Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EMISSÃO DE FUMAÇA NFPA 130 – PADRÃO PARA TRÂNSITO DE GUIA FIXA E SISTEMAS DE TRILHOS DE PASSAGEIROS) E IT N° 45 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS PARA SISTEMAS DE TRANSPORTE SOBRE TRILHOS, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
Referência: 161579
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Laudo Emissão de Fumaça NFPA 130 e IT n° 45
O objetivo central do Laudo Emissão Fumaça NFPA130 é garantir a evacuação segura de passageiros e trabalhadores em ambientes confinados como túneis, trens e estações, antes que a fumaça comprometa a visibilidade, a respiração e a tomada de decisão. Então, trata-se de proteger vidas com base técnica, mensuração objetiva e resposta automatizada dos sistemas.

Emissão densa de fumaça em locomotiva histórica demonstração clara da importância da medição de opacidade e controle térmico exigido pela NFPA 130.
O que representa a emissão de fumaça na abordagem da NFPA 130?
A emissão de fumaça, segundo a NFPA 130, não é apenas um subproduto da combustão, mas um parâmetro técnico mensurável, capaz de comprometer toda a segurança do sistema ferroviário. Portanto, ela envolve a geração de gases, partículas e vapores que afetam diretamente a visibilidade, o tempo de evacuação e a toxicidade do ambiente. A norma trata esse fenômeno com rigor, exigindo métodos quantitativos e controle ativo.
Quando é obrigatória a medição da emissão de fumaça em sistemas de trilhos?
A avaliação da emissão de fumaça torna-se obrigatória em três situações principais:
Projeto e aprovação de novos sistemas ferroviários;
Retrofit ou modernizações significativas (alteração de layout ou ventilação);
Após incidentes operacionais que envolvam calor, fumaça ou falhas elétricas.
A equipe técnica aplica a medição para validar os sistemas de controle e assim, garantir que seu desempenho esteja em conformidade com os limites estabelecidos pela NFPA 130 e pela IT Nº 45.
Onde a emissão de fumaça deve ser avaliada com prioridade?
A avaliação deve priorizar locais com maior risco de confinamento e dificuldade de evacuação, tais como:
| Local Técnico Crítico | Justificativa de Prioridade |
|---|---|
| Túneis subterrâneos | Risco elevado de acúmulo de fumaça e calor |
| Estações fechadas | Concentração de pessoas e tempo de resposta crítico |
| Veículos ferroviários | Proximidade direta com a origem da ignição |
| Galerias técnicas | Potencial de propagação invisível e silenciosa |
Estes ambientes requerem não só medição, mas também modelagem de dispersão da fumaça e validação dos sistemas de ventilação forçada.

Ambientes abertos como plataformas externas requerem estratégias distintas de dispersão de fumaça, considerando o fluxo natural de ar e a reação dos sistemas embarcados.
Laudo Emissão Fumaça NFPA130: Como é realizada a avaliação quantitativa da emissão de fumaça?
A equipe técnica realiza a avaliação quantitativa utilizando instrumentos ópticos que medem diretamente a densidade e a opacidade da fumaça, assim como espectrofotômetros, sensores lineares e câmeras de varredura térmica. O objetivo é gerar curvas técnicas com dados confiáveis, tais como:
Densidade óptica da fumaça (m⁻¹);
Tempo de visibilidade crítica (em segundos);
Espessura da linha de fumaça (mm);
Curva de propagação vs. exaustão.
Essa medição deve ser acompanhada de registro gráfico, cálculo de incerteza e validação com metodologia de ensaio padronizada, conforme exige a norma.
Por que a emissão de fumaça é mais crítica que o próprio fogo em ambientes fechados?
Porque a fumaça chega antes, se espalha mais rápido e mata silenciosamente. Em incêndios subterrâneos, estudos mostram que mais de 60% das fatalidades estão associadas à inalação de gases tóxicos bem como à perda de visibilidade. Então, a NFPA 130 entende que, sem controle da fumaça, o tempo de sobrevivência efetivo cai abaixo de 90 segundos, tornando a evacuação inviável.
Essa percepção transforma o controle da fumaça em ponto nevrálgico de todo o sistema de segurança ferroviária.
Para que serve a curva de fumaça obtida durante o ensaio?
A curva de fumaça fornece um diagnóstico técnico em tempo real do comportamento do ambiente durante uma simulação de incêndio. Portanto, ela demonstra:
A velocidade de dispersão da fumaça;
A eficiência do sistema de exaustão/ventilação;
O tempo de saturação visual;
O tempo de exaustão total após desligamento da fonte.
Além disso, essa curva orienta decisões de engenharia de ventilação, dimensionamento de sensores e planejamento de evacuação baseada em tempo de resposta (egress time).

