Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO INSTRUTOR NR-35 TRABALHO EM ALTURA E NR-33 SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇO CONFINADOS
Referência: 9401
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso Instrutor NR35 NR33
O objetivo do Curso Instrutor NR35 e NR33 é capacitar profissionais para atuarem como multiplicadores de conhecimento técnico, legal e comportamental nas áreas de trabalho em altura e espaços confinados, com domínio das normas regulamentadoras, análise de riscos e técnicas de gestão da segurança. O curso forma instrutores aptos a planejar, estruturar e ministrar treinamentos conforme os requisitos do Ministério do Trabalho e das normas ABNT aplicáveis, garantindo excelência pedagógica, responsabilidade técnica e rastreabilidade por meio de ART.
Além disso, o curso aprofunda a compreensão dos fundamentos de segurança ocupacional, controle de atmosferas perigosas, sistemas de ancoragem e prevenção de acidentes, tornando o instrutor capaz de conduzir equipes de forma segura e assertiva. O foco é formar profissionais de referência, capazes de interpretar normas, aplicar metodologias modernas de ensino técnico e orientar empresas na implementação de programas de capacitação contínua alinhados às exigências da NR-01, ISO 45001 e ISO 10015.

Instrutores em operação segura de acesso por cordas conforme NR-35, com uso correto de talabartes, mosquetões e sistema de ancoragem certificado.
Qual é o papel de um instrutor nas capacitações de NR-33 e NR-35?
O instrutor atua como o elo entre a norma e a prática. Sua função vai além de transmitir conhecimento, ele deve interpretar as exigências legais, traduzi-las em procedimentos aplicáveis e garantir que os treinamentos desenvolvam consciência situacional e comportamento seguro. Isso exige domínio técnico, didática clara e capacidade de conduzir o grupo dentro de uma cultura de prevenção.
Desse modo, o instrutor é responsável por validar as competências dos trabalhadores, analisar o ambiente, identificar condições inseguras e orientar correções imediatas. Ele também precisa manter-se atualizado sobre revisões normativas, ABNT aplicáveis e diretrizes internacionais (como ISO 45001 e NBR 16710-2), assegurando que a formação ministrada tenha respaldo técnico e validade perante o CREA.
Quais competências um instrutor precisa desenvolver para ministrar cursos de NR-33 e NR-35 com excelência?
Ser instrutor NR-33 e NR-35 não é apenas possuir conhecimento técnico, é também representar o elo entre legislação, engenharia e comportamento humano. Portanto, o profissional precisa dominar as normas, entender o processo de aprendizagem e possuir autoridade para formar multiplicadores de segurança. As competências abaixo explicam os pilares que sustentam o perfil ideal desse profissional.
Domínio normativo e técnico: compreender integralmente as exigências das normas regulamentadoras e suas interações com as ABNT, ISO e protocolos internacionais.
Capacidade didática e liderança: transformar conceitos técnicos em linguagem acessível e operacional, estimulando a percepção de risco e a autorresponsabilidade.
Gestão de risco e tomada de decisão: antecipar cenários críticos, avaliar variáveis e determinar medidas de controle adequadas em tempo real.
Responsabilidade ética e legal: garantir a rastreabilidade documental por meio de ART e cumprir obrigações profissionais junto ao CREA e órgãos certificadores.
Essas competências consolidam o instrutor como guardião da segurança e referência técnica dentro das organizações, garantindo treinamentos eficazes e auditáveis.
Curso Instrutor NR35 NR33:As principais diferenças entre as exigências da NR-33 e da NR-35 para instrutores
As duas áreas de atuação envolvem riscos distintos e exigem preparo específico do instrutor. Então, cada uma demanda um conjunto próprio de habilidades técnicas, foco de treinamento e responsabilidades durante a formação dos profissionais.
| Aspecto | Trabalho em Espaço Confinado (NR-33) | Trabalho em Altura (NR-35) |
|---|---|---|
| Objetivo | Prevenir acidentes relacionados à atmosfera perigosa e falta de ventilação | Evitar quedas e controlar riscos de deslocamento em altura |
| Responsabilidade do Instrutor | Ensinar controle de acesso, medição de gases e comunicação entre equipes | Ensinar uso correto de equipamentos, planejamento e inspeção de sistemas de ancoragem |
| Documentação essencial | Registro de entrada e autorização de trabalho | Análise de risco e plano de emergência |
| Atualização técnica | Deve ser constante, conforme novos métodos e equipamentos | Deve acompanhar revisões de equipamentos e técnicas de proteção |
Por que é importante que o instrutor compreenda a análise de riscos e atmosferas perigosas?
