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  • Curso Opacidade Escala de Ringelmann
Profissional utilizando EPI (máscara de proteção respiratória) em área urbana impactada por emissões atmosféricas de alta opacidade, classificadas na Escala de Ringelmann entre os níveis 3 e 4, com opacidade variando entre 40% e 80%. - Curso Opacidade Escala Ringelmann.
segunda-feira, 28 abril 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, Engenharia de Petróleo e Gás, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Química - Cursos e Treinamentos, ISO, Medicina do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Opacidade Escala de Ringelmann

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO MEDIÇÃO DO NÍVEL DE OPACIDADE DE FUMAÇA – ANÁLISE DE MÉTODO RINGELMANN E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 198748

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Opacidade Escala Ringelmann

O Curso Opacidade Escala Ringelmann tem como objetivo principal capacitar os participantes a avaliar, monitorar e documentar emissões de fumaça em conformidade com normas técnicas e regulamentações ambientais. Por meio de uma abordagem teórica e prática, o curso foca em desenvolver habilidades técnicas necessárias para aplicar a Escala Ringelmann e outros métodos de medição de opacidade, como opacímetros e medidores de fumaça, de forma eficiente e precisa.

Além disso, os participantes serão treinados para interpretar resultados de medições, identificar fontes emissoras de poluentes e elaborar relatórios técnicos detalhados que atendam aos padrões exigidos por órgãos reguladores, como CETESB, e pelas normas ABNT NBR 13037, NBR 7027, NBR 9995 e NBR ISO 8178-3.

O curso destaca, portanto, a importância do controle de emissões, abordando os impactos da poluição na saúde, no meio ambiente e na qualidade do ar. Além disso, técnicas preventivas e corretivas para minimizar emissões são discutidas, promovendo uma visão prática e estratégica para a gestão ambiental nas empresas.

Com a aplicação de normas regulamentadoras como a NR 01 e referências internacionais, o curso busca alinhar os participantes às melhores práticas de medição e controle ambiental, capacitando-os para atender às demandas do mercado de maneira ética e sustentável. Assim, ao final do curso, os profissionais estarão habilitados a executar inspeções, emitir relatórios técnicos com precisão e adotar medidas proativas para mitigar riscos relacionados à poluição atmosférica.

Chaminé industrial liberando fumaça branca, correspondente à escala de Ringelmann 1, com baixa opacidade. - Curso Opacidade Escala Ringelman.

Chaminé industrial liberando fumaça branca, correspondente à escala de Ringelmann 1, com baixa opacidade.”

Opacidade Escala Ringelmann: O Que é Opacidade de Fumaça?

A opacidade da fumaça é a medida da redução da transmissão de luz causada por partículas sólidas e líquidas em suspensão. Esse parâmetro, avaliado por meio da Escala Ringelmann, indica a densidade dos poluentes e sendo crucial para monitorar a qualidade do ar e o cumprimento das normas ambientais. Dessa forma, a opacidade reflete a eficiência da queima de combustíveis e a necessidade de controle das emissões atmosféricas.

Aspectos Técnicos Relevantes:

Natureza dos Poluentes: A opacidade reflete partículas como fuligem e resíduos de combustão incompleta, reduzindo a transparência da fumaça.
Métodos de Medição: É frequentemente medida por instrumentos especializados, como opacímetros, que calculam a intensidade da luz absorvida ou dispersada pela fumaça. Alternativamente, métodos visuais, como a Escala de Ringelmann, são usados em determinadas situações devido à sua simplicidade.
Regulamentação e Controle: Normas técnicas, como ABNT NBR 13037 e NBR 7027, definem procedimentos e limites de opacidade para garantir o controle ambiental.

Importância Técnica:
A opacidade de fumaça é amplamente empregada para monitorar a eficiência da combustão, identificar possíveis falhas nos sistemas de queima e avaliar a conformidade com os limites de emissão estabelecidos pelas legislações ambientais. Além disso, contribui para o controle da poluição atmosférica, possibilitando a redução de impactos negativos à saúde humana e ao meio ambiente.

