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CURSO MANUTENÇÃO ESTÉTICA LASER
terça-feira, 18 novembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, ABNT, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia Ambiental e Sanitária, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecânica - Cursos e Treinamentos, Gestão Engenharia Elétrica, Gestão Engenharia Mecânica, Medicina do Trabalho, Medicina do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Normas Internacionais, NR12, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Manutenção Estética Laser

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO NOÇÕES BÁSICAS COMO EXECUTAR SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS DE ESTÉTICA A LASER

Referência: 202165

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Curso Manutenção Estética Laser

O objetivo do Curso Manutenção Estética Laser é capacitar o profissional para compreender, analisar e executar procedimentos de manutenção em equipamentos de estética a laser com domínio técnico real, sem depender de tentativas, achismos ou orientações superficiais de fabricantes. Portanto, o aluno passa a entender profundamente como funcionam os sistemas ópticos, térmicos, eletrônicos e de segurança dos equipamentos, desenvolvendo a habilidade de identificar falhas, prevenir problemas e garantir que o laser opere dentro dos parâmetros corretos de energia, estabilidade e desempenho.

Além disso, o curso prepara o participante para atuar com segurança normativa, interpretando requisitos das normas aplicáveis, reconhecendo riscos potenciais, analisando modos de falha e adotando práticas de manutenção alinhadas às exigências técnicas do setor. O objetivo central é transformar o profissional em um agente capaz de realizar diagnósticos precisos, manter equipamentos confiáveis e sustentar o padrão de qualidade necessário para garantir eficácia clínica, segurança do operador e longevidade do equipamento.

Ajuste técnico define a segurança do disparo.

Ajuste técnico define a segurança do disparo.

Quem é o responsável por identificar sinais iniciais de falha no sistema óptico de um equipamento de estética a laser?

O responsável direto por identificar sinais iniciais de falha é o profissional capacitado na operação e manutenção técnica do equipamento, pois é ele quem compreende o comportamento normal do feixe, a resposta térmica e a estabilidade óptica. Esse profissional reconhece que os primeiros sinais costumam ser sutis, como alteração de colimação, queda gradual de potência ou pequenos pontos irregulares no spot.

Além disso, a responsabilidade inclui observar comportamentos do equipamento ao longo do tempo, como aumento de temperatura, instabilidade no disparo ou necessidade constante de correção manual nos parâmetros. A detecção precoce depende do olhar treinado e do conhecimento aprofundado adquirido no curso, que permite diferenciar falhas técnicas reais de simples variações operacionais.

Curso Manutenção Estética Laser: Como a escolha incorreta da água de resfriamento pode comprometer o desempenho e a vida útil do laser?

A escolha inadequada da água prejudica o sistema de resfriamento de formas específicas. Veja:

Deposição de resíduos: água mineral ou com sais deixa incrustações que bloqueiam microcanais internos.
Corrosão de componentes: água comum oxida tubulações, conexões e sensores.
Pontos de superaquecimento: água contaminada cria bolhas e hotspots que danificam diodos e cristais.
Queda na eficiência térmica: água inadequada reduz a troca térmica, elevando a temperatura interna do laser.

Onde geralmente aparecem os primeiros indícios de deterioração óptica em um equipamento de laser estético?

Os primeiros indícios surgem em pontos específicos da estrutura óptica. A tabela abaixo esclarece:

Local de ocorrência Sintoma inicial Impacto no desempenho
Lentes do aplicador Manchas, microgotas, escurecimento Alteração do spot e perda de potência
Filtros ópticos Opacidade crescente Distorção do feixe e aquecimento
Barra de diodo Perda gradual de luminosidade Instabilidade energética
Cristais internos Mudança de cor Redução de eficiência e coerência

Logo, essas áreas são as primeiras a indicar deterioração por serem pontos sensíveis ao calor, à sujeira e à degradação natural do material óptico.

Quando a perda de potência real costuma se manifestar mesmo com o painel indicando valores normais de emissão?

A perda de potência costuma aparecer quando o módulo óptico já apresenta desgaste avançado, mas o software do equipamento ainda não detectou a queda na performance. Isso ocorre em situações de sujeira acumulada, desalinhamento interno ou deterioração térmica que afeta apenas a energia entregue, não os sensores de leitura do painel.

