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  • Curso Operador de Máquina Varredeira e Manutenção
Operação segura em área pública: o operador mantém controle total da máquina varredeira durante a limpeza de grandes superfícies, aplicando os princípios da NR-12 e da NR-17 para assim garantir eficiência e estabilidade.
sexta-feira, 17 outubro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, NR01, NR06, NR12, NR24, Obras Públicas, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

Curso Operador de Máquina Varredeira e Manutenção

Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINA VARREDEIRA, LAVADORA COM ÊNFASE LAVADORA AUTOMÁTICA DE PISOS DO TIPO “RIDE-ON” (OPERADOR A BORDO) DA MARCA KÄRCHER.

Referência: 143519

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Operador Máquina Varredeira

O Curso Operador de Máquina Varredeira tem como objetivo principal desenvolver a competência técnica e o discernimento do operador para atuar com segurança, precisão e responsabilidade. O treinamento prepara o profissional para conduzir, inspecionar e manter máquinas varredeiras industriais e automotoras de forma eficiente. O curso ensina a interpretar painéis, símbolos, indicadores e sistemas de controle, assegurando o uso correto dos recursos mecânicos, elétricos e hidráulicos. Além disso, promove o entendimento das normas regulamentadoras especialmente NR-12, NR-06 e NR-17, criando uma base sólida para o cumprimento legal e para a prevenção de acidentes e falhas operacionais.

De forma complementar, o curso desperta a consciência sobre a importância da manutenção preventiva e da verificação pré-operação. Também reforça a necessidade de uma conduta segura em ambientes industriais e logísticos. O aluno aprende a identificar riscos, aplicar procedimentos de emergência e ajustar escovas e sistemas de aspiração. Além disso, registra evidências de conformidade conforme os princípios da ISO 45001 e da ABNT NBR 16746. O resultado é um operador qualificado, capaz de garantir o desempenho da máquina, prolongar sua vida útil e manter o ambiente de trabalho limpo, estável e seguro.

Equipamentos alinhados e prontos para inspeção. A checagem de fluidos, escovas e filtros antecede cada turno, reforçando assim a cultura de segurança e responsabilidade técnica prevista na NR-12.

Equipamentos alinhados e prontos para inspeção. A checagem de fluidos, escovas e filtros antecede cada turno, reforçando assim a cultura de segurança e responsabilidade técnica prevista na NR-12.

Quando o operador deve interromper a varrição?

O operador deve interromper a varrição imediatamente quando perceber qualquer comportamento anômalo da máquina vibrações excessivas, perda de potência, ruídos metálicos, odor de queimado ou resposta lenta dos comandos. Esses sinais indicam que há falhas no sistema de aspiração, nos rolamentos, no circuito elétrico ou no conjunto hidráulico. Prosseguir nessas condições agrava o dano interno e pode causar travamento mecânico, incêndio por sobrecarga elétrica ou até ruptura de mangueiras sob pressão. A NR-12 classifica tais situações como risco grave e iminente, exigindo parada imediata e bloqueio físico da fonte de energia até que o problema seja diagnosticado.

Além disso, o operador deve registrar o evento no checklist de operação e comunicar formalmente o setor de manutenção ou o responsável técnico pela ART. Essa atitude demonstra conformidade normativa e responsabilidade profissional, preservando a integridade da máquina, do ambiente e da equipe. Assim a interrupção preventiva não é perda de tempo é uma ação estratégica que evita acidentes, reduz custos com reparo e mantém a operação dentro dos parâmetros de segurança e eficiência estabelecidos pelo fabricante e pelas normas vigentes.

Impacto da ergonomia no desempenho da operação

A ergonomia influencia diretamente o desempenho do operador porque ajusta o equilíbrio entre corpo, máquina e ambiente. Um posto de trabalho configurado conforme a NR-17 reduz o esforço físico e diminui a fadiga muscular. Isso preserva a acuidade mental durante longos períodos de operação. O assento com suspensão correta absorve vibrações de baixa frequência. Já a coluna de direção ajustável mantém o eixo visual alinhado com o campo de varrição e evita movimentos compensatórios que afetam os reflexos e a precisão.

