Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DA APR – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS PARA TRABALHO EM ALTURA – NR 35 COM EMISSÃO DA ART
Referência: 29550
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APR – Trabalho em Altura
A APR para Trabalho em Altura tem como objetivo principal identificar, analisar e controlar os riscos associados a atividades executadas acima de 2 metros do nível inferior, conforme a NR 35. Ela permite avaliar cada etapa da tarefa, considerando condições do local, sistemas de proteção, tipo de acesso, equipamentos utilizados e fatores humanos.
Além disso, define medidas preventivas, critérios de uso de EPIs/EPCs e procedimentos de emergência, assim como o plano de resgate. Quando bem elaborada, garante segurança operacional, respaldo técnico e jurídico, e serve como base para a liberação segura da atividade.
O que é Análise Preliminar de Riscos?
Método de análise de perigos e riscos que incide em identificar acontecimentos inseguros, causas e resultados e determinar meios de controle. Preliminar, porque é empregada como primeira abordagem do objeto de estudo.
Principais riscos identificados na Análise Preliminar de Riscos para trabalho em altura
A APR trabalho em altura tem como objetivo antecipar possíveis falhas e situações perigosas antes do início das atividades. Esse processo é essencial para garantir a segurança dos trabalhadores e o cumprimento das normas regulamentadoras. Entre os principais riscos identificados durante a APR, destacam-se:
- Queda de altura: risco mais evidente, geralmente causado por uso incorreto de EPIs, ausência de linhas de vida ou plataformas instáveis.
- Queda de objetos: ferramentas ou materiais podem cair e atingir pessoas que estejam trabalhando ou circulando em níveis inferiores.
- Choques elétricos: comum em atividades próximas a redes energizadas ou estruturas metálicas mal aterradas.
- Escorregões e tropeços: superfícies molhadas, sujas ou com obstáculos aumentam o risco de perda de equilíbrio.
- Condutas inadequadas: falta de treinamento, pressa e desatenção durante a execução das tarefas pode levar a acidentes graves.
Ao identificar esses riscos, a APR permite a implementação de medidas preventivas, como treinamentos específicos, uso adequado de equipamentos de proteção individual e coletiva, sinalização, inspeções prévias e isolamento de áreas de risco. Dessa forma, a APR trabalho em altura se consolida como uma ferramenta indispensável para preservar vidas e garantir operações seguras.

Inspeção técnica preliminar para elaboração da APR: etapa essencial antes da autorização do trabalho em altura conforme NR 35.
Principais riscos identificados na Análise Preliminar de Riscos para trabalho em altura
A APR trabalho em altura tem como objetivo antecipar possíveis falhas e situações perigosas antes do início das atividades. Esse processo é essencial para garantir a segurança dos trabalhadores e o cumprimento das normas regulamentadoras. Entre os principais riscos identificados durante a APR, destacam-se:
Queda de altura: risco mais evidente, geralmente causado por uso incorreto de EPIs, ausência de linhas de vida ou plataformas instáveis.
Queda de objetos: ferramentas ou materiais podem cair e atingir pessoas que estejam trabalhando ou circulando em níveis inferiores.
Choques elétricos: comum em atividades próximas a redes energizadas ou estruturas metálicas mal aterradas.
Escorregões e tropeços: superfícies molhadas, sujas ou com obstáculos aumentam o risco de perda de equilíbrio.
Condutas inadequadas: falta de treinamento, pressa e desatenção durante a execução das tarefas pode levar a acidentes graves.
Ao identificar esses riscos, a APR permite a implementação de medidas preventivas, como treinamentos específicos, uso adequado de equipamentos de proteção individual e coletiva, sinalização, inspeções prévias e isolamento de áreas de risco. Dessa forma, a APR trabalho em altura se consolida como uma ferramenta indispensável para preservar vidas e garantir operações seguras.
Quando é obrigatória a elaboração de APR para trabalho em altura?
