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Curso Inspetor Soldagem AWS.A5.10
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Corpo de Bombeiros - Prontuários, Engenharia Civil - Cursos e Treinamentos, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Química - Cursos e Treinamentos

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS COMO EXECUTAR INSPEÇÃO DE SOLDAGEM ALUMINIO AWS A5.10/A5.10M:2023 (ESPECIFICAÇÃO PARA ALUMÍNIO PURO E LIGA DE ALUMÍNIO  ELETRODOS DE SOLDAGEM) e E ISO 18273:2015 MOD (CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM — ARAME ELETRODOS, FIOS E VARETAS PARA SOLDAGEM DE ALUMÍNIO E LIGAS DE ALUMÍNIO – CLASSIFICAÇÃO)  E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 220831

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10. a certificação de Inspetor de Soldagem baseada na AWS B5.10:2018 define os requisitos para a qualificação e certificação de inspetores de soldagem. Dessa forma, essa certificação é voltada para profissionais responsáveis pela inspeção da qualidade das soldas em processos industriais.

A normaAWS A5.10/A5.10M:2023 (ISO 18273:2015 MOD), em conformidade com o padrão nacional americano, estabelece requisitos para os consumíveis de soldagem, incluindo a composição química, as propriedades mecânicas e os métodos de teste para garantir a qualidade do trabalho.

A ISO 18273:2015 MOD é a versão internacional da norma AWS, com algumas modificações para adaptá-la aos padrões americanos. A designação “MOD” indica que a versão AWS incorpora modificações específicas para atender às suas necessidades e aplicações, mantendo uma compatibilidade com a versão internacional.

No Brasil, a norma ABNT NBR 15918 especifica requisitos para eletrodos de soldagem de aço e abrange aspectos como a composição química, os processos de fabricação, os métodos de testes e as classificações dos eletrodos. De forma semelhante, a norma AWS também foca na qualidade dos materiais de soldagem, mas inclui critérios adicionais. Por conseguinte, ambas as normas visam garantir a excelência no processo de soldagem. Ademais, essas diretrizes são essenciais para manter os altos padrões de segurança e desempenho exigidos nas indústrias que utilizam esses materiais. Em suma, tanto a ABNT quanto a AWS fornecem uma base sólida para o uso de eletrodos de soldagem, assegurando que as soldas sejam duráveis e confiáveis.

O inspetor de soldagem é um profissional essencial na garantia da qualidade e integridade das soldas em diversos setores industriais, como construção, fabricação de equipamentos, automotivo e offshore. Sua principal função é inspecionar as soldas para assegurar que atendem aos requisitos técnicos, de segurança e normas aplicáveis.

Quais as responsabilidades e atividades previstas para inspeção no Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10?

Inspeção Visual

Avaliação superficial: Verificar as soldas em busca de defeitos visíveis, como rachaduras, porosidade, falta de fusão, e outros defeitos superficiais.
Controle de aparência: A inspeção visual também envolve garantir que a aparência das soldas esteja conforme os padrões especificados no projeto.

Realização de Ensaios Não Destrutivos (END)

Radiografia (RT): Usada para detectar falhas internas, como trincas e porosidade, que não podem ser vistas a olho nu.
Ultrassom (UT): Técnica utilizada para medir espessura de materiais e detectar defeitos internos.
Partículas magnéticas (MT): Para detectar falhas superficiais ou ligeiramente subsuperficiais em materiais ferromagnéticos.
Dye Penetrant (PT): Usado para revelar trincas ou falhas em materiais não porosos.
Eddy Current (ET): Para detecção de falhas em metais condutores sem necessidade de contato direto.

Verificação de Procedimentos

Controle de processos: Verificar se os procedimentos de soldagem (como a especificação de procedimento de soldagem – EPS) estão sendo seguidos corretamente.
Qualificação de soldadores: Garantir que os soldadores estejam qualificados para os procedimentos especificados, conforme normas como a AWS ou ISO.

