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CURSO CORTE POR PLASMA
domingo, 30 novembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, NR18

Curso Corte por Plasma

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ATIVIDADES DE CORTE POR PLASMA

Referência: 50977

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Corte por Plasma

O Curso Corte por Plasma tem como objetivo capacitar o profissional para operar sistemas de corte com precisão, consistência e controle técnico avançado. Ao longo do processo, o participante desenvolve visão crítica sobre parâmetros operacionais, dinâmica térmica, comportamento dos materiais e identificação de falhas, compreendendo por que cada ajuste influencia diretamente a qualidade do corte. Além disso, a formação reforça a importância da análise de riscos e da atuação consciente em ambientes de alta energia térmica, garantindo que o operador compreenda o processo do início ao fim.

Ao mesmo tempo, o curso orienta o profissional a atuar em conformidade com a NR 12, norma principal que estabelece critérios para segurança em máquinas e equipamentos. Dessa forma, o participante domina não apenas a execução do corte por plasma, mas também a responsabilidade técnica que envolve prevenção de acidentes, redução de falhas e fortalecimento da cultura de segurança na operação.

Controle técnico alinhado ao corte preciso.

Controle técnico alinhado ao corte preciso.

Quem é o profissional responsável por ajustar os parâmetros de amperagem, velocidade e altura da tocha durante o corte por plasma?

O profissional responsável por ajustar esses parâmetros é o operador qualificado, que domina a leitura do arco, a resposta do metal e o comportamento da máquina. Ele atua avaliando continuamente a profundidade, a estabilidade do corte e a reação térmica da peça, tomando decisões rápidas e precisas para manter o processo dentro do padrão técnico correto.

Além disso, esse profissional garante que cada regulagem ocorra de forma coerente com o comportamento real do equipamento. Ele reconhece sinais de instabilidade, identifica desgaste de consumíveis e intervém antes que o processo gere defeitos, perdas de material ou risco operacional.

Curso Corte por Plasma: Quando o operador deve interromper imediatamente o corte para evitar deformações térmicas ou falhas no arco?

A interrupção imediata ocorre sempre que surgem sinais claros de instabilidade ou risco de dano ao material. Esses indicadores costumam aparecer antes que o defeito se torne irreversível.

Situações que exigem interrupção imediata

Situação Crítica Sinal Percebido pelo Operador Consequência se Ignorado
Arco instável Oscilação da poça de corte Falha no corte e perda de perpendicularidade
Excesso de calor localizado Avermelhamento fora do padrão Distorção permanente do material
Pressão de ar irregular Corte fragmentado ou intermitente Travamento do arco e acabamento irregular
Tocha vibrando ou puxando Desvio lateral do corte Início de microfissuras ou falha estrutural

Principal sinal visual que indica instabilidade do arco durante o corte por plasma

A instabilidade do arco pode ser identificada rapidamente por alterações visuais no comportamento da poça de corte. Quando o operador reconhece esses sinais, consegue corrigir antes da falha se consolidar.

Sinais visuais de instabilidade:
Oscilação lateral do arco no início ou no meio do corte.
Poça de fusão irregular e com brilho instável.
Faíscas direcionadas para cima em vez de fluir para baixo.
Linha de corte com aspecto “serrilhado” logo nos primeiros milímetros.
Ruído mais alto ou mais agudo que o normal.

Arco estável garantindo qualidade do processo.

Arco estável garantindo qualidade do processo.

Por que a preparação correta do metal antes do corte influencia tanto na qualidade do acabamento final?

A preparação adequada remove óleo, tinta, ferrugem e impurezas que causam turbulência no arco. Esses contaminantes interrompem a estabilidade térmica e prejudicam a ionização correta, resultando em cortes irregulares, excesso de escória e desgaste prematuro da tocha.

Além disso, superfícies limpas permitem que o arco avance de forma uniforme, mantendo a perpendicularidade e reduzindo falhas estruturais. O operador ganha precisão, estabilidade e controle, enquanto a máquina entrega um corte mais limpo, rápido e com menor necessidade de retrabalho.

Onde devem ser posicionadas as barreiras de proteção para evitar exposição a radiação, fagulhas e projeções térmicas?

A posição das barreiras de proteção deve levar em conta o fluxo de fagulhas, o ângulo da tocha e a zona de dissipação térmica. Assim, o operador garante isolamento adequado e controle do ambiente.

Posicionamento correto das barreiras de proteção

Tipo de Barreira Localização Recomendada Objetivo Principal
Cortina antichama Atrás e nas laterais da área de corte Conter radiação e fagulhas
Painel de proteção rígido Entre operador e terceiros Evitar exposição indireta à luz intensa
Escudo térmico Próximo à zona de projeção da peça Conter respingos e material incandescente
Barreira de isolamento perimetral Perímetro total da área de corte Restringir acesso e garantir zona segura

Curso Corte por Plasma: Quando a troca de consumíveis se torna obrigatória mesmo que ainda pareçam utilizáveis ao olho nu?

