Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO CQI-29 – “PROCESSO ESPECIAL: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE BRASAGEM – BSA
Referência: 200892
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Curso CQI 29 – Brasagem
O objetivo do Curso CQI 29 – Brasagem é elevar a capacidade técnica do profissional para interpretar, aplicar e auditar todos os requisitos da CQI-29 com precisão absoluta. Logo, o participante aprende a compreender a maturidade térmica do processo, enxergar variáveis críticas que passam despercebidas no dia a dia e analisar o comportamento real do sistema de brasagem, conectando performance térmica, integridade metalúrgica e estabilidade operacional. Portanto, ele passa a dominar SAT, TUS, controle atmosférico, instrumentação, documentação, pré-planejamento e auditorias de trabalho sob a ótica da AIAG.
O curso também prepara o aluno para identificar falhas que comprometem a qualidade antes que elas atinjam a produção, fortalecendo a rastreabilidade, a tomada de decisão e a capacidade de defender tecnicamente qualquer análise em auditorias internas, externas e de cliente. O profissional formado entende que brasagem não é operação mecânica, mas processo especial que exige controle fino, disciplina técnica e evidência objetiva para alcançar repetibilidade. Com isso, ele se torna apto a elevar o nível de conformidade, reduzir riscos e garantir que a brasagem atenda aos padrões críticos da cadeia automotiva.

Precisão térmica no corte para garantir juntas limpas e controladas.
Quem é responsável por garantir a estabilidade térmica no processo de brasagem segundo a CQI-29?
A responsabilidade direta recai sobre a equipe técnica que opera, calibra e documenta o sistema de brasagem, incluindo engenharia de processo, manutenção e qualidade. A CQI-29 exige que esses setores trabalhem de forma integrada, pois cada alteração térmica, cada ajuste de setup e cada troca de insumo influencia o comportamento da junta metálica.
Ao mesmo tempo, a liderança industrial também assume responsabilidade estratégica, garantindo recursos, auditorias, metrologia adequada e um sistema de gestão capaz de manter o processo estável. A norma trata estabilidade térmica como responsabilidade coletiva, não isolada.
Curso CQI 29 – Brasagem: Como a auditoria de trabalho identifica desvios que podem comprometer a integridade da junta metálica?
A auditoria de trabalho funciona como uma confirmação prática daquilo que o sistema declara. Ela confronta documentação com execução real, verificando se o processo mantém coerência entre o que deveria ocorrer e o que de fato acontece no chão de fábrica.
Pontos avaliados pela auditoria com impacto direto na integridade da junta:
Observação do setup aplicado pelo operador e comparação com o procedimento aprovado.
Conferência dos parâmetros térmicos utilizados durante a operação.
Verificação da condição dos dispositivos e ferramental crítico da brasagem.
Avaliação da limpeza, preparação e aplicação do metal de adição.
Checagem da rastreabilidade e registros produzidos no ciclo da carga.
Onde ocorrem os principais erros de controle térmico que levam a não-conformidades durante a auditoria BSA?
O controle térmico se perde exatamente onde o sistema aparenta estar estável. Desse modo, são pontos que só revelam falhas quando comparados com medições independentes e evidências objetivas, não com o que o painel mostra.
| Ponto crítico | Origem do erro | Impacto direto |
|---|---|---|
| Câmara do forno | Distribuição térmica irregular | Falha de formação da liga metálica |
| Instrumentação | Termopares vencidos ou mal instalados | Leitura enganosa e descontrole térmico |
| Atmosfera | Contaminação, umidade ou vazamento | Oxidação precoce e perda de molhabilidade |
| Setup | Posicionamento incorreto da peça | Aquecimento desigual e porosidade |
| Sistema de vácuo | Microvazamentos no circuito | Fragilização metalúrgica da junta |

Controle de arco para formar ligações metálicas consistentes.
Quando a empresa deve realizar os testes SAT e TUS para validar a precisão e uniformidade do forno?
Os testes SAT e TUS devem ocorrer em intervalos definidos pela própria CQI-29 ou sempre que houver mudança que possa alterar o comportamento térmico do forno. Isso inclui manutenção, substituição de sensores, alterações de atmosfera, modificações de carga e ajustes de controle.
