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  • Curso Manutenção Drives Elétricos
Técnico inspecionando e testando uma unidade de drive elétrico, destacando a importância da manutenção e calibração para garantir a eficiência e segurança operacional. - Curso Manutenção Drives Elétricos.
quarta-feira, 12 fevereiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, ISO, Normas Internacionais, NR10, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Manutenção Drives Elétricos

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, CONTROLADA/PREDITIVA DE DRIVES ELÉTRICOS – NOÇÕES BÁSICAS (NÍVEL 01)

Referência: 198724

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Manutenção Drives Elétricos

O Curso Manutenção Drives Elétricos capacita profissionais para realizar a manutenção eficiente de drives elétricos, equipamentos fundamentais para o controle de motores em diversas indústrias. Durante o treinamento, os participantes aprendem desde os conceitos básicos até as práticas avançadas, garantindo um conhecimento sólido e aplicável ao dia a dia profissional.

Desde o início, o curso apresenta os princípios de funcionamento dos drives elétricos, explicando suas características, modos de operação e aplicações. Em seguida, os alunos exploram a configuração e a parametrização, habilidades essenciais para otimizar o desempenho dos equipamentos. Além disso, o treinamento ensina técnicas eficazes para diagnóstico e solução de falhas, permitindo intervenções rápidas e seguras.

Para garantir a durabilidade dos drives elétricos, o curso aborda detalhadamente as estratégias de manutenção. Os participantes aprendem a implementar a manutenção preventiva, que reduz riscos de falhas, a manutenção corretiva, aplicada quando ocorrem problemas inesperados, e a manutenção preditiva, que antecipa falhas por meio do monitoramento contínuo. Mais do que isso, o curso enfatiza a necessidade de seguir normas técnicas e de segurança, promovendo boas práticas no ambiente de trabalho.

Esse treinamento é ideal para técnicos em eletrônica e eletrotécnica, engenheiros eletricistas e mecânicos, além de estudantes que desejam aprimorar seus conhecimentos. Com essa capacitação, os profissionais se tornam aptos a atuar em diversas indústrias, garantindo maior eficiência e confiabilidade nos sistemas elétricos.

Placa de circuito sendo manuseada com cuidado, ilustrando o processo de montagem ou reparo de componentes essenciais em drives elétricos, com foco na precisão e no uso de equipamentos avançados. - Curso Manutenção Drives Elétricos.

Placa de circuito sendo manuseada com cuidado, ilustrando o processo de montagem ou reparo de componentes essenciais em drives elétricos.

O que é Drives Elétricos?

Os drives elétricos são dispositivos eletrônicos usados para controlar o funcionamento de motores elétricos. Eles regulam a velocidade, o torque e a direção do motor, permitindo ajustes precisos para diferentes aplicações industriais. O funcionamento dos drives é simples: eles modulam a energia elétrica fornecida ao motor, alterando a frequência e a tensão da corrente. Isso, por sua vez, ajusta a velocidade do motor de acordo com a necessidade do processo em que ele está inserido.

Em diversas indústrias, os drives elétricos são essenciais, pois proporcionam maior eficiência energética, já que a velocidade do motor pode ser ajustada conforme a demanda, evitando desperdícios. Além disso, eles ajudam a melhorar o controle de processos e a reduzir o desgaste do motor, aumentando sua vida útil.

Esses dispositivos são amplamente utilizados em sistemas como ventilação, bombeamento, transportadores e compressores, onde é necessário um controle contínuo e preciso da operação do motor. Portanto, os drives elétricos são fundamentais para otimizar o desempenho e garantir a operação eficiente de motores em diversas áreas industriais.

Qual a Importância do Curso Manutenção Drives Elétricos?

O curso de Manutenção de Drives Elétricos é de extrema importância para profissionais que atuam com sistemas de controle de motores. Primeiramente, ele fornece conhecimentos essenciais sobre o funcionamento desses dispositivos, que são fundamentais para otimizar o desempenho dos motores e reduzir o consumo de energia em processos industriais. Ao entender como configurar, parametrizar e diagnosticar falhas em drives elétricos, os participantes adquirem habilidades práticas que aumentam a eficiência e a confiabilidade dos sistemas.

Além disso, o curso capacita os profissionais para realizar a manutenção preventiva e corretiva de maneira eficaz, o que ajuda a evitar falhas inesperadas e aumenta a vida útil dos equipamentos. Com isso, as empresas reduzem custos com reparos e paralisações não planejadas, garantindo maior produtividade e continuidade das operações.