A compreensão das atmosferas perigosas e da análise de risco é vital, pois grande parte dos acidentes fatais em espaços confinados e trabalhos em altura ocorre pela ausência de avaliação prévia adequada. Um instrutor qualificado ensina a antecipar cenários críticos, compreender limites de exposição e aplicar controles técnicos e administrativos antes da execução da atividade.
Além disso, o domínio sobre detecção de gases, ventilação e equipamentos de proteção garante decisões assertivas em campo. O instrutor deve formar profissionais capazes de reconhecer e controlar variáveis invisíveis, reforçando a cultura de que “risco não avaliado é risco potencializado”.

Equipe técnica realizando inspeção em espaço confinado com ventilação mecânica, análise de gases e uso integral de EPIs.
Quais são as consequências da ausência de instrutores qualificados na execução de treinamentos obrigatórios?
A ausência de instrutores qualificados impacta diretamente a validade legal dos treinamentos, a integridade dos trabalhadores e a credibilidade da empresa. Logo, treinamentos ministrados por profissionais sem ART ou sem respaldo técnico infringem a legislação e expõem empregadores a penalidades severas. A seguir, são apresentadas as principais consequências e seus desdobramentos.
Invalidez legal do treinamento: cursos realizados sem instrutor habilitado e sem ART registrada são considerados inexistentes em auditorias trabalhistas e perícias judiciais.
Risco operacional elevado: trabalhadores treinados de forma inadequada desconhecem limites de segurança e procedimentos de emergência, elevando o potencial de acidentes graves.
Perda de credibilidade institucional: empresas não conformes perdem contratos, certificações e confiança de órgãos fiscalizadores.
Aumento de acidentes e passivos trabalhistas: a falta de qualificação instrucional compromete a cultura de segurança e gera impactos econômicos e jurídicos severos.
Cada item revela que o instrutor não é apenas um educador, mas um agente de conformidade legal e técnica dentro do ecossistema corporativo.
Curso Instrutor NR35 NR33: Equipamentos indispensáveis para a formação de instrutores
O instrutor precisa conhecer e demonstrar o uso correto dos equipamentos que serão aplicados pelos alunos. Isso garante não só a segurança das práticas, mas também a credibilidade do treinamento e o domínio técnico exigido na formação.
| Categoria | Equipamentos principais | Função |
|---|---|---|
| Proteção individual | Capacete, cinto, talabarte, trava-quedas, óculos e luvas | Protegem o corpo e evitam lesões em caso de acidentes |
| Monitoramento | Detectores de gases e ventiladores portáteis | Avaliam a qualidade do ar e garantem ventilação adequada |
| Ancoragem e resgate | Cordas, mosquetões, polias, macas e tripés | Permitem o controle de movimentação e simulações de resgate |
| Documentação | Checklists e fichas de inspeção | Mantêm o registro técnico e asseguram rastreabilidade |
De que forma o curso contribui para a melhoria da cultura de segurança nas empresas?
O curso promove a multiplicação do conhecimento técnico-normativo de forma estruturada. Dessa maneira, instrutores formados tornam-se agentes de transformação dentro das organizações, disseminando práticas seguras, padrões de comunicação operacional e procedimentos compatíveis com as exigências legais. Isso cria uma cultura de responsabilidade compartilhada entre gestão e trabalhadores.
Na perspectiva organizacional, a presença de instrutores certificados reduz índices de acidentes, melhora auditorias internas e fortalece a conformidade com a NR-01 (GRO e PGR). A empresa passa a atuar preventivamente, e não apenas reativa às fiscalizações, ampliando a confiabilidade de seus processos e sua imagem institucional.

Procedimento de entrada em espaço confinado com tripé, detector multigás e linha de vida conforme protocolos de resgate técnico.
Qual a importância do Curso Instrutor NR 33 NR 35?
A importância do Curso Instrutor NR35 e NR33 está em formar profissionais capazes de unir conhecimento técnico, consciência preventiva e habilidade pedagógica. O instrutor atua como multiplicador da segurança, ele não apenas ensina o cumprimento das regras, mas transmite o raciocínio crítico necessário para que cada trabalhador compreenda e respeite os limites do risco. Assim, o curso aprimora a capacidade de conduzir treinamentos eficazes, com foco em comunicação clara, tomada de decisão e liderança em situações de perigo potencial.
