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  • Curso Como Fazer Teste de Pitot
Sistema de monitoramento com manômetros calibrados para aferição de pressão em linha. Equipamento essencial para testes hidráulicos conforme NFPA 25 e ABNT NBR 13714.
segunda-feira, 19 maio 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Nome Técnico: CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TESTE DE PRESSÃO E VAZÃO COM APARELHO PITOT E TESTE MÉTODO CLAMP – MEDIDOR DE VAZÃO ULTRASSÔNICO E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO

Referência: 171803

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar.

Qual Objetivo do Curso Como Fazer Teste de Pitot?

O objetivo do Curso Como Fazer Teste de Pitot é capacitar o profissional para executar, interpretar e documentar testes de vazão e pressão em sistemas hidráulicos de combate a incêndio, utilizando o tubo de Pitot conforme normas técnicas.

Esse Curso Como Fazer Teste de Pitot visa desenvolver habilidades práticas e analíticas para que o participante compreenda os princípios físicos do escoamento, saiba operar corretamente o equipamento, identifique pontos críticos de medição, aplique os cálculos corretos de velocidade e vazão, e elabore relatórios técnicos com responsabilidade legal (ART) e valor probatório em inspeções, auditorias e vistorias técnicas.

O que é Pitot?

O Pitot é um instrumento de medição de vazão que funciona com base na diferença de pressões em um fluido em movimento. No campo da engenharia hidráulica e na área de segurança contra incêndios, o tubo de Pitot é utilizado para medir a pressão dinâmica da água em hidrantes ou bocais de sistemas fixos, permitindo calcular a vazão real disponível. Ele capta a pressão de impacto do fluxo e a converte, por meio de fórmulas específicas, em velocidade e volume de água por unidade de tempo. Portanto, sua aplicação é comum em testes de desempenho e aceitação de sistemas de combate a incêndio, sendo regulamentada por normas como a ABNT NBR 13714 e a NFPA 25. Dessa forma, a correta interpretação dos dados obtidos com o Pitot é essencial para garantir que o sistema entregue a quantidade de água prevista em projeto.

Instrumento de medição de pressão utilizado em conjunto com o tubo de Pitot para calcular a vazão disponível em sistemas de hidrantes. - Curso Como Fazer Teste de Pitot.

Instrumento de medição de pressão utilizado em conjunto com o tubo de Pitot para calcular a vazão disponível em sistemas de hidrantes.

Curso Como Fazer Teste de Pitot: Quais Tipos de Testes?

A medição de vazão é essencial para verificar o desempenho de sistemas hidráulicos, especialmente os voltados à proteção contra incêndios. Os principais métodos utilizados variam conforme o tipo de sistema, a precisão necessária e as exigências normativas.

Teste com Tubo de Pitot

Utilizado para medir vazão em hidrantes e sistemas de recalque.
Baseia-se na medição da pressão de impacto (estagnada) do jato d’água.
Permite calcular a velocidade do escoamento e, a partir dela, a vazão volumétrica.
Atende a normas como ABNT NBR 13714 e NFPA 25.

Teste com Hidrômetro Portátil ou Embutido

Mede diretamente o volume de água que passa por determinada tubulação.
Ideal para redes de distribuição de água e controle de consumo.
Pouco aplicável em sistemas de combate a incêndio, por não suportar grandes pressões instantâneas.

Teste com Medidor de Vazão Ultrassônico (Método Clamp-On)

Utiliza sensores externos à tubulação (sem necessidade de corte ou intervenção).
Baseia-se na diferença de tempo de trânsito das ondas ultrassônicas no fluido.
Indicado para medições temporárias, manutenções preditivas e assim como diagnósticos técnicos.
Aplicável em tubulações pressurizadas e de difícil acesso.

Cada método tem vantagens próprias e deve ser selecionado conforme o fluido, a tubulação, a precisão exigida, a acessibilidade e as normas aplicáveis.

Quando é necessário aplicar o teste de vazão em sistemas de combate a incêndio com medidor Pitot?

O teste de vazão com medidor Pitot é necessário sempre que se deseja verificar o desempenho hidráulico real de hidrantes e sistemas de combate a incêndio, especialmente em processos de aceitação, comissionamento, inspeções periódicas e vistorias técnicas.

