Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA E CONTROLADA/PREDITIVA DE MÁQUINA INJETORA
Referência: 20643
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Máquina Injetora
O Curso Máquina Injetora tem como objetivo formar profissionais altamente capacitados para realizar intervenções técnicas precisas em máquinas injetoras, com domínio dos sistemas térmicos, elétricos, hidráulicos e pneumáticos. O participante será preparado para aplicar práticas avançadas de manutenção preventiva, corretiva, detectiva e preditiva, com foco na redução de falhas críticas, aumento da vida útil dos componentes e máxima disponibilidade operacional da célula de injeção.
Além disso, o programa abrange desde o diagnóstico e interpretação de falhas até a desmontagem, inspeção e remontagem completa de sistemas assim como bico valvulado, câmara quente e manifold aquecido. Além disso, também desenvolve-se competências para medições de torque, análise de folgas térmicas, substituição de resistências e análise da condição real dos componentes, alinhadas às normas NR 12 e ISO 12100. Sendo assim, o curso vai além da manutenção tradicional: transforma o profissional em um agente estratégico de confiabilidade técnica e performance industrial.

Cabeçote de múltiplas brocas em movimento sincronizado sobre peça técnica. O sistema de retorno com molas helicoidais controla o avanço e garante repetibilidade dimensional.
O que é Máquina Injetora?
A máquina injetora é composta por um conjunto eletromecânico, formado por duas principais partes mecânicas: o conjunto de fechamento e o conjunto de injeção.
- Subconjunto: O subconjunto da injeção é composto pela própria injeção e pela unidade de injeção, responsáveis por plastificar o material e injetá-lo no molde.
- Fechamento: O fechamento tem a função de receber a ferramenta de moldagem por injeção, geralmente chamada de molde.
- Extrator: O extrator é o componente encarregado de realizar a expulsão da peça para fora do molde após o processo de injeção.
Além disso, existem alguns subconjuntos adicionais no conjunto de fechamento da máquina injetora, como extratores pneumáticos, machos hidráulicos e pneumáticos, entre outros dispositivos que auxiliam em processos de moldagem que exigem recursos específicos.
Quando é o momento certo para executar uma manutenção preditiva em câmara quente?
A manutenção preditiva deve ser aplicada antes da falha acontecer. Portanto, o momento ideal ocorre quando há alteração nos padrões de consumo elétrico, flutuações térmicas em bicos ou sinais de oscilação na resistência da câmara quente, mesmo sem falhas aparentes.
Sinais de alerta incluem:
Aumento irregular na corrente da resistência
Diferença de temperatura entre zonas térmicas
Perda de controle no tempo de resposta do sistema de bicos
Dessa forma, ao identificar esses indícios, o técnico age com precisão, evitando retrabalho e paradas críticas.
Como a força de fechamento da injetora influencia na durabilidade do molde?
A força de fechamento deve ser compatível com a pressão interna da injeção e o tamanho da área projetada da cavidade. Portanto, quando está mal ajustada, causa deformações microscópicas nas placas do molde e provoca desalinhamento do canal de injeção.
Com o tempo, essas distorções acumuladas resultam em rebarbas, desgaste irregular dos pinos guias e falhas de enchimento. Portanto, realizar o cálculo correto da força de fechamento garante durabilidade do molde, evita danos mecânicos e mantém a estabilidade dimensional da peça final.

Sistema multibico em operação simultânea com lubrificação ativa por bicos flexíveis. A precisão na refrigeração evita superaquecimento e preserva a geometria da ferramenta durante a usinagem seriada.
Onde ocorrem as falhas mais críticas nas máquinas injetoras modernas?