Também se manifesta quando o sistema eletrônico tenta compensar falhas automaticamente, mantendo o valor no display enquanto a potência emitida cai progressivamente. Esse comportamento engana o operador, criando a falsa sensação de normalidade enquanto o equipamento opera fora dos padrões de segurança e eficácia.

A ponteira revela a verdadeira potência do equipamento.

A ponteira revela a verdadeira potência do equipamento.

Por que o transporte inadequado do equipamento pode causar desalinhamento óptico mesmo sem danos aparentes?

Antes dos tópicos, é importante entender que o desalinhamento ocorre por micromovimentos internos invisíveis. Agora, veja os motivos:

Trepidações deslocam lentes e espelhos em micromilímetros.
Impactos leves alteram a posição do cristal e da barra de diodo.
Vibrações afrouxam suportes internos e parafusos ópticos.
Choques internos reduzem a coerência do feixe sem quebrar nada externamente.

Curso Manutenção Estética Laser: Quem deve avaliar se o software do equipamento está mascarando falhas internas de potência ou estabilidade térmica?

Quem avalia esse tipo de problema é o profissional treinado para interpretar comportamento técnico do equipamento. Nesse sentido, a tabela abaixo resume as responsabilidades e critérios:

Profissional Função O que ele verifica
Técnico capacitado em manutenção Diagnóstico profundo Comparação entre potência real e potência exibida
Operador treinado Identificação inicial Instabilidades térmicas e variação do spot
Engenheiro ou responsável técnico Validação dos parâmetros Conformidade do equipamento com normas aplicáveis

Essa avaliação é crítica porque o software pode ocultar falhas para manter o equipamento operando, mascarando riscos reais.

Como falhas silenciosas no módulo eletrônico influenciam o risco operacional durante a manutenção e operação do laser?

Falhas silenciosas no módulo eletrônico criam riscos porque o equipamento continua funcionando enquanto parâmetros internos estão completamente instáveis. A eletrônica controla a potência, a estabilidade térmica e a consistência do feixe, então qualquer variação não detectada pelo sistema pode gerar emissões irregulares e inseguras. Esse tipo de falha também compromete a interpretação de potência real, induzindo o operador ao erro sem perceber.

Além disso, falhas intermitentes na placa provocam travamentos, disparos inconsistentes e erros que surgem apenas em certas condições de uso, dificultando diagnósticos. Esse comportamento imprevisível aumenta o risco de danos ao equipamento e ao paciente, tornando a manutenção preventiva e o treinamento técnico indispensáveis.

Precisão óptica começa na estabilidade do feixe.

Precisão óptica começa na estabilidade do feixe.

Qual a importância do Curso Manutenção Estética Laser?

A importância do Curso Manutenção Estética Laser está na formação de um profissional que realmente entende o coração técnico dos equipamentos de estética a laser, saindo do nível superficial de “apertar botão” e avançando para a compreensão real dos sistemas ópticos, eletrônicos e térmicos que garantem segurança, precisão e eficácia. Logo, o aluno aprende como identificar falhas silenciosas, interpretar fenômenos ópticos, compreender o comportamento térmico, diagnosticar queda de potência real e reconhecer riscos invisíveis que passam despercebidos por operadores sem capacitação. Isso transforma a atuação diária, reduz custos de manutenção, prolonga a vida útil dos equipamentos e aumenta a confiabilidade dos procedimentos estéticos.

Além disso, o curso é fundamental porque prepara o profissional para atuar com responsabilidade técnica e segurança operacional em um setor onde pequenos erros geram grandes problemas. A compreensão das normas aplicáveis, como a ABNT NBR IEC 60601-1 dos modos de falha e dos requisitos de manutenção preventiva e corretiva evita acidentes, diminui o risco de danos aos equipamentos e melhora a qualidade dos resultados obtidos nos tratamentos. Em um mercado saturado de operadores despreparados, o profissional treinado se destaca pela capacidade de diagnosticar, resolver e prevenir falhas que impactam diretamente no desempenho do equipamento e na segurança do paciente.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisitos: Nível Técnico

Curso Manutenção Estética Laser

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS DE ESTÉTICA A LASER
Carga Horária: 40 Horas

MÓDULO 1 – Princípios de Funcionamento e Arquitetura dos Equipamentos de Laser (4 Horas)
Conceitos fundamentais: emissão estimulada, coerência e geração do feixe.
Formas construtivas: diodo, Nd:YAG, alexandrite, CO₂, IPL.
Estrutura interna: cavidade óptica, sistema de colimação, lentes, filtros, barras e cristais.
Conversores eletrônicos, drivers e controle digital.
Relação entre parâmetros do laser e desgaste interno dos módulos.

