Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO DE ARRANCAMENTO ESTÁTICO EM PONTOS DE ANCORAGEM – NBR 16325-2
Referência: 73612
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Curso Laudo Arrancamento Ancoragem
O objetivo do Curso Laudo Arrancamento Ancoragem é capacitar o profissional para interpretar, estruturar e elaborar Relatórios Técnicos de Arrancamento Estático com precisão metodológica, utilizando critérios claros de análise, documentação e verificação. Assim, à medida que o participante avança, ele desenvolve a habilidade de identificar falhas, avaliar a integridade estrutural dos pontos de ancoragem e registrar dados de forma rastreável, sempre com transições lógicas e raciocínio técnico ativo.
Além disso, o curso busca consolidar o domínio completo da ABNT NBR 16325-2, norma principal que orienta os requisitos aplicáveis aos dispositivos de ancoragem do tipo C. Com base nessa referência, o profissional aprende a conectar cada etapa do processo ao que a norma determina, garantindo que o relatório final seja consistente, auditável e plenamente alinhado às exigências de segurança para trabalhos em altura.

Inspeção crítica antes do ensaio de arrancamento estático.
Responsável por validar tecnicamente um Relatório de Arrancamento Estático conforme a ABNT NBR 16325-2
A validação técnica do relatório deve ser realizada por um profissional legalmente habilitado, geralmente um engenheiro com atribuições compatíveis no CREA, capaz de interpretar a ABNT NBR 16325-2 e correlacionar os resultados do ensaio aos requisitos de segurança. Esse profissional assume responsabilidade direta sobre a coerência metodológica, a integridade dos registros e a veracidade das informações apresentadas.
Quando o profissional valida o relatório, ele atesta que as condições do ensaio, os equipamentos utilizados e os resultados observados atendem às diretrizes da norma principal. Portanto, essa validação garante confiabilidade, rastreabilidade e conformidade jurídica, permitindo que o documento seja aceito em auditorias, perícias e inspeções de órgãos fiscalizadores.
Curso Laudo Arrancamento Ancoragem: Quando um ponto de ancoragem deve ser submetido a um novo ensaio de arrancamento estático para comprovar sua capacidade estrutural?
Um novo ensaio deve ocorrer sempre que houver evidências, situações operacionais ou alterações estruturais que possam comprometer a resistência original do ponto de ancoragem. Portanto, a decisão precisa considerar fatores de segurança, desgaste e variáveis ambientais.
| Situação que exige novo ensaio | Descrição técnica |
|---|---|
| Alteração estrutural na base | Modificações no concreto, aço ou elemento que sustenta o ponto. |
| Exposição a esforços excessivos | Sobrecargas, impactos ou deformações suspeitas. |
| Danos visíveis ou corrosão | Fissuras, perda de seção ou degradação do material. |
| Ausência de histórico recente | Períodos longos sem inspeção ou registros inadequados. |
| Pós-acidente ou quase acidente | Eventos que possam ter reduzido a capacidade de ancoragem. |
Qual é o critério mínimo de resistência exigido para aprovação de um ponto de ancoragem durante um ensaio estático?
A ABNT NBR 16325-2 estabelece parâmetros claros sobre a resistência que os dispositivos de ancoragem precisam demonstrar. Desse modo, esses critérios asseguram a integridade durante trabalhos em altura e evitam falhas catastróficas.
Resistência mínima equivalente a 1500 kilogramas-força aplicada de maneira estática.
Manutenção da integridade estrutural sem deformações permanentes.
Estabilidade do conjunto entre o dispositivo e o substrato.
Capacidade de comportamento previsível sem ruptura ou tracionamento excessivo.
Compatibilidade com os limites do fabricante e requisitos da NR 35.

Confirmação da resistência estrutural do sistema de ancoragem.
Por que a análise documental prévia é indispensável antes da elaboração do Relatório Técnico de Arrancamento Estático?