As falhas mais críticas concentram-se nos sistemas de aquecimento, controle térmico e vedação de bicos. Portanto, com o aumento da precisão exigida nos moldes atuais, qualquer variação em torque, folga ou condutividade térmica pode comprometer a peça injetada.
| Região Crítica | Tipo de Falha Comum | Efeito na Produção |
|---|---|---|
| Câmara Quente | Vazamento térmico | Carbonização da resina |
| Bico Térmico | Isolador danificado | Vazamento e perda de forma |
| Válvula Pneumática | Retentor desgastado | Injeção incompleta ou falha |
| Resistência | Variação de corrente | Perda de controle térmico |
Por que a manutenção controlada é superior à simples preventiva?
A manutenção controlada utiliza indicadores reais do comportamento da máquina. Sendo assim, em vez de seguir apenas um cronograma fixo, ela monitora variáveis como ciclos de injeção, torque aplicado, tempo de aquecimento e resposta de sensores.
Além disso, isso permite ações precisas, reduz desperdícios e evita trocas prematuras. Portanto, o profissional atua baseado em dados objetivos e decisões técnicas, transformando o setor de manutenção em um ativo estratégico para a produtividade industrial.
Qual o impacto real de um torque incorreto na montagem do bico de injeção?
Um torque incorreto, seja acima ou abaixo da especificação, compromete o conjunto. O aperto excessivo pode deformar o assento do bico ou quebrar o isolador cerâmico. Já o torque insuficiente permite microvazamentos e falha no contato térmico.
| Torque Incorreto | Consequência Técnica |
|---|---|
| Excesso de Torque | Empenamento do assento / Quebra do isolador |
| Torque insuficiente | Vazamento / Perda de temperatura local |
Utilizar torquímetros calibrados e seguir as especificações do fabricante são práticas obrigatórias para garantir estabilidade térmica e integridade da montagem.
O que caracteriza uma manutenção técnica de excelência em máquina injetora?
A excelência na manutenção de uma máquina injetora vai além da troca de peças. Dessa forma, o profissional qualificado atua de forma proativa, aplicando o torque correto, realizando inspeções periódicas com base em dados técnicos e antecipando falhas por sinais térmicos, mecânicos e elétricos. Portanto, a manutenção deixa de ser reação e passa a ser controle estratégico.
Portanto, o que diferencia uma operação eficiente é a capacidade de integrar conhecimento técnico, rastreabilidade e disciplina operacional. Sendoa assim, isso reduz custos com paradas imprevistas, aumenta a vida útil dos componentes e garante alta qualidade na produção.

Sistema de troca automática de ferramentas em centro de usinagem CNC. A indexação numérica permite alta produtividade com mínima intervenção manual e máxima repetibilidade.
Para que serve o Curso de Máquina Injetora e quem deve fazer?
O curso de injetora tem como principal objetivo capacitar profissionais para atuar com segurança e eficiência na operação de máquinas injetoras no processo de transformação de materiais plásticos. Ao realizar o curso de operador de máquina injetora, o aluno adquire conhecimentos técnicos fundamentais sobre o funcionamento da máquina, suas partes principais, tipos de manutenção e boas práticas no processo de injeção.
Esse tipo de capacitação é essencial para quem busca ingressar ou se destacar na indústria de transformação plástica, especialmente em setores que exigem alta produtividade e controle de qualidade. O curso também contribui diretamente para a redução de falhas, desperdícios e paradas não planejadas, além de melhorar a performance da produção. O curso de operador de máquina injetora é indicado para:
Operadores e auxiliares de produção;
Técnicos e profissionais da área de plásticos;
Supervisores de linha e manutenção;
Interessados em iniciar carreira no setor industrial.
Além disso, esse conhecimento é valorizado por empresas que buscam profissionais qualificados para garantir a eficiência e a competitividade dos seus processos produtivos.
Tipos de Manutenção:
Nível 01: Manutenção Preventiva; Manutenção Corretiva; Manutenção Controlada/Preditiva.
Nível 02: Manutenção Programada; Manutenção Não-Programada; Manutenção em Campo: Manutenção fora de Campo.
