Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BOMBA CENTRÍFUGA E BOMBA HIDRAULICA
Referência: 7311
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Curso de Bomba Centrífuga
O Curso de Bomba Centrífuga tem como objetivo capacitar o profissional a compreender, interpretar e aplicar os princípios normativos, construtivos e operacionais que regem o funcionamento das bombas dinâmicas e volumétricas. Assim, o participante desenvolve domínio técnico sobre os mecanismos de transferência de energia, parâmetros de desempenho, critérios de seleção, alinhamento, vedação e dimensionamento hidráulico, adquirindo competência para avaliar condições de operação e planejar intervenções seguras e eficazes.
Além do enfoque técnico, o curso promove consciência normativa e responsabilidade técnica, fundamentando o trabalho em conformidade com as NR 12, NR 13, ISO 45001 e ABNT NBR 10131, entre outras. Portanto, o objetivo é formar profissionais capazes de diagnosticar falhas, prevenir riscos e garantir a integridade dos sistemas hidráulicos e elétricos sem recorrer a práticas empíricas, consolidando a cultura de segurança, eficiência energética e confiabilidade operacional nas instalações industriais, prediais e de utilidades.

Precisão no acoplamento: O alinhamento correto entre motor e bomba garante desempenho e evita vibrações destrutivas.
Diferenças técnicas entre bombas centrífugas radiais, mistas e axiais
Antes de comparar, é importante compreender que o tipo de bomba define a relação entre pressão e vazão. Portanto, a tabela abaixo sintetiza os parâmetros principais:
| Tipo de Bomba | Direção do Fluxo | Características | Aplicações Comuns |
|---|---|---|---|
| Radial | Perpendicular ao eixo | Alta pressão, baixa vazão | Abastecimento, sistemas prediais |
| Mista (helicocentrífuga) | Parcialmente axial | Equilíbrio entre pressão e vazão | Refrigeração, processos industriais |
| Axial (helicoaxial) | Paralela ao eixo | Baixa pressão, alta vazão | Drenagem, irrigação, circulação |
Assim, cada modelo responde de forma diferente às curvas de carga, e a seleção depende do objetivo hidráulico e do regime de operação.
Qual a relação entre altura manométrica total e o rendimento da bomba?
A altura manométrica total define a energia que a bomba precisa fornecer ao fluido para vencer perdas e diferenças de nível. Então, quando esse valor aumenta, a bomba demanda mais potência, o que impacta diretamente no rendimento hidráulico e elétrico.
Um dimensionamento incorreto pode levar à operação fora do ponto de máxima eficiência (BEP), provocando sobreaquecimento, cavitação e desperdício de energia. Por isso, a análise do sistema deve considerar simultaneamente altura, vazão e curva característica.
Elementos básicos de um sistema hidráulico de bombeamento
Antes de listar os componentes, é necessário compreender que cada elemento tem uma função na transferência e controle de energia do fluido.
Elementos fundamentais:
Tanque de sucção: Armazena o fluido de entrada.
Bomba hidráulica: Fornece energia ao fluido.
Tubulação de sucção e recalque: Conduz o fluxo.
Válvulas: Controlam e isolam seções do sistema.
Instrumentação: Mede pressão, temperatura e vazão.
Motor e acoplamento: Geram e transmitem potência.
Cada componente deve estar corretamente dimensionado e alinhado conforme NBR 16612.

Eficiência em movimento: O conjunto centrífugo transforma rotação em fluxo hidráulico constante e controlado.
Curso de Bomba Centrífuga: Por que o alinhamento eixo-motor é um dos fatores mais críticos na manutenção?
O desalinhamento entre bomba e motor gera vibrações que se amplificam geometricamente com o tempo. Desse modo, esse fenômeno provoca desgaste acelerado de mancais, selos e acoplamentos, além de ruído e aumento do consumo energético.
Em instalações industriais, utiliza-se o alinhamento a laser ou óptico conforme API 610 e NBR 16612, assegurando tolerâncias mínimas e estabilidade operacional. Um erro de 1 mm no acoplamento pode reduzir a vida útil do conjunto em até 80%.