Além do conforto físico, a ergonomia amplia a eficiência cognitiva. O operador reage com mais agilidade, toma decisões com clareza e mantém estabilidade emocional mesmo sob pressão. Um painel bem projetado, com botões acessíveis e símbolos legíveis, reduz erros de comando e aumenta a produtividade. Assim, a ergonomia deixa de ser apenas conforto. Ela se torna um elemento técnico de performance operacional, essencial para garantir segurança, continuidade e excelência na operação da máquina varredeira.

Curso Operador Máquina Varredeira: Onde se concentram os maiores riscos operacionais?

Região da Máquina Tipo de Risco Medida de Controle
Sistema de escovas Corte e aprisionamento Uso de luvas e desligamento total
Tanque GLP Explosão / vazamento Verificação de estanqueidade
Sistema elétrico Choque elétrico Manutenção com EPI e bloqueio elétrico

Dessa forma essas zonas exigem atenção redobrada e controle técnico durante a operação e manutenção.

O que torna o pedal de freio um componente de segurança ativa?

O pedal é um interruptor lógico no circuito de parada de emergência. Pois sem a pressão adequada, a máquina desativa automaticamente o motor e o aspirador. A ABNT NBR ISO 13850 trata esse recurso como função de segurança de nível primário.

Ambiente controlado exige sensibilidade e controle ergonômico. Portanto o operador aplica técnicas de varrição silenciosa e limpa sem comprometer o conforto acústico e visual do espaço.

Ambiente controlado exige sensibilidade e controle ergonômico. Portanto o operador aplica técnicas de varrição silenciosa e limpa sem comprometer o conforto acústico e visual do espaço.

Para que serve o sistema de vedações múltiplas da caçamba?

Serve para impedir a fuga de poeira e evitar o retorno de partículas ao ambiente. A eficiência desse sistema mantém o nível de exposição do operador abaixo dos limites de tolerância da NR-09 (agentes físicos e químicos).

Curso Operador Máquina Varredeira: Como identificar o ponto ideal de substituição da escova principal?

Quando a escova perde 30% da altura original ou o padrão de varrição mostra faixas sujas. A medição deve ser feita com régua de calibragem e registrada no plano de manutenção. O objetivo é evitar que o eixo de suporte trabalhe em atrito direto com o piso.

Como o tipo de combustível interfere na segurança da operação?

O tipo de combustível utilizado na máquina varredeira define diretamente o grau de risco operacional e o protocolo de segurança aplicável. Nos modelos movidos a gasolina, a volatilidade do combustível e o risco de ignição por faísca elétrica exigem inspeção visual diária, verificação do estado das mangueiras e ventilação adequada no local de abastecimento. O simples acúmulo de vapores pode gerar atmosferas inflamáveis, tornando indispensável a aplicação dos princípios da NR-20 e o cumprimento das instruções do fabricante para eliminação de fontes de ignição próximas. Além disso, o armazenamento deve respeitar distâncias mínimas e possuir sinalização de segurança visível.

Já nas máquinas alimentadas por GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), a atenção recai sobre a estanqueidade do sistema e a correta substituição dos cilindros. A troca deve ser feita com o motor desligado, válvulas fechadas e teste de vazamento com solução espumante nunca com chama. Portanto regulador de pressão e o vaporizador também precisam ser inspecionados periodicamente, pois assim uma pequena fissura pode provocar vazamento imperceptível e risco de explosão. Portanto, compreender o comportamento físico-químico do combustível não é mera formalidade: é um requisito técnico de sobrevivência e um ato de consciência operacional.

Ajuste preciso de velocidade e pressão das escovas assegura varrição uniforme e reduz desgaste do piso. Cada detalhe de operação reflete domínio técnico e atenção à manutenção preventiva.