Qual a Importância do Curso Opacidade Escala Ringelmann?

O curso sobre Opacidade e Escala Ringelmann é fundamental para o controle das emissões atmosféricas, pois capacita profissionais a avaliar a densidade da fumaça e identificar possíveis fontes de poluição. A medição da opacidade permite monitorar a qualidade do ar, auxiliando no cumprimento das normas ambientais e na redução de impactos negativos à saúde e ao meio ambiente. Além disso, promove a conscientização sobre a importância do controle de emissões, contribuindo para a sustentabilidade e a melhoria da qualidade do ar.

Principais Aspectos que Destacam a Relevância do Curso:

Atendimento às normas e legislações ambientais: O curso proporciona conhecimento detalhado sobre normas como ABNT NBR 13037, NBR 7027, NBR 9995 e NBR ISO 8178-3, além de regulamentações locais, como as diretrizes da CETESB. Isso é essencial para evitar sanções, multas e impactos negativos à reputação das empresas.
Mitigação de impactos ambientais: Reduzir as emissões de poluentes atmosféricos contribui significativamente para a melhora da qualidade do ar, ajudando na preservação do meio ambiente e combatendo os efeitos adversos da poluição.
Proteção à saúde pública: A emissão de fumaça opaca e poluentes está, portanto, associada a problemas respiratórios e doenças cardiovasculares. Assim, ao capacitar profissionais para monitorar e controlar essas emissões, o curso contribui para prevenir impactos negativos na saúde das populações.
Apoio à sustentabilidade empresarial: Empresas que adotam práticas de monitoramento e controle ambiental destacam-se como socialmente responsáveis, fortalecendo sua imagem no mercado e alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Desenvolvimento de competências técnicas especializadas: O curso fornece aos participantes habilidades práticas e teóricas para realizar medições precisas, interpretar resultados e elaborar relatórios técnicos, que são indispensáveis para a gestão ambiental eficiente.
Contribuição para a continuidade operacional: A identificação e o controle eficaz de emissões evitam interrupções operacionais e asseguram que as empresas estejam em conformidade com as regulamentações, garantindo a continuidade das atividades industriais.

Monitoramento da qualidade do ar em área urbana com opacidade de fumaça na escala Ringelmann 2, indicando poluição moderada. - Curso Opacidade Escala Ringelman.

Monitoramento da qualidade do ar em área urbana com opacidade de fumaça na escala Ringelmann 2, indicando poluição moderada.

Impactos da Opacidade de Fumaça na Qualidade do Ar e Seus Efeitos Ambientais e à Saúde

O impacto da opacidade de fumaça na qualidade do ar é significativo, pois está ligada à quantidade de partículas e gases poluentes na atmosfera. A opacidade da fumaça, medida pela Escala Ringelmann, reflete a densidade de partículas, como material particulado, SO₂, CO e compostos tóxicos. Esses poluentes comprometem a qualidade do ar e têm sérias consequências ambientais e de saúde.

Impactos principais:

Poluição atmosférica: A opacidade elevada, portanto, indica uma maior concentração de partículas finas, como fuligem e cinzas, que aumentam a poluição do ar. Além disso, essas partículas permanecem na atmosfera por longos períodos, prejudicando a qualidade do ar e contribuindo para a formação de nevoeiros e smog.
Efeitos na saúde humana: A exposição a poluentes da opacidade de fumaça pode causar problemas respiratórios, como asma, bronquite e doenças pulmonares. Além disso, as partículas finas podem atingir os pulmões e a corrente sanguínea, aumentando o risco de doenças cardiovasculares e câncer.
Impacto ambiental: A presença excessiva de fumaça opaca nas emissões atmosféricas também afeta ecossistemas naturais. Poluentes como dióxido de enxofre e óxidos de nitrogênio podem contribuir para a chuva ácida, que prejudica solos, corpos d’água e vegetação. Isso, por sua vez, afeta a biodiversidade e a qualidade dos recursos naturais.
Alterações climáticas: As partículas emitidas pela fumaça contribuem para o aquecimento global, pois atuam como agentes de aquecimento quando absorvem radiação solar ou como núcleos de condensação para formação de nuvens. Essas alterações climáticas podem intensificar fenômenos extremos, como tempestades e secas.
Ameaças à visibilidade e estética: A opacidade da fumaça reduz a visibilidade em áreas urbanas e industriais, afetando a paisagem e causando desconforto visual. Além disso, a presença de fuligem pode se acumular em edifícios e monumentos, causando danos estéticos e exigindo custos adicionais de manutenção.