A elaboração da APR torna-se obrigatória sempre que houver atividade acima de 2 metros do nível inferior, com risco de queda, conforme a NR 35. Também exige-se em situações não rotineiras, operações em áreas confinadas, em interfaces com sistemas energizados ou com obstáculos estruturais, e antes da execução de serviços críticos como corte, montagem ou desmontagem de estruturas elevadas.
Além disso, a APR deve ser atualizada imediatamente após qualquer mudança de condição no local de trabalho, como alteração de equipamento, nova equipe ou modificação do acesso.
Onde a APR deve ser aplicada com maior criticidade em trabalhos em altura?
A aplicação da APR deve ser priorizada em locais com risco elevado, como:
Telhados metálicos sem guarda-corpos;
Torres de telecomunicação;
Fachadas com andaimes suspensos;
Plataformas industriais com acesso por corda.
Nesses cenários, a APR deve ser cruzada com o plano de resgate e com o PGR, garantindo consistência nos controles, validação dos pontos de ancoragem e checagem das linhas de vida. Não se trata de preencher campos: trata-se de entender o ambiente como um sistema de risco integrado.

Utilização de tecnologias digitais na avaliação de risco em altura: APR integrada ao PGR com rastreabilidade e precisão técnica.
Como a APR contribui para a segurança real da operação em altura?
A APR transforma o planejamento em uma estrutura de controle objetivo e rastreável. Ela documenta os riscos com base técnica, define barreiras preventivas e especifica quem faz o quê, com qual equipamento, por quanto tempo e em quais condições.
Dessa forma, ela reduz improvisações operacionais, melhora o tempo de resposta em emergências e assegura que todos os envolvidos tenham consciência situacional. Mais que um documento, a APR é uma ferramenta de gestão da integridade operacional.
Para que serve a APR em integração com o PGR e o plano de emergência?
A APR serve como ferramenta operacional dentro do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos). Enquanto o PGR estabelece os riscos gerais e estruturais, a APR trata do risco na prática, tarefa por tarefa, dia por dia.
Quando integrada ao plano de emergência, a APR identifica:
Rota de evacuação;
Equipe de resposta;
Equipamentos de resgate e ponto de ancoragem secundário;
Tempo de resposta e recursos locais.
Essa conexão entre planejamento, ação e contingência transforma a APR em elemento crítico de eficácia e rastreabilidade.
Papel da ART na validade técnica da APR de trabalho em altura
A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) garante que a APR foi elaborada ou validada por profissional legalmente habilitado, com respaldo normativo. Em fiscalizações, auditorias de SST e, principalmente, em investigações pós-acidente, a presença da ART protege a empresa e comprova diligência técnica.
Além disso, ela vincula a APR a um engenheiro com atribuições específicas, o que aumenta a credibilidade da análise e permite que o documento seja aceito como prova técnica oficial em processos trabalhistas ou cíveis.

Execução segura só começa após análise de riscos: APR determina ponto de ancoragem, fator de queda e plano de resgate.
Por que muitas APRs para altura falham em auditorias técnicas e jurídicas?
Porque são genéricas, mal elaboradas ou sem embasamento técnico. Muitas APRs falham ao:
Omitir tempo de exposição ao risco;
Ignorar a distância livre de queda;
Deixar de considerar o fator de queda ≥ 2 (o que é inaceitável);
Não prever resgate viável e imediato, conforme exigido pela NR 35.
Além disso, a ausência de ART emitida por engenheiro habilitado compromete sua validade em perícias judiciais ou auditorias fiscais. Portanto, uma APR que não resiste a uma análise técnica é uma armadilha documental.
APR – Trabalho em Altura
EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA PARA ELABORAÇÃO DA APR – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS PARA TRABALHO EM ALTURA – NR 35 COM EMISSÃO DA ART
OBJETIVO
A presente atividade tem por finalidade executar inspeção técnica especializada, minuciosa e multidisciplinar, com base na NR 35, para identificação, análise e avaliação de riscos potenciais associados às atividades em altura. O objetivo é elaborar a APR (Análise Preliminar de Riscos) com respaldo técnico e normativo, subsidiando a tomada de decisão quanto à viabilidade, à segurança operacional e à implementação de medidas corretivas, preventivas e emergenciais.
