Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO CQI-29 – “PROCESSO ESPECIAL: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE BRASAGEM – BSA
Referência: 200892
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.
Curso CQI 29 – Brasagem
O objetivo do Curso CQI 29 – Brasagem é elevar a capacidade técnica do profissional para interpretar, aplicar e auditar todos os requisitos da CQI-29 com precisão absoluta. Logo, o participante aprende a compreender a maturidade térmica do processo, enxergar variáveis críticas que passam despercebidas no dia a dia e analisar o comportamento real do sistema de brasagem, conectando performance térmica, integridade metalúrgica e estabilidade operacional. Portanto, ele passa a dominar SAT, TUS, controle atmosférico, instrumentação, documentação, pré-planejamento e auditorias de trabalho sob a ótica da AIAG.
O curso também prepara o aluno para identificar falhas que comprometem a qualidade antes que elas atinjam a produção, fortalecendo a rastreabilidade, a tomada de decisão e a capacidade de defender tecnicamente qualquer análise em auditorias internas, externas e de cliente. O profissional formado entende que brasagem não é operação mecânica, mas processo especial que exige controle fino, disciplina técnica e evidência objetiva para alcançar repetibilidade. Com isso, ele se torna apto a elevar o nível de conformidade, reduzir riscos e garantir que a brasagem atenda aos padrões críticos da cadeia automotiva.

Quem é responsável por garantir a estabilidade térmica no processo de brasagem segundo a CQI-29?
A responsabilidade direta recai sobre a equipe técnica que opera, calibra e documenta o sistema de brasagem, incluindo engenharia de processo, manutenção e qualidade. A CQI-29 exige que esses setores trabalhem de forma integrada, pois cada alteração térmica, cada ajuste de setup e cada troca de insumo influencia o comportamento da junta metálica.
Ao mesmo tempo, a liderança industrial também assume responsabilidade estratégica, garantindo recursos, auditorias, metrologia adequada e um sistema de gestão capaz de manter o processo estável. A norma trata estabilidade térmica como responsabilidade coletiva, não isolada.
Curso CQI 29 – Brasagem: Como a auditoria de trabalho identifica desvios que podem comprometer a integridade da junta metálica?
A auditoria de trabalho funciona como uma confirmação prática daquilo que o sistema declara. Ela confronta documentação com execução real, verificando se o processo mantém coerência entre o que deveria ocorrer e o que de fato acontece no chão de fábrica.
Pontos avaliados pela auditoria com impacto direto na integridade da junta:
Observação do setup aplicado pelo operador e comparação com o procedimento aprovado.
Conferência dos parâmetros térmicos utilizados durante a operação.
Verificação da condição dos dispositivos e ferramental crítico da brasagem.
Avaliação da limpeza, preparação e aplicação do metal de adição.
Checagem da rastreabilidade e registros produzidos no ciclo da carga.
Onde ocorrem os principais erros de controle térmico que levam a não-conformidades durante a auditoria BSA?
O controle térmico se perde exatamente onde o sistema aparenta estar estável. Desse modo, são pontos que só revelam falhas quando comparados com medições independentes e evidências objetivas, não com o que o painel mostra.
| Ponto crítico | Origem do erro | Impacto direto |
|---|---|---|
| Câmara do forno | Distribuição térmica irregular | Falha de formação da liga metálica |
| Instrumentação | Termopares vencidos ou mal instalados | Leitura enganosa e descontrole térmico |
| Atmosfera | Contaminação, umidade ou vazamento | Oxidação precoce e perda de molhabilidade |
| Setup | Posicionamento incorreto da peça | Aquecimento desigual e porosidade |
| Sistema de vácuo | Microvazamentos no circuito | Fragilização metalúrgica da junta |

Quando a empresa deve realizar os testes SAT e TUS para validar a precisão e uniformidade do forno?
Os testes SAT e TUS devem ocorrer em intervalos definidos pela própria CQI-29 ou sempre que houver mudança que possa alterar o comportamento térmico do forno. Isso inclui manutenção, substituição de sensores, alterações de atmosfera, modificações de carga e ajustes de controle.
Logo, esses testes também devem ser refeitos quando o desempenho térmico do processo indicar perda de repetibilidade. A norma trata SAT e TUS como ferramentas de verificação contínua, não como exames ocasionais.
Curso CQI 29 – Brasagem: Por que a rastreabilidade do metal de adição é considerada variável crítica dentro da filosofia CQI-29?
