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  • Curso Soldagem AWS A5.10
Curso Soldagem AWS A5.10/A5.10M:2023
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Corpo de Bombeiros - Programas, Engenharia Civil - Cursos e Treinamentos, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos

Curso Soldagem AWS A5.10

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS OPERADOR DE SOLDAGEM ALUMÍNIO AWS A5.10/A5.10M:2023 (ESPECIFICAÇÃO PARA ALUMÍNIO PURO E LIGA DE ALUMÍNIO  ELETRODOS DE SOLDAGEM) e E ISO 18273:2015 MOD (CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM — ARAME ELETRODOS, FIOS E VARETAS PARA SOLDAGEM DE ALUMÍNIO E LIGAS DE ALUMÍNIO – CLASSIFICAÇÃO)

Referência: 220782

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

O Curso Soldagem AWS A5.10 é uma formação especializada que visa capacitar profissionais para realizar soldagens de alumínio de forma eficiente, segura e conforme os padrões técnicos exigidos. O curso ensina os fundamentos teóricos e práticos necessários para operar equipamentos de soldagem e escolher os consumíveis adequados (como eletrodos e arames) para a soldagem do alumínio.

A norma AWS A5.10/A5.10M:2023 (ISO 18273:2015 MOD) An American National Standard (Um padrão nacional americano), estabelece requisitos para os consumíveis de soldagem, incluindo a composição química, as propriedades mecânicas e os métodos de teste para garantir a qualidade do trabalho.

A ISO 18273:2015 MOD é a versão internacional da norma AWS, com algumas modificações para adaptá-la aos padrões americanos. A designação “MOD” indica que a versão AWS incorpora modificações específicas para atender às suas necessidades e aplicações, mantendo uma compatibilidade com a versão internacional.

No Brasil, a norma ABNT NBR10663 qualificação de procedimentos de soldagem pelo processo com eletrodo revestido, os processos de fabricação, os métodos de testes e as classificações dos eletrodos. De forma semelhante, a norma AWS também foca na qualidade dos materiais de soldagem, mas inclui critérios adicionais. Por conseguinte, ambas as normas visam garantir a excelência no processo de soldagem. Ademais, essas diretrizes são essenciais para manter os altos padrões de segurança e desempenho exigidos nas indústrias que utilizam esses materiais. Em suma, tanto a ABNT quanto a AWS fornecem uma base sólida para o uso de eletrodos de soldagem, assegurando que as soldas sejam duráveis e confiáveis.

A norma AWS A5.10 estabelece requisitos para os consumíveis de soldagem, incluindo a composição química, as propriedades mecânicas e os métodos de teste para garantir a qualidade do trabalho. - Curso Soldagem AWS A5.10/A5.10M:2023

A norma AWS A5.10 estabelece requisitos para os consumíveis de soldagem, incluindo a composição química, as propriedades mecânicas e os métodos de teste para garantir a qualidade do trabalho.

Para que serve o Curso Soldagem AWS A5.10/A5.10M:2023 – curso de operador de soldagem de alumínio?

Este curso serve para fornecer aos profissionais as habilidades necessárias para executar soldagens em alumínio com alta qualidade. A soldagem de alumínio exige atenção especial devido às suas propriedades, como baixa condutividade térmica e alta sensibilidade ao calor, o que pode dificultar o processo. Portanto, o curso prepara os operadores para esses desafios e para a seleção correta de consumíveis, parâmetros de soldagem e técnicas.
Diversos setores utilizam amplamente o alumínio, como:
Aeronáutica (estruturas de aeronaves)
Automotiva (carros, motos e peças automotivas)
Naval (embarcações e estruturas de navios)
Civil (estruturas de alumínio e janelas)
Tecnologia e eletrônicos (carcaças de dispositivos e equipamentos).

Por que o Curso Soldagem AWS A5.10 – curso de operador de soldagem de alumínio deve ser feito?

Várias razões justificam a realização do curso de operador de soldagem de alumínio:
Desenvolvimento de habilidades especializadas – O alumínio é um material desafiador para soldar. Saber escolher a técnica e os consumíveis corretos é crucial para garantir uma solda durável e de alta qualidade.
Segurança – A soldagem envolve riscos como queimaduras, exposição a gases tóxicos e lesões devido ao uso de equipamentos pesados. O treinamento adequado prepara os operadores para trabalhar de maneira segura, prevenindo acidentes.
Conformidade com normas e regulamentos – O curso garante que o operador esteja alinhado com as normas e padrões técnicos da indústria, como a AWS A5.10/A5.10M e outros regulamentos, garantindo a qualidade e confiabilidade das soldagens.
Aumento da empregabilidade – Profissionais qualificados e certificados têm mais oportunidades de trabalho em setores que exigem alta qualidade de soldagem, como a indústria aeronáutica, automotiva e de construção.
Eficiência no trabalho – O treinamento adequado reduz erros e retrabalho, além de melhorar a eficiência nos processos de soldagem, o que pode resultar em redução de custos e aumento da produção.