Logo, esses testes também devem ser refeitos quando o desempenho térmico do processo indicar perda de repetibilidade. A norma trata SAT e TUS como ferramentas de verificação contínua, não como exames ocasionais.
Curso CQI 29 – Brasagem: Por que a rastreabilidade do metal de adição é considerada variável crítica dentro da filosofia CQI-29?
A CQI-29 trata o metal de adição como elemento determinante da integridade metalúrgica. Desse modo, qualquer inconsistência na composição, lote ou armazenamento altera totalmente a qualidade final da brasagem, tornando a rastreabilidade indispensável.
Fatores que fazem da rastreabilidade uma exigência crítica:
A composição química define fluidez, resistência e penetração.
Lotes distintos podem reagir de maneiras diferentes ao mesmo ciclo térmico.
Pequenas impurezas geram porosidade e fragilização da junta.
Armazenamento inadequado compromete molhabilidade e adesão.
Sem rastreabilidade, torna-se impossível identificar a causa raiz de falhas.
Como o pré-planejamento documental influencia a consistência do processo de brasagem em linhas automotivas?
O pré-planejamento estabelece a estrutura técnica que impede improvisos. Nesse sentido, ele garante que cada etapa da brasagem siga parâmetros validados, eliminando variações que comprometem temperatura, atmosfera e estabilidade do processo.
| Elemento do pré-planejamento | Função técnica | Efeito no processo |
|---|---|---|
| FMEA de processo | Antecipar falhas possíveis | Controle preventivo de riscos |
| Plano de controle | Definir variáveis críticas | Repetibilidade térmica |
| Instrução de trabalho | Padronizar a execução | Operação consistente |
| Registros de lote | Rastrear cada produção | Rapidez na análise de desvios |
| Revisão técnica | Validar alterações | Estabilidade operacional |
O que caracteriza uma atmosfera inadequada no forno e como isso afeta diretamente a formação da junta brasada?
Atmosfera inadequada ocorre quando há presença de umidade, gases residuais, vazamentos, contaminação interna ou composição química fora do especificado. Logo, esses desvios alteram a condição da superfície metálica e impedem o metal de adição de molhar com eficiência.
Quando a atmosfera está fora do controle, a brasagem perde qualidade, surgem óxidos, a liga não se forma de maneira uniforme e a junta apresenta porosidade, fragilização e falhas estruturais. Portanto, a CQI-29 trata o controle atmosférico como variável vital do processo.

Fusão uniforme para assegurar integridade e resistência da junta.
Qual a importância do Curso CQI 29 – Brasagem?
A importância do Curso CQI 29 – Brasagem está em transformar o processo de brasagem em um sistema verdadeiramente controlado, previsível e auditável. A CQI-29 não perdoa improviso, e empresas que operam sem domínio dos requisitos geram retrabalho, sucata, falhas ocultas e risco direto de recall. O curso entrega ao profissional a capacidade de ler o processo como um organismo térmico: entender onde surgem desvios, como identificá-los e como corrigir antes que impactem a produção. Essa visão não nasce da operação; nasce do domínio técnico, documental e metrológico que o curso desenvolve.
Além disso, o curso fortalece a competitividade da empresa frente a clientes automotivos que exigem maturidade em processos especiais. Quem domina CQI-29 reduz variabilidade, aumenta confiabilidade, melhora índices de auditoria e se posiciona como fornecedor seguro e tecnicamente robusto. Portanto, a importância real está em elevar o profissional a um nível de análise que a linha de produção não enxerga, garantindo que a brasagem entregue junta íntegra, rastreável e em conformidade com padrões globais.
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Certificado de conclusão
Curso CQI 29 – Brasagem
CURSO APRIMORAMENTO CQI-29 – “PROCESSO ESPECIAL: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE BRASAGEM – BSA
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos da Norma CQI-29 e Estrutura BSA (4 Horas)
Estrutura, objetivo e aplicabilidade da CQI-29 no contexto automotivo e aeroindustrial.
Interpretação técnica dos requisitos do Processo Especial de Brasagem.
Terminologia oficial: BSA, auditoria de trabalho, auditoria de sistema, auditoria de processo.
Papel da qualidade, engenharia e produção dentro do atendimento à norma.
Fluxo documental exigido pela AIAG para comprovação de conformidade.