A CQI-29 trata o metal de adição como elemento determinante da integridade metalúrgica. Desse modo, qualquer inconsistência na composição, lote ou armazenamento altera totalmente a qualidade final da brasagem, tornando a rastreabilidade indispensável.
Fatores que fazem da rastreabilidade uma exigência crítica:
A composição química define fluidez, resistência e penetração.
Lotes distintos podem reagir de maneiras diferentes ao mesmo ciclo térmico.
Pequenas impurezas geram porosidade e fragilização da junta.
Armazenamento inadequado compromete molhabilidade e adesão.
Sem rastreabilidade, torna-se impossível identificar a causa raiz de falhas.
Como o pré-planejamento documental influencia a consistência do processo de brasagem em linhas automotivas?
O pré-planejamento estabelece a estrutura técnica que impede improvisos. Nesse sentido, ele garante que cada etapa da brasagem siga parâmetros validados, eliminando variações que comprometem temperatura, atmosfera e estabilidade do processo.
| Elemento do pré-planejamento | Função técnica | Efeito no processo |
|---|---|---|
| FMEA de processo | Antecipar falhas possíveis | Controle preventivo de riscos |
| Plano de controle | Definir variáveis críticas | Repetibilidade térmica |
| Instrução de trabalho | Padronizar a execução | Operação consistente |
| Registros de lote | Rastrear cada produção | Rapidez na análise de desvios |
| Revisão técnica | Validar alterações | Estabilidade operacional |
O que caracteriza uma atmosfera inadequada no forno e como isso afeta diretamente a formação da junta brasada?
Atmosfera inadequada ocorre quando há presença de umidade, gases residuais, vazamentos, contaminação interna ou composição química fora do especificado. Logo, esses desvios alteram a condição da superfície metálica e impedem o metal de adição de molhar com eficiência.
Quando a atmosfera está fora do controle, a brasagem perde qualidade, surgem óxidos, a liga não se forma de maneira uniforme e a junta apresenta porosidade, fragilização e falhas estruturais. Portanto, a CQI-29 trata o controle atmosférico como variável vital do processo.

Qual a importância do Curso CQI 29 – Brasagem?
A importância do Curso CQI 29 – Brasagem está em transformar o processo de brasagem em um sistema verdadeiramente controlado, previsível e auditável. A CQI-29 não perdoa improviso, e empresas que operam sem domínio dos requisitos geram retrabalho, sucata, falhas ocultas e risco direto de recall. O curso entrega ao profissional a capacidade de ler o processo como um organismo térmico: entender onde surgem desvios, como identificá-los e como corrigir antes que impactem a produção. Essa visão não nasce da operação; nasce do domínio técnico, documental e metrológico que o curso desenvolve.
Além disso, o curso fortalece a competitividade da empresa frente a clientes automotivos que exigem maturidade em processos especiais. Quem domina CQI-29 reduz variabilidade, aumenta confiabilidade, melhora índices de auditoria e se posiciona como fornecedor seguro e tecnicamente robusto. Portanto, a importância real está em elevar o profissional a um nível de análise que a linha de produção não enxerga, garantindo que a brasagem entregue junta íntegra, rastreável e em conformidade com padrões globais.
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Certificado de conclusão
Curso CQI 29 – Brasagem
CURSO APRIMORAMENTO CQI-29 – “PROCESSO ESPECIAL: AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE BRASAGEM – BSA
Carga Horária: 40 Horas
MÓDULO 1 – Fundamentos da Norma CQI-29 e Estrutura BSA (4 Horas)
Estrutura, objetivo e aplicabilidade da CQI-29 no contexto automotivo e aeroindustrial.
Interpretação técnica dos requisitos do Processo Especial de Brasagem.
Terminologia oficial: BSA, auditoria de trabalho, auditoria de sistema, auditoria de processo.
Papel da qualidade, engenharia e produção dentro do atendimento à norma.
Fluxo documental exigido pela AIAG para comprovação de conformidade.
MÓDULO 2 – Processos de Brasagem e Critérios de Avaliação (4 Horas)
Caracterização dos principais métodos de brasagem: forno a vácuo, CAB, chama e indução.
Variáveis críticas de processo e impacto direto no desempenho metalúrgico.
Classificação das variáveis de controle segundo os requisitos BSA.
Interpretação técnica das tolerâncias térmicas, geométricas e químicas.
Requisitos de rastreabilidade direta e indireta aplicados à brasagem.
