Nome Técnico: Execução de Inspeção em Cintas têxteis para elevação de carga – Parte 3: Cintas tubulares manufaturadas, com cordões de fios sintéticos de ultra alta tenacidade formados por multifilamentos NBR 15637-3 + Elaboração de Relatório Técnico + Emissão de ART
Referência: 197805
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Laudo Cintas Elevação Carga
Qual é o objetivo do Laudo Cintas Elevação Carga?
O Relatório Técnico Cintas Têxteis para Elevação de Carga Cintas Tubulares Manufaturadas, com Cordões de Fios Sintéticos de Ultra alta Tenacidade Formados por Multifilamentos conforme NBR 15637-3 que especifica os requisitos mínimos relacionados à fabricação, homologação, utilização, inspeção, conservação, reparos e descarte, incluindo os métodos de classificação e ensaios para cintas tubulares com ou sem acessórios, com cargas de trabalho de 40 t até 1 000 t (na vertical), manufaturadas com cordões de fios sintéticos de ultra alta tenacidade formados por multifilamentos.
O que são Cintas Tubulares?
As cintas tubulares abrangidas por esta Parte da ABNT NBR 15637 destinam-se ao uso geral em operações de elevação, isto é, quando utilizadas para elevar objetos, materiais ou mercadorias que não necessitem de alterações das especificações das cintas, dos fatores de segurança ou dos limites de carga de operação especificados.
As cintas tubulares manufaturadas com cordões sintéticos de ultra alta tenacidade, formados por multifilamentos, condicionadas para uso e armazenagem em ambientes entre as faixas de temperatura de – 40 °C a + 100 °C.
Como deve ser a Movimentação de Carga conforme NBR 15637-3?
A movimentação da carga deve ser planejada e conduzida conforme as instruções e especificações estabelecidas por esta norma, ou ainda por meio de um Plano de Içamento.
Esta Parte da ABNT NBR 1563-3 contempla procedimentos técnicos para minimizar as situações de perigo passíveis de ocorrerem durante a movimentação de cargas no uso de cintas tubulares.
O que é Plano de Içamento?
O Plano de Içamento é um documento que descreve os procedimentos e medidas necessárias para realizar com segurança o içamento de cargas. Inclui informações sobre a carga, equipamentos utilizados, avaliação do local, procedimentos passo a passo, identificação de riscos e medidas de segurança, além de um plano de contingência. É essencial para garantir a segurança e eficiência da operação de içamento.
Cinta Têxtil tem Validade?
A resposta é Cinta Têxtil NÃO tem validade, porém tem vida útil dentro do uso, se tiver qualquer avaria a mesma está reprovada.
Laudo Cintas Elevação Carga
Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Requisitos do produto; Dimensões e tolerâncias; CET; Diâmetro nominal;
Capacidade; Carga máxima de trabalho nominal (CMT);
Carga máxima de trabalho efetiva (CMTE). Carga mínima de ruptura (CMR);
Requisitos de fabricação. Fabricante;
Matéria-prima; Fios sintéticos; Composição do núcleo;
Capa de proteção do núcleo; Linha de costura; Processo de validação;
Dos fios sintéticos; Das cintas; Das lingas; Validação por gestão de configuração;
Rastreabilidade e identificação; Etiquetas de Identificação;
Informações mínimas – Parte oculta. Informações mínimas – Parte exposta;
Declaração de conformidade; Sistema de gestão;
Controle do processo de fabricação; Método de ensaio de tração; Procedimento;
Relatório de ensaio; Requisitos de inspeção; Verificação inicial de conformidade;
Verificação antes do uso; Inspeção completa (periódica);
Frequência de inspeção completa; B (normativo) Requisitos mínimos de segurança;
Responsável qualificado; Instruções para a movimentação da carga;
Seleção e uso correto de cintas tubulares; Restrições; Instruções básicas;
União de cintas; Descarte e destinação;
Contato no ponto de pega. Diâmetro mínimo admissível;
Acomodação da cinta; Recomendações de uso; Conscientização; Fator de uso;
Ficha de inspeção; Determinação de grau de risco; Definições dos parâmetros;