A análise documental prévia assegura que o profissional compreenda o histórico do ponto de ancoragem, verificando condições anteriores, laudos emitidos, registros de manutenção e especificações do fabricante. Desse modo, esse panorama inicial reduz incertezas e orienta a avaliação de forma mais precisa e fundamentada.
Além disso, a análise documental fortalece a correção metodológica, pois conecta o estado atual do ponto de ancoragem com sua trajetória operacional. Com isso, o profissional identifica tendências de desgaste, falhas recorrentes e inconsistências, garantindo que o relatório final seja sólido, estruturado e plenamente alinhado à ABNT NBR 16325-2.
Onde devem ser registradas as evidências, medições e observações realizadas durante o processo de avaliação técnica?
O registro adequado assegura rastreabilidade, padronização e confiabilidade do relatório técnico. Dessa maneira, os dados devem ser organizados em meios que permitam auditorias futuras e comparações com vistorias subsequentes.
| Tipo de registro | Local recomendado |
|---|---|
| Fotografias técnicas | Anexos do relatório com identificação de data e local. |
| Medições do ensaio | Planilhas numéricas padronizadas vinculadas ao relatório. |
| Observações do avaliador | Campo descritivo no corpo do documento. |
| Identificação do ponto | Croqui, diagrama ou planta com marcação precisa. |
| Dados do equipamento utilizado | Ficha técnica e certificados anexos. |
Curso Laudo Arrancamento Ancoragem: Procedimento a ser seguido quando o ponto de ancoragem demonstra sinais de deformação ou perda de capacidade durante a análise
Quando surgem indícios de falha, é necessário adotar ações imediatas para preservar a segurança, evitar continuidade do uso e garantir que o relatório reflita a condição real do ponto. Logo, abaixo seguem os procedimentos a serem seguidos:
Interromper imediatamente qualquer uso operacional do ponto de ancoragem.
Registrar fotografias e medições detalhadas da deformação.
Classificar a não conformidade segundo critérios da ABNT NBR 16325-2.
Recomendar substituição, reforço ou reparo conforme o caso.
Indicar nova avaliação após qualquer intervenção realizada.
Por que o manual do fabricante desempenha papel essencial na interpretação dos limites estruturais observados no relatório?
O manual do fabricante atua como fonte oficial para torque, carga admissível, tipo de substrato compatível e restrições de uso do dispositivo de ancoragem. Assim, quando o avaliador consulta essas informações, ele correlaciona os resultados do ensaio às especificações originais, garantindo coerência técnica e respeito à engenharia do produto.
Além disso, o manual complementa a ABNT NBR 16325-2, pois detalha parâmetros que a norma não define individualmente para cada dispositivo. Essa combinação fortalece a precisão do relatório, reduz interpretações subjetivas e assegura que as conclusões reflitam tanto os requisitos normativos quanto as condições projetadas pelo fabricante.

Avaliação segura dos pontos de ancoragem em altura.
Qual a importância do Curso Laudo Arrancamento Ancoragem?
A importância do Curso Laudo Arrancamento Ancoragem está em capacitar o profissional para elaborar Relatórios Técnicos de Arrancamento Estático com precisão, consistência e total conformidade normativa. Desse modo, quando o participante aprende a interpretar resultados, reconhecer falhas estruturais e registrar evidências de forma rastreável, ele passa a entregar documentos tecnicamente sólidos, capazes de sustentar decisões operacionais e auditorias. Logo, esse domínio reduz riscos, fortalece a confiabilidade do sistema de ancoragem e evita acidentes decorrentes de erros de análise ou ensaio mal conduzido.
Além disso, o curso assegura que toda a atuação do profissional esteja alinhada à ABNT NBR 16325-2, norma principal que define os requisitos para dispositivos de ancoragem tipo C. Ao aplicar corretamente as diretrizes dessa norma, o técnico ou engenheiro garante que o relatório reflita requisitos de segurança para trabalhos em altura, respeite limites estruturais previstos pelo fabricante e atenda às exigências de órgãos fiscalizadores. No fim, o conhecimento aplicado protege pessoas, patrimônios e processos.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Laudo Arrancamento Ancoragem
CURSO APRIMORAMENTO COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO DE ARRANCAMENTO ESTÁTICO EM PONTOS DE ANCORAGEM – NBR 16325-2
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos Normativos dos Dispositivos de Ancoragem (4 Horas)
Interpretação aprofundada da NBR 16325-2 aplicada ao relatório técnico.
