Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE TRANSPORTADOR DE CORREIA – NBR 6177
Referência: 84505
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Curso Correia Transportadora
O objetivo do Curso Correia Transportadora é capacitar o aluno a compreender, operar e analisar sistemas de transportadores de correia com base nos requisitos técnicos e conceituais da ABNT NBR 6177 e normas correlatas. Logo, o participante desenvolve entendimento sólido sobre terminologia, componentes, alinhamento, funcionamento mecânico, dispositivos de segurança, condições operacionais e parâmetros que influenciam diretamente o desempenho do equipamento. A proposta é transformar o operador ou técnico em alguém capaz de interpretar corretamente o comportamento da correia, reconhecer falhas antes que se agravem e aplicar decisões seguras e eficientes na rotina industrial.
Além de formar competência técnica, o curso também prepara o profissional para identificar riscos, prevenir acidentes e aplicar boas práticas de inspeção e segurança operacional, conforme NR 11, NR 12, ISO 45001 e demais referências aplicáveis. O aluno sai apto a atuar de forma consciente, precisa e alinhada às exigências normativas, reduzindo falhas, melhorando o rendimento do sistema e aumentando a confiabilidade da operação.

Correias alinhadas, produtividade garantida.
Quem é o responsável por monitorar o alinhamento da correia durante a operação e garantir que pequenos desvios não evoluam para falhas maiores?
O responsável direto por monitorar o alinhamento é o operador treinado ou o técnico de operação designado pela planta. Esse profissional deve acompanhar o comportamento da correia durante todo o ciclo, observando vibrações, ruídos, deslocamentos laterais e qualquer alteração no trajeto normal. Ele atua como o primeiro nível de defesa contra falhas, pois identifica problemas antes que atinjam níveis críticos.
Além disso, a equipe de manutenção tem papel complementar e igualmente importante. São eles que ajustam roletes, tensionadores, tambores e raspadores quando o operador sinaliza irregularidades. A comunicação entre operação e manutenção determina se a correia continuará funcionando de forma segura ou se evoluirá para danos sérios e paradas inesperadas.
Curso Correia Transportadora: Como o operador deve identificar sinais iniciais de desgaste nos roletes, tambores e raspadores antes que isso comprometa o fluxo do material?
Para identificar sinais iniciais de desgaste, o operador precisa observar variações no comportamento normal do equipamento. Essa percepção é baseada no entendimento do padrão de funcionamento do transportador e na atenção constante durante a operação.
Sinais que indicam desgaste:
• Vibração acima do normal indicando rolos travados.
• Ruído metálico vindo dos rolamentos.
• Marcas irregulares na correia causadas por raspadores gastos.
• Aumento de temperatura em pontos específicos.
• Material retornando preso à correia pela limpeza insuficiente.
Onde ocorrem com maior frequência os pontos críticos de acúmulo de material e risco de travamento dentro de um sistema de transportador de correia?
Os pontos críticos geralmente aparecem onde há impacto de carga, mudança de direção ou baixa eficiência de limpeza. Esses locais exigem atenção redobrada porque acumulam material sem que o operador perceba imediatamente.
| Local Crítico | Motivo | Consequência |
|---|---|---|
| Região de carregamento | Impacto da carga | Travamento e desgaste rápido |
| Chutes e calhas | Fluxo instável | Bloqueios e acúmulos |
| Raspadores | Limpeza ineficiente | Retorno de material |
| Tambores | Aderência na correia | Desalinhamento e aquecimento |
| Área de retorno | Material solto | Acúmulo progressivo |
Quando a correia deve ser inspecionada para avaliar condições de flecha, tensão e emendas, garantindo operação segura e estável?
O operador deve inspecionar a correia sempre que perceber alterações no comportamento operacional, como ruído incomum, vibração diferente ou oscilação lateral. Esses sintomas indicam que componentes podem estar sofrendo desgaste ou perda de ajuste.
Inspeções também são obrigatórias após manutenções, substituições de peças, intervenções no tensionamento ou paradas programadas. Nesses momentos, o sistema passa por mudanças estruturais que exigem verificação para evitar falhas progressivas e preservar a estabilidade da operação.

Rolos sincronizados, segurança em movimento.