MÓDULO 2 – Tipologias de Tecnologia e Suas Vulnerabilidades Técnicas (4 Horas)
Sistemas baseados em diodo: pontos de falha comuns.
Sistemas de cristal sólido (Nd:YAG e Alexandrite): estabilidade térmica e desvios ópticos.
CO₂ fracionado: sensibilidade estrutural e degradação de tubo.
IPL: falhas associadas ao ciclo das lâmpadas, filtros e capacitores.
Impacto dos parâmetros usados em estética na vida útil dos equipamentos.

MÓDULO 3 – Componentes Internos e Suas Interdependências (6 Horas)
Drivers de potência, conversores, filtros e retificadores.
Módulos ópticos: cristais, lentes, janelas, espelhos e barras.
Sistema de resfriamento: ar forçado, água, Peltier — falhas, sintomas e causas.
Fibras ópticas: perda, fratura, carbonização e acoplamento inadequado.
Software interno, mapeamento de circuitos e lógica de proteção.

MÓDULO 4 – Riscos Técnicos e Condições Críticas dos Equipamentos (4 Horas)
Sobreaquecimento de módulos ópticos.
Falhas elétricas internas: ruído, fuga, queda de tensão, surto.
Perda de alinhamento óptico e variações de feixe.
Riscos do uso contínuo sem manutenção.
Efeitos ambientais: poeira, vibração, umidade, variação térmica.

MÓDULO 5 – Diagnóstico Técnico Avançado (5 Horas)
Como interpretar sintomas sem abrir o equipamento.
Falhas intermitentes vs falhas estruturais.
Correlação entre erros de software e defeitos físicos.
Leitura técnica de parâmetros operacionais para identificação remota de falhas.
Sinais precursores de avarias graves.

MÓDULO 6 – Métodos Teóricos de Inspeção Técnica (4 Horas)
Inspeção sistemática: sequência lógica usada por fabricantes.
Verificação analítica de componentes elétricos, ópticos e térmicos.
Checklists teóricos aplicáveis ao diagnóstico.
Identificação de irregularidades apenas pela leitura de comportamento.
Como prever falhas sem intervenção física.

MÓDULO 7 – Sistemas de Segurança e Intertravamentos Internos (4 Horas)
Pressostatos, sensores de temperatura, sensores de fluxo, chaves de tampa.
Intertravamentos lógicos e redundância de sinal.
Proteções contra emissão não intencional.
Mecanismos de fail-safe e fail-to-protect.
Situações que exigem bloqueio imediato do equipamento.

MÓDULO 8 – Manutenção Preventiva e Preditiva (4 Horas)
Estratégias de prolongamento da vida útil.
Indicações teóricas de desgaste:
Como planejar manutenção sem desmontar o equipamento.
Cronogramas teóricos baseados em ciclo de uso.

MÓDULO 9 – Engenharia de Falhas e Reconstrução Teórica de Avarias (3 Horas)
Relação causa → efeito em falhas ópticas, elétricas e térmicas.
Mapas de falha típicos em equipamentos de estética.
Como antecipar colapso de módulos de alta sensibilidade.
Modelos mentais para análise de falha complexa.

MÓDULO 10 – Biossegurança e Gestão Técnica de Ambientes (2 Horas)
Riscos biológicos indiretos em clínicas e centros estéticos.
Gestão ambiental: temperatura, umidade, ventilação, poluição particulada.
Contaminação de módulos ópticos: causas e prevenção.
Como preservar o equipamento a longo prazo.