Definições essenciais: resistência mínima, dispositivos estruturais e não estruturais, pontos fixos e dispositivos removíveis.
Relação com as Normas RegulamentadorasRequisitos legais de responsabilização técnica e emissão de ART.
MÓDULO 2 – Segurança na Estabilização de Pontos de Fixação (4 Horas)
Critérios normativos de estabilidade mecânica e comportamento estrutural.
Leituras técnicas: modo de falha, deformação, fadiga e influência de esforços repetitivos.
Condições ambientais e efeitos sobre a resistência dos materiais.
Conscientização detalhada sobre os riscos associados à instabilidade.
MÓDULO 3 – Requisitos Normativos para Elaboração do Relatório Técnico (6 Horas)
Estrutura formal do relatório conforme exigências da NBR 16325-2.
Elementos obrigatórios: identificação, localização, condições, metodologia aplicada e conclusão.
Interpretar e registrar evidências técnicas de forma válida e auditável.
Análise documental prévia: histórico de vistorias, conformidades, não conformidades e registros de manutenção.
MÓDULO 4 – Vistorias Técnicas e Conformidade Normativa (4 Horas)
Procedimentos teóricos de vistoria conforme ABNT e NRs aplicáveis.
Identificação teórica de falhas: corrosão, fissuras, deformações, perda de seção, anomalias.
Roteiro normativo de verificação: critérios de aceitação e rejeição.
Validade de laudos, periodicidade e rastreabilidade de documentos.
MÓDULO 5 – Manual do Fabricante e Requisitos Complementares (4 Horas)
Importância do Manual de Instrução na análise técnica.
Interpretação de torque, carga máxima, limites de deformação e orientações de manutenção.
Adequação às recomendações do fabricante versus requisitos normativos.
Documentação complementar: certificados, ensaios, histórico e modificações.
MÓDULO 6 – Comportamento Estrutural e Estresse Mecânico (4 Horas)
Teoria do estresse em dispositivos de ancoragem.
Capacidade nominal versus capacidade residual.
Análise do nível de estresse sofrido pelo equipamento ao longo de sua vida útil.
Critérios para avaliar imperfeições e capacidade de recuperação estrutural.
MÓDULO 7 – Testes Teóricos de Arrancamento Estático (6 Horas)
Fundamentos do ensaio de arrancamento estático segundo a NBR 16325-2.
Esforços previstos: resistência mínima equivalente a 1500 kgf.
Teoria do uso de alicates hidráulicos, macacos hidráulicos e sistemas de medição.
Critérios normativos para interpretação de resultados, identificação de falhas e classificação do ponto de ancoragem.
MÓDULO 8 – Registros, Evidências e Rastreamento Técnico (4 Horas)
Como registrar dados do ensaio de forma rastreável.
Padronização de planilhas, tabelas, fotos técnicas e croquis.
Identificação de falhas e modos de ruptura.
Relação entre o registro técnico e a prevenção de acidentes.
MÓDULO 9 – Procedimentos Ocupacionais e Qualificação Profissional (2 Horas)
Aptidão profissional exigida para atividades com pontos de ancoragem.
Requisitos de qualificação e responsabilidades
Conscientização ocupacional e conduta segura em ambientes de altura.
MÓDULO 10 – Noções de Primeiros Socorros e Protocolos Preventivos (2 Horas)
Protocolos essenciais de atendimento inicial em caso de falha ou acidente.
Reconhecimento de riscos potenciais durante atividades com ancoragens.
Orientações para comunicação, isolamento e acionamento de resposta emergencial.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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