Este curso serve para fornecer aos profissionais as habilidades necessárias para executar soldagens em alumínio com alta qualidade. - Curso Soldagem AWS A5.10/A5.10M:2023

Este curso serve para fornecer aos profissionais as habilidades necessárias para executar soldagens em alumínio com alta qualidade.

Como garantir soldas de alumínio de alta qualidade utilizando os processos e consumíveis corretos?

Fundamentos da soldagem de alumínio  incluindo propriedades do material e como elas afetam o processo de soldagem.
Escolha dos consumíveis de acordo com a norma, como arames de soldagem e eletrodos, considerando suas características específicas para o alumínio.
Processos de soldagem – adequados, como GMAW ou FCAW, e como realizar a soldagem de maneira eficiente, segura e com a qualidade exigida pela norma.
Controle de qualidade e testes – exigidos, para garantir que as soldas atendam aos padrões de resistência, durabilidade e segurança.
Esse tipo de curso é importante para profissionais que atuam em indústrias como aeronáutica, automotiva, naval e construção civil, onde utilizam a soldagem de alumínio devido às suas propriedades específicas, como leveza e resistência à corrosão.

Quais tipos de soldagem de alumínio existem?

Existem vários processos de soldagem utilizados para trabalhar com alumínio, sendo os mais comuns:
Soldagem TIG (GTAW) – Tungsten Inert Gas Welding:
Usado para soldas de alta qualidade em alumínio, especialmente para peças finas e quando é necessário um controle preciso da soldagem. O operador realiza a solda com um eletrodo de tungstênio não consumível, e o gás inerte (geralmente argônio) protege a área de solda contra a contaminação.
Soldagem MIG (GMAW) – Metal Inert Gas Welding:
Semelhante à TIG, mas o eletrodo de solda é consumível. O processo utiliza um fio contínuo de soldagem e adequa-se à soldagem de alumínio em várias espessuras e posições.
Soldagem a arco com eletrodos revestidos (SMAW) – Shielded Metal Arc Welding:
Embora menos comum para alumínio, pode ser utilizado com eletrodos específicos para alumínio. É mais barato e simples, mas com menor qualidade estética e resistência.
Soldagem por Fusão com Arame Tubular (FCAW):
Utilizada quando se busca maior velocidade de soldagem. O processo é similar ao MIG, mas com o uso de arame tubular e fluxo, que proporciona maior deposição de metal.
Soldagem a laser:
Usada em indústrias de alta precisão, como a aeronáutica. Este método oferece uma soldagem extremamente precisa e de alta qualidade.

O curso de operador de soldagem de alumínio é fundamental para capacitar profissionais a realizar soldagens com precisão e segurança, especialmente em um material com características específicas, como o alumínio. - O curso de operador de soldagem de alumínio é fundamental para capacitar profissionais a realizar soldagens com precisão e segurança, especialmente em um material com características específicas, como o alumínio

O curso de operador de soldagem de alumínio é fundamental para capacitar profissionais a realizar soldagens com precisão e segurança, especialmente em um material com características específicas, como o alumínio

Qual a importancia da realização do Curso?

O curso de operador de soldagem de alumínio é fundamental para capacitar profissionais a realizar soldagens com precisão e segurança, especialmente em um material com características específicas, como o alumínio. Além disso, ele ensina as melhores práticas para selecionar os consumíveis corretos, como arames e eletrodos, e utilizar processos adequados, como GMAW e FCAW. Portanto, a importância do curso está em garantir que os operadores possam:

Primeiramente, garantir a qualidade das soldas, assegurando resistência, durabilidade e segurança, conforme as normas técnicas.
Além disso, atender às demandas de indústrias exigentes, como aeronáutica, automotiva, naval e construção civil, onde o alumínio é amplamente utilizado devido à sua leveza e resistência à corrosão.
Ademais, evitar falhas e retrabalho, aumentando a eficiência e a produtividade no processo de soldagem.
Por fim, assegurar a segurança do trabalho, minimizando riscos como queimaduras e exposição a gases tóxicos.