Ajuste preciso de velocidade e pressão das escovas assegura varrição uniforme e reduz desgaste do piso. Cada detalhe de operação reflete domínio técnico e atenção à manutenção preventiva.

Importância do Curso Operador Máquina Varredeira

O Curso Operador Máquina Varredeira é essencial para formar operadores conscientes, técnicos e responsáveis, capazes de atuar com precisão e segurança em ambientes industriais, logísticos ou urbanos, Pois ele assegura que cada profissional compreenda não apenas o funcionamento mecânico e elétrico da máquina, mas também os princípios normativos que regem sua operação, manutenção e inspeção. A capacitação oferece domínio sobre o uso correto dos controles, sistemas hidráulicos, escovas, filtros e mecanismos de aspiração, assim reduzindo drasticamente o risco de acidentes e falhas operacionais.

Além disso, o curso desenvolve a consciência situacional e preventiva, transformando o operador em um agente ativo de segurança e produtividade. A aplicação das normas NR-12, NR-06, NR-17 e NR-20 é integrada à prática cotidiana, fortalecendo a cultura de responsabilidade técnica e a conformidade legal. Assim, o aprendizado vai além da operação ele promove uma mudança de postura: o profissional deixa de apenas conduzir a máquina e passa a gerenciá-la com inteligência, percepção e propósito, preservando vidas, patrimônio e desempenho energético.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 40 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Operador de Máquina Varredeira

CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINA VARREDEIRA
Carga horária: 16 Horas

MÓDULO 1 – INTRODUÇÃO À SEGURANÇA OPERACIONAL (2 Horas)
Conceito de segurança na operação de máquinas automotoras.
Responsabilidades do operador e da empresa.
Análise de riscos conforme NR-12 (Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos).
Identificação de perigos e medidas de controle.
EPC, EPI e requisitos de inspeção conforme NR-06 e NR-09.
Procedimentos de emergência e comunicação de incidentes (NR-01, NR-23).

MÓDULO 2 – CONHECIMENTO TÉCNICO DA MÁQUINA (3 Horas)
Componentes principais e funções.
Controles e instrumentos: painel de toque, pedal de direção, freio e estacionamento.
Símbolos e ícones operacionais.
Visualizadores: combustível, horímetro, contrastes e vibrações.
Botões de controle do supervisor e luz de operação.
Escovas principal e lateral: funcionamento, padrões e ajustes.
Cintos de segurança e assento de suspensão do operador.

MÓDULO 3 – OPERAÇÃO SEGURA E ROTINAS DE TRABALHO (3 Horas)
Lista de verificação pré-operação.
Procedimentos de partida, desligamento e operação.
Troca do tanque GLP e verificação de vazamentos.
Controle de velocidade do motor e do aspirador.
Varrição segura: posicionamento, visibilidade e comunicação.
Lubrificação e verificação do óleo do motor.
Manuseio e transporte da máquina (rebocar, empurrar, içar).
Armazenamento e boas práticas pós-operação.

MÓDULO 4 – MANUTENÇÃO PREVENTIVA E CORRETIVA (3 Horas)
Gráfico de manutenção e inspeção periódica.
Manutenção de freios, pneus e rodas.
Sistema hidráulico: fluido, mangueiras e conexões.
Motor e sistema de arrefecimento.
Filtros: ar, combustível, poeira e ciclônico.
Sistema elétrico: fusíveis, relés, cabos e bateria.
Regulador de pressão e vaporizador GLP.
Rolamentos, correias e eixo de comando.
Procedimentos para substituição e limpeza de componentes.

MÓDULO 5 – IDENTIFICAÇÃO DE FALHAS E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS (2 Horas)
Indicadores de falha do módulo de exibição e painel.
Diagnóstico de anomalias elétricas e hidráulicas.
Falhas de ignição e pressão.
Procedimentos para falhas no sistema de varrição e aspiração.
Registros e comunicação de falhas.
Estratégias de prevenção de reincidência.

