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  • Curso Forbol Óleo Graxa
O Curso Forbol Óleo Graxa tem como objetivo qualificar profissionais para a execução de inspeções técnicas, testes laboratoriais e ensaios analíticos voltados à avaliação quantitativa de forbol em óleos e graxas. Durante o treinamento, serão abordadas metodologias avançadas para a identificação e quantificação desse composto, incluindo técnicas cromatográficas e espectrofotométricas, bem como a interpretação de laudos e padrões regulatórios aplicáveis.
quinta-feira, 27 março 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos

Curso Forbol Óleo Graxa

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS, AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE FORBOL EM ÓLEO E GRAXA E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 224276

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Forbol Óleo Graxa

O Curso Forbol Óleo Graxa tem como objetivo qualificar profissionais para a execução de inspeções técnicas, testes laboratoriais e ensaios analíticos voltados à avaliação quantitativa de forbol em óleos e graxas. Durante o treinamento, serão abordadas metodologias avançadas para a identificação e quantificação desse composto, incluindo técnicas cromatográficas e espectrofotométricas, bem como a interpretação de laudos e padrões regulatórios aplicáveis.

Além disso, os participantes serão capacitados para elaborar relatórios técnicos detalhados, considerando critérios de precisão analítica, limites de detecção e quantificação, bem como conformidade com normas vigentes e boas práticas laboratoriais. Portanto, o curso também enfatiza a importância da calibração e validação de equipamentos, assegurando a reprodutibilidade e confiabilidade dos ensaios realizados.

Com espessante à base de sabão de lítio e aditivos de extrema pressão (EP), a graxa Forbol é indicada para rolamentos submetidos a altas cargas e ambientes agressivos, assegurando película lubrificante estável mesmo sob variações térmicas e vibrações. - Curso Forbol Óleo Graxa.

Com espessante à base de sabão de lítio e aditivos de extrema pressão (EP), a graxa Forbol é indicada para rolamentos submetidos a altas cargas e ambientes agressivos, assegurando película lubrificante estável mesmo sob variações térmicas e vibrações.

Curso Forbol Óleo Graxa: O Que é Forbol Óleo Graxa?

O forbol é um diterpeno policíclico altamente bioativo, derivado de certas espécies vegetais, especialmente da família Euphorbiaceae e Thymelaeaceae. Além disso, ele é estruturalmente caracterizado por um núcleo de tigliano substituído e possui afinidade com a proteína quinase C (PKC), desempenhando um papel crucial na modulação de vias de transdução de sinal intracelular.

A presença de forbol e seus ésteres em óleos e graxas de origem vegetal pode representar um risco toxicológico, uma vez que esses compostos atuam como promotores de tumor, interferindo na regulação da proliferação celular e na diferenciação de tecidos. Portanto, profissionais realizam a avaliação quantitativa de forbol em matrizes oleosas para garantir a segurança de produtos destinados ao consumo humano ou animal.

As técnicas analíticas utilizadas para a quantificação de forbol incluem cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) e espectrometria de massas (MS), permitindo a detecção precisa de seus ésteres em diferentes tipos de amostras. Além disso, pesquisadores podem empregar ensaios de bioatividade para verificar os efeitos biológicos dessas substâncias em sistemas celulares e modelos experimentais.

Quais os Tipos de Forbol?

O forbol e seus derivados pertencem a uma classe de diterpenos policíclicos com diversas variações estruturais. Nesse contexto, os tipos mais relevantes são os ésteres de forbol, os quais apresentam alta bioatividade e estão associados a efeitos farmacológicos e toxicológicos.

Principais tipos de forbol e seus ésteres:

Forbol (Phorbol) – C20H28O6
Forma básica e menos ativa do composto.
Precursor de diversos ésteres bioativos.

Forbol-12-miristato-13-acetato (PMA, TPA – 12-O-Tetradecanoylphorbol-13-acetate)
Um dos ésteres mais estudados, conhecido por ser um promotor tumoral potente.
Amplamente utilizado em pesquisa biomédica para ativação da proteína quinase C (PKC).

Forbol-12,13-diacetato
Também um ativador da PKC, mas com potência inferior ao PMA.
Investigado por seus efeitos na modulação da resposta inflamatória e apoptose celular.

Forbol-12,13-dibutirato (PDBu – Phorbol 12,13-dibutyrate)
Ativador sintético da PKC utilizado em experimentos laboratoriais.
Menos potente que o PMA, porém com efeitos similares em células.

Forbol-12-benzoato-13-acetato
Derivado modificado com menor estabilidade em soluções aquosas.
Aplicado em estudos de sinalização celular.

Outros derivados naturais e sintéticos
Existem diversas variantes de ésteres de forbol, isoladas de plantas ou sintetizadas para fins farmacológicos e toxicológicos. Algumas substâncias têm aplicações terapêuticas potenciais, enquanto outras estão sendo investigadas devido aos seus efeitos adversos.