Outro ponto importante é que, ao aprender a realizar manutenção preditiva, o curso permite antecipar problemas antes que eles ocorram, utilizando ferramentas de monitoramento para identificar falhas iminentes. Isso, por sua vez, contribui para um ambiente de trabalho mais seguro e eficiente, já que as máquinas funcionam de maneira otimizada e com menos riscos de parar inesperadamente.

Em resumo, a importância do curso está em capacitar os profissionais a garantir o funcionamento ideal dos drives elétricos, otimizando processos industriais, economizando recursos e minimizando riscos operacionais.

Close detalhado de uma placa de circuito eletrônico, representando a base de controle para drives elétricos, onde componentes como capacitores e resistores desempenham papéis críticos na regulação e no funcionamento. - Curso Manutenção Drives Elétricos.

Close detalhado de uma placa de circuito eletrônico, representando a base de controle para drives elétricos, onde componentes como capacitores e resistores desempenham papéis críticos na regulação e no funcionamento.

Quais os principais Drives Elétricos?

Os principais drives elétricos são classificados conforme sua aplicação e a tecnologia que utilizam para controlar os motores. A seguir, destacam-se os mais comuns no mercado:

Inversores de Frequência (VFD – Variable Frequency Drives): Controlam a velocidade do motor ajustando a frequência da corrente elétrica, sendo usados em ventiladores, bombas e transportadores. Eles economizam energia ao ajustar a velocidade conforme a demanda.
Soft Starters (Partidores Suaves): Reduzem a corrente e o torque durante a partida do motor, protegendo os componentes mecânicos e elétricos, especialmente em grandes motores de bombas e ventiladores.
Controladores de Torque (Torque Drives): Focam no controle do torque do motor, ideais para sistemas que exigem torque constante, como içamento e transportadores.
Drives de Corrente Contínua (DC Drives): Oferecem controle preciso de velocidade e resposta rápida a mudanças de carga, sendo usados em sistemas de tração e processos industriais que exigem alta precisão.
Drives de Motor de Passo (Stepper Drives): Controlam motores de passo para posicionamento preciso, comuns em impressoras e sistemas de automação.

Cada tipo de drive elétrico tem suas características e é escolhe-se conforme a aplicação específica. Portanto, a escolha do drive correto depende das necessidades de controle de velocidade, torque e da aplicação do motor. A compreensão dos diferentes tipos de drives garante uma operação mais eficiente e segura nos processos industriais.

Curso Manutenção Drives Elétricos: Tipos de Manutenção

N-01: Manutenção Preventiva; Manutenção Corretiva; Manutenção Controlada/Preditiva.
N-02: Manutenção Programada; Manutenção Não-Programada; Manutenção em Campo: Manutenção fora de Campo.
N-03: Manutenção Corretiva planejada; Manutenção Corretiva não planejada; Manutenção Preventiva Sistemática; Manutenção Preventiva Periódica; Manutenção Detectiva “Pró-Ativa”; Manutenção Autônoma, Manutenção Produtiva Total (TPM) e Gestão de Engenharia de Manutenção.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Manutenção Drives Elétricos

CURSO APRIMORAMENTO MANUTENÇÃO PREVENTIVA, CORRETIVA, CONTROLADA/PREDITIVA DE DRIVES ELÉTRICOS – NOÇÕES BÁSICAS (NÍVEL 01)

Carga Horária Total: 40 Horas

Conteúdo Programático Normativo:

Módulo 1 – Fundamentos de Drives Elétricos (6h)
Conceitos básicos de acionamentos elétricos
Tipos de drives elétricos
Principais componentes de um drive elétrico
Aplicações industriais dos drives elétricos
Segurança no manuseio e operação

Módulo 2 – Manutenção Preventiva de Drives Elétricos (8h)
Conceito e importância da manutenção preventiva
Procedimentos e cronogramas de manutenção
Inspeção visual e identificação de desgastes
Medição de temperatura e ventilação dos equipamentos
Limpeza e cuidados com placas eletrônicas e conectores
Procedimentos para substituição de componentes desgastados

Módulo 3 – Manutenção Corretiva de Drives Elétricos (8h)
Diagnóstico de falhas e análise de defeitos
Testes e medições com multímetro e osciloscópio
Problemas comuns em drives elétricos e suas causas:
Sobrecorrente e sobrecarga
Falhas de comunicação
Superaquecimento
Falhas de isolamento.
Procedimentos para troca de módulos e reparo de circuitos básicos
Práticas seguras para intervenção em equipamentos energizados