MÓDULO 6 – NORMAS, ESPECIFICAÇÕES E DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA (2 Horas)
Interpretação de manuais e catálogos técnicos.
Especificações dimensionais e capacidades da máquina.
Tipos de energia, sistemas hidráulicos e de freios.
Procedimentos de registro, controle e rastreabilidade das inspeções.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Operador de Máquina Varredeira

Curso Operador de Máquina Varredeira

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 32 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Operador de Máquina Varredeira

Curso Operador de Máquina Varredeira

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:

NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamento de Proteção Individual (EPI);
NR 09 – Avaliação e Controle de Exposição Ocupacional a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
NR 12 – Segurança no trabalho em máquinas e equipamentos;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;

ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Operador de Máquina Varredeira

Curso Operador de Máquina Varredeira

CURIOSIDADES TÉCNICAS – CURSO OPERADOR DE MÁQUINA VARREDEIRA :

Escova gasta aumenta risco de incêndio
Escovas laterais desgastadas acumulam fios metálicos e resíduos abrasivos. Em atrito constante com o piso, podem gerar centelhas eletrostáticas  razão pela qual o aterramento do chassi é obrigatório em modelos GLP.

A ergonomia é parte da segurança
Conforme a NR-17, o assento suspenso e a regulagem da coluna de direção não são conforto: são barreiras ergonômicas contra fadiga e microvibrações que podem causar lesões lombares e perda de reflexo ao volante.

Poeira invisível é o maior inimigo
Partículas inferiores a 10 micrômetros (PM10) não são visíveis a olho nu e atravessam filtros mal ajustados. Uma falha simples de vedação na tampa ciclônica pode liberar micro-poeira suficiente para comprometer o motor em menos de 50 horas de operação.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção específicos das atividades que serão exercidas.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:
Operação e componentes da máquina, controles e instrumentos;

Painel de toque e definições dos símbolos e Operação dos controles;
Pedal de direção, do freio, do freio de estacionamento e de inclinação da coluna de direção;
Visualizador de nível de combustível, máquinas a gasolina e GLP;
Horímetro e botões de controle do supervisor;
Controles de velocidade do motor e do aspirador;
Botão de controle de contraste e controle de vibração do filtro;
Interruptor da luz de operação e da escova lateral;
Porta de acesso da caçamba e cintos de segurança;
Assento de suspensão de luxo e do operador;
Informações sobre as escovas e funcionamento da máquina;
Lista de verificação pré−operação, troca do tanque GLP e varrição;
Iniciar, desligar e operar a máquina e Lubrificação e óleo do motor;
Esvaziamento, encaixe e desencaixe da barra de suporte da caçamba;
Indicadores de falha do módulo de exibição e do painel;
Tubo extensor e coberturas protetoras traseiras;
Interruptores do aquecedor, condicionador de ar, limpador de para-brisa, de luz da cabine e de seta;
Resolução de problemas da máquina e manutenção;
Gráfico de manutenção e suporte da roda traseira;
Rolamento do cilindro de direção, do braço de elevação da caçamba e da roda dianteira;
Hidráulica, fluido hidráulico e mangueiras hidráulicas;
Motor, sistema de arrefecimento e indicador de fito de ar;
Filtro de ar, de combustível (gasolina) e de combustível (GLP);
Regulador eletrônico de pressão e vaporizador GLP;
Velas de ignição, correia do motor e de ponto;
Eixo de comando e correias do eixo de equilíbrio;
Sistema de PVC e fusíveis da cabine e bateria, fusíveis e relés;
Painel de relé fusíveis e relés do cabeamento elétrico do motor;
Remover, inspecionar e limpar o filtro de poeira;
Limpar o conjunto de ciclone e escova principal e lateral;
Substituição, giro e verificação do padrão da escova principal;
Ajuste da conicidade e largura da escova principal;
Substituição, giro e substituição da proteção da escova lateral;
Ajuste do padrão da escova lateral;
Defletores, saias da caçamba, da porta da escova e traseiras;
Defletor de recirculação e Perma – filter ciclônico;
Vedações da porta da escova, da caçamba e do tubo do aspirador, da caçamba e interna da câmara de filtro, do pré-filtro ciclônico e de retomo de poeira, do filtro de poeira e da bandeia de poeira ciclônica e da tampa de ciclone e do filtro de poeira da caçamba;
Freios, pneus, roda traseira e motor de propulsão;
Empurrar, rebocar, transportar a máquina e levantar com um macaco;
Informações de armazenamento e especificações;
Dimensões, capacidades e desempenhos gerais da máquina;
Tipo de energia e sistema hidráulico, direção, sistema de freios e pneus;