Esse teste deve ser aplicado nos seguintes momentos:

Durante a fase de aceitação do sistema, para comprovar que a vazão mínima exigida em projeto está sendo efetivamente entregue;
Em inspeções anuais ou periódicas, conforme exigido pela NFPA 25 e pela ABNT NBR 13714, para garantir que não houve perda de eficiência devido a entupimentos, vazamentos ou falhas nas válvulas e conexões;
Após intervenções estruturais, ampliações ou reformas hidráulicas, quando há necessidade de revalidar a performance do sistema;
Em auditorias técnicas, perícias e emissões de laudos, especialmente quando há exigência de ART e relatório técnico de conformidade.

O uso do Pitot nesses contextos permite medir a pressão dinâmica do jato de água e calcular com precisão a vazão disponível, garantindo que o sistema esteja operacional dentro dos parâmetros normativos. É uma ferramenta obrigatória para validação técnica em ambientes industriais, comerciais e de risco elevado.

Rede de teste com múltiplos pontos de medição, onde o tubo de Pitot pode ser inserido para avaliação da vazão em diferentes seções da instalação hidráulica. - Curso Como Fazer Teste de Pitot

Rede de teste com múltiplos pontos de medição, onde o tubo de Pitot pode ser inserido para avaliação da vazão em diferentes seções da instalação hidráulica.

Qual a diferença entre o teste de vazão com tubo de Pitot e o método Clamp com medidor ultrassônico?

A diferença entre o teste de vazão com tubo de Pitot e o método Clamp com medidor ultrassônico está nos princípios físicos utilizados, tipo de instalação e na aplicabilidade prática de cada tecnologia.

O tubo de Pitot mede a pressão de impacto (pressão total menos pressão estática) de um jato de água expelido por um hidrante ou saída de sistema, e converte essa diferença em velocidade e, posteriormente, em vazão. É um método intrusivo, exige abertura de ponto de descarga e contato direto com o fluxo de água. É o método preferido em sistemas de combate a incêndio, pois simula uma condição real de uso. Está diretamente referenciado em normas como a ABNT NBR 13714 e a NFPA 25.

Já o método Clamp com medidor de vazão ultrassônico utiliza sensores acoplados externamente à tubulação, sem contato com o fluido. Dessa forma, ele calcula a vazão com base na diferença no tempo de trânsito das ondas ultrassônicas propagadas no sentido do fluxo e contra ele. Portanto, é um método não intrusivo, ideal para medições em sistemas em operação contínua ou onde não se pode interromper o fluxo. Fornece leituras digitais em tempo real, com alta precisão, desde que a tubulação esteja dentro dos padrões de instalação exigidos.

Quais erros são mais comuns na medição de vazão com tubo de Pitot e como evitá-los?

Os erros mais comuns na medição com tubo de Pitot incluem posicionamento incorreto no jato, falta de correções técnicas e uso de equipamentos descalibrados. Posicionar o Pitot fora do centro do fluxo compromete diretamente a leitura da pressão de impacto, gerando sub ou superestimativas da vazão. Além disso, muitos profissionais negligenciam a aplicação dos fatores de correção, como blocagem, turbulência e geometria da seção de saída, o que invalida a precisão do resultado final.

Outro erro recorrente é o uso de tubos danificados ou desregulados, sem inspeção prévia ou manutenção preventiva. Também é comum ignorar a influência da densidade do fluido ou da temperatura da água no cálculo da vazão. Para evitar falhas, é essencial seguir as normas, realizar a calibração e garantir que a execução siga os parâmetros corretos de posicionamento, leitura e documentação.

Equipamento de medição configurado para leitura precisa da pressão em testes de vazão com tubo de Pitot. - Curso Como Fazer Teste de Pitot.

Equipamento de medição configurado para leitura precisa da pressão em testes de vazão com tubo de Pitot.

Quais são os requisitos de instalação e manutenção do tubo de Pitot?