Módulo 4 – Manutenção Preditiva e Monitoramento de Condição (6h)
Introdução à manutenção preditiva
Métodos de monitoramento:
Termografia aplicada a drives elétricos
Análise de vibração e seus impactos
Monitoramento de temperatura e umidade
Técnicas de análise de parâmetros elétricos
Diagnóstico precoce de falhas

Módulo 5 – Configuração e Parametrização Básica de Drives (6h)
Interface de usuário e programação básica
Parametrização de inversores de frequência
Ajustes de tensão, corrente e frequência
Métodos de controle: escalar vs. Vetorial
Comunicação com CLPs e redes industriais
Backup e restauração de configurações

Módulo 6 – Práticas em Laboratório e Estudos de Caso (6h)
Aplicação dos conceitos aprendidos na prática
Diagnóstico e solução de falhas em drives elétricos reais
Simulação de cenários de manutenção preventiva e corretiva
Análise de casos reais de falhas em drives elétricos
Testes de eficiência e otimização do desempenho

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Manutenção Drives Elétricos

Curso Manutenção Drives Elétricos

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Manutenção Drives Elétricos

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
IEC 61800-1 – Sistemas de acionamento de energia elétrica de velocidade ajustável – Parte 1: Requisitos gerais – Especificações de classificação para sistemas de acionamento de energia CC de velocidade ajustável de baixa tensão;
IEC 60034-1 – Máquinas elétricas rotativas – Parte 1: Classificação e desempenho;

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Manutenção Drives Elétricos

Curso Manutenção Drives Elétricos

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS: 

Introdução aos acionamentos elétricos;
Motores elétricos;
Conversores de frequência;
Soft-starters;
Proteção de motores elétricos;
Drives de corrente contínua (DC);
Drives de corrente alternada (AC);
Inversores de frequência;
Tensão de alimentação: deve ser compatível com a rede elétrica disponível no local de instalação do drive;
Corrente nominal: deve ser suficiente para atender às necessidades do motor que será acionado pelo drive;
Frequência de saída: deve ser compatível com a frequência nominal do motor que será acionado;
Potência nominal: deve ser adequada à potência do motor que será acionado;
Tipo de controle: pode ser vetorial, escalar ou de torque, dependendo das necessidades da aplicação;
Proteções: o drive deve possuir proteções contra sobrecarga, curto-circuito, sobretensão, subtensão, entre outras;
Verificação das condições ambientais onde o drive elétrico será instalado;
Verificação da compatibilidade entre o drive elétrico e o motor que será acionado;
Instalação mecânica do drive elétrico e do motor;
Conexão dos cabos de alimentação e controle;
Configuração dos parâmetros do drive elétrico de acordo com as necessidades do processo;
Vantagens de drives elétricos e outros sistemas de acionamento:
Maior eficiência energética;
Menor desgaste dos equipamentos;
Controle de velocidade e torque;
Redução de ruídos e vibrações;
Manutenção preventiva e corretiva em acionamentos elétricos.
Manutenção dos drives elétricos
Verificar regularmente as conexões elétricas para garantir que estejam firmes e seguras;
Limpeza dos componentes regularmente para remover poeira e sujeira acumulada;
Verificação de sinais de desgaste ou danos nos componentes, como capacitores, resistores e transistores, e substituí-los conforme necessário;
Verificação de sinais de superaquecimento ou sobrecarga e tomar medidas para evitar esses problemas;
Realização de testes regulares para verificar o desempenho do drive elétrico e identificar quaisquer problemas antes que eles se tornem graves.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Manutenção Drives Elétricos

