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  • Curso BIQS Quality Supplier
Monitoramento digital de indicadores de desempenho e evidências de conformidade: integração de dados e rastreabilidade conforme os pilares do BIQS
quarta-feira, 28 maio 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Gestão da Qualidade, NR01, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Tradução e Interpretação de Idiomas técnicos

Curso BIQS Quality Supplier

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS INTERPRETAÇÃO DE REQUISITOS BIQS – BUILT IN QUALITY SUPPLIER (FORNECEDOR DE QUALIDADE INTEGRADO)

Referência: 157999

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Qual objetivo do Curso BIQS Quality Supplier?

O objetivo central do Curso BIQS Quality Supplier é desenvolver a competência técnica dos profissionais na interpretação e aplicação prática dos requisitos BIQS, fortalecendo o desempenho dos fornecedores dentro da cadeia de suprimentos automotiva.

Além disso, a capacitação promove a padronização de processos, a redução de falhas e o aumento da maturidade organizacional. Dessa, forma, ao final, o participante estará apto a conduzir avaliações internas, evidenciar conformidades e sustentar a qualificação como fornecedor estratégico.

O objetivo central do Curso BIQS Quality Supplier é desenvolver a competência técnica dos profissionais na interpretação e aplicação prática dos requisitos BIQS, fortalecendo o desempenho dos fornecedores dentro da cadeia de suprimentos automotiva.

Aplicação de gestão visual e padronização no processo logístico operadores treinados executam tarefas com foco em estabilidade de processo e redução de variabilidade.

Curso BIQS Quality Supplier: O que é BIQS Quality Supplier?

Portanto, BIQS (Built in Quality Supplier) é um sistema de avaliação de fornecedores desenvolvido para garantir a qualidade integrada nos processos industriais, especialmente no setor automotivo. Além disso, ele estabelece critérios rigorosos para medir a maturidade da operação, a rastreabilidade do produto e a cultura organizacional voltada à qualidade.

Composto por cinco pilares e mais de 30 elementos de controle, o BIQS orienta práticas que abrangem desde liderança e resolução de problemas até padronização e engajamento dos operadores. Portanto, seu foco é garantir que a qualidade seja construída dentro do processo e não detectada apenas ao final.

De que forma as auditorias internas podem antecipar falhas e garantir a manutenção do status de fornecedor aprovado?

Auditorias internas atuam como instrumento preventivo. Elas identificam desvios, lacunas ou fragilidades nos processos antes que impactem a entrega ao cliente. Dessa forma, quando estruturadas com base nos elementos do BIQS, essas auditorias contribuem diretamente para o diagnóstico de não conformidades latentes.

Além disso, quando realizadas de forma periódica e imparcial, elas permitem a manutenção do status de fornecedor qualificado, evitando penalidades e pontuações negativas. A tabela abaixo resume como a auditoria interna se conecta com o ciclo de prevenção:

Etapa da Auditoria Interna Benefício Direto
Planejamento Foco nos pontos críticos do BIQS
Execução in loco Detecção de falhas e evidências frágeis
Relatório e Ações Correção direcionada e rastreável

Quais são os elementos essenciais para comprovar a rastreabilidade de produto e processo?

A rastreabilidade é um dos pilares críticos no BIQS e exige que o fornecedor consiga identificar e reproduzir o histórico completo de cada item produzido, desde a matéria-prima até a entrega. Para isso, alguns elementos são indispensáveis.

Veja a seguir uma tabela com os principais:

Elemento Função na Rastreabilidade
Número de lote ou série Identificação única do item
Plano de Controle Registro dos parâmetros de processo
Etiquetas codificadas Vínculo físico com o produto
Certificados de conformidade Garantia formal de atendimento às especificações
Registros digitais (ERP/MES) Rastreio cruzado entre etapas do processo

Com essas evidências, é possível demonstrar conformidade, atender auditorias e agir com precisão em casos de desvios.

Curso BIQS Quality Supplier: Quais critérios definem a necessidade de plano de ação corretiva diante de uma não conformidade crítica?

Portanto, a decisão de elaborar um plano de ação corretiva está diretamente relacionada ao grau de impacto da falha sobre a segurança, funcionalidade ou conformidade regulatória. Além disso, no contexto BIQS, toda não conformidade classificada como crítica deve obrigatoriamente gerar uma ação formal com prazos, responsáveis e verificação de eficácia.

Dessa forma, outros fatores incluem reincidência da falha, falha de contenção, ausência de evidência documental e não atendimento aos requisitos do cliente. Além disso, a aplicação do método 8D é altamente recomendada para estruturar e validar a resposta.

Inspeção visual e verificação de conformidade no ponto de recebimento: etapa crítica para garantir rastreabilidade e controle de atributos especiais conforme os requisitos BIQS

Inspeção visual e verificação de conformidade no ponto de recebimento: etapa crítica para garantir rastreabilidade e controle de atributos especiais conforme os requisitos BIQS

Por que a integração entre treinamento contínuo, gestão visual e padronização é determinante para atender aos requisitos?