Os requisitos de instalação e manutenção do tubo de Pitot visam garantir precisão na medição de vazão, segurança operacional e conformidade com normas técnicas como a ABNT NBR 13714 e a NFPA 25. A instalação deve ser realizada com o Pitot posicionado perpendicularmente ao jato d’água, com a extremidade no centro do fluxo, sem contato com bordas do bocal. A leitura da pressão diferencial só é válida quando o jato estiver totalmente desenvolvido e livre de turbulências iniciais. Dessa forma, o profissional responsável deve respeitar distâncias mínimas, evitar obstruções e utilizar equipamentos calibrados.

Quanto à manutenção, o tubo de Pitot deve ser periodicamente inspecionado quanto a deformações, obstruções internas, danos na ponta coletora e falhas no manômetro. Portanto, a limpeza das conexões, verificação do estanqueamento e calibração do manômetro de coluna d’água ou digital devem ser realizadas antes de cada uso. Equipamentos com trincas, entupimentos ou sem histórico de calibração devem ser descartados ou substituídos. O armazenamento interfere diretamente na precisão do ensaio, por isso guarde o tubo de Pitot em local seco, protegido contra impactos e livre de contaminantes.

Curso Como Fazer Teste de Pitot: Qual Importância do Teste Pitot?

O teste com tubo de Pitot é fundamental para verificar, de forma prática e direta, a vazão real disponível em sistemas de combate a incêndio, como hidrantes e recalques. Dessa forma, ele permite medir a pressão dinâmica da água em um ponto de descarga e, a partir disso, calcular a velocidade do fluxo e determinar se o sistema atende às exigências mínimas de desempenho estabelecidas em projeto e nas normas técnicas, como a ABNT NBR 13714 e a NFPA 25.

Essa medição é essencial para garantir que, em uma situação de emergência, o sistema fornecerá água em volume e pressão suficientes para combater o fogo com eficácia. Além disso, o teste com Pitot embasa relatórios técnicos e laudos de aceitação, é requisito em vistorias de seguradoras, órgãos fiscalizadores e Corpo de Bombeiros, e é uma etapa obrigatória em manutenções preventivas e periódicas. Portanto, sem esse ensaio, não há como comprovar, com dados reais, que o sistema está operando de forma segura e eficiente.

Clique no Link:  Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Veja Também:

Teste Pitot para Hidrante
Curso NFPA 25
AsBuilt Sistemas Combate a Incêndios

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Como Fazer Teste de Pitot

CURSO APRIMORAMENTO COMO EXECUTAR TESTE DE PRESSÃO E VAZÃO COM APARELHO PITOT E TESTE MÉTODO CLAMP – MEDIDOR DE VAZÃO ULTRASSÔNICO E ELABORAR RELATÓRIO TÉCNICO
Carga Horária Total: 40 Horas

Ressaltamos que o curso negociado não é credenciado pela NFPA. Isso se deve à necessidade de se realizar um comparativo técnico entre a norma internacional NFPA e o Decreto do Corpo de Bombeiros vigente no Estado  da Contratante  e Normas Técnicas  Brasileiras para garantir aplicabilidade e aderência local.
Se desejar Curso credenciado NFPA nos informe.

Módulo 1 – Fundamentos e Requisitos Gerais (4h)
Requisitos gerais para sistemas de hidrantes e recalque
Bombas de incêndio: tipos, aplicações e operação
Aceitação do sistema, vistoria e plano de manutenção
Aplicabilidade dos sistemas de teste de vazão
Formas construtivas e geometria externa dos componentes

Módulo 2 – Componentes e Materiais (4h)
Adaptador, tampão, unidade de compra, diâmetros e classes de pressão
Acabamento superficial e identificação de componentes
Materiais normatizados e projeto de instalações
Extremidades, obturador, volante e elemento de vedação

Módulo 3 – Requisitos Específicos e Ensaios (4h)
Estanqueidade e resistência ao torque (instalação e acionamento)
Pressão de ruptura
Ensaios de recebimento, inspeção e critérios de aceitação/rejeição

Módulo 4 – Teoria dos Testes de Vazão e Pressão (4h)
Símbolos e definições
Princípios gerais: integração gráfica, numérica e aritmética
Medidas de seção transversal (circular e retangular)
Métodos de exploração de seção