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Nível Técnico

Curso Soldagem AWS A5.10:

Conteúdo Programático Normativo:

CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS OPERADOR DE SOLDAGEM ALUMÍNIO AWS A5.10/A5.10M:2023 (ESPECIFICAÇÃO PARA ALUMÍNIO PURO E LIGA DE ALUMÍNIO  ELETRODOS DE SOLDAGEM) e E ISO 18273:2015 MOD (CONSUMÍVEIS DE SOLDAGEM — ARAME ELETRODOS, FIOS E VARETAS PARA SOLDAGEM DE ALUMÍNIO E LIGAS DE ALUMÍNIO – CLASSIFICAÇÃO)

Módulo 1: Introdução à Soldagem de Alumínio (4 horas)
Importância da soldagem de alumínio nas indústrias (automotiva, aeronáutica, naval, construção civil).
Características do alumínio: propriedades mecânicas, térmicas e químicas.
Dificuldades na soldagem de alumínio: oxidação, dilatação térmica e distorção.
Normas AWS A5.10/A5.10M:2023 e ISO 18273:2015: objetivos, requisitos e especificações para consumíveis de soldagem.
Visão geral dos processos de soldagem para alumínio: GMAW, FCAW, TIG, etc.

Módulo 2: Materiais e Consumíveis de Soldagem (5 horas)
Eletrodos e arames de soldagem conforme a AWS A5.10/A5.10M:2023 e ISO 18273:2015: especificações e aplicações.
Classificação dos consumíveis: tipos e códigos (AWS A5.10 e ISO 18273).
Seleção de consumíveis adequados para alumínio, considerando as ligas e os processos de soldagem.
Preparação do alumínio para soldagem: limpeza, remoção de óxidos e preparação da junta.
Armazenamento e manuseio de consumíveis para evitar contaminações.

Módulo 3: Processos de Soldagem para Alumínio (7 horas)
Processo GMAW (MIG/MAG): definição, vantagens e desvantagens para soldagem de alumínio.
Processo FCAW (Flux Cored Arc Welding): aplicação em alumínio e diferenças em relação ao GMAW.
Processo TIG (GTAW): vantagens e características da soldagem TIG de alumínio.
Parâmetros de soldagem: corrente, voltagem, velocidade de avanço, taxa de deposição, gases de proteção.
Técnicas específicas de soldagem de alumínio: controle de calor, velocidade de soldagem e controle da penetração.
Soldagem em posições diferentes: horizontal, vertical, sobre cabeça e plana.

Módulo 4: Defeitos e Controle de Qualidade na Soldagem de Alumínio (6 horas)
Defeitos comuns na soldagem de alumínio: porosidade, trincas, falta de fusão, distorções, entre outros.
Causas e prevenção de defeitos: técnicas para evitar falhas em alumínio.
Inspeção visual e métodos de testes de soldas: técnicas de inspeção, critérios de aceitação e rejeição conforme a AWS e ISO.
Normas de qualidade e especificações: AWS A5.10/A5.10M:2023, ISO 18273:2015 e outras normativas aplicáveis.
Ensaios não destrutivos (END): métodos aplicados na soldagem de alumínio (ultrassom, radiografia, líquidos penetrantes).
Certificação e qualificação de soldadores: requisitos para qualificação segundo as normas internacionais.

Módulo 5: Técnicas Avançadas de Soldagem de Alumínio (8 horas)
Soldagem de ligas de alumínio: processos e técnicas para soldagem de diferentes ligas (1000, 2000, 5000, 6000).
Soldagem de alumínio fundido e suas especificidades: como lidar com porosidade, trincas e fusão inadequada.
Soldagem em ambientes de alta demanda: desafios na soldagem em ambientes industriais exigentes, como aeronáutica e automotiva.
Tratamentos térmicos após a soldagem: alívio de tensões, envelhecimento e controle de distorções.
Soldagem de alumínio com máquinas automatizadas: aplicação de tecnologias de robótica e soldagem automática.
Reparo e recuperação de peças soldadas de alumínio: técnicas para recondicionar peças com defeitos.

Módulo 6: Segurança no Processo de Soldagem de Alumínio (5 horas)
Riscos na soldagem de alumínio: exposição a vapores tóxicos, gases, radiação UV e queimaduras.
Equipamentos de proteção individual (EPIs): luvas, aventais, capacetes, máscara de solda, protetores auriculares.
Segurança contra incêndios: precauções ao trabalhar com materiais inflamáveis e com risco de incêndio.
Normas de segurança para soldagem: NR-10, NR-12 e outras normas regulamentadoras aplicáveis.
Práticas para garantir um ambiente seguro de trabalho: ventilação adequada, controle de gases e temperatura.