Os diferentes tipos de forbol podem estar presentes em óleos vegetais, sementes e produtos derivados de plantas tóxicas, sendo essencial a sua detecção e quantificação para garantir a segurança de produtos destinados ao consumo humano e animal. Dessa forma, profissionais empregam amplamente técnicas como HPLC-MS (cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas) para essa finalidade.

A graxa Forbol oferece estabilidade mecânica superior, excelente resistência à água e proteção anticorrosiva, ideal para rolamentos industriais, automotivos e de equipamentos pesados. Sua formulação impede o escoamento em regime severo e garante longa durabilidade entre intervalos de relubrificação. - Curso Forbol Óleo Graxa.

A graxa Forbol oferece estabilidade mecânica superior, excelente resistência à água e proteção anticorrosiva, ideal para rolamentos industriais, automotivos e de equipamentos pesados. Sua formulação impede o escoamento em regime severo e garante longa durabilidade entre intervalos de relubrificação.

Quais São os testes, Ensaios e Avaliações Aplicáveis?

A realização de testes, ensaios e avaliações quantitativas é altamente relevante para a inspeção técnica de forbol em óleo e graxa. Esses procedimentos, portanto, garantem precisão na identificação da presença e concentração do composto, o que assegura um diagnóstico técnico confiável. Ademais, a metodologia desses relatórios técnicos fortalece a inclusão da inspeção e subsidia decisões sobre manutenção, descarte ou substituição dos investimentos investidos.
Testes laboratoriais:
Métodos cromatográficos (como cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massa – GC-MS) permitem a detecção e quantificação precisa do forbol.
Ensaios físico-químicos: Avaliação de propriedades como peculiares, ponto de fulgor e estabilidade térmica podem indicar alterações nos embarques relacionados à presença de forbol.
Análises quantitativas: Determinação da concentração do forbol por meio de espectrofotometria ou titulação química é essencial para relacionar níveis ou críticos.

Curso Forbol Óleo Graxa: Quais tipos de equipamentos utilizam óleo e graxa?

Óleos e graxas são usados na lubrificação e proteção de equipamentos para reduzir o atrito, evitar o desgaste e garantir eficiência operacional. Além disso, eles são aplicados em:

Indústria: Máquinas operatrizes, prensas, compressores e engrenagens.
Automotivo: Motores, caixas de câmbio, diferenciais e rolamentos.
Máquinas Pesadas: Escavadeiras, tratores e guindastes.
Aeroespacial e Ferroviário: Turbinas, sistemas hidráulicos e eixos.
Geração de Energia: Turbinas, geradores e sistemas de transmissão.
Marítimo: Motores de navios, hélices e guinchos.
Alimentos e Medicina: Máquinas de envase, misturadores e equipamentos hospitalares.

Cada aplicação exige lubrificantes específicos para garantir segurança e desempenho.

A graxa Forbol forma uma barreira protetora eficaz, com elevada aderência ao metal e excelente resistência à centrifugação. Ideal para aplicações onde a lubrificação deve resistir à contaminação por poeira, umidade e agentes químicos. - Curso Forbol Óleo Graxa.

A graxa Forbol forma uma barreira protetora eficaz, com elevada aderência ao metal e excelente resistência à centrifugação. Ideal para aplicações onde a lubrificação deve resistir à contaminação por poeira, umidade e agentes químicos.

Quando Deve ser Realizado Curso Forbol Óleo Graxa?

O curso forbol óleo graxa é essencial para profissionais que gerenciam a lubrificação industrial, incluindo engenheiros de manutenção, técnicos em lubrificação e especialistas em controle de qualidade. Além disso, ele é especialmente importante em diversas situações, tais como:
Introdução de novos sistemas de lubrificação: Quando se instala ou se modifica um sistema de lubrificação, é fundamental, portanto, garantir que os profissionais compreendam como monitorar e avaliar a qualidade dos lubrificantes ao longo do tempo.
Manutenção preventiva e preditiva: Os profissionais devem se capacitar para interpretar laudos e relatórios de análises de lubrificantes durante a manutenção preventiva, detectando falhas potenciais antes que se tornem um problema grave.
Diagnóstico de problemas em equipamentos: Quando um equipamento começa a apresentar falhas inesperadas, o curso, portanto, capacita os profissionais a analisar os laudos técnicos e determinar se a causa está relacionada a falhas na lubrificação, como, por exemplo, degradação ou contaminação do lubrificante.

Quem Faz a Análise e Interpretação Destes Dados?