Nível 03: Manutenção Corretiva planejada; Manutenção Corretiva não planejada; Manutenção Preventiva Sistemática; Manutenção Preventiva Periódica; Manutenção Detectiva “Pró-Ativa”; Manutenção Autônoma, Manutenção Produtiva Total (TPM) e Gestão de Engenharia de Manutenção.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Máquina Injetora
CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA E CONTROLADA/PREDITIVA DE MÁQUINA INJETORA
Carga Horária Total: 40 Horas
MÓDULO 1 – INTRODUÇÃO ÀS MÁQUINAS INJETORAS (4 Horas)
Fundamentos operacionais da máquina injetora
Tipos de injetoras: hidráulicas, elétricas e híbridas
Componentes principais: unidade de injeção, fechamento e comando
Princípios da moldagem por injeção
Especificações técnicas e requisitos de projeto
Faixas de temperatura e pressão
Torque e conexões
Ar comprimido limpo e seco
Oscilações de energia e impacto sobre resistências
MÓDULO 2 – CONFIGURAÇÃO E MONTAGEM DE SISTEMAS (6 Horas)
Configuração do sistema de injeção e moldes
Configuração e instalação de:
Bico térmico
Bico valvulado pneumático
Manifold aquecido (incluindo cruzados e Ultra 350)
Técnicas de içamento e manuseio seguro
Métodos de montagem:
Stack, duplo apoio, fixação direta/parafusos e grampos
Alinhamento térmico e mecânico entre cavidades, bicos e canais
MÓDULO 3 – MEDIÇÕES E AJUSTES CRÍTICOS (4 Horas)
Medição da pré-carga em bico térmico
Verificação da folga a frio (duplo apoio)
Instalação da vedação duplo delta
Ajuste da barra de entrada do molde
Torque de resistências, buchas e fixadores
Alinhamento da câmara quente com o molde
MÓDULO 4 – MANUTENÇÃO PREVENTIVA E DETECTIVA (6 Horas)
Inspeções periódicas: diárias, semanais e mensais
Ferramentas específicas: torquímetro, soquetes, descascadores de termopar
Lista de verificação antes da inicialização
Remoção e limpeza de:
Câmara quente, resistências, bico de injeção
Placas de ar central e injeção
Canal de transferência e alojamentos dos bicos
Análise de falhas comuns e medidas preventivas
MÓDULO 5 – MANUTENÇÃO CORRETIVA E PREDITIVA (6 Horas)
Análise de falhas por desgaste, superaquecimento ou contaminação
Substituição de:
Coxins, buchas, isoladores e resistências
Hastes de válvula, pistões e termopares
Monitoramento de sinais de degradação térmica e mecânica
Indicadores de manutenção baseada em condição (CBM)
Inspeção de peças críticas: retentores, membranas e canais
MÓDULO 6 – EXEMPLOS DE CÁLCULOS TÉCNICOS APLICADOS À MANUTENÇÃO (4 Horas)
Seleção da máquina a partir do molde
Exemplos de cálculos de:
Força de fechamento
Pressão no molde
Capacidade de plastificação
Perfis de velocidade
Refrigeração do ciclo e da peça
Exercício de dimensionamento completo
MÓDULO 7 – OPERAÇÃO, PARTIDA E PROCEDIMENTOS DE CAMPO (4 Horas)
Procedimento de inicialização: passo a passo
Orientações para operação segura e otimizada
Alinhamento entre resistência, termopar e sensor
Integração da manutenção com o controle de processo
Preenchimento de registros técnicos e planos de manutenção
MÓDULO 8 – ENCERRAMENTO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA (6 Horas)
Montagem final e checklist de verificação
Teste de funcionamento dos sistemas térmicos e pneumáticos
Simulação de falhas e respostas operacionais
Avaliação prática: desmontagem, inspeção e remontagem
Entrega técnica com checklist e recomendações de manutenção
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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