MÓDULO 2 – Processos de Brasagem e Critérios de Avaliação (4 Horas)
Caracterização dos principais métodos de brasagem: forno a vácuo, CAB, chama e indução.
Variáveis críticas de processo e impacto direto no desempenho metalúrgico.
Classificação das variáveis de controle segundo os requisitos BSA.
Interpretação técnica das tolerâncias térmicas, geométricas e químicas.
Requisitos de rastreabilidade direta e indireta aplicados à brasagem.
MÓDULO 3 – Avaliação de Sistema e Avaliação de Processo (4 Horas)
Correlação entre Auditoria de Sistema, Auditoria de Processo e Auditoria de Trabalho.
Leitura e uso correto dos checklists oficiais da AIAG.
Identificação de gaps estruturais no sistema de gestão da brasagem.
Critérios de aceitação, rejeição e classificação das não-conformidades.
Estratificação dos riscos operacionais e metalúrgicos alinhados ao BSA.
MÓDULO 4 – Documentação, Pré-Planejamento e Gestão da Qualidade (4 Horas)
Estrutura mínima de documentação para conformidade BSA.
Requisitos formais de pré-planejamento: FMEA de Processo, CP/CM, fluxos, revisões técnicas.
Controle de revisões, assinaturas de responsabilidade e evidências de validação.
Tratamento documental de alterações de processo e revalidações.
Interação entre engenharia, PCP e qualidade para manter a conformidade contínua.
MÓDULO 5 – Monitoramento do Processo, Ferramentais e Dispositivos (4 Horas)
Identificação dos mecanismos de monitoramento aplicados à brasagem.
Requisitos normativos para dispositivos, gabaritos e ferramental crítico.
Avaliação do desgaste, integridade e adequação dos dispositivos ao processo.
Controles que evitam distorção térmica e problemas de aderência do metal de adição.
Requisitos documentais aplicáveis à liberação e ao bloqueio de ferramental.
MÓDULO 6 – Procedimentos de Retrabalho, Sucata e Documentação Associada (4 Horas)
Gestão técnica de não-conformidades e desvios de processo.
Requisitos para documentação de retrabalho, reinspeção e reinspeção extraordinária.
Indicadores aplicados ao controle de sucata e perdas do sistema de brasagem.
Aplicação do PDCA e 8D voltados ao processo térmico.
Responsabilidade técnica e critérios de liberação pós-retrabalho.
MÓDULO 7 – Equipamentos de Processo, Gestão Térmica e Instrumentação (4 Horas)
Requisitos de equipamentos de brasagem segundo CQI-29.
Controles térmicos obrigatórios: uniformidade, estabilidade e repetibilidade.
Termopares: tipos, posicionamento, critérios de aceitação e rastreabilidade.
Instrumentação crítica e condição metrológica necessária.
Aplicação dos ensaios SAT (System Accuracy Test) e TUS (Temperature Uniformity Survey).
MÓDULO 8 – Auditoria do Trabalho: Requisitos, Métodos e Tabelas de Processo (4 Horas)
Critérios normativos da Auditoria do Trabalho.
Preenchimento, interpretação e validação dos formulários de auditoria.
Análise das quatro tabelas oficiais de processo para cada tipo de brasagem
Identificação de riscos metalúrgicos e operacionais específicos por processo.
Correlação entre auditoria, requisitos e estabilidade térmica.
MÓDULO 9 – Sustentabilidade da Brasagem e Quadro de Desempenho (4 Horas)
Fundamentos do Quadro de Desempenho de Sustentabilidade da Brasagem.
Indicadores aplicáveis à qualidade, eficiência térmica e manutenção preditiva.
Avaliação do impacto energético, custo térmico e perdas metalúrgicas.
Uso do quadro para tomada de decisão estratégica e engenharia de melhoria.
Relação entre sustentabilidade, conformidade e disponibilidade de equipamento.
MÓDULO 10 – Estudo de Caso, Não-Conformidades e Ações Corretivas (4 Horas)
Análise integral de um processo simulado de brasagem conforme CQI-29.
Mapeamento das principais não-conformidades típicas da auditoria BSA.
Interpretação dos riscos associados aos desvios de gestão térmica.
Construção teórica de planos de ação corretiva com base na norma.
Estratégias de prevenção e estabilização de processo segundo AIAG.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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