MÓDULO 3 – Avaliação de Sistema e Avaliação de Processo (4 Horas)
Correlação entre Auditoria de Sistema, Auditoria de Processo e Auditoria de Trabalho.
Leitura e uso correto dos checklists oficiais da AIAG.
Identificação de gaps estruturais no sistema de gestão da brasagem.
Critérios de aceitação, rejeição e classificação das não-conformidades.
Estratificação dos riscos operacionais e metalúrgicos alinhados ao BSA.
MÓDULO 4 – Documentação, Pré-Planejamento e Gestão da Qualidade (4 Horas)
Estrutura mínima de documentação para conformidade BSA.
Requisitos formais de pré-planejamento: FMEA de Processo, CP/CM, fluxos, revisões técnicas.
Controle de revisões, assinaturas de responsabilidade e evidências de validação.
Tratamento documental de alterações de processo e revalidações.
Interação entre engenharia, PCP e qualidade para manter a conformidade contínua.
MÓDULO 5 – Monitoramento do Processo, Ferramentais e Dispositivos (4 Horas)
Identificação dos mecanismos de monitoramento aplicados à brasagem.
Requisitos normativos para dispositivos, gabaritos e ferramental crítico.
Avaliação do desgaste, integridade e adequação dos dispositivos ao processo.
Controles que evitam distorção térmica e problemas de aderência do metal de adição.
Requisitos documentais aplicáveis à liberação e ao bloqueio de ferramental.
MÓDULO 6 – Procedimentos de Retrabalho, Sucata e Documentação Associada (4 Horas)
Gestão técnica de não-conformidades e desvios de processo.
Requisitos para documentação de retrabalho, reinspeção e reinspeção extraordinária.
Indicadores aplicados ao controle de sucata e perdas do sistema de brasagem.
Aplicação do PDCA e 8D voltados ao processo térmico.
Responsabilidade técnica e critérios de liberação pós-retrabalho.
MÓDULO 7 – Equipamentos de Processo, Gestão Térmica e Instrumentação (4 Horas)
Requisitos de equipamentos de brasagem segundo CQI-29.
Controles térmicos obrigatórios: uniformidade, estabilidade e repetibilidade.
Termopares: tipos, posicionamento, critérios de aceitação e rastreabilidade.
Instrumentação crítica e condição metrológica necessária.
Aplicação dos ensaios SAT (System Accuracy Test) e TUS (Temperature Uniformity Survey).
MÓDULO 8 – Auditoria do Trabalho: Requisitos, Métodos e Tabelas de Processo (4 Horas)
Critérios normativos da Auditoria do Trabalho.
Preenchimento, interpretação e validação dos formulários de auditoria.
Análise das quatro tabelas oficiais de processo para cada tipo de brasagem
Identificação de riscos metalúrgicos e operacionais específicos por processo.
Correlação entre auditoria, requisitos e estabilidade térmica.
MÓDULO 9 – Sustentabilidade da Brasagem e Quadro de Desempenho (4 Horas)
Fundamentos do Quadro de Desempenho de Sustentabilidade da Brasagem.
Indicadores aplicáveis à qualidade, eficiência térmica e manutenção preditiva.
Avaliação do impacto energético, custo térmico e perdas metalúrgicas.
Uso do quadro para tomada de decisão estratégica e engenharia de melhoria.
Relação entre sustentabilidade, conformidade e disponibilidade de equipamento.
MÓDULO 10 – Estudo de Caso, Não-Conformidades e Ações Corretivas (4 Horas)
Análise integral de um processo simulado de brasagem conforme CQI-29.
Mapeamento das principais não-conformidades típicas da auditoria BSA.
Interpretação dos riscos associados aos desvios de gestão térmica.
Construção teórica de planos de ação corretiva com base na norma.
Estratégias de prevenção e estabilização de processo segundo AIAG.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Curso CQI 29 – Brasagem
Curso CQI 29 – Brasagem
Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula
Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula
Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula
Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.