ESCOPO DA INSPEÇÃO TÉCNICA
A inspeção compreende a avaliação multissetorial, técnica e normativa, dos seguintes aspectos:
CONDIÇÕES GERAIS E ESTRUTURAIS DO LOCAL
Caracterização do ambiente de trabalho (altura, acesso, superfície, interferências);
Avaliação de riscos atmosféricos, energias perigosas, linhas energizadas e proximidades;
Identificação de pontos de ancoragem e checagem de sua conformidade com a NBR 16325-1 e 2;
Análise de acesso e resgate, considerando distâncias, desníveis e obstáculos.
INSPEÇÃO DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS
Avaliação técnica de sistemas e dispositivos:
Linhas de vida flexíveis e rígidas;
Trava-quedas deslizantes (com e sem extensor);
Cordas de fibra sintética, cabos metálicos, fitas e componentes de costura;
Conectores, absorvedores de energia, talabartes e cintos tipo paraquedista.
Inspeção visual e tátil quanto a:
Integridade física, desgaste, abrasão, cortes, oxidação e deformações;
Marcação legível, validade e rastreabilidade;
Compatibilidade dos elementos entre si (sistemas integrados);
Documentação técnica do fabricante e manuais de operação.
AVALIAÇÃO NORMATIVA FUNCIONAL
Avaliação de conformidade dos EPIs com métodos de ensaio específicos:
Ensaio de resistência estática e dinâmica;
Ensaio de travamento após condicionamento;
Resistência à corrosão (ambientes agressivos);
Checagem dimensional e funcional.
VERIFICAÇÃO DE ENSAIOS E CONDICIONAMENTOS APLICÁVEIS
Aplicação dos seguintes critérios e métodos:
Ensaio de travamento após condicionamento térmico/mecânico;
Máquina de ensaio de tração com célula de carga calibrada;
Dispositivo de ensaio estático para simulação de força em linha de vida;
Massa rígida de impacto (simulador de corpo humano conforme EN 364);
Verificação da resposta de frequência dos instrumentos de força;
Análise de comportamento dinâmico do conjunto trava-quedas/linha;
Teste funcional de conectores em carga real e simulações de oscilação.
INSPEÇÃO DOCUMENTAL E DE IDENTIFICAÇÃO DE COMPONENTES
Avaliação de:
Etiquetas de identificação, número de série e código de rastreio;
Tagueamento de equipamentos com base em norma interna;
Manual técnico do fabricante e instruções de uso;
Validade dos equipamentos e histórico de uso (checklist de inspeções anteriores);
Pictogramas obrigatórios, incluindo símbolo de “leia o manual”.
ANÁLISE FUNCIONAL E OPERAÇÕES CONEXAS
Integração da inspeção com as seguintes variáveis:
RETROFIT e modificações em sistemas de ancoragem ou linhas;
Avaliação da manutenção preventiva e corretiva dos sistemas;
Influência da ergonomia no acesso e deslocamento vertical/horizontal;
Avaliação dos ciclos de uso, abrasão localizada e efeitos de exposição a intempéries;
Determinação da massa operacional suportável por sistemas críticos.
ELABORAÇÃO DA APR – ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
A equipe técnica elaborará APR contendo:
Definição da atividade e seus desdobramentos operacionais;
Identificação e descrição dos riscos envolvidos;
Análise qualitativa e quantitativa por matriz de severidade e frequência;
Proposição de medidas de controle técnico e administrativo;
Requisitos de liberação: EPI, EPC, pessoal habilitado e documentação de suporte;
Requisitos emergenciais (resgate, bloqueios, linhas de comunicação);
Registro fotográfico e croqui do ambiente.
RESULTADOS ENTREGUES
Relatório Técnico Detalhado de Inspeção com Parecer Conclusivo;
APR Oficial em conformidade com a NR 35 e com a metodologia de risco aplicada;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) por engenheiro habilitado;
Lista de recomendações técnicas vinculadas a não conformidades detectadas;
Sugestão de plano de ação corretivo (caso requerido).
APR – Trabalho em Altura