Portanto, o monitoramento da opacidade de fumaça é crucial para garantir qualidade do ar, reduzir impactos adversos à saúde pública e preservar o meio ambiente. A adoção de métodos adequados de medição e controle, como a escala Ringelmann, ajuda a mitigar esses riscos, promovendo um ambiente mais saudável e sustentável.

Opacidade Escala Ringelmann: Quais Riscos Da Opacidade Fumaça?

A opacidade da fumaça é um indicador crucial da presença de poluentes atmosféricos provenientes da queima de combustíveis, especialmente em processos industriais e de transporte. Sua medição desempenha um papel essencial na avaliação da qualidade do ar, visto que a fumaça densa pode ser um sinal de emissões prejudiciais que impactam diretamente a saúde humana e o meio ambiente. Os riscos associados à opacidade de fumaça incluem:

Impactos na saúde humana: A opacidade da fumaçaestá relacionada a partículas finas, como fuligem, que podem causar problemas respiratórios, como asma, bronquite e doenças pulmonares. A exposição prolongada também pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares e cânceres respiratórios.
Contaminação do ar: A alta opacidade da fumaça indica a presença de poluentes atmosféricos, que contribuem para a poluição do ar. Esses poluentes podem afetar negativamente a qualidade do ar e prejudicar ecossistemas naturais.
Danos ambientais: A fumaça densa prejudica habitats naturais, afetando vegetação, fauna e corpos d’água, além de causar acidificação do solo e da água.
Redução da visibilidade: Áreas com alta concentração de fumaça, a opacidade reduz a visibilidade, representando risco à segurança pública, principalmente em rodovias e áreas industriais.
Aumento do risco de incêndios: A fumaça densa pode indicar incêndios iniciais ou descontrolados, aumentando o risco de propagação do fogo e dificultando sua contenção.
Não conformidade com as normas ambientais: Empresas com alta opacidade da fumaça pode violar normas ambientais, levando a multas, penalidades e prejuízos à reputação empresarial.

Assim, medição da opacidade da fumaça é essencial para reduzir riscos, garantir a qualidade do ar e proteger a saúde pública e o meio ambiente.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Opacidade Escala Ringelmann

CURSO APRIMORAMENTO MEDIÇÃO DO NÍVEL DE OPACIDADE DE FUMAÇA – ANÁLISE DE MÉTODO RINGELMANN E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Carga Horária Total: 40 Horas

Conteúdo Programático Normativo:

Módulo 01: Introdução à Medição do Nível de Opacidade de Fumaça (4 Horas)
Definição e importância da medição de opacidade de fumaça.
Aplicações do método Ringelmann na avaliação da emissão de fumaça.
Impactos ambientais e na saúde pública das emissões de fumaça.
Relação entre opacidade e emissão de poluentes atmosféricos.

Módulo 02: Fundamentos do Método Ringelmann (6 horas)
Histórico e desenvolvimento do método Ringelmann.
Princípios do método e como ele mede a opacidade.
Classificação da opacidade de acordo com o método Ringelmann.
Limitações e precisão do método.
Exemplos de interpretação das tabelas de comparação do Ringelmann.

Módulo 03: Equipamentos e Instrumentos Utilizados na Medição (6 horas)
Descrição dos instrumentos padrão para medição de opacidade de fumaça.
Requisitos técnicos para os equipamentos utilizados no método Ringelmann.
Manutenção e calibração dos instrumentos.
Normas técnicas para a utilização de equipamentos de medição de opacidade.