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Manutenção Estética Laser

Curso Manutenção Estética Laser

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR IEC 60601-1 – Equipamento eletromédico – Parte 1: Requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial;
ABNT NBR IEC 60601-2-22 – Equipamento eletromédico – Parte 2-22: Requisitos particulares para segurança básica e desempenho essencial de equipamentos a laser para uso cirúrgico, cosmético, terapêutico e diagnóstico;
ABNT NBR IEC 60601-1-2 – Equipamento eletromédico – Parte 1-2: Requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial – Norma Colateral: Perturbações eletromagnéticas – Requisitos e ensaios;
ABNT NBR IEC 60601-1-6 – Equipamento eletromédico – Parte 1-6: Requisitos gerais para segurança básica e desempenho essencial – Norma Colateral: Usabilidade;
ABNT NBR 13534 – Instalações elétricas de baixa tensão – Requisitos específicos para instalação em estabelecimentos assistenciais de saúde;
IEC 60825-1:2014 – Segurança de produtos a laser – Parte 1: Classificação e requisitos do equipamento;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Manutenção Estética Laser

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO MANUTENÇÃO ESTÉTICA LASER:

A maior parte das falhas ocorre no resfriamento, não no feixe de laser
Mais de setenta por cento das falhas relatadas surgem por fluxo reduzido, bombas desgastadas, sensores sujos ou gel térmico degradado. Quando o controle térmico falha, o equipamento superaquece e a estabilidade óptica é comprometida, criando a impressão de “defeito no feixe” quando o verdadeiro problema está no circuito hidráulico.

Vibrações durante o transporte comprometem o feixe mesmo sem quebrar o equipamento
Lentes, espelhos e cristais podem deslocar-se em micromedidas após impactos ou trepidações. Essa alteração minúscula já é suficiente para prejudicar o alinhamento, diminuir a potência entregue e distorcer o feixe. O equipamento chega visualmente perfeito, mas funcionalmente comprometido.

A potência exibida no painel raramente corresponde à potência emitida
O visor mostra o valor programado, não a energia real entregue ao tecido. Se houver sujeira nos componentes ópticos, desalinhamento ou instabilidade elétrica, a potência emitida cai sem que o painel indique qualquer alteração. Esse é um dos comportamentos mais perigosos dos lasers modernos.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Curso Manutenção Estética Laser