Módulo 7: Práticas de Soldagem de Alumínio (5 horas)
Exercícios práticos de soldagem: execução de soldas em alumínio utilizando os processos GMAW, TIG e FCAW.
Ajuste de parâmetros para soldagem de alumínio: configuração das máquinas e ajuste da tensão/corrente de soldagem.
Correção de defeitos em soldas de alumínio: identificação e reparo de falhas comuns durante a prática.
Soldagem de juntas em diferentes espessuras e formas: técnica de soldagem em ângulos e soldas de borda.
Prática supervisionada com análise de desempenho: análise técnica da solda e feedback de melhoria.

Módulo 8: Conclusão e Avaliação Final (2 horas)
Revisão dos conceitos abordados: revisão teórica e prática sobre soldagem de alumínio.
Discussão sobre boas práticas e desafios no campo de soldagem de alumínio.
Avaliação final: teórica e prática sobre os conceitos aplicados no curso.
Certificação: entrega de certificado de conclusão conforme normas AWS A5.10/A5.10M e ISO 18273:2015.

Metodologia do Curso:
Aulas teóricas com suporte audiovisual (slides, vídeos explicativos, exemplos).
Aulas práticas com equipamentos reais de soldagem de alumínio.
Estudo de casos e análise de defeitos em soldagem.
Avaliação contínua por meio de provas teóricas, práticas e participação ativa.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

IMPORTANTE: Não se trata de Curso credenciado NFPA e/ou quando for o caso FEMA / NIMS / NAIT (ICS), pois refere-se as noções básicas e comparativas entre normas internacionais e as normas brasileiras.
O Curso ensina a aplicação das Noções Básicas sobre as Normas da National Fire Protection Association, quando for o caso Federal Emergency Management Agency, National Incident Management System, Northern Alberta Institute of Technology e Incident Command System.
O que habilita a assinar Projetos são as atribuições que o Profissional Legalmente Habilitado possui junto ao seu Conselho de Classe, a exemplo o CREA.
Este treinamento tem por objetivo o estudo de situações em que será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos de Projetos Estruturais.
Este Treinamento não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA, nas mais variadas situações do dia-a-dia, onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, e Dispositivos e Projetos embasados na Norma correspondente.

NOTA: Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Soldagem AWS A5.10:

Curso Soldagem AWS A5.10:

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Soldagem AWS A5.10:

Curso Soldagem AWS A5.10:

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR-10: Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR-12: Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR-18: Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
NR-33: Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados;
NR-35: Trabalho em Altura;
NBR10663– Qualificação de procedimentos de soldagem pelo processo com eletrodo revestido para oleodutos e gasodutos — Procedimentos
ABNT NBR 14747: Equipamento de Proteção Individual (EPIs) para Soldadores;
ABNT NBR 13779: Soldagem – Terminologia;
ABNT NBR 15068: Soldagem de Aço Carbono e Aço-Legado – Procedimento e Qualificação de Soldadores;
ISO 18273 – Welding consumables — Wire electrodes, wires and rods for welding of aluminium and aluminium alloys —Classification
AWS A5.10/A5.10M:2023– (ISO 18273:2015 MOD)- An American National Standard;

ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Soldagem AWS A5.10:

Curso Soldagem AWS A5.10:

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Complementos para Máquinas e Equipamentos quando for o caso:
Conscientização da Importância:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
Ensaios Elétricos NR 10;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Checklist Diário;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.

Curso Soldagem AWS A5.10:

Saiba Mais: Curso Soldagem AWS A5.10:

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12 de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

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Curso Soldagem AWS A5.10: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Plataforma de petróleo em operação no mar durante o pôr do sol, evidenciando ambiente de alto risco que exige gestão rigorosa de segurança e capacitação contínua.
CURSO NR-37 NÍVEL EVENTUAL
O operador executa brasagem com maçarico portátil, utilizando luvas térmicas, máscara de solda e vestimenta resistente ao calor. A postura indica foco em precisão e controle térmico, fundamentais para evitar defeitos na junta. Entretanto, o ambiente exige organização, proteção contra respingos e isolamento de materiais inflamáveis. Cuidados e normas aplicáveis: uso obrigatório de EPI conforme NR-06, controle de riscos térmicos pela NR-09, prevenção de incêndio conforme NR-23 e gestão de riscos conforme NR-01.
CURSO DE BRASAGEM
Profissional realiza inspeção funcional de talha elétrica por meio de comando pendente, verificando resposta dos controles, funcionamento dos botões de emergência e comportamento do sistema de elevação conforme critérios de segurança.
CURSO INSPEÇÃO EM TALHAS

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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