Módulo 5 – Projeto e Uso do Tubo de Pitot (6h)
Critérios de projeto do tubo de Pitot
Requisitos normativos para uso
Seção de medição e dispositivos para condições de escoamento
Instalação, inspeção e manutenção do tubo de Pitot

Módulo 6 – Medidor de Vazão Ultrassônico Clamp-On (6h)
Princípios de funcionamento e aplicações
Limites de uso e influências operacionais (turbulência, natureza do fluido, etc.)
Cálculo da vazão com medidor ultrassônico
Ajustes, verificações e boas práticas

Módulo 7 – Cálculos, Correções e Incertezas (6h)
Equações para cálculo de velocidade
Determinação de velocidade por integração gráfica, numérica e método aritmético
Correções por blocagem, turbulência e perda de carga
Estimativa de incertezas e erros (aleatórios e sistemáticos)

Módulo 8 – Relatório Técnico e Normas Aplicáveis (4h)
Estruturação do relatório de ensaio e inspeção
Interpretação dos dados e avaliação do desempenho
Normas aplicáveis (ABNT, NFPA, ISO, ASTM)
Elaboração e emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)

Módulo 9 – Complementos de Segurança e Comportamento (2h)
Análise Preliminar de Riscos (APR)
Plano de Ação de Emergência (PAE)
Compreensão da equipe de resgate e percepção de riscos
Ergonomia e segurança comportamental
HCS – Hazard Communication Standard (OSHA)

É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 80 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 40 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 20 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
NFPA 20 – Standard for the Installation of Stationary Pumps for Fire Protection (207 Páginas);
NFPA 25 – Standard for the Inspection, Testing, and Maintenance of Water-Based Fire Protection Systems (208 Páginas);

NBR ISSO 3966 – Medição de vazão em condutos fechados – Métodos velocimétrico utilizando tubos de Pitot estático;
NBR 13714 – Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio;
NBR 16021 – Válvula e acessórios para hidrante – Requisitos e métodos de ensaio;
NBR ISO 5167-1 a 4 – Medição de vazão com elementos de pressão diferencial;
NBR 16198 – Medição de vazão de fluidos em condutos fechados – Métodos usando medidor de vazão ultrassônico por tempo de trânsito – Diretrizes gerais de seleção, instalação e uso;

Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Curso Como Fazer Teste de Pitot

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. 
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LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Requisitos Gerais;
Bombas de Incêndio;
Aceitação do sistema, vistoria e plano de manutenção;
Aplicabilidade dos sistemas;
Formas construtivas e geometria externa;
Adaptador e tampão;
Unidade de compra;
Diâmetros e classes de pressão;
Acabamento superficial;
Identificação;
Materiais;
Projeto;
Extremidades;
Área de passagem / sede;
Levantamento do obturador;
Volante;
Elemento de vedação e movimento de abrir e fechar;
Requisitos Específicos;
Estanqueidade;
Resistência ao torque de instalação;
Resistência ao torque de acionamento excessivo;
Pressão de ruptura;
Inspeção:
Generalidades;
Ensaios de recebimento;
Aceitação e rejeição;
Símbolos e definições;

Símbolos;
Termos e definições;
Principio;
Princípio geral;
Integração gráfica da área de velocidade;
Integração numérica da área de velocidade;
Métodos aritméticos;
Medição da seção transversal de medição;
Seções transversais circulares;
Seção transversal retangular;
Medição de velocidade local;
Método de exploração de seção do eixo transversal;