Módulo 04: Procedimentos para Realização da Medição (8 horas)
Preparação e escolha do local de medição.
Etapas do processo de medição utilizando o método Ringelmann.
Cuidados e práticas recomendadas para garantir a precisão dos resultados.
Detalhamento das condições ideais para medições de opacidade.

Módulo 05: Análise dos Resultados Obtidos (6 horas)
Interpretação dos dados coletados durante a medição.
Cálculo e classificação da opacidade de acordo com os níveis estabelecidos.
Comparação dos resultados com limites regulamentares.
Identificação de fatores que podem interferir nos resultados da medição.

Módulo 06: Elaboração de Relatório Técnico (6 horas)
Estrutura e conteúdo de um relatório técnico.
Como documentar os dados de medição de forma clara e objetiva.
Apresentação dos resultados e análise crítica das medições realizadas.
Considerações sobre o impacto ambiental e recomendações de melhorias.

Módulo 07: Normas Regulamentadoras e Legislação (4 horas)
Principais normas técnicas e regulamentações sobre emissão de fumaça (ex: ABNT, ISO).
Legislação ambiental e requisitos de controle de emissão de poluentes.
Padrões internacionais de medição de opacidade e comparação com o método Ringelmann.
Responsabilidades legais na emissão de fumaça e no cumprimento de limites.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Opacidade Escala Ringelmann

Curso Opacidade Escala Ringelmann

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Opacidade Escala Ringelmann

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 13037 – Veículos rodoviários automotores – Gás de escapamento emitido por motor diesel em aceleração livre – Determinação da opacidade;
ABNT NBR  7027 – Veículos rodoviários automotores – Fumaça emitida por motor diesel – Determinação da opacidade ou do grau de enegrecimento em regime constante;
ABNT NBR 9995 – Gás de escapamento de motores a diesel – Determinação da opacidade em ciclo de dinamômetro;
ABNT NBR ISO 8178-3 – Motores alternativos de combustão interna – Medição da emissão de gases de exaustão – Parte 3: Definições e métodos de medição de fumaça no gás de exaustão em condições deregime constante;
ABNT NBR 14001 – Sistemas de Gestão Ambiental;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
CETESB;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Opacidade Escala Ringelmann

 Curso Opacidade Escala Ringelmann

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

História da Escala Ringelmann;
Identificação das fontes fixas de emissão de poluentes atmosféricos;
Conhecimento sobre as normas e legislações ambientais relacionadas à poluição atmosférica;
Técnicas de medição da opacidade da fumaça utilizando a escala Ringelmann;
Interpretação dos resultados das medições e elaboração de relatórios técnicos.
Conscientização sobre os impactos negativos da poluição atmosférica na saúde humana e no meio ambiente;
Poluição Atmosférica; Qualidade do Ar;
Princípios básicos da medição de poluição atmosférica;
Importância de medidas preventivas e corretivas para reduzir os níveis de emissão de poluentes;
Fundamentos da avaliação da qualidade do ar;
Fundamentos da Escala Ringelmann;
Técnicas de medição de emissões de poluentes atmosféricos;
Legislação ambiental relacionada à poluição do ar;
Procedimentos para a utilização da Escala Ringelmann;
Interpretação dos resultados obtidos com a Escala Ringelmann;
Aplicações da Escala Ringelmann em diferentes áreas;
Como realizar a avaliação visual da fumaça;
Como interpretar os resultados obtidos na avaliação;
Como utilizar a Escala Ringelmann para avaliar e monitorar e controlar a emissão de poluentes atmosféricos;
F: MTF
Método 1: Medição de fumaça por um opacímetro;
Aplicação; Principio; Procedimento;
Opacímetro de fluxo parcial; Opacímetro de fluxo total;
Requisitos gerais; Opacímetro de fluxo parcial;
Opacímetro de fluxo total; Requisitos para o sistema de luz;
Fonte de luz; Receptor de luz; Elementos de proteção e reflexão;
Comprimento eletivo da trajetória óptica;
Calibração; Parâmetros a serem medidos;
Método 2: Mediçao de fumaça por um medidor de fumaça tipo filtro;
Aplicação; Principio; Procedimento; Requisitos gerais;
Pressão e temperatura do gás Relatório de ensaio.
F: NBR ISSO 8178-3
Aparelhagem; Execução do ensaio;
Expressão dos resultados; Ensaio de opacidade – Parâmetros identificativos de motor e opacímetro;
Ensaio nº; Local; Data; Motor; Regime de operação do motor;
Desempenho declarado do motor;
Registrador; Filtro eletrônico;
Ensaio de opacidade – Parâmetros observados durante o ensaio;
Especificação do diâmetro do tubo de descarga.
F: NBR 9995
Amostrador por elemento filtrante;
Escala Ringelmann reduzida;
Execução do Ensaio;
Resultados.
F: NBR 7027