Portanto, a efetividade do sistema BIQS depende diretamente da consistência operacional e do envolvimento das pessoas. Além disso, treinamento contínuo garante que todos saibam o que deve ser feito e como; a gestão visual torna o controle acessível e imediato; e a padronização assegura que os processos se repitam corretamente.

Sem essa integração, há aumento de variabilidade, de erro humano e fragilidade em auditorias. Já com esse tripé funcionando, o sistema se sustenta e evolui com autonomia operacional.

Quais são os erros mais frequentes na implementação de requisitos técnicos e como evitá-los?

Os erros mais comuns incluem:

Interpretação equivocada dos requisitos do cliente
Falta de evidência objetiva documentada
Aplicação incompleta dos controles de processo
Treinamento insuficiente dos operadores
Auditorias formais sem plano de ação efetivo

Dessa forma, para evitar essas falhas, a empresa deve estruturar um sistema de gestão robusto, com foco em prevenção, verificação cruzada, envolvimento multidisciplinar e melhoria contínua baseada em dados. A cultura de “fazer certo da primeira vez” precisa ser vivida no chão de fábrica.

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Veja Também:

Curso Manutenção de Empilhadeira Elétrica ou a Combustão
Curso Caminhões Industriais para Garfos/Empilhadeiras – ISO 5057
Laudo do Sistema de Amarração, Arrancamento e Contenção de Cargas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso BIQS Quality Supplier

CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS INTERPRETAÇÃO DE REQUISITOS BIQS – BUILT IN QUALITY SUPPLIER (FORNECEDOR DE QUALIDADE INTEGRADO)
Carga Horária Total: 40 Horas

Módulo 1 – Fundamentos do BIQS e Gestão de Qualidade Integrada (4 horas)
Origem e finalidade do modelo BIQS
Conceitos de qualidade integrada e manufatura enxuta (Lean Manufacturing)
Interface do BIQS com ISO 9001, IATF 16949 e APQP
Diferença entre conformidade, padronização e melhoria contínua
Responsabilidades do fornecedor como elo da cadeia de valor

Módulo 2 – Estrutura do BIQS: Pilares e Categorias de Avaliação (4 horas)
Interpretação dos 5 pilares do BIQS
Análise dos 30 elementos de controle
Sistema de pontuação, níveis e metas mínimas exigidas
Formulários e critérios de auditoria do BIQS

Módulo 3 – Requisitos Críticos de Produto e Processo (Special Characteristics) (4 horas)
Definição de características críticas e especiais (CC/SC)
Métodos de identificação e controle de riscos (FMEA e CP)
Aplicação de controles estatísticos e evidência de rastreabilidade
Integração com planos de controle e especificações técnicas

Módulo 4 – Resolução de Problemas e Estabilidade de Processo (4 horas)
Conceito de “Built-in Quality” aplicado na linha de produção
PDCA, 8D e análise de causa raiz no contexto BIQS
Prevenção de reincidência e ciclo de retroalimentação do conhecimento
KPIs relevantes: Scrap, retrabalho, First Time Quality (FTQ)

Módulo 5 – Poka-Yoke, Controle Visual e Gestão à Vista (4 horas)
Dispositivos à prova de erro (mistake-proofing)
Aplicações reais de Poka-Yoke na cadeia automotiva
Importância da gestão à vista para conformidade em tempo real
Casos de estudo e simulações práticas

Módulo 6 – Avaliação de Fornecedores e Sistema de Auditoria BIQS (4 horas)
Requisitos de homologação e monitoramento contínuo de fornecedores
Auditorias internas, cruzadas e de cliente
Checklists e evidências requeridas
Pontuação mínima para manutenção do status aprovado

Módulo 7 – Cultura da Qualidade e Engajamento dos Colaboradores (4 horas)
Comportamento organizacional e cultura de excelência
Atribuições dos líderes e operadores na manutenção da qualidade integrada
Treinamento contínuo e gestão de competências
Comunicação eficiente entre áreas e níveis hierárquicos

Módulo 8 – Simulação de Diagnóstico BIQS e Elaboração de Plano de Ação (4 horas)
Estudo de caso baseado em auditoria real
Diagnóstico crítico de falhas e gaps em uma planta fictícia
Elaboração de plano de ação com priorização (Método 5W2H)
Apresentação final e discussão de estratégias sustentáveis

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso BIQS Quality Supplier

Curso BIQS Quality Supplier

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima =20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso BIQS Quality Supplier

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
BIQS – Specific Requirements;
IATF 16949 – Sistema de Gestão da Qualidade;
ABNT NBR 5428 – Procedimentos estatísticos para determinação da validade de inspeção por atributos feita pelos fornecedores;

ABNT NBR ISO 10377 – Segurança de produto de consumo – Diretrizes para fornecedores;
ABNT NBR ISO/IEC 17050-1 – Avaliação da Conformidade – Declaração de conformidade de fornecedor – Parte 1: Requisitos gerais;
ABNT NBR ISO/IEC 17050-2 – Avaliação da Conformidade – Declaração de conformidade de fornecedor – Parte 2: Documentação de suporte;
ABNT NBR ISO 19011 – Diretrizes para auditoria de sistemas de gestão;
ABNT NBR ISO 9001 – Sistemas de Gestão da Qualidade – Requisitos;
AIAG – APQP: Planejamento Avançado da Qualidade do Produto e Plano de Controle – 2ª Edição, 2008
FMEA – Failure Mode and Effects Analysis – Análise dos Modos de Falha e seus Efeitos;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.