Por que o ângulo de repouso e o comportamento do material transportado influenciam diretamente a capacidade real e a eficiência do transportador?
O comportamento físico do material impacta diretamente o desempenho do transportador, porque determina como ele se acomoda na correia, se espalha e qual volume real pode ser transportado. Materiais com comportamentos diferentes exigem ajustes distintos.
Influências do material:
• Materiais com baixo ângulo de repouso se espalham mais e reduzem a capacidade útil.
• Materiais pegajosos aderem à correia e aumentam o esforço do raspador.
• Materiais secos e soltos têm maior perda lateral.
• Granulometria irregular afeta a estabilidade do fluxo.
• Umidade altera peso, aderência e rendimento.
Curso Correia Transportadora: Quem deve realizar a configuração e o ajuste dos dispositivos de segurança, como chave de emergência, desalinhamento e subvelocidade, conforme NR 12?
Os ajustes dos dispositivos de segurança precisam ser feitos por profissionais qualificados, pois envolvem requisitos normativos e afetam diretamente a proteção do operador e a integridade do equipamento.
| Profissional | Responsabilidade | Motivo |
|---|---|---|
| Engenheiro/Técnico de Segurança | Configuração e validação | Exigência da NR 12 |
| Técnico de Manutenção | Instalação e calibração | Conhecimento dos componentes |
| Eletricista Industrial | Ajustes elétricos | Atua nos circuitos e intertravamentos |
| Operador treinado | Testes funcionais | Garante resposta operacional correta |
Como o posicionamento inadequado de um único rolete pode desencadear um processo de desalinhamento progressivo e comprometer toda a operação?
Um rolete mal posicionado cria uma força lateral constante na correia, que começa a migrar para o lado com menor resistência. Esse movimento parece pequeno no início, mas se mantém durante todo o percurso, gerando desgaste assimétrico e aumentando o atrito.
Com o avanço desse desvio, outros roletes passam a trabalhar fora do eixo ideal e a correia começa a tocar superfícies indevidas, esquentar e deformar. Desse modo, o problema evolui como um efeito dominó, podendo resultar em rasgos, travamentos e paradas emergenciais se não for corrigido rapidamente.

Transportadores inteligentes evitam retrabalhos.
Qual a importância do Curso Correia Transportadora?
A importância do Curso Correia Transportadora está em capacitar o profissional a operar e compreender sistemas de transportadores de correia de forma segura, eficiente e alinhada às normas técnicas, especialmente a ABNT NBR 6177, NR 11 e NR 12. Esses equipamentos movimentam grandes volumes de material e representam um dos pontos mais críticos da produção industrial; por isso, conhecer seus componentes, modos de falha, parâmetros de dimensionamento e requisitos de segurança é essencial para reduzir riscos, evitar acidentes e manter a integridade física dos trabalhadores.
Além disso, o curso fortalece a capacidade do participante em diagnosticar problemas antes que eles se tornem falhas graves, melhorar a confiabilidade do sistema e diminuir custos com manutenção corretiva. Um operador bem treinado aumenta a disponibilidade do equipamento, melhora o fluxo de material e contribui diretamente para a produtividade da planta. Em resumo, o curso transforma conhecimento técnico em desempenho operacional real.
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Certificado de conclusão
Curso Correia Transportadora
CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO E DIMENSIONAMENTO DE TRANSPORTADOR DE CORREIA – NBR 6177
Carga Horária: 16 Horas
MÓDULO 1 – Estrutura Normativa, Escopo e Fundamentos Essenciais (2 Horas)
Abrangência normativa da ABNT NBR 6177 e documentos complementares.
Termos e definições críticas para operação, segurança e dimensionamento.
Classificação dos transportadores e influência do tipo de material.
Interação entre máquina, operação e comportamento humano no sistema transportador.
Princípios de segurança, integridade estrutural e confiabilidade operacional.
MÓDULO 2 – Tipos de Transportadores de Correia e Máquinas que Utilizam Correias (2 Horas)
Transportador de correia: composição, funções e características normativas.
Transportador de correia portátil, móvel, radial, reversível e de dupla via.
Transportadores especiais: cable belt, correia com talisca moldada, tubular, sanduíche, compartimentado e correia com abas dobráveis.
Transportador suportado por ar e transportador suspenso.