Curso CQI 29 – Brasagem
Curso CQI 29 – Brasagem
Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 12 – Segurança No Trabalho Em Máquinas E Equipamentos;
CQI 29 – Processo Especial: Avaliação do Sistema de Brasagem – BSA;
ABNT NBR 11720- Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Requisitos;
ABNT NBR 15757 – Tubos e Conexões de Cobre – Métodos de Ensaio;
ABNT NBR ISO 3834-1 – Requisitos da qualidade para soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 1: Critérios para a seleção do nível adequado de requisitos da qualidade;
ABNT NBR ISO 3834-2 – Requisitos da qualidade para a soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 2: Requisitos abrangentes da qualidade;
ABNT NBR ISO 3834-3 – Requisitos da qualidade para a soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 3: Requisitos-padrão da qualidade;
ABNT NBR ISO 3834-4 – Requisitos da qualidade para a soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 4: Requisitos elementares da qualidade;
ABNT NBR ISO 3834-5 – Requisitos da qualidade para soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 5: Documentos com os quais é necessário estar em conformidade para requerer conformidade com os requisitos da qualidade das ABNT NBR ISO 3834-2, ABNT NBR ISO 3834-3 ou ABNT NBR ISO 3834-4;
ABNT ISO TR3834-6 – Requisitos da qualidade para soldagem por fusão de materiais metálicos – Parte 6: Diretrizes para implementação da ABNT NBR ISO 3834;
ABNT NBR 5410 – Instalações elétricas de baixa tensão;
ABNT NBR 11720 – Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Requisitos;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.
Curso CQI 29 – Brasagem
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CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO CQI 29 – BRASAGEM:
A CQI-29 funciona como exame de maturidade térmica do processo
Ela avalia a estabilidade real do sistema, não apenas o forno. Cada variável crítica pode colocar em risco toda a cadeia produtiva, por isso a norma trata qualquer desvio como sinal de alerta imediato.
Um único “não atende” mostra que a consistência térmica está comprometida e que a junta pode falhar mesmo parecer visualmente correta.
Atmosfera inadequada destrói a qualidade da brasagem silenciosamente
Umidade, vazamentos ou contaminação prejudicam a molhabilidade e favorecem oxidação antes mesmo da fusão do metal de adição.
A norma trata a atmosfera como variável crítica justamente porque ela dita a integridade final da junta.
A brasagem por indução reage a qualquer erro de posicionamento
O campo eletromagnético exige alinhamento perfeito entre bobina e peça. Pequenos desvios geram aquecimento desigual e liga incompleta.
Por isso setups precisam ser documentados e revalidados sempre que houver mudança.
O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.
Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.
OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Introdução a CQI-29;
Processos de Brasagem; Avaliação do Sistema de Brasagem;
Avaliação de Processo do Sistema de Brasagem;
Documentação, Pré-Planejamento, Documentação da Qualidade;
Monitoramento do Processo de Produção, Documentação;
Dispositivos e Ferramentais;
Procedimentos e Relatórios de Retrabalho e Sucata;
Requisitos de Equipamentos de Processo e de Teste;
Gestão Térmica, Controle de Processo;
Requisitos aplicados a Gestão Térmica;
Termopares, Instrumentação, Teste SAT, Avaliação TUS;
Requisitos da Auditoria do Trabalho;
04 Tabelas de Processo desenvolvidas para aplicação da Auditoria do Trabalho em cada tipo de processo;
Processos de Brasagem por Forno CAB;
Processos de Brasagem por Forno à Vácuo;
Processos de Brasagem por Chama;
Processos de Brasagem por Indução;
Conceito e Aplicação do Quadro de Desempenho de Sustentabilidade da Brasagem;
Estudo de Caso através da simulação de um processo de Brasagem;
Discussão de potenciais não-conformidades;
Ações corretivas aplicáveis identificadas na Auditoria CQI-29 BSA;
Fonte: CQI 29
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
Curso CQI 29 – Brasagem
Saiba Mais: Curso CQI 29 – Brasagem:
7 Pessoal de soldagem
7.1 Generalidades
O fabricante deve ter à sua disposição pessoal suficiente e competente para o planejamento, execução e supervisão da produção da soldagem, de acordo com requisitos específicos.
7.2 Soldadores e operadores de soldagem
Soldadores e operadores de soldagem devem ser qualificados por meio de ensaios adequados.
Os documentos da ABNT com os quais é requerida comformidade para atender aos requisitos da qualidade estão especificados na ABNT NBR ISO 3834-5:2020, Tabela 1, para a soldagem a arco, soldagem por feixe de elétrons, soldagem a laser, soldagem a gás, e na ABNT NBR ISO 3834-5:2020, Tabela 10, para outros processos de soldagem por fusão.
7.3 Pessoal de coordenação de soldagem
O fabricante deve ter à sua disposição pessoal de coordenação de soldagem adequado. As pessoas responsáveis por atividades de qualidade devem ter autoridade suficiente para permitir que qualquer ação necessária seja tomada. As tarefas e responsabilidades destas pessoas devem ser clara- mente definidas.