Quais são as causas mais comuns de perda de carga em sistemas hidráulicos?
Antes de apresentar a tabela, é essencial entender que a perda de carga representa a energia dissipada pelo atrito entre o fluido e as paredes do sistema. Nesse sentido, abaixo estão as principais causas e suas consequências:
| Causa | Efeito Direto |
|---|---|
| Diâmetro inadequado da tubulação | Redução de vazão e cavitação |
| Curvas e válvulas em excesso | Aumento da perda de pressão |
| Rugosidade interna | Elevação da perda de energia |
| Velocidade excessiva do fluido | Instabilidade do escoamento |
Sendo assim, o controle dessas variáveis garante eficiência energética e prolonga a vida útil do sistema.
Curso de Bomba Centrífuga: EPIs obrigatórios durante atividades de manutenção em bombas hidráulicas
A manutenção de bombas envolve riscos elétricos, térmicos e de projeção de partículas, por isso, faz-se necessário o uso de equipamentos de segunrança.
EPIs recomendados:
Capacete com jugular e viseira facial;
Luvas de borracha nitrílica ou dielétrica (NR-10 e NR-06);
Protetores auriculares tipo concha;
Botas com biqueira de aço e solado antiderrapante;
Óculos de proteção com vedação lateral;
Avental de PVC ou capa impermeável para contato com fluidos.
Esses equipamentos devem estar certificados conforme o CA – Certificado de Aprovação emitido pelo MTE.
Quais cuidados devem ser tomados na armazenagem e instalação de uma bomba nova?
Antes de ser instalada, a bomba deve ser inspecionada visualmente e mantida em ambiente seco, livre de vibrações e contaminantes.
Nesse sentido, durante a instalação, o profissional deve observar a orientação do eixo, o sentido de rotação, a nivelagem da base e o alinhamento final. Assim, recomenda-se o uso de calços metálicos ajustáveis e torque de fixação conforme especificação do fabricante. Esses cuidados evitam deformações na carcaça e falhas precoces de vedação.

Manutenção inteligente: Verificações regulares de vedação, lubrificação e alinhamento previnem falhas e perdas energéticas.
Qual a importância do Curso de Bomba Centrífuga?
O Curso de Bomba Centrífuga é fundamental para consolidar a competência técnica e a segurança operacional em sistemas de bombeamento. Nesse sentido, ele permite que o profissional compreenda o comportamento hidráulico, as curvas de desempenho, as perdas de carga e o impacto das variáveis de processo sobre a eficiência e a durabilidade do equipamento. O domínio desses conceitos reduz falhas, otimiza custos energéticos e garante a continuidade operacional em instalações industriais, prediais, hospitalares e de utilidades.
Além disso, o curso tem importância estratégica e normativa: forma profissionais capazes de interpretar corretamente normas como NR 12, NR 13, ABNT NBR 10131 e ISO 45001, atuando com conformidade, rastreabilidade e responsabilidade técnica. Assim, essa formação eleva o nível de confiabilidade dos sistemas e assegura que a manutenção e a operação ocorram sob critérios de desempenho, segurança e eficiência, pilares indispensáveis em qualquer ambiente industrial moderno.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso de Bomba Centrífuga
CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR INSTALAÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE BOMBA CENTRÍFUGA E BOMBA HIDRAULICA
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos e Classificação das Bombas (8 Horas)
Conceito geral de bomba: princípios de energia e transferência de fluido.
Classificação geral: bombas dinâmicas e volumétricas.
Diferenças fundamentais entre bombas centrífugas e bombas de deslocamento positivo.
Critérios de seleção conforme tipo de fluido, pressão e vazão.
Terminologia técnica normalizada segundo ABNT e ISO.
Aplicações industriais, hospitalares e de utilidades.
Importância da eficiência energética e redução de perdas.
MÓDULO 2 – Bombas Dinâmicas (Centrífugas) e Subclassificações (8 Horas)
Definição de turbo bomba ou bomba dinâmica.
Princípio de funcionamento da bomba centrífuga radial, mista e axial.
Classificação das bombas centrífugas radiais por estágio e configuração.