Saiba Mais: Curso Manutenção Estética Laser

201.7.9.2 Instruções para utilização
201.7.9.2.13 Manutenção
Adição:
As instruções para manutenção devem incluir avisos claros em relação às precauções para evitar possível exposição à radiação laser perigosa.
Adição da seguinte Subseção:
201.7.9.2.101 Informações específicas sobre o LASER para a ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL e para o OPERADOR DO LASER
As instruções para utilização devem incluir (como aplicável):
a) informações sobre a DISTÂNCIA NOMINAL DE PERIGO OCULAR (DNPO) para o equipamento a laser em UTILIZAÇÃO NORMAL com cada ACESSÓRIO apropriado;
NOTA 1 A DNPO não se aplica a equipamentos a laser de CLASSE 1C.
b) uma declaração em unidades Sl de DIVERGÊNCIA DO FEIXE, DURAÇÃO DO PULSO, máxima SAÍDA DO LASER da radiação laser, com as magnitudes da incerteza de medição cumulativa e qualquer aumento esperado nas quantidades medidas que possa acrescentar aos valores medidos na ocasião da fabricação, significando que o equipamento tem um desempenho diferente do esperado, ver 7.9.2.17 da Norma Geral;
c) quando um único pulso é composto de uma sucessão de pulsos, os detalhes técnicos devem ser descritos nas informações para o usuário do laser. Por exemplo, quando pulsos são constituídos de uma estrutura de subpulsos predeterminada ou sucessão de pulsos, o número de subpulsos e duração aproximada de cada subpulso devem ser declarados;
d) as possíveis variações no comprimento de onda devem ser declaradas;
e) reproduções legíveis (cor opcional) de todos os rótulos de laser e avisos de PERIGO requeridos afixados ao equipamento a laser,
f) informações e orientação para calibragem regular da SAÍDA DO LASER, de acordo com 201.12.1. As informações devem incluir uma especificação para o equipamento de medição e frequência de calibragem e requisitos de esclarecimento com relação à calibragem regular da SAIDA DO LASER;
g) uma indicação clara de todos os locais de ABERTURAS do laser,
h) uma listagem de controles, ajustes e procedimentos para operação e manutenção pela ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL, incluindo o aviso “Cuidado – O uso de controles ou ajustes, bem como o desempenho de procedimentos além dos especificados desta Norma pode resultar em exposição PERIGOSA à radiação”;
i) uma descrição dos SISTEMAS DE ENTREGA DO FEIXE, incluindo as características da SAÍDA DO LASER;
j) quando o equipamento a laser for de CLASSE 1C, uma descrição técnica dos intertravamentos, uma descrição de possíveis limitações e mau funcionamento devido ao posicionamento em falso do aplicador, uma descrição abrangente de como posicionar o aplicador de forma apropriada, um aviso sobre possíveis condições de uso que possam resultar em RADIAÇÃO ÓTICA DISPERSA perigosa;
k) uma declaração, informando que convém que o equipamento a laser seja protegido contra uso não autorizado, por exemplo, pela remoção da chave do contato;
l) uma especificação para proteção dos olhos, não necessária para equipamento a laser de CLASSE 1C;
NOTA 2 Ver 8.4.5.2 da IEC TR 60825-14:2004, Segurança de PRODUTOS DE LASER-Parte 14: Um guia do usuário.
m) uma especificação para extração de fumos e fumaça, incluindo uma declaração de advertência: “Cuidado – Fumos e/ou Fumaça de laser podem conter particulados de tecido vivo”;
n) informações sobre os PERIGOS potenciais ao inserir, curvar bruscamente ou segurar indevidamente a fibra ótica, declarando que o não cumprimento das recomendações do fabricante pode levar a dano da fibra ou SISTEMA DE ENTREGA DO FEIXE e/ou lesão ao PACIENTE ou OPERADOR DO LASER,
o) instruções para verificação da integridade do SISTEMA DE ENTREGA DO FEIXE, como o exemplo a seguir: “Como o FEIXE DE MIRA passa pelo mesmo sistema de entrega que o FEIXE DE TRABALHO, este fornece um bom meio de verificar a integridade do sistema de entrega. Se o FEIXE DE MIRA não estiver presente na extremidade distal do SISTEMA DE ENTREGA DO FEIXE, sua intensidade for reduzida ou seu aspecto difuso, essa é uma possível indicação de dano ou mau funcionamento do SISTEMA DE ENTREGA DO FEIXE”;
p) informações sobre PERIGOS não relacionados ao laser, como o exemplo a seguir. “Um risco de fogo e/ou explosão existe quando a SAIDA DO LASER é usada na presença de materiais, soluções ou gases inflamáveis, ou em ambiente enriquecido com oxigênio. As temperaturas produzidas na UTILIZAÇÃO NORMAL do equipamento a laser podem inflamar alguns materiais, por exemplo a lã de algodão quando saturada com oxigênio. Convém permitir que os solventes de adesivos e as soluções inflamáveis usadas para limpeza e desinfecção evaporem antes de utilizar o equipamento a laser. Convém atentar para o perigo de ignição de gases endógenos,
q) informações sobre procedimentos seguros que garantam o mínimo de efeitos colaterais aos PACIENTES, incluindo uma lista de contraindicações e incluindo uma lista de todas as condições que tornariam não aceitáveis o equilíbrio do sucesso esperado do tratamento e os efeitos colaterais inevitáveis inaceitáveis,
r) informações sobre equipamentos independentes que seriam úteis para avaliar as condições favoráveis, que são aceitáveis para tratamento ou para avaliar as condições não favoráveis que poderiam tornar um tratamento inaceitável ou PERIGOSO,
s) listas de verificação e formulários que ajudem o usuário a coletar informações necessárias para determinar as condições favoráveis de tratamento;
t) informações sobre as regulamentações nacionais aplicáveis, por exemplo, para aplicações cosméticas profissionais de equipamento a laser,
u) descrição de procedimentos para garantir que ACESSÓRIOS estéreis permaneçam estéreis;
v) informações sobre ACESSÓRIOS, como fibra ótica, que sejam compatíveis com equipamento a laser;
F: NBR IEC 60601-2-22

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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