Curso BIQS Quality Supplier

Curso BIQS Quality Supplier

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS
Conteúdo Programático Normativo:
Termos e definições;

Exigências adicionais;
Responsabilidades corporativas;
Desenvolvimento do fornecedor;
Requisitos específicos;
Abordagem dos requisitos específicos;
Aplicação dos requisitos;
Fornecedores dos itens utilizados;
Auto avaliação com os fornecedores;
Ferramentas básicas de qualidade;
Métodos de redução de perdas no lançamento de produtos;
Identificação e análise de riscos;
Prevenção de defeitos;
Desempenho dos processos;
Melhoria da qualidade;
Planejamento de realização do produto;
Atividades de desenvolvimento;
Auditorias de processos;
Sistemas multidisciplinares;
Visão Sistêmica da implementação;
Relação com Sistema de Gestão da Qualidade;
Comprometimento com os produtos;
Processos com menos custos;
Controle dos subcontratados;
Requisitos gerais;
Condições de logística;
Condições comerciais, de qualidade e ambientais;
Compromisso com o meio ambiente;
Bloqueios do fornecedor;
Modificações em processos previamente aprovados;
Controle de produto não conforme;
Plano de ação corretiva;
Processo de peças de segurança;
Revisão geral.

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);

Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);

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Saiba Mais: Curso BIQS Quality Supplier

8.1 Planejamento e controle operacionais
A organização deve planejar, implementar e controlar os processos (ver 4.4) necessários para atender aos requisitos para a provisão de produtos e serviços para implementar as ações determinadas na Seção 6
a) determinar os requisitos para os produtos e serviços:
b) estabelecer critérios para:
1) os processos:
2) a aceitação de produtos e serviços:
c) determinar os recursos necessários para alcançar conformidade com os requisitos do produto e serviço:
d) implementar controle de processos de acordo com critérios:
e) determinar e conservar informação documentada na extensão necessária para:
1) ter confiança em que os processos foram conduzidos como planejado;
2) demonstrar a conformidade de produtos e serviços com seus requisitos. A saída desse planejamento deve ser adequada para as operações da organização. A organização devo controlar mudanças planejadas e analisar criticamente as consequências de mudanças não intencionais. tomando ações para mitigar quaisquer efeitos adversos, como necessário. A organização deve assegurar que os processos terceirizados sejam controlados (ver 8.4).
8.2 Requisitos para produtos e serviços
8.2.1 Comunicação com o cliente
A comunicação com clientes deve incluir:
a) prover informação relativa a produtos e serviços:
b) lidar com consultas, contratos ou pedidos, incluindo mudanças;
c) obter retroalimentação do cliente relativa a produtos e serviços, incluindo reclamações do cliente:
d) lidar ou controlar propriedade do dente:
e) estabelecer requisitos especificas para ações de contingência, quando pertinente.
8.2.2 Determinação dos requisitos relativos a produtos e serviços
Ao determinar os requisitos para os produtos e serviços a serem oferecidos para clientes, a organização deve assegurar que
a) os requisitos para os produtos e serviços sejam definidos, incluindo:
1) quaisquer requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis;
2) aqueles considerados necessários pela organização.
b) a organização possa atender aos pleitos para os produtos e serviços que ela oferece
8.2.3 Análise crítica de requisitos relativos a produtos e serviços
8.2.3.1 A organização deve assegurar que ela tenha a capacidade de atender aos requisitos para produtos e serviços a serem oferecidos a clientes. A organização deve conduzir uma análise crítica antes de se comprometer a fornecer produtos e serviços a um cliente, para incluir
a) requisitos especificados pelo cliente, incluindo os requisitos para atividades de entrega;
b) requisitos não declarados pelo cliente. mas necessários para o uso especificado ou pretendido, quando conhecido.
c) requisitos especificados pela organização:
d) requisitos estatutários e regulamentares aplicáveis a produtos e serviços:
e) requisitos de contrato ou pedido diferentes daqueles previamente expressos.
A organização deve assegurar que requisitos de contrato ou pedido divergentes daqueles previamente definidos sejam resolvidos.
Os requisitos do cliente devem ser confirmados pela organização antes da aceitação. quando o cliente não prover uma declaração documentada de seus requisitos.
F: ISO 9001.

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O que você pode ler a seguir

Curso Licenciamento Ambiental
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A multicultural team in an industrial setting reviews procedures and technical documentation on site. The interaction emphasizes the need for accessible language and real comprehension of instructions to ensure compliance with NR requirements.
NR Course: Hidden Risk?
Curso NR 12 Gravação a Laser por Fibra Óptica
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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