Profissionais especializados analisam e interpretam os dados relacionados à qualidade de óleos e graxas, incluindo avaliações de viscosidade, degradação, contaminação e vida útil dos lubrificantes. Portanto, eles assumem diversas funções dentro de uma organização e têm a responsabilidade de garantir a eficiência operacional e a longevidade dos equipamentos industriais. Além disso, engenheiros de manutenção, técnicos de lubrificação, especialistas em qualidade e laboratórios especializados colaboram para garantir a eficiência dos sistemas de lubrificação e a longevidade dos equipamentos. Dessa forma, essa equipe multidisciplinar utiliza de forma eficaz as informações geradas pelos laudos técnicos, prevenindo falhas, otimizando a performance dos sistemas e reduzindo custos com manutenções corretivas.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Forbol Óleo Graxa:

Conteúdo Programático Normativo:

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS, AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE FORBOL EM ÓLEO E GRAXA E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1 – Fundamentos da Inspeção Técnica de Óleos e Graxas Lubrificantes (6 horas)
Introdução aos lançamentos industriais e automotivos
Classificação e composição dos óleos e graxas
Normas e regulamentos legais (ABNT, ASTM, ISO)
Identificação de contaminantes e suas implicações técnicas

Módulo 2 – Propriedades Físico-Químicas e Análise Laboratorial (8 horas)
Características físico-químicas relevantes (viscosidade, densidade, acidez, entre outras)
Métodos de ensaio para avaliação de desempenho
Procedimentos de coleta e preservação de amostras
Equipamentos e técnicas laboratoriais (cromatografia, espectrofotometria, titulação química)

Módulo 3 – Métodos de Testes e Ensaios Aplicáveis ​​à Identificação de Forbol (8 horas)
Fundamentos do forbol: estrutura química e efeitos nos financiamentos
Métodos cromatográficos (GC-MS, HPLC) para detecção e quantificação
Ensaios espectrofotométricos e técnicas analíticas auxiliares
Interpretação de elogios laboratoriais e parâmetros críticos

Módulo 4 – Avaliação Quantitativa e Diagnóstico de Contaminação (6 horas)
Métodos de quantificação do forbol em lançamentos
Avaliação de impacto da contaminação no desempenho do óleo/graxaCritérios de liberdade e exclusão de embarques contaminados
Estudo de casos práticos e resolução de problemas

Módulo 5 – Procedimentos de Inspeção Técnica e Elaboração de Relatórios (6 horas)
Técnicas de inspeção e boas práticas para amostragem
Documentação técnica e requisitos normativos para relatórios
Elaboração e estruturação de relatórios técnicos de inspeção
Comunicação de resultados e recomendações para mitigação de riscos

Módulo 6 – Aplicações Práticas e Estudo de Casos (6 horas)
Análise de estudos de caso de contaminação por forbol
Simulação de inspeções e interpretação de resultados laboratoriais
Exercício de elaboração de um relatório técnico completo
Avaliação final e encerramento do curso

Esse programa garante o desenvolvimento de habilidades técnicas essenciais para a identificação, quantificação e relatório de contaminação por forbol em óleos e graxas, capacitando profissionais para atuar com precisão na inspeção e controle de qualidade desses lubrificantes.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);

Certificado de Participação.

NOTA: Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Forbol Óleo Graxa

Curso Forbol Óleo Graxa:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Forbol Óleo Graxa

Curso Forbol Óleo Graxa

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 12 – Segurança No Trabalho Em Máquinas E Equipamentos;
NBR 16358 -Óleos lubrificantes – Determinação de água por crepitação
NBR 14235 – Óleo lubrificante — Determinação das características espumantes
NBR 14625 – Graxa lubrificante – Determinação das propriedades de extrema pressão – Método das quatro esferas
NBR 14657 – Graxa lubrificante – Separação de óleo durante a armazenagem
NBR 14157-1 – Óleos lubrificantes – Determinação da perda por evaporação pelo método NoackParte 1: Utilizando a liga de Woods
NBR 15353 – Óleos e fluidos lubrificantes — Determinação das propriedades de extrema pressão — Método das quatro esferas
NBR 16470 – Lubrificantes — Determinação de aromáticos totais e saturados totais em óleos básicos por meio de cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE) com detecção por índice de refração
NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 29992 – Avaliação dos Resultados dos Serviços de Aprendizagem – Orientação;
ABNT NBR ISO 29993 – Serviço de Aprendizagem fora da Educação Formal – Requisitos de Serviço;
ABNT NBR ISO 29994 – Serviço de Educação e Aprendizagem – Requisitos para Ensinos à Distância;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Forbol Óleo Graxa

Curso Forbol Óleo Graxa

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Curso Forbol Óleo Graxa

Saiba Mais: Curso Forbol Óleo Graxa:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

3 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
3.1 crepitação ruídos ou estalos provocados pela evaporação da água contida no óleo, quando em contato com uma superfície aquecida
3.2 óleo em uso qualquer óleo que tenha sido colocado em um equipamento, tendo este sido operado ou não
3.3 óleo lubrificante usado (OLUC) qualquer óleo lubrificante colocado em um equipamento, que tenha sido operado ou não, estando adequado ou inadequado ao uso
3.4 VIM Vocabulário Internacional de Termos Fundamentais e Gerais de Metrologia
4 Resumo do método
Colocar uma quantidade de amostra de óleo lubrificante sobre uma superficie aquecida e observar a ocorrência de ruídos ou estalos para caracterizar a presença de água.
F: NBR 16358

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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