Elementos de desempenho: curva característica, altura manométrica e rendimento.
Correlação entre altura de recalque e perda de carga total.
Análise da potência hidráulica e potência consumida.
Representação gráfica das curvas QxH, PH e η (rendimento).
Fatores que modificam as características hidráulicas: viscosidade, temperatura e densidade.
MÓDULO 3 – Bombas Volumétricas e Critérios de Aplicação (4 Horas)
Tipos e princípios de funcionamento das bombas volumétricas.
Diferença entre bomba alternativa (pistão, êmbolo, diafragma) e bomba rotativa (engrenagem, palheta, parafuso).
Limites de pressão e vazão em função do tipo de bomba.
Critérios de seleção comparativa entre bombas centrífugas e volumétricas.
Aplicações industriais e restrições de uso conforme NBR ISO 9906.
MÓDULO 4 – Componentes e Sistemas de Vedação (6 Horas)
Componentes essenciais: corpo, rotor, eixo, mancais, anéis de desgaste, carcaça e acoplamento.
Tipos de mancais: rolamento e deslizamento; lubrificação e dissipação térmica.
Tipos de vedação: gaxetas, selos mecânicos, vedações balanceadas e não balanceadas.
Suporte de mancais e critérios de alinhamento conforme norma API 610.
Especificação e manutenção de selos mecânicos segundo NBR ISO 21049.
Interferência da vedação no rendimento e confiabilidade da bomba.
MÓDULO 5 – Dimensionamento Hidráulico e Perdas de Carga (6 Horas)
Conceitos de perda de carga (ΔP), fator de fricção (f) e comprimento equivalente (LEQU).
Cálculo da altura total do sistema hidráulico.
Altura geométrica de sucção (Hgeos), de descarga (Hgeod) e total (Hgeo).
Elementos básicos de um sistema hidráulico: válvulas, registros e curvas.
Determinação da vazão e velocidade adequadas à tubulação.
Dimensionamento de linhas de sucção e recalque conforme NBR 12209.
Aplicação de equações de Bernoulli e Darcy-Weisbach em sistemas reais.
MÓDULO 6 – Curvas Características, NPSH e Cavitação (4 Horas)
Interpretação das curvas de desempenho Q-H, Q-PH, Q-η.
Cálculo da potência hidráulica e do rendimento da bomba.
NPSH real, requerido e disponível.
Fatores que influenciam o NPSH disponível (NPSHD).
Cavitação: causas, consequências e medidas preventivas.
Efeitos da localização do tanque de sucção e do nível do fluido no NPSHD.
Cálculo do NPSH disponível conforme NBR ISO 9906.
MÓDULO 7 – Instalação e Condições de Operação (4 Horas)
Condições ambientais e estruturais: base, fundação e alinhamento.
Recebimento e armazenagem da bomba.
Fixação, alinhamento inicial e final do conjunto motor-bomba.
Cuidados na instalação da tubulação: esforços mecânicos, expansão térmica e vibração.
Tipos de válvulas utilizadas: bloqueio, retenção e controle.
Escorva e purga de ar em sistemas hidráulicos.
MÓDULO 8 – Operação e Manutenção Teórica (4 Horas)
Rotinas administrativas de manutenção: preventiva, preditiva e corretiva.
Registro técnico e rastreabilidade das inspeções.
Manutenção de mancais lubrificados com óleo e graxa.
Procedimentos teóricos de reengraxe e substituição de gaxetas.
Identificação de falhas por ruído, vibração e aquecimento.
Interpretação das informações da placa de identificação da bomba.
Elaboração de plano de manutenção conforme ISO 55000.
MÓDULO 9 – Segurança e Requisitos Normativos (4 Horas)
Procedimentos seguros de bloqueio e etiquetagem (LOTO).
Equipamentos de Proteção Individual (EPI) conforme NR-06.
Requisitos de aterramento e proteção elétrica.
Controle de riscos físicos, químicos e ergonômicos na operação de bombas.
Documentação técnica obrigatória: ART, relatórios e certificados de calibração.
Responsabilidade técnica e civil conforme CREA e legislação vigente.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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