Análise de Materiais e Equipamentos

Controle de materiais: Verificar se os materiais de base e consumíveis (eletrodos, arames) utilizados são adequados para o tipo de soldagem e para a aplicação final.
Condiciones de trabalho: Garantir que os equipamentos de soldagem (máquinas, acessórios, fontes de energia) estão calibrados e funcionando corretamente.

Relatórios e Documentação

Elaboração de relatórios: Gerar documentos e relatórios detalhados sobre as inspeções realizadas, registrando os resultados dos ensaios e as condições das soldas.
Acompanhamento de correções: Caso sejam encontrados defeitos, o inspetor de soldagem deve registrar e recomendar ações corretivas, como retrabalho ou reparo.

Cumprimento de Normas e Regulamentações

Conformidade com normas: Garantir que as soldas atendam às normas nacionais e internacionais e outras regulamentações do setor.
Segurança: Verificar se as práticas de soldagem seguem as normas de segurança aplicáveis para proteger os trabalhadores e garantir a integridade das estruturas.

Interação com Outros Profissionais

Colaboração com engenheiros e projetistas: Trabalhar em conjunto com engenheiros de soldagem e projetistas para garantir que os requisitos de qualidade sejam atendidos no desenvolvimento de projetos de soldagem.
Treinamento e orientação: Fornecer treinamento contínuo a soldadores sobre boas práticas de soldagem e segurança.

Qualificações e Habilidades

Certificações: Para atuar como inspetor de soldagem, o profissional pode precisar de certificações, que garantem a competência técnica para a realização de inspeções de soldagem.
Conhecimento técnico: Profundo entendimento das técnicas de soldagem, materiais, processos e normas de inspeção.
Atenção aos detalhes: Capacidade de identificar falhas e garantir que o produto final esteja conforme os padrões exigidos.

Inspeção VisualAvaliação superficial: Verificar as soldas em busca de defeitos visíveis, como rachaduras, porosidade, falta de fusão, e outros defeitos superficiais. <yoastmark class=

Qual a importância da realização do Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10?

O curso de Inspetor de Soldagem é essencial para capacitar profissionais a avaliar a qualidade das soldas com precisão e segurança, assegurando que os processos de soldagem atendam às normas técnicas e aos padrões exigidos pelas indústrias. Além disso, o curso ensina as melhores práticas para a análise e inspeção de soldas em diferentes materiais, utilizando equipamentos adequados e técnicas de inspeção visual e não destrutiva. A importância do curso está em garantir que o inspetor possa:

Assegurar a qualidade das soldas, verificando resistência, durabilidade e segurança de acordo com as normas aplicáveis.

Atender às exigências das indústrias, como aeronáutica, automotiva, naval e construção civil, que, ademais, requerem inspeções rigorosas para garantir a integridade e a confiabilidade das estruturas soldadas.

Além disso, evitar falhas e retrabalho, garantindo que as soldas, portanto, atendam aos critérios de aceitação, como também minimizando a necessidade de correções após a conclusão do trabalho.

Assim, aumentar a eficiência e a produtividade, assegurando que as inspeções sejam realizadas de maneira eficaz e que as soldas, por conseguinte, atendam aos padrões exigidos já no primeiro processo.

De forma semelhante, assegurar a segurança no ambiente de trabalho, evitando defeitos que possam, afinal, comprometer a segurança estrutural e operando de forma a minimizar riscos à saúde, como, por exemplo, exposição a produtos químicos ou situações de risco no processo de soldagem.

O primeiro procedimento a ser realizado, obrigatoriamente, é elaborar o Relatório Técnico, pois ele determina, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva. Os responsáveis devem executar esses procedimentos conforme as normas técnicas e legislações pertinentes, garantindo a integridade das soldas e a segurança das operações, todos estes abordados no Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10.

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Quais tipos de soldagem de alumínio existem e são abordadas no Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10?