Fumaça visível durante aceleração em zona rural controle da emissão é essencial para sistemas modernos que visam evacuação segura e visibilidade operacional.
Laudo Emissão Fumaça NFPA130: Qual é a relação entre emissão de fumaça e classificação dos materiais utilizados?
Direta e estratégica. A escolha de materiais combustíveis ou limitadamente combustíveis impacta no volume, densidade e toxidade da fumaça gerada. Sendo assim, a NFPA 130 exige que todos os materiais internos (revestimentos, bancos, isolantes) passem por ensaios de inflamabilidade e emissão de fumaça, com limites de densidade óptica e propagação.
Laudo Emissão Fumaça NFPA130: Quais dispositivos devem ser testados durante a simulação de emissão de fumaça?
Durante um ensaio técnico, os seguintes dispositivos devem ser acionados, monitorados e analisados:
Ventiladores e exaustores de emergência;
Dampers corta-fogo;
Sensores de fumaça e temperatura;
Alarmes audiovisuais e sinalização de rota de fuga;
Sistema de desligamento emergencial da tração elétrica.
Assim, a resposta integrada desses sistemas define a eficácia geral do plano de contingência e então, valida a classificação de risco do local inspecionado.
Confira também: Laudo de fumaça preta
Laudo Emissão de Fumaça NFPA 130 e IT n° 45
EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA, TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EMISSÃO DE FUMAÇA NFPA 130 – PADRÃO PARA TRÂNSITO DE GUIA FIXA E SISTEMAS DE TRILHOS DE PASSAGEIROS) E IT N° 45 – SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS PARA SISTEMAS DE TRANSPORTE SOBRE TRILHOS, ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
OBJETIVO
Executar inspeção técnica completa, com testes, ensaios específicos e avaliação quantitativa da emissão de fumaça, alinhados à NFPA 130 – Standard for Fixed Guideway Transit and Passenger Rail Systems e à Instrução Técnica nº 45 do Corpo de Bombeiros. O resultado será consolidado em Relatório Técnico com emissão da A.R.T., contemplando condições de segurança, desempenho de sistemas e conformidade com as exigências normativas.
ABRANGÊNCIA DA INSPEÇÃO
Análise Documental e Definições Normativas
Interpretação técnica dos termos e definições constantes na NFPA 130 e IT N° 45
Avaliação de projetos executivos, memoriais, manuais e relatórios anteriores
Inspeção Técnica Presencial
Vistoria dos sistemas de proteção contra incêndios ativos e passivos
Verificação da adequação dos equipamentos e mobiliários internos
Identificação das fontes de alimentação elétrica e sistemas de ventilação
Avaliação das rotas de fuga, saídas de emergência e dispositivos de evacuação rápida
Verificação do sistema de desligamento emergencial da tração elétrica
Avaliação dos dispositivos de controle de fluxo de ar
Ensaio Técnico de Emissão de Fumaça
Execução de testes integrados com emissão de fumaça controlada
Reconhecimento visual e instrumental da fumaça preta
Medição da densidade óptica da fumaça (ensaios de opacidade)
Medição de espessura e linha de dispersão da fumaça
Avaliação da curva de fumaça ao longo do tempo (análise térmica e dinâmica)
Estudo de desempenho de materiais combustíveis e não combustíveis
Avaliação Técnica dos Sistemas Complementares
Análise dos sistemas de suporte e orientação dos veículos
Avaliação dos sistemas de ACI – Alternativo de Combustão Interno, se aplicável
Inspeção das instalações elétricas, aterramento, fiação e painéis
Análise dos requisitos ambientais (temperatura, umidade)
Retrofit e Condições de Manutenção
Verificação de intervenções de modernização (RETROFIT)
Análise de manutenções pontuais e cíclicas dos sistemas de segurança e ventilação
PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DURANTE A EXECUÇÃO
Isolamento da área de teste
Uso de EPI e EPC específicos para ensaios com emissão de fumaça
Aplicação de procedimentos operacionais padronizados (POP)
Monitoramento contínuo de parâmetros ambientais e de segurança operacional
Com base no escopo técnico da NFPA 130 e da IT Nº 45, é essencial aplicar testes, ensaios e avaliações quantitativas para garantir a segurança operacional e o atendimento às exigências normativas em sistemas de transporte sobre trilhos, especialmente na avaliação da emissão de fumaça, comportamento de incêndio e resposta dos sistemas críticos.
Esses procedimentos não são redundantes; eles se complementam e se aprofundam:
Testes: validam o funcionamento prático dos sistemas;
Ensaios: reproduzem condições específicas e controladas para verificar desempenho técnico;
Avaliações quantitativas: extraem métricas objetivas, com dados mensuráveis e comparáveis.
TESTES – Funcionamento em campo
Verificam, na prática, se os sistemas operam corretamente:
Teste do desligamento de tração;
Ativação de exaustores e ventilação;
Teste integrado entre alarme, ventilação e iluminação.
ENSAIOS – Simulação técnica controlada
Reproduzem condições críticas para observar o comportamento:
Emissão simulada de fumaça;
Opacidade e propagação de chama;
Desempenho de materiais combustíveis.
AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS – Medições e dados técnicos
Transformam as observações em números e curvas técnicas:
Densidade óptica e opacidade da fumaça;
Curva de dispersão ao longo do tempo;
Temperatura, umidade e aterramento elétrico.
Laudo Emissão de Fumaça NFPA 130 e IT n° 45



