara com cabine e equipe de solo.
Onde o operador pushback atua com maior intensidade?
O operador pushback atua em áreas críticas do aeroporto: pátios de estacionamento, posições de gate, hangares e áreas de taxiamento restrito. Sua atuação é visível em aeroportos internacionais, onde centenas de aeronaves precisam ser posicionadas em janelas de tempo muito curtas.
Em aeroportos de menor porte, embora a frequência seja menor, a função continua indispensável. Sendo assim, independentemente do local, sua presença simboliza a sinergia entre tecnologia, normas de segurança e disciplina operacional.

Pushback elétrico redução de ruído e emissão zero em solo.
Curso Operador Pushback: Cuidados em operações com chuva, nevoeiro, gelo ou noite
Clima ruim transforma o pátio em armadilha.
Visibilidade: reforçar sinalização luminosa, reduzir velocidade, ampliar follow-me.
Aderência: aumentar distância de parada, evitar curvas fechadas, testar freio antes.
Comunicação: repetir confirmações, linguagem simples e pausada.
Redundância: mais olheiros (wing walkers), rotas com menor cruzamento de tráfego.
Descontaminação: remover gelo/neve do nariz e áreas de contato.
Como a comunicação impacta o trabalho do operador pushback?
A comunicação é essencial, pois conecta operador, pilotos e equipe de solo em tempo real. Assim, utilizando rádios, headsets e sinais visuais, o operador garante que todos os envolvidos estejam alinhados durante a manobra. Assim, a clareza e a objetividade dos comandos evitam erros de interpretação que poderiam resultar em atrasos ou incidentes graves.
Mais do que ferramenta, a comunicação é fator de segurança. Sendo assim, em condições adversas como nevoeiro, ruído intenso ou operações simultâneas, o operador deve manter disciplina comunicacional. Por isso, domínio de protocolos padronizados permite que a manobra seja executada com eficiência, reforçando o elo entre homem, máquina e normas internacionais.
O que verificar no pré-operacional do pushback?
Antes de tocar na aeronave, o operador valida o estado do trator rebocador. Assim, um bom pré-op elimina 90% dos sustos no pátio.
Checklist crítico: pneus, freios, direção, vazamentos, níveis de fluidos, baterias, alarmes sonoros/visuais.
Elétrico (NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade): integridade de cabos, bornes, conectores, isolação.
Hidráulico: pressão nominal, linhas sem fissuras, engates rápidos sem “suor” de óleo.
Iluminação e advertência: faróis, giroflex, buzinas, ré.
Documentos/plaquetas: validade, identificação, limites de carga/tração (NBR 8845 – Tratores rebocadores).
Towbar/Towbarless: compatibilidade de nariz, pinos, travas e pino de segurança.

Pushback em tração controlada com torque máximo autorizado.
Como o operador pushback se prepara para situações de emergência?
A preparação do operador envolve treinamento técnico e comportamental para responder a falhas mecânicas, incêndios em áreas de abastecimento e evacuações emergenciais. Por isso, ele deve identificar sinais de falha nos sistemas hidráulicos, de freio ou elétricos antes que se transformem em riscos graves. Além disso, precisa conhecer os protocolos do Plano de Ação de Emergência (PAE) e acionar rapidamente brigadas de apoio.
Esse preparo não se limita à técnica, mas envolve equilíbrio emocional. Em situações críticas, a capacidade de agir com calma e decisão é determinante para evitar catástrofes. O operador torna-se, assim, parte ativa da segurança aeroportuária, contribuindo para transformar emergências em operações controladas e seguras.
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Operador Pushback
CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE PUSHBACK – TRATOR REBOCADOR DE AERONAVES
Módulo 1 – Fundamentos Normativos e Requisitos Gerais (2h)
Requisitos da NBR 8845 para tratores rebocadores de aeronaves.
Critérios de aceitação e rejeição de máquinas e componentes.
Exigências para aceitação em inspeções técnicas.
Requisitos de projeto, suprimento e padronização.
Conscientização da importância do Manual de Instrução da Máquina/Equipamento.
Módulo 2 – Programa de Manutenção Preventiva (2h)
Estruturação do plano de inspeção e manutenção conforme NR 12.
Registro e rastreabilidade da manutenção com emissão de ART.
Diferença entre manutenções pontuais, cíclicas e programadas.
Uso do checklist diário como instrumento de confiabilidade.
Módulo 3 – Sistemas Mecânicos e Motores (2h)
Sistema moto-propulsor: funcionamento, inspeções e ajustes.
Sistema de freio: requisitos de desempenho, testes de eficiência e segurança.
Sistema de exaustão e combustível: critérios de segurança e manutenção.
Sistema hidráulico: inspeções de estanqueidade, pressão e vazão.
Módulo 4 – Sistemas Elétricos e Eletrônicos (2h)
Sistema elétrico: cabos, conexões, isolamentos e testes conforme NR 10.
Faróis e luzes de advertência: requisitos para operação noturna e em pátios aeroportuários.
Instrumentos de medição e monitoramento.
Ensaios elétricos e END (Ensaios Não Destrutivos).
Módulo 5 – Estrutura, Sinalização e Identificação (1h)
Pintura técnica e identificação visual conforme normas aeronáuticas.
Plaquetas e letreiros de advertência obrigatórios.
Tagueamento e rastreabilidade de máquinas e equipamentos.
Processo de Retrofit – modernização tecnológica e adequação normativa.
Módulo 6 – Segurança do Operador e do Equipamento (2h)
Regras de segurança operacional e cuidados na condução.
Percepção de riscos e fatores humanos que afetam a segurança.
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros.
Proteção contra incêndios em áreas de operação de aeronaves.
Comunicação e padrões de perigo (Hazard Communication Standard – OSHA).
Módulo 7 – Gestão de Riscos e Emergências (2h)
APR (Análise Preliminar de Riscos) e aplicação prática em operações com pushback.
PAE (Plano de Ação de Emergência) e integração com brigadas aeroportuárias.
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos) e sua relação com NR 01.
Compreensão da necessidade de equipes de resgate em ambientes aeroportuários.
Noções sobre árvore de causas e árvore de falhas.
Módulo 8 – Ergonomia, Fatores Humanos e Produtividade (1h)
Conceitos de ergonomia aplicada ao posto de trabalho.
Riscos ergonômicos na operação de tratores rebocadores.
Impacto do fator medo e da habituação do risco.
Técnicas para controle da mente e equilíbrio da energia durante a atividade.
Estratégias de gestão do tempo para aumentar a produtividade sem comprometer a segurança.
Módulo 9 – Instruções e Cuidados Especiais (1h)
Instruções e cuidados para transporte dos tratores rebocadores.
Cuidados em ambientes restritos ou com aeronaves de grande porte.
Intertravamentos e sistemas de bloqueio (Lockout & Tagout).
Módulo 10 – Exercícios Práticos, Ensaios e Certificação (2h)
Realização de teste de carga com emissão de ART.
Aplicação prática de END, ensaios elétricos e hidráulicos.
Registros fotográficos e técnicos das evidências.
Avaliação teórica e prática individual.
Emissão do Certificado de Participação
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso Operador Pushback