Complementos da Atividade:
Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PAE (Plano de Ação de Emergência;
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade afim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Noções sobre Árvore de Falhas;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de Posto de Trabalho;
Riscos Ergonômicos;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communiccation Standard) – OSHA;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Operador de Máquina Varredeira

Saiba Mais: Curso Operador de Máquina Varredeira:

Operação dos controles: Pedal de direção: Pise na parte superior do pedal de direção para mover para frente e na parte inferior para mover para trás. Quando o pedal é solto, ele retorna à posição neutra. Pedal do freio: Pise no pedal do freio para parar a máquina. Pedal do freio de estacionamento: Pise para baixo no pedal do freio até onde puder e trave o pedal do freio de estacionamento usando a ponta do pé. Pise no pedal do freio para soltar o freio de estacionamento.

O pedal do freio de estacionamento retornará à posição destravada. Pedal de inclinação da coluna de direção: Pise no Pedal de inclinação da coluna de direção para ajustar a coluna de direção na posição desejada, depois, solte o pedal de inclinação da coluna de direção para travá−lo na posição.

Visualizador de nível de combustível: Máquinas a gasolina: Não use combustíveis com chumbo. Combustíveis com chumbo causarão danos permanentes ao sensor de oxigênio do sistema e ao conversor catalítico. O indicador de nível de combustível mostra a quantidade de combustível restante no tanque. A luz de falha de nível de combustível será acesa quando o tanque estiver quase vazio. Consulte luzes de falha do módulo de exibição. Máquinas GLP: Em máquinas GLP, o indicador de nível de combustível não exibe a quantidade de combustível no tanque GLP.

Ele exibirá todas as barras de indicação mostrando que há algum combustível no tanque. A luz de falha de nível de combustível será acesa quando o nível de combustível estiver baixo. Consulte luzes de falha do módulo de exibição. O visualizador de nível de combustível no tanque indica a quantidade de combustível no tanque GLP.
Horímetro: O horímetro registra as horas de operação da máquina. Use essas informações para planejar os intervalos de manutenção da máquina.

Botões de controle do supervisor: Os botões de controle do supervisor permitem acessar os modos de configuração e de diagnóstico. Somente equipes de manutenção devidamente treinadas devem ter acesso a esses modos.
Controles de velocidade do motor: Velocidade inicial: A velocidade ao iniciar a máquina. Velocidade média: Esta velocidade é usada para varrição geral. Velocidade alta: Esta velocidade é para varrições leves ou para mover rapidamente entre áreas.

Controles do aspirado: O aspirador será ligado automaticamente se a escova principal for rebaixada quando o interruptor do aspirador estiver na posição automática/ligada. Desligue o aspirador ao varrer grandes áreas molhadas ou próximas a água. Isso evita que o filtro de poeira fique molhado durante a varrição. Ajuste o interruptor do aspirador para a posição do meio para desligar o aspirador. O aspirador é ligado automaticamente quando o botão de varrição em 1 etapa é ativado. A luz ao lado do botão do aspirador será acesa. Desligue o aspirador ao varrer grandes áreas molhadas ou próximas a água. Isso evita que o filtro de poeira fique molhado durante a varrição. Aperte o botão do aspirador para desligar o aspirador. A luz ao lado do botão será apagada.