Operação; Aplicação; Frequência;
Cinta tubular sem acessórios; Cinta tubular com acessórios;
Cinta tubular e detalhe de construção do núcleo; Aplicação da etiqueta;
Não cruzar a cinta; -Não desalinhar a cinta;
União por meio de nós ou laços entre as cintas; União por meio do uso de manilhas ou conectores;
Ilustração do diâmetro do ponto de pega (DM); Ilustrações das formas de contato no corpo da manilha;
Ilustração da área de contato da cinta em uma manilha; Formas de movimentação duplas;
Formas de trabalho; Uso da cinta no pino da manilha; Conscientização;
Fator de uso; Ficha de inspeção; Determinação de grau de risco; Definições dos parâmetros;
Operação; Aplicação; Frequência; Cinta tubular sem acessórios;
Cinta tubular com acessórios; Cinta tubular e detalhe de construção do núcleo;
Aplicação da etiqueta; Não cruzar a cinta; Não desalinhar a cinta;
Uso incorreto: união por meio de nós ou laços entre as cintas;
Uso correto: união por meio do uso de manilhas ou conectores;
Diâmetro do ponto de pega (DM);
Ilustrações das formas de contato no corpo da manilha;
Ilustração da área de contato da cinta em uma manilha;
Formas de movimentação duplas; Formas de trabalho; Uso da cinta no pino da manilha;
Tolerâncias para o comprimento efetivo de trabalho;
Referências de cargas de trabalho; Cálculo do diâmetro do pino para ensaio;
Definição da periodicidade mínima; Ficha de inspeção; Parâmetros de análise;
Descrição das cintas; Procedimento de inspeção; Inspeção visual; Inspeção dimensional;
Teste de resistência; Resultados da inspeção; Inspeção visual; Inspeção dimensional;
Resultado da análise; Conclusão; Recomendações;
O relatório de ensaio informa:
a) descrição da amostra: dimensões e dados do fabricante;
b) CMR projetada da cinta;
c) resultado do valor de carga obtido no ensaio e valor da incerteza de medição;
d) modelo de fabricação e edição do procedimento ou padrões técnicos de manufatura;
e) referência a esta Norma;
f) procedimentos e métodos adotados para execução do ensaio, quando aplicável;
g) equipamentos e instrumentos utilizados, inclusive mencionando o diâmetro do pino;
h) código de rastreabilidade da cinta;
i) data de execução do ensaio;
j) responsável técnico com a devida assinatura.
Fonte: NBR 15637-3
Nota: Se a inspeção for aprovada será colocado LACRE com CÓDIGO DE RASTREIO por QR Code;
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
Cabe à Contratante fornecer:
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se contratado:
Passo 01: Inspeção Visual (Qualitativa)
a) Preparação, Identificação, Análise Qualitativa, Documentação.
b) Se os equipamentos estiverem a céu aberto e estiver chovendo, chuviscando, ou úmido, não é possível realizar a inspeção e a logística de retorno corre por conta da Contratante.
c) Os equipamentos de força motriz própria (autopropelidos) deverão estar em pleno funcionamento com um operador habilitado em conjunto (caso seja Talha, Ponte Rolante, Guindastes em geral, etc.);
d) Liberar acesso ao veículo do Perito Avaliador nas dependências da Contratante em virtude de materiais e aparelhos de inspeção serem de peso e valor agregado.
e) As peças que for passar por Ensaios ou testes não podem ser lixadas, utilize Removedor de Tintas tipo STRIPTIZI.
Passo 03 – Se for realizar TESTE DE CARGA cabe a Contratante:
a) Disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal caliLiqbrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta;
b) Fornecer Declaração de Responsabilidade referente a Capacidade do Equipamento.
c) Até 03 designados para a execução da operação;
d) Carga equivalente a tara do equipamento e meios necessários e logísticas da Inspeção;
e) A função do Perito Avaliador se limita a executar a Inspeção e não cabe ficar esperando por mais de 10 minutos a Contratante efetuar manutenção ou organizar a logística da inspeção.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Laudo Cintas Elevação Carga