Medição de referência;
Verificação da distribuição de velocidades;
Número e localização de pontos de medição na seção transversal; 
Requisitos gerais;
Seções transversais circulares;
Seções transversais retangulares;
Projeto do tubo de Pitot:
Descrição geral;
Critérios a serem atendidos pelo tubo de Pitot;
Requisitos para uso de tubos de Pitot:
Seleção da seção transversal de medição;
Dispositivos para melhorar as condições de escoamento;
Limites de uso;
Natureza do fluido;
Faixa de velocidades;
Natureza do escoamento;
Limitações dimensionais;
Influência da turbulência;
Medições de desempenho;
Medição da pressão diferencial;
Flutuações na pressão diferencial;
Determinação da massa específica do fluido;
Inspeção e manutenção do Tubo de Pitot;
Instalação do tubo de Pitot;
Cálculo da velocidade;
Verificação das condições para uma medição;
Equações para cálculo de velocidade;
Determinação de velocidade de descarga por integração gráfica da área de velocidade:
Seções transversais circulares;
Seções transversais retangulares;
Determinação da velocidade de descarga pela integração numérica da área de velocidade:
Seções transversais circulares;
Seções transversais retangulares;
Determinação da velocidade de descarga pelo método aritmético:
Método “Log-linear”;
Seções transversais circulares;
Seções transversais retangulares;
Método Log-Chebyshev;
Seções transversais circulares;
Seções transversais retangulares;
Correções das medições de velocidade local:
Correção para o efeito de blocagem;
Casos onde a correção pode ser desprezada;
Estimativa da correção da velocidade local medida;
Estimativa da correção geral do valor de vazão (aplicação de métodos aritméticos);
Correlação para o gradiente de velocidades no eixo transversal;
Correções para posição do ponto de medição;
Correção geral da vazão;
Correção devido à turbulência;
Correção devido a perda de carga;
Erros:
Definição do erro;
Erros na estimativa da velocidade local;
Erros aleatórios;
Erros sistemáticos;
Erros no cálculo da vazão;
Erros aleatórios;
Erros sistemáticos;
Definição de desvio-padrão;
Definição da Incerteza;
Cálculo do desvio-padrão;
Desvio-padrão de medição da velocidade local;
Desvio-padrão de medição de vazão.

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA.

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Como Fazer Teste de Pitot

Saiba Mais: Curso Como Fazer Teste de Pitot

3.2 Termos e definições
Para o propósito deste documento, se aplicam os seguintes termos e definições.
3.2.1 tubo de Pitot estático “tubo de Pitot” dispositivo tubular que consiste de uma extremidade cilíndrica montada perpendicularmente a uma haste que permite a medição de uma pressão diferencial e que a partir desta pode ser determinada a vazão do fluido em um conduto no qual o tubo de Pitot é inserido. Este é fornecido com orifícios para tomada de pressão estática (perfurados ao redor da circunferência da cabeça em uma ou mais seções transversais) e com um orifício para tomada de pressão total (faceando a direção do escoamento na extremidade do bico simétrico axial da cabeça)
3.2.2 tomada de pressão estática um grupo de orifícios para medição da pressão estática do fluido
3.2.3 tomada de pressão total um orifício para medição da pressão de estagnação do fluido (a pressão produzida para promover a estagnação do fluido sem alteração na entropia)
3.2.4 pressão diferencial a diferença entre as pressões obtidas nas tomadas de pressão total e estática
3.2.5 rake estacionário um conjunto de tubos de Pitot, montados em um ou vários suportes fixos, que exploram todo o diâmetro ou seção de medição simultaneamente;
3.2.5 rake estacionário um conjunto de tubos de Pitot, montados em um ou vários suportes fixos, que exploram todo o diâmetro ou seção de medição simultaneamente
3.2.6 vazão periférica vazão volumétrica na área localizada entre o tubo e o contorno definido pelos pontos de medição que estão próximos à parede
3.2.7 velocidade de descarga a relação entre a vazão volumétrica de escoamento (integral do componente axial das velocidades locais com a respectiva área de seção transversal) e a área da seção transversal de medição
3.2.8 velocidade relativa a relação entre a velocidade de escoamento no ponto considerado e a velocidade de referência medida simultaneamente . que pode ser também a velocidade em um ponto em particular (por exemplo. no centro de um conduto circular) ou a velocidade de descarga na seção de medição
3.2.9 trechos reto seção de um conduto, trecho retilíneo axial cuja superfície e seção transversal são constantes;
3.2.10 singularidade qualquer elemento ou configuração de um conduto que o torne diferente de um trecho reto
NOTA Para o propósito desta Norma, as singularidades que causam as interferências mais significativas são curvas, válvulas, gargantas e súbitas expansões de seção.
F: NBR 3966.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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