Existem sinais operacionais que obrigam a troca dos consumíveis, mesmo que visualmente eles ainda pareçam em bom estado. O operador atento detecta isso pelo comportamento do corte.

Quando a troca é obrigatória:
Quando o arco demora mais do que o normal para iniciar.
>Quando o corte começa a apresentar rebarbas em materiais finos.
>Quando a tocha perde estabilidade mesmo com pressão correta.
>Quando o jato muda de direção ou abre demais.
>Quando o acabamento piora sem alteração de parâmetros.

Quem deve realizar a inspeção prévia da tocha, dos cabos e do sistema de ar comprimido antes do início da operação?

A inspeção prévia deve ser feita pelo próprio operador responsável pela execução do corte. Ele verifica a integridade da tocha, o estado dos cabos, a regulagem da fonte e a constância da pressão de ar para garantir que tudo esteja em condições seguras antes do acionamento do arco.

Além disso, essa verificação técnica assegura que nenhum componente comprometido interfira no desempenho ou gere risco imediato. O operador identifica falhas invisíveis ao olhar superficial, ajusta o sistema e confirma que todos os elementos trabalham em harmonia antes de iniciar a operação.

Configuração correta para operação segura

Configuração correta para operação segura

Qual a importância do Curso Corte por Plasma?

A importância do Curso Corte por Plasma está em desenvolver a capacidade do profissional de atuar com precisão, leitura técnica e domínio completo dos parâmetros que definem a qualidade do corte. Desse modo, ao compreender a dinâmica térmica, a estabilidade do arco, o comportamento dos metais e os sinais de falha, o operador ganha autonomia real e reduz drasticamente retrabalhos, desperdícios e interrupções inesperadas. Essa formação amplia a segurança, melhora o desempenho e torna o processo muito mais eficiente.

Além disso, o curso assegura que a operação esteja alinhada às exigências da NR 12, norma principal que define requisitos obrigatórios para máquinas, dispositivos de proteção, análise de riscos e procedimentos seguros. Quando o profissional domina esses requisitos, ele age de forma preventiva, evita acidentes e protege tanto o equipamento quanto as pessoas ao redor. Com isso, a empresa reduz passivos, fortalece sua cultura de segurança e garante que cada etapa do corte por plasma aconteça dentro dos padrões técnicos exigidos.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Corte por Plasma

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR ATIVIDADES DE CORTE POR PLASMA
Carga horária: 40 horas

MÓDULO 1 – Fundamentos do Corte por Plasma (6 Horas)
Formação do arco elétrico e princípios de ionização.
Características do jato de plasma e dinâmica térmica.
Componentes essenciais do sistema: fonte, tocha, eletrodo, bocal, difusor e consumíveis.
Tipos de arco e classificações de processos.
Interação do plasma com diferentes metais.

MÓDULO 2 – Materiais, Espessuras e Comportamento Metalúrgico (4 Horas)
Propriedades térmicas dos principais metais utilizados no setor industrial.
Influência da condutividade, fusão e dilatação no corte.
Efeitos metalúrgicos da zona aquecida.
Técnicas para minimizar empeno e microdeformações.

MÓDULO 3 – Parâmetros de Operação e Estabilidade do Arco (6 Horas)
Amperagem e profundidade de corte.
Velocidade de avanço: reconhecimento de corte lento, rápido e ideal.
Pressão e vazão do ar comprimido no desempenho.
Altura da tocha e controle de distância.
Diagnóstico do desgaste de consumíveis e impacto na qualidade.

MÓDULO 4 – Segurança Técnica e Controles Operacionais (6 Horas)
Riscos térmicos, elétricos, ópticos e respiratórios inerentes ao processo.
Estruturas de proteção física e barreiras contra projeções e radiação.
Critérios para seleção de equipamentos de proteção.
Procedimentos de inspeção, travamento, verificação e sinalização.
Controle de iluminação, ventilação e organização da área de corte.

MÓDULO 5 – Qualidade do Corte e Identificação de Defeitos (6 Horas)
Tipos de imperfeições e suas causas: escória, desvio lateral, serrilhamento e ângulos irregulares.
Avaliação visual e tátil do corte.
Ajustes finos para diferentes espessuras e tipos de materiais.
Correção de parâmetros e eliminação de falhas recorrentes.

MÓDULO 6 – Preparação, Configuração e Ajustes do Sistema (4 Horas)
Verificações pré-operacionais essenciais.
Ajustes da fonte de energia e leitura de sinais de falha.
Otimização do compressor: pressão estável, umidade e desempenho contínuo.
Seleção adequada de consumíveis para cada aplicação.
Procedimentos de desligamento, resfriamento e conservação do equipamento.