Curso Opacidade Escala Ringelmann

Saiba Mais: Curso Opacidade Escala Ringelmann

5 Execução do ensaio
5.1 O ensaio pode ser executado em banco dinamométrico ou em veículo.
5.1.1 Antes do início do ensaio, deverá ser verificada a referência inicial do opacímetro (“zero”)
5.1.2 Para ensaio realizado em banco dinamométrico, o motor deve:
a) estar provido dos equipamentos e dispositivos auxiliares descritos na tabela 1 da NBR ISO 1585:1996;
b) ser aquecido até alcançar as condições estabilizadas e normais de operação;
c) ser desconectado do banco dinamométrico e conectado a um sistema cujo momento de inércia seja equivalente, dentro do limite de -±15%, ao do sistema combinado volante e transmissão em ponto morto, referente à aplicação a que se destina o ensaio.
5.1.3 O motor, quando ensaiado em veículo. somente pode ser avaliado após atingir condições estabilizadas e normais de operação, utilizando-se, para tal, dinamómetro de chassi ou trafegando com o veículo.
5.1.4 Durante o ensaio o veículo deve estar freado, a alavanca de mudanças de marchas na posição neutra e a embreagem não acionada. Todos os dispositivos que alteram a aceleração do veículo, tais como ar-condicionado, freio motor, etc., devem ser desligados.
5.2 Verificar o sistema de escapamento quanto à ocorrência de vazamentos de gás e/ou entrada de ar. Na ocorrência de tais anomalias, saná-las antes da realização do ensaio.
5.3 Atingidas as condições estabilizadas e normais de operação, colocar o motor em marcha lenta, iniciando prontamente o ensaio, para que não ocorra esfriamento ou acúmulo de resíduos na câmara de combustão.
5.4 A fim de preservar a integridade mecânica do motor. este deve ser acelerado lentamente até atingir a rotação de máxima livre, certificando-se de sua estabilização na faixa recomendada pelo fabricante. Caso ocorra alguma anormalidade durante a aceleração do motor. desacelerar imediatamente e interromper o ensaio.
5.5 A instalação e a verificação do opacímetro devem ser conforme ISO 11614 e instruções do fabricante, respectivamente.
5.6 Com o motor em marcha lenta, o acelerador deve ser acionado de modo contínuo e rapidamente, sem golpes, até atingir o final de seu curso.
5.6.1 Manter esta posição do acelerador até que o motor atinja nitidamente. a rotação máxima estabelecida pelo regulador de rotações, permanecendo nesta condição por um tempo máximo de 5 s.
5.6.2 Desacionar o acelerador e aguardar que o motor estabilize na rotação de marcha lenta e que o opacímetro retome ao valor original obtido nessa mesma condição. Reacelerar. no máximo. em 5 s após a estabilização.
5.7 Executar a sequência de operações descritas em 5.6 a 5.6.2 dez vezes. no máximo, tomando-se como medida o valor máximo da opacidade apresentado em cada uma das sequências.
5.8 Ao término do ensaio, com a sonda desconectada do sistema de escapamento, deve-se verificar o zero do opacímetro conforme prescrição do seu fabricante, a fim de validar o ensaio.
5.9 Para motores com diversas saídas de escapamento o processo completo de medição deve ser realizado para cada saída, o resultado a ser considerado será o maior deles.
F: NBR 13037

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O que você pode ler a seguir

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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