Máquinas que utilizam correia transportadora e requisitos gerais de conformidade.
MÓDULO 3 – Sistemas que Não Utilizam Correia e Interfaces com o Projeto (1 Hora)
Visão geral de equipamentos de manuseio de material a granel não baseados em correia.
Diferenciação técnica para integração de sistemas.
Impacto deste grupo no layout, segurança e fluxo operacional.
MÓDULO 4 – Correias Transportadoras: Classificação, Carcaça, Coberturas e Elementos Críticos (2 Horas)
Estrutura da correia: carcaça, cobertura superior e inferior.
Lado do carregamento e lado do retorno.
Distância de transição: critérios normativos, comportamento mecânico e riscos de falha.
Emendas: vulcanizada x mecânica — limites, recomendações, inspeção e impactos operacionais.
Flecha da correia: influência no alinhamento e segurança.
MÓDULO 5 – Sistema de Rolos: Tipos, Funções e Configurações (2 Horas)
Rolos: definição, função e configuração conforme NBR 6177.
Rolete plano, impacto, duplo, triplo e variações.
Rolete de retorno plano, retorno em V e retorno duplo.
Autoalinhantes: de carga e de retorno — comportamento dinâmico.
Rolete catenária (Garland), rolo com anéis de borracha, rolo helicoidal.
Rolete para balança, inclinado e de proteção.
Ângulo de inclinação e ângulo de tombamento: efeito no fluxo e estabilidade da correia.
MÓDULO 6 – Tambores, Revestimentos e Localização Estratégica (2 Horas)
Componentes essenciais de um tambor.
Tipos de revestimentos: espinha de peixe, diamante, liso, abaulado e wing pulley.
Critérios de seleção e riscos associados a cada tipo.
Localização dos tambores: cabeça, cauda, desvio e acionamento.
Ângulos de abraçamento e impacto na transmissão de potência e segurança.
Componentes do acionamento: motores, redutores, acoplamentos e interfaces.
MÓDULO 7 – Esticadores e Sistema de Limpeza (1 Hora)
Esticador por parafuso e esticadores por gravidade (vertical e inclinado).
Raspadores primário e secundário, raspador múltiplo e raspador de escova.
Limpador em diagonal, limpador em V, limpador em arco e limpador por jato d’água.
Influência da limpeza no desgaste, desvio e vida útil da correia.
MÓDULO 8 – Estruturas, Guias, Alimentação e Transferência (2 Horas)
Mesa, guia lateral, chute/calha, placa defletora, caixa de pedras, desviador.
Mesa de impacto, mesa de deslizamento e mesa combinada — impactos na integridade da correia.
Tripper, cabeça móvel, virador de correia.
Estrutura principal, galerias e estruturas de apoio.
Torres de transferência, casas de transferência e torres de esticamento.
Coberturas, chapas de proteção, passadiços, passarelas e guarda-corpos conforme normas de segurança.
MÓDULO 9 – Instrumentação, Controle e Dispositivos de Segurança (1 Hora)
Chave de subvelocidade e sobrevelocidade.
Chave de desalinhamento da correia.
Chave de emergência, fim de curso, sobrecurso e inversão.
Chave tipo sonda e chave de nível.
Detectores: rasgo, fluxo, metais, extrator magnético.
Balança contínua e amostradores.
Desobstruidores de chutes e descarregadores contínuos.
Alimentador de esteira, vibratório e tremonhas.
MÓDULO 10 – Parámetros de Dimensionamento, Materiais e Inclinações (1 Hora)
Ângulo de inclinação do transportador.
Ângulo de repouso do material.
Ângulo de acomodação do material.
Relação entre granulometria, fluxo, energia específica e capacidade transportada.
Riscos do dimensionamento inadequado e falhas típicas de projeto.
MÓDULO 11 – Segurança Operacional, Integridade Física e Procedimentos Preventivos (2 Horas)
Riscos mecânicos, elétricos e operacionais associados ao transportador de correia.
Controle de energia perigosa, bloqueio e travamento (LOTO).
Critérios técnicos de inspeção visual, limitações e frequência.
Diagnóstico de falhas mais comuns: desalinhamento, vibração, desgaste, escorregamento, acúmulo de material e superaquecimento.
Requisitos normativos para operação segura, comunicação e tomada de decisão.
Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
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