Botão de controle de contraste: Mantenha pressionado o botão de controle de contraste para escurecer/clarear o monitor LCD. Controle de vibração do filtro: Aperte o botão de vibração do filtro. O vibrador do filtro irá operar por cerca de 30 segundos. A vibração do filtro será ativada automaticamente por cerca de 30 segundos se o botão de varrição em 1 etapa for desligado. Aperte o controle de vibração do filtro para iniciar manualmente o ciclo de 30 segundos ou para interromper o ciclo de vibração.

Interruptor da luz de operação / aviso: Luzes de operação e aviso acesas: Aperte a parte superior do interruptor da luz de operação / aviso. Luzes de operação acesas: Ajuste o interruptor da luz de operação / aviso até a posição do meio. Todas as luzes apagadas: Aperte a parte inferior do interruptor da luz de operação / aviso.
Interruptor da luz da escova lateral: Luz da escova lateral acesa: Aperte a parte superior do interruptor da luz da escova lateral para acender a luz. Luz da escova lateral apagada: Aperte a parte inferior do interruptor da luz da escova lateral para apagar a luz.

Porta de acesso da caçamba: Use a porta de acesso da caçamba para descartar resíduos grandes demais para serem recolhidos pela máquina ao varrer. Gire a alça da porta de acesso da caçamba para afrouxar a trava, levante a alça para abrir a trava e levante a porta de acesso da caçamba para abri−la. Empurre a alça da porta de acesso da caçamba para abri−la.

Assento do operador: Use a alavanca para ajustar a posição do assento para frente e para trás.
Assento de suspensão de luxo: O assento do operador tem três ajustes: ângulo do encosto do assento, peso do operador e frente para trás. O controle de ajuste do encosto do assento permite ajustar o seu ângulo. Use o controle de ajuste de peso para firmar o assento do operador. Consulte o indicador ao lado do controle de ajuste de peso para ajudá−lo a determinar se o assento está firme. A alavanca permite ajustar a posição do assento para frente e para trás.

Cintos de segurança: medida de segurança: Antes de iniciar a máquina, ajuste o assento e aperte o cinto de segurança (se disponível). Para obter os melhores resultados, use o tipo correto de escova para a limpeza. A quantidade e tipo de sujeira é fundamental para determinar o tipo de escova a ser usada. Escova principal de polipropileno e arame de 8 fileiras duplas − Recomendada para varrição em geral e limpeza de acúmulos leves de resíduos. Escova principal de polipropileno Sand Wedge − Recomendada para areia acumulada e outras partículas pequenas.

Escova principal de polipropileno − Recomendada para varrição leve, especialmente em superfícies lisas. Escova principal de polipropileno de 8 fileiras duplas − Recomendada para varrição leve. Escova principal de nylon de 8 fileiras duplas − Recomendada para varrição em geral, especialmente em superfícies ásperas ou irregulares. As cerdas de nylon são de longa duração. Escova principal de nylon completa − Recomendada para areia acumulada e outras partículas pequenas. As cerdas de nylon são de longa duração.

Escova principal patrol de nylon – Recomendada para recolher rapidamente grandes volumes de resíduos. Escova principal de arame de 8 fileiras duplas − Recomendada para varrição em geral e resíduos acumulados. Escova principal de nylon completa e de fibra natural − Recomendada para areia acumulada e outras partículas pequenas. Escova lateral de polipropileno – Recomendada para varrição geral de resíduos leves a médios. Escova lateral de nylon − Recomendada para varrição geral em superfícies ásperas ou irregulares. As cerdas de nylon são de longa duração. Escova lateral de arame plana – Recomendada para varrição de vias públicas com sujeira pesada ou acumulada.

Funcionamento da máquina: O volante de direção controla a direção em que a máquina é movida. O pedal de direção controla a velocidade e o sentido para frente/reverso. O pedal do freio diminui a velocidade até parar a máquina. A escova lateral empurra resíduos para o trajeto da escova principal. A escova principal empurra os resíduos do chão para a caçamba. O sistema de aspiração aspira poeira e ar através da caçamba e do sistema de controle de poeira. Ao terminar de varrer, sacuda o filtro de poeira e esvazie a caçamba.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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