Saiba Mais: Curso Manutenção Drives Elétricos

Qual é a importância dos drives elétricos em processos industriais?
Os drives elétricos são componentes essenciais em processos industriais, pois permitem o controle preciso da velocidade e do torque de motores elétricos, resultando em maior eficiência energética, redução de custos e aumento da produtividade.
Como funcionam os drives elétricos?
Os drives elétricos são dispositivos que controlam a velocidade, o torque e a direção de motores elétricos. Eles funcionam convertendo a energia elétrica de uma fonte de alimentação em energia elétrica de corrente alternada (AC) ou corrente contínua (DC) para alimentar o motor elétrico.
Existem diferentes tipos de drives elétricos, incluindo os drives de frequência variável (VFDs), que são os mais comuns. Esses drives convertem a energia elétrica de corrente alternada (AC) em energia elétrica de corrente contínua (DC), que é então convertida novamente em energia elétrica de corrente alternada (AC) com uma frequência variável para controlar a velocidade do motor.
Os drives elétricos são amplamente utilizados em várias aplicações industriais, incluindo em máquinas-ferramenta, sistemas de controle de processos e equipamentos de movimentação de materiais. Eles oferecem uma série de benefícios, como melhor eficiência energética, maior precisão no controle de velocidade e torque, menor desgaste mecânico e menor necessidade de manutenção.
Quais são os tipos de drives elétricos disponíveis no mercado?
Existem vários tipos de drives elétricos disponíveis no mercado, cada um com suas próprias características e aplicações específicas. Dentre os principais tipos, podemos citar:
Drives de velocidade variável (VSD): são utilizados para controlar a velocidade de motores elétricos, permitindo que eles operem em diferentes velocidades e economizando energia.
Drives de frequência variável (VFD): semelhantes aos VSDs, mas com a capacidade de controlar a frequência da corrente elétrica, permitindo um controle ainda mais preciso da velocidade do motor.
Drives servo: utilizados em aplicações que exigem um controle de posição muito preciso, como robótica e automação industrial.
Drives de corrente contínua (DC): controlam a velocidade e o torque de motores de corrente contínua, que são amplamente utilizados em aplicações industriais.
Drives de indução: utilizados para controlar motores de indução, que são os mais comuns em aplicações industriais.
Cada tipo de drive elétrico tem suas próprias vantagens e desvantagens, e a escolha do melhor tipo para uma determinada aplicação depende de vários fatores, como o tipo de motor utilizado, a carga que será acionada e o ambiente em que o sistema será instalado.
Como escolher o drive elétrico adequado para uma aplicação específica?
Para escolher o drive elétrico adequado para uma aplicação específica, é preciso considerar alguns fatores importantes, tais como:
Tipo de motor utilizado na aplicação (motor de indução, motor síncrono, motor de passo, etc.);
Potência do motor;
Velocidade de operação do motor;
Torque necessário para a aplicação;
Tipo de carga (constante, variável, pulsante, etc.);
Ambiente em que o motor será utilizado (temperatura, umidade, vibração, etc.);
Nível de ruído aceitável;
Disponibilidade de energia elétrica na instalação.
Além disso, é importante avaliar as características do próprio drive elétrico, tais como:
Tipo de controle (vetorial, escalar, direto, etc.);
Faixa de frequência de operação;
Capacidade de sobrecarga;
Proteções disponíveis (sobrecorrente, sobretensão, curto-circuito, etc.);
Interface de comunicação com outros equipamentos.
Ao levar em conta esses aspectos e escolher um drive elétrico que atenda às necessidades específicas da aplicação, é possível obter um melhor desempenho do motor e uma maior eficiência energética.
Quais são as principais vantagens e desvantagens dos drives elétricos em relação a outros sistemas de acionamento?
Os drives elétricos possuem diversas vantagens em relação a outros sistemas de acionamento, tais como:
Eficiência energética: os drives elétricos são mais eficientes na conversão de energia elétrica em energia mecânica, o que resulta em menor consumo de energia e, consequentemente, em economia de recursos financeiros e ambientais.
Controle de velocidade: os drives elétricos permitem um controle preciso da velocidade de rotação do motor, o que é especialmente útil em aplicações que exigem variação de velocidade, como em máquinas têxteis, robôs industriais e equipamentos de mineração.
Menor manutenção: os drives elétricos têm menos peças móveis do que outros sistemas de acionamento, o que reduz a necessidade de manutenção e aumenta a vida útil do equipamento.
No entanto, também existem algumas desvantagens dos drives elétricos, tais como:
Custo inicial: os drives elétricos tendem a ser mais caros do que outros sistemas de acionamento, o que pode ser um obstáculo para algumas empresas.
Complexidade: os drives elétricos são mais complexos do que outros sistemas de acionamento, o que pode exigir uma maior especialização dos técnicos responsáveis pela manutenção e reparo dos equipamentos.
Sensibilidade a falhas elétricas: os drives elétricos são mais sensíveis a falhas elétricas do que outros sistemas de acionamento, o que pode comprometer o desempenho e a segurança do equipamento em caso de problemas na rede elétrica ou em componentes internos do sistema.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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