Além disso, o curso consolida o papel do instrutor como referência técnica dentro das empresas, fortalecendo a cultura de segurança e a conformidade com os programas de gestão de riscos. Um profissional bem preparado reduz a probabilidade de acidentes, melhora o desempenho das equipes e eleva o padrão de qualidade das capacitações internas, transformando o ambiente de trabalho em um espaço de aprendizado contínuo e proteção coletiva.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso Instrutor NR35 NR33
CURSO APRIMORAMENTO INSTRUTOR NR-35 TRABALHO EM ALTURA E NR-33 SEGURANÇA E SAÚDE NOS TRABALHOS EM ESPAÇO CONFINADOS
Carga Horária: 120 Horas
Módulo 1 – Fundamentos das Normas NR-33 e NR-35 (12h)
Estrutura e aplicabilidade das normas;
Responsabilidades do empregador, empregado e instrutor;
Definições, terminologias e princípios legais;
Critérios de capacitação, reciclagem e competência técnica.
Módulo 2 – Gestão de Riscos Ocupacionais (12h)
Interação entre o PGR e o PCMSO;
Identificação, análise e avaliação de riscos;
Hierarquia de controles e medidas administrativas;
Conexão entre risco residual e planejamento operacional.
Módulo 3 – Detecção de Gases e Ventilação em Espaços Confinados (14h)
Tipos de gases perigosos: tóxicos, inflamáveis, asfixiantes e explosivos;
Princípios de amostragem: o que, quando e onde medir;
Técnicas de detecção atmosférica;
Calibração e verificação de instrumentos de leitura;
Critérios técnicos para ventilação e renovação de ar;
Interpretação de resultados e relatórios de medição.
Módulo 4 – Atmosferas Explosivas e Áreas Classificadas (12h)
Conceitos de áreas classificadas conforme IEC e ABNT;
Classificação de zonas e tipos de substâncias inflamáveis;
Certificação INMETRO e marcação de equipamentos;
Tipos de proteção elétrica (Ex-d, Ex-e, Ex-i, Ex-n);
Código IP – Níveis de proteção e vedação;
Fundamentos de aterramento e prevenção de eletricidade estática.
Módulo 5 – Equipamentos, Materiais e Proteções (14h)
Seleção e especificações de EPIs e EPCs aplicáveis;
Critérios de inspeção e conservação;
Equipamentos rígidos e flexíveis: cordas, fitas, mosquetões, trava-quedas, polias, freios e descensores;
Limitações de uso e condições impeditivas;
Normas técnicas de resistência, certificação e rastreabilidade.
Módulo 6 – Proteção Contra Quedas e Fator de Queda (10h)
Análise de forças envolvidas no impacto;
Planejamento de sistemas de ancoragem;
Critérios de segurança para linhas de vida e pontos de ancoragem;
Interpretação de cálculos de fator de queda e dissipação de energia.
Módulo 7 – Prevenção e Combate a Incêndio (10h)
Teoria do fogo e classes de incêndio;
Meios de extinção e agentes extintores;
Tipos de extintores, sistemas de hidrantes e sprinklers;
Condutas seguras em emergências e evacuação;
Integração com plano de emergência e brigada interna.
Módulo 8 – Noções de Resgate e Primeiros Socorros (10h)
Fundamentos de resgate técnico em altura e espaço confinado;
Modos de operação e coordenação de equipes de resgate;
Critérios de acionamento e comunicação;
Noções de suporte básico de vida (SBV) e atendimento inicial à vítima;
Protocolos de avaliação primária e secundária conforme AHA.
Módulo 9 – Planejamento e Organização de Atividades (8h)
Etapas de planejamento e autorização de trabalho;
Elaboração de análise preliminar de risco (APR);
Gestão documental e registro de capacitações;
Comunicação de riscos e interface entre setores.
Módulo 10 – Didática Aplicada à Formação de Instrutores (8h)
Princípios da andragogia e estratégias de ensino técnico;
Estruturação de conteúdo normativo e abordagem prática;
Avaliação de aprendizagem e feedback;
Ética profissional, conduta e responsabilidade legal do instrutor.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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