Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 – SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA – NÍVEL INICIAL – MINISTRADO EM RUSSO
Referência: 83410
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Objetivo do Curso NR 35 em Russo
Objetivo do Curso NR 35 em Russo é capacitar profissionais que atuam em altura, garantindo que compreendam os riscos, procedimentos e normas de segurança em sua língua nativa, o russo. Então, a NR 1 determina que o treinamento deve ser ministrado em linguagem clara e compreensível, e quando isso não acontece, a validade técnica da capacitação se compromete.
Capacitar em russo não é só uma escolha estratégica, é uma exigência para que o trabalhador tenha real condição de aplicar as diretrizes da NR 35. Assim, reduz-se drasticamente o tempo de resposta a imprevistos, elimina-se ruído técnico e assegura-se que o comportamento seguro seja natural, e não ensaiado.

Execução de atividade em altura em telhado metálico. A fixação do talabarte em ponto seguro e o plano de emergência são condições mínimas exigidas pela NR 35.
O que a NR 35 exige em relação ao estado de saúde do trabalhador que atua em altura?
A norma exige que o trabalhador seja previamente avaliado por profissional de saúde habilitado, garantindo aptidão física e mental para executar atividades em altura. Bem como, isso inclui avaliações clínicas, neurológicas e, em alguns casos, exames complementares.
Permitir que alguém com restrição médica trabalhe suspenso a mais de 2 metros é infringir a norma e expor a operação a risco grave e iminente. Essa exigência é inegociável e deve constar em documentação formal antes do início das atividades.
Curso NR 35 em Russo: A ART de um profissional habilitado não garante a conformidade da norma
A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) atesta a responsabilidade de um profissional sobre determinada atividade, mas não substitui o cumprimento dos requisitos operacionais da NR 35, como a capacitação real do trabalhador, a existência de plano de emergência, ou o uso correto de EPI.
A anotação de responsabilidade técnica é uma camada documental. Portanto, se houver um acidente e o conteúdo não foi compreendido pelo trabalhador, especialmente se for estrangeiro, a responsabilização pode recair sobre quem emitiu a ART sem garantir eficácia plena da capacitação.
Por que a NR 35 exige reciclagem periódica de capacitação, mesmo para profissionais experientes?
Porque a memória operacional enfraquece com o tempo, e a rotina leva à banalização dos riscos. A reciclagem imposta pela NR 35 combate o efeito da autoconfiança excessiva e reativa a percepção crítica de segurança.
Mesmo profissionais experientes desenvolvem vícios operacionais. Dessa forma, a capacitação periódica corrige esses desvios, reconecta o trabalhador com os protocolos normativos atualizados e eleva o padrão técnico da equipe. Segurança em altura não admite piloto automático.

Execução de trabalho em altura com acesso por corda. Equipamento de proteção individual ajustado, sistema de ancoragem validado e plano de resgate obrigatório conforme NR 35.
Curso NR 35 em Russo: Condições mínimas antes de qualquer atividade em altura
A norma estabelece um conjunto de pré-requisitos obrigatórios antes do início de qualquer trabalho em altura:
| Condição Mínima | Descrição |
|---|---|
| Capacitação válida | Curso conforme NR 35, atualizado e documentado. |
| Avaliação de risco | Análise técnica do local e das condições operacionais. |
| Autorização formal | Documento que libera o trabalhador para a tarefa. |
| Uso de EPI adequado | Equipamentos testados e ajustados individualmente. |
| Plano de emergência | Procedimento definido e comunicado para resgate ou falha. |
Ignorar qualquer um desses pontos é operar fora da legalidade. Trabalho em altura sem essas condições é trabalho em risco iminente.
A ausência de plano de emergência é um detalhe operacional ou uma violação direta da NR 35?
O plano de emergência deve ser previsto, estruturado e comunicado antes de qualquer atividade em altura, pois é ele que define como agir diante de uma queda, suspensão prolongada ou falha de sistema.
Sem esse plano, o trabalhador fica vulnerável, e a empresa desprotegida juridicamente. Portanto, a ausência desse documento compromete auditorias, ARTs, fiscalizações e, mais ainda, a vida do profissional em campo.