Existem vários processos de soldagem utilizados para trabalhar com alumínio, sendo os mais comuns:
Soldagem TIG (GTAW) – Tungsten Inert Gas Welding:
Usado para soldas de alta qualidade em alumínio, especialmente para peças finas e quando é necessário um controle preciso da soldagem. O operador realiza a solda com um eletrodo de tungstênio não consumível, e o gás inerte (geralmente argônio) protege a área de solda contra a contaminação.
Soldagem MIG (GMAW) – Metal Inert Gas Welding:
Semelhante à TIG, mas o eletrodo de solda é consumível. O processo utiliza um fio contínuo de soldagem e adequa-se à soldagem de alumínio em várias espessuras e posições.
Soldagem a arco com eletrodos revestidos (SMAW) – Shielded Metal Arc Welding:
Embora menos comum para alumínio, os profissionais podem utilizar eletrodos específicos para esse material. É mais barato e simples, mas com menor qualidade estética e resistência.
Soldagem por Fusão com Arame Tubular (FCAW):
Utilizada quando se busca maior velocidade de soldagem. O processo é similar ao MIG, mas com o uso de arame tubular e fluxo, que proporciona maior deposição de metal.
Soldagem a laser:
Usada em indústrias de alta precisão, como a aeronáutica. Este método oferece uma soldagem extremamente precisa e de alta qualidade.

Inspetor Soldagem AWSA5.10

O inspetor de soldagem é, portanto, fundamental para a qualidade e segurança das operações de soldagem, ajudando a evitar falhas catastróficas e garantindo que os produtos finais atendam aos requisitos de desempenho e confiabilidade. Assim sendo, o inspetor de soldagem é um profissional essencial na garantia da qualidade e integridade das soldas em diversos setores industriais, como também na construção, fabricação de equipamentos, setor automotivo e offshore. Sua principal função, portanto, é inspecionar as soldas para assegurar que atendem aos requisitos técnicos, de segurança e normas e regulamentações aplicáveis.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Nível Técnico

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10:

Conteúdo Programático Normativo:

CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS COMO EXECUTAR INSPEÇÃO DE SOLDAGEM ALUMINIO AWS A5.10/A5.10M:2023 (ESPECIFICAÇÃO PARA ALUMÍNIO PURO E LIGA DE ALUMÍNIO  ELETRODOS DE SOLDAGEM) e E ISO 18273:2015 MOD (CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM — ARAME ELETRODOS, FIOS E VARETAS PARA SOLDAGEM DE ALUMÍNIO E LIGAS DE ALUMÍNIO – CLASSIFICAÇÃO) – 40 HORAS  E COMO ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Módulo 1: Introdução aos Padrões de Soldagem (4 horas)
Visão geral da inspeção de soldagem.
Importância da conformidade com normas internacionais: AWS A5.10/A5.10M:2023 e ISO 18273:2015.
Diferenças e aplicações dos padrões AWS e ISO.
Requisitos gerais para inspetores de soldagem.
Função e responsabilidades do inspetor de soldagem.

Módulo 2: Entendendo os Requisitos do AWS A5.10/A5.10M:2023 (8 horas)
Estrutura do AWS A5.10/A5.10M:2023.
Definições e critérios para a inspeção de soldagem.
Qualificação e certificação de inspetores de soldagem.
Tipos de soldagem e materiais mais utilizados em inspeção.
Métodos de inspeção: Visual, dimensionamento, testes não destrutivos (NDI).
Procedimentos e protocolos de inspeção conforme o AWS A5.10/A5.10M.

Módulo 3: Padrão ISO 18273:2015 MOD – Fundamentos e Aplicações (6 horas)
Introdução à ISO 18273:2015 MOD.
Requisitos e especificações de soldagem e inspeção.
Comparação entre as normas ISO e AWS.
Aplicação da ISO 18273:2015 no ambiente industrial.
Procedimentos e documentação exigidos pela ISO.