MÓDULO 7 – Documentação Técnica, Procedimentos e Análise de Registros (4 Horas)
Estruturação de manuais de instruções e documentação operacional.
Elaboração de procedimentos operacionais padronizados.
Controle de registros, rastreabilidade e identificação de inconsistências.
Requisitos de organização, revisão e melhoria contínua dos processos internos.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Corte por Plasma

Curso Corte por Plasma

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Corte por Plasma

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Normas Regulamentadoras (NR):
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais,
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI),
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos”,
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção (somente quando aplicável a canteiros ou estruturas metálicas in loco)
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto,
ABNT NBR 16247 – Proteção ocular pessoal – Filtros para soldagem e técnicas associadas – Requisitos de transmitância e recomendações de uso,
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração,
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos – Parte 2: Métodos práticos,
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho – Parte 1: Interior”
ABNT NBR ISO 4063 – Processos de soldagem e corte – Nomenclatura e codificação (Processo 83 – Corte por Plasma)
ANSI B11 Series – Machine Safety Standards – Risk assessment and safeguarding,
ISO 10015 – Gestão da Qualidade – Diretrizes para treinamento,
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Corte por Plasma

Curso Corte por Plasma

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO CORTE POR PLASMA:

O arco de plasma atinge temperaturas absurdas
O arco que corta o metal ultrapassa 25.000 °C, chegando a ser mais quente que a superfície do Sol. Essa temperatura nasce da ionização extrema, que transforma ar comprimido em um condutor elétrico capaz de fatiar aço como manteiga quente.

O bocal desgasta antes do operador perceber
Mesmo com boa refrigeração, a erosão do bocal começa desde o primeiro disparo. Um desgaste de apenas 0,1 mm já altera o formato do arco e aumenta drasticamente o consumo de consumíveis, e ninguém percebe até o corte virar “serrote”.

A maior falha das operações é subdimensionar o compressor
Metade dos problemas de corte por plasma vem de compressor fraco, mal regulado ou com reservatório incapaz de manter pressão estável. Sem fluxo de ar constante, não há plasma eficiente. Simples assim.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

Curso Corte por Plasma

Saiba Mais: Curso Corte por Plasma:

O processo de corte plasma foi desenvolvido na década de 50, e utiliza o arco transferido confinado para cortar metais, este arco é formado a partir de alta voltagem e alta pressão do ar estabelecendo uma corrente direta na qual o eletrodo é conectado ao pólo negativo e a peça de trabalho ao pólo positivo. A descarga de alta voltagem eleva consideravelmente o nível de energia transformando o gás aquecido em plasma atingindo temperaturas superiores atingindo 15000c°. O bico de corte que cujo diâmetro varia de 1 a 1,5mm é responsável pela transferência do calor do arco para a peça até o seu ponto de fusão, para produzir o corte as partículas fundidas são continuamente removidas pelo jato de plasma. Utilizando-se argônio e hidrogênio e dependendo do equipamento o corte plasma pode atingir temperatura de até 25000c°.
O processo plasma utiliza um arco elétrico concentrado que derrete o material através de um feixe de plasma de alta temperatura. Todo material condutor pode ser cortado. Os gases do plasma são: ar comprimido, nitrogênio, oxigênio ou argônio/hidrogênio, usados para cortar aços de liga leve e alta liga, alumínio, cobre e outros metais e ligas.
Corte a plasma pode ser um processo complementar para trabalhos especiais, tais como a produção de pequenas séries, atingindo tolerâncias apertadas ou acabamentos melhorados.
Os plasmas manuais mais modernos são equipados com sistema de jato coaxial de ar, que constringe ainda mais o plasma, permitindo um corte mais rápido e com menos ângulo. Nos sistemas mecanizados, utilizados principalmente em manipuladores XYZ comandados por controle numérico. Através de um controle mais eficiente dos gases e do sistema de refrigeração respectivamente, incorporam tecnologias que aumentam a consistência do processo e prolongam a vida útil dos componentes consumíveis.
O corte de plasma tem sido usando para substituir processos mais lentos ou com maiores custos operacionais.
O início do corte é praticamente instantâneo e produz uma deformação mínima da peça de trabalho. Este processo permite a usinagem em altas velocidades de corte e menos tempo de inatividade. Também permite corte com espessuras de 0,5 a 160 mm, utilizando unidades de plasma até 1000A. O corte a plasma também permite que o aço estrutural usinado possa ser chanfrado com até 30 milímetros. Uma das características mais notáveis é a alta qualidade e acabamento do corte.
A principal vantagem deste sistema em relação ao oxi-corte, é a redução do risco de deformação por causa da propagação térmica na zona de corte e sua grande velocidade de corte. Lembrando que não é aconselhável utilizar o cortador de plasma em pequenos pedaços. Sua temperatura é tão elevada que, nesses casos, a peça de trabalho pode se deformar. Também gera mais economia em relação ao gás aplicável.
F: ABNT NBR 16247

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Curso Corte por Plasma: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
CURSO DE BRASAGEM
Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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