Os documentos da ABNT com os quais é necessário estar em conformidade para atender aos requisitos da qualidade estão especificados na ABNT NBR ISO 3834-5-2020, Tabela 2, para soldagem a arco, soldagem por feixe de elétrons, soldagem a laser e soldagem a gás; e na ABNT NBR ISO 3834-5: 2020, Tabela 10, para outros processos de soldagem por fusão
8 Pessoal de inspeção e ensaios
8.1 Generalidades
O fabricante deve ter à sua disposição pessoal competente e suficiente para o planejamento, a execução e a supervisão da inspeção e ensaios da soldagem de acordo com os requisitos especificados.
8.2 Pessoal de ensaios não destrutivos
O pessoal de ensaios não destrutivos deve ser qualificado. Para ensaios visuais, um ensaio de qualificação pode não ser necessário. Quando um ensaio de qualificação não for necessário, a competência deve ser verificada pelo fabricante.
Os documentos da ABNT com os quais é necessário estar em conformidade para atender aos requisitos da qualidade estão especificados na ABNT NBR ISO 3834-5:2020, Tabela 3, para soldagem a arco, soldagem por feixe de elétrons, soldagem a laser e soldagem a gás, e na ABNT NBR ISO 3834-5: 2020, Tabela 10, para outros processos de soldagem por fusão.
9 Equipamento
9.1 Equipamento de produção e ensaios
Os seguintes equipamentos devem estar disponíveis, quando necessário:
– fontes de energia e outras máquinas;
– equipamento para a preparação de juntas e superfície e para corte, incluindo corte a quente;
– equipamento para preaquecimento e pós-aquecimento, incluindo indicador de temperatura;
– dispositivos e fixadores;
– equipamento utilizado na movimentação das partes e dos componentes soldados,
– equipamento de proteção individual e outros equipamentos de segurança, diretamente associados ao processo de fabricação aplicável;
– fornos, estufas fixas etc. utilizados para tratamento de consumíveis de soldagem;
– equipamentos para limpeza de superficies,
– equipamentos de ensaios destrutivos e não destrutivos.
9.2 Descrição do equipamento
O fabricante deve manter uma lista de equipamentos essenciais, utilizados para a produção. Esta lista deve identificar os principais itens de equipamentos, essenciais para uma avaliação da capacidade e capabilidade de fabricação. Isto inclui, por exemplo:
– capacidade máxima de içamento;
– dimensões dos componentes com os quais que a fabrica pode manipular,
– capabilidade do equipamento de soldagem mecanizado ou automático;
– dimensões e temperaturas máximas de fornos para tratamento térmico pós-soldagem;
– capacidades de laminação, dobra e corte de equipamentos;
Outros equipamentos precisam somente ser especificados por números aproximados totais que abranjam cada tipo geral (por exemplo, número total de fontes de energia para os diferentes processos).
9.3 Adequação do equipamento
O equipamento deve ser adequado para a aplicação em questão.
NOTA: Aqualificação do equipamento de soldagem e aquecimento normalmente não é requerido, a menos que seja especificado de outra forma.
9.4 Novo equipamento
Após a instalação do equipamento novo (ou recondicionado), devem ser realizados ensaios apropria- dos do equipamento. Os ensaios devem verificar o funcionamento correto do equipamento. Os ensaios devem ser realizados e documentados de acordo com as normas apropriadas, sempre que pertinente.
9.5 Manutenção de equipamentos
O fabricante deve ter planos documentados para a manutenção do equipamento. O plano deve asse- gurar verificações de manutenção dos itens no equipamento que controlam as variáveis listadas nas especificações de procedimentos relevantes. Os planos podem ser limitados aos itens essenciais para garantir a qualidade do produto.
Exemplos desses itens são os seguintes:
– condição das guias nos equipamentos de corte térmico, acessórios mecanizados etc;
– condição dos amperímetros e voltímetros, medidores de vazão etc. utilizados para a operação do equipamento de soldagem,
– condição de cabos, mangueiras, conectores etc.;
– condição do sistema de controle na unidade de soldagem mecanizada e/ou automática,
– condição dos instrumentos de medição de temperatura:
– condição dos alimentadores de arame e conduites.
Equipamento defeituoso não pode ser utilizado.
F: CQI 29
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Curso CQI 29 – Brasagem: Consulte-nos.