Módulo 4: Técnicas de Inspeção de Soldagem (10 horas)
Inspeção visual de soldas: critérios de aceitação e rejeição.
Inspeção dimensional: tolerâncias e medições de soldas.
Técnicas de ensaio não destrutivo (END): Ultrassom, Líquidos penetrantes, Radiografia, etc.
Como identificar defeitos comuns em soldas: trincas, porosidade, descontinuidade.
Avaliação e análise de soldas em diferentes materiais: aço carbono, inox, alumínio, etc.Inspeção de soldas em diferentes processos: MIG, TIG, SMAW, FCAW, entre outros.

Módulo 5: Elaboração de Relatório Técnico de Inspeção de Soldagem (8 horas)
Estrutura e componentes do relatório técnico de inspeção de soldagem.
Como descrever os defeitos e não conformidades encontradas.
Utilização de gráficos e imagens para documentar os resultados de inspeção.
Elaboração de conclusões e recomendações para reparos ou melhorias.
Normas e boas práticas para redigir relatórios claros e objetivos.
Ferramentas e recursos para a documentação técnica eficaz.

Módulo 6: Exercícios Práticos e Estudos de Caso (4 horas)
Análise de casos reais de inspeção de soldagem.
Exercícios práticos de inspeção visual e dimensional de soldas.
Aplicação de técnicas de END (Exame Não Destrutivo) em situações simuladas.
Elaboração de relatórios técnicos com base nas inspeções realizadas.
Discussão e feedback sobre os relatórios apresentados.

Módulo 7: Conclusão e Certificação (4 horas)
Revisão geral do conteúdo abordado durante o curso.
Discussão sobre a aplicação dos padrões AWS A5.10/A5.10M:2023 e ISO 18273:2015 no ambiente de trabalho.
Avaliação final teórica e prática.
Emissão de certificado de conclusão do curso.

Este curso proporciona aos profissionais a capacitação necessária para realizar inspeções de soldagem com base nas mais atualizadas normas internacionais e elaborar relatórios técnicos que atendem aos mais elevados padrões da indústria.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Requisitos para ministrar parte prática Treinamentos de manutenção de máquina ou Equipamento
Máquina ou Equipamento totalmente desmontado mecanicamente;
Motor na bancada totalmente desmontado incluindo sistema de embreagem;
Ferramentas para montagem e desmontagem de motores e peças mecânicas, de arrefecimento e da embreagem;
Conhecimentos mínimos de mecânica e elétrica;
Óleo lubrificante para motor e fluído hidráulico para embreagem bem como fluído para sistema de arrefecimento;
Manual de Instruções Técnica do motor da máquina ou equipamento;
Manual de Instrução Técnica de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
O Equipamento deverá estar sem as rodas, ou material rotante (esteira) apoiado em cavalete;
O Teste final será aplicado no momento do encerramento do treinamento;
Será aplicado no final dos estudos teóricos pela Plataforma EAD a Avaliação Teórica.

NOTA: Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR-10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR-12: Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-33: Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados;
NR-35: Trabalho em Altura;
ABNT NBR 15918: Eletrodos de Soldagem de Aço – Requisitos e Ensaios;
ABNT NBR 14747: Equipamento de Proteção Individual (EPIs) para Soldadores;
ABNT NBR 13779: Soldagem – Terminologia;
ABNT NBR 15068: Soldagem de Aço Carbono e Aço-Legado – Procedimento e Qualificação de Soldadores;
NBR10474– Qualificação em soldagem — Terminologia
AWS A5.10/A5.10M:2023– (ISO 18273:2015 MOD)- An American National Standard
ISO 18273 – Welding consumables — Wire electrodes, wires and rods for welding of aluminium and aluminium alloys —Classification

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10

Saiba Mais: Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

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Curso Inspetor Soldagem AWSA5.10: Consulte-nos.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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