Trabalhos sobre estruturas com desnível exigem análise de risco documentada, inspeção dos pontos de ancoragem e verificação do estado de saúde dos envolvidos.
Curso NR 35 em Russo: NR 35 exige autorização formal e individual para cada trabalhador em altura
A NR 35 atribui responsabilidade direta a cada profissional que executa trabalho em altura. Por isso, a empresa capacita o trabalhador, conduz a avaliação técnica e médica, atesta sua aptidão e emite a autorização formal individual, assegurando que ele compreende e aceita conscientemente os riscos da atividade.
Esse procedimento reforça a rastreabilidade técnica e garante a conformidade legal da operação. Quando a empresa ignora esse controle, ela assume o risco jurídico por completo. Em caso de acidente, as autoridades responsabilizam o empregador por omissão, aplicando multas, embargos e sanções civis e criminais. Assim, ao ministrar o curso em russo, a empresa deve garantir que o trabalhador compreenda a autorização nesse idioma, caso contrário, o documento perde sua validade prática e jurídica.
Qual é o impacto de um EPI mal ajustado em um trabalho em altura?
Um EPI mal ajustado, seja um cinto de segurança, um talabarte ou um trava-quedas, compromete totalmente a eficácia do sistema de proteção. Na prática, equivale a utilizar um paraquedas com as alças soltas: o equipamento está presente, mas não cumpre sua função crítica.
Por isso, o trabalhador e a supervisão técnica devem ajustar, inspecionar e testar cada EPI antes do início da atividade, incorporando essa verificação como etapa obrigatória da rotina operacional. Pequenos desvios milimétricos no ajuste podem resultar em falhas fatais durante uma queda que ocorre em frações de segundo.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso NR 35 Nível Trabalhador em Russo
CURSO CAPACITAÇÃO NR 35 – SEGURANÇA NOS TRABALHOS EM ALTURA – NÍVEL INICIAL – MINISTRADO EM RUSSO
Carga Horária Total: 08 Horas
Módulo 01 – Normas e Regulamentos Aplicáveis ao Trabalho em Altura (1 Hora)
Fundamentos da NR 35 e dispositivos legais
Normas complementares (NRs, ABNT, internacionais)
Procedimentos internos e integração legal
Deveres do empregador e do trabalhador
Módulo 02 – Sistemas de Proteção Coletiva (1 Hora)
Tipos de EPCs: guarda-corpos, linhas de vida, redes
Aplicação, montagem e limitações
Procedimentos padronizados de instalação
Avaliação da eficácia dos EPCs
Módulo 03 – Riscos Potenciais e Medidas Preventivas (1 Hora e 30 Minutos)
Quedas por falhas humanas, estruturais ou de equipamento
Riscos no deslocamento vertical e horizontal
Ações preventivas com EPC e EPI
Interferências externas (elétricas, climáticas, etc.)
Boas práticas operacionais e estratégias de controle
Módulo 04 – Análise de Risco e Condições Impeditivas (1 Hora e 30 Minutos)
Conceito e aplicação da Análise de Risco (AR)
Riscos específicos no trabalho em altura
Participação do trabalhador na prevenção
Reconhecimento de condições impeditivas (vento, chuva, estrutura)
Critérios para suspensão da atividade
Módulo 05 – Situações de Emergência e Técnicas de Resgate (30 Minutos)
Conduta imediata frente a emergências
Noções básicas de resgate em altura
Avaliação da vítima e acionamento de recursos
Papel da equipe no plano de emergência
Comunicação em situação crítica
Módulo 06 – Acidentes Típicos em Trabalhos em Altura (30 Minutos)
Principais causas e estatísticas
Casos reais e análise de falhas
Impactos legais, operacionais e humanos
Módulo 07 – Equipamentos de Proteção Individual (2 Horas)
Critérios para seleção de EPIs
Inspeção pré-uso e periódica
Conservação, armazenamento e descarte
Limitações de uso e leitura de certificações
Prática com cinturões, talabartes, conectores e trava-quedas
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (Quando contratado):
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
Observação:
Este conteúdo programático está alinhado com a NR 35 e visa assegurar que os trabalhadores possam executar atividades em altura de forma segura, com o conhecimento necessário para prevenir acidentes e garantir um ambiente de trabalho protegido.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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