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Projeto de Plano de Rigger Projeto de Plano de Rigger
FONTE: FREEPIK AUT

Projeto de Plano de Rigger

O Projeto de Plano de Rigger é fundamental para que seja realizado o procedimento correto de movimentação das cargas no local de trabalho, para isso é necessário um estudo minucioso e técnico. O Rigger deverá proceder a diversos estudos e cálculos complexos, principalmente em equipe, engenheiros especialistas em fundações, engenheiros de segurança das obras, engenheiro especialista em estruturas e o supervisor de Rigging.
Nome Técnico: Elaboração de Projeto para Plano de Rigging (Rigger) e Memorial de Cálculo

Referência: 14435

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Projeto de Plano de Rigger
O Projeto de Plano de Rigger é fundamental para que seja realizado o procedimento correto de movimentação das cargas no local de trabalho, para isso é necessário um estudo minucioso e técnico. O Rigger deverá proceder a diversos estudos e cálculos complexos, principalmente em equipe, engenheiros especialistas em fundações, engenheiros de segurança das obras, engenheiro especialista em estruturas e o supervisor de Rigging.

O que é Plano de Rigging?
É o nome dado ao processo de planejamento para atividades de içamentos de cargas – formalizado de uma movimentação de cargas com guindaste móvel, visando a otimização dos recursos (equipamentos, acessórios e manobra) aplicados na operação para evitar acidentes e perdas de tempo.

Análise Necessária:
A movimentação de cargas exige análises apuradas, cálculos, planejamento na elevação, técnicas de amarração, análise de materiais empregados, pesos e medidas, enfim são procedimentos complexos que exigem muita expertise do profissional. 

Carga horária: Pré-Requisitos: Alfabetização OU Nível Técnico

Escopo Normativo

Projeto de Plano de Rigger

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
 Projeto de Plano de Rigger.
Custo-benefício; Melhor forma de executar o projeto;
Memórias de cálculo;
Desenhos técnicos;
Análises das condições do solo;
Análises da ação do vento;
Estudos da carga a ser içada;
Estudo das máquinas disponíveis e dos seus acessórios;
Verificação da resistência do terreno;
Análise da resistência de carga para o içamento;
Análise para capacidade de suporte do guindaste;
Estudo e análise de dispositivos especiais;
Estudo dos equipamentos empregados;
Um recurso de planejamento trata-se de um documento onde podemos ver cálculos, desenhos, orientações, dados financeiros, tudo que falamos acima. O desenho do plano de rigging deverá conter no mínimo as seguintes informações necessárias à execução de operação:
Definição do guindaste;
Configurações do guindaste (lança, contrapeso, jib, cabos, moitões, etc.,);
Acessórios (estropos, manilhas, balanças, esticadores, madeiras, dinamômetro, etc.);
Raio de giro;
Posição da peça e do guindaste;
Capacidade do guindaste na situação proposta;
Peso da peça e acessórios;
Providências adicionais (ex.: acompanhamento topográfico, guinchos, “mats”,etc.);
Folga (%) capacidade em relação à carga.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.

NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Conteudo Programatico Normativo

Curso:

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Carga horária e Atualização

Curso:

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui

Validade

Projeto de Plano de Rigger

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Complementos

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar PINTOFF em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba Mais: Projeto de Plano de Rigger

7.2 Documentação
Todos os documentos devem ser emitidos por um profissional de movimentação de carga (“rigger”).
7.2.1 Procedimento de Movimentação de Carga
O procedimento de movimentação de carga deve ser elaborado em conformidade com os requisitos de segurança conforme descrito na PETROBRAS N-2869, NR-11, NR-12, NR-18 e NR-34, onde
aplicável.
7.2.2 Plano Simplificado de Movimentação de Carga ou Lista de Verificação de Operação O plano simplificado de movimentação de carga ou lista de verificação de operação deve conter as
seguintes informações:
a) descrição, peso e dimensão da carga a ser movimentada;
b) tipo, modelo, capacidade nominal e configurada do equipamento para a operação;
c) raio de carga;
d) orientações sobre patolamento, solo, obstáculos, rede elétrica, sinalização, isolamento de área e necessidade de cabo guia;
e) verificação de amarração e dos acessórios de movimentação de cargas;
f) dados do responsável pela movimentação.
7.2.3 Plano de Movimentação de Carga
Para içamentos considerados críticos, seguir conforme descrito em 7.2.3.1 a 7.2.3.8.
7.2.3.1 O plano de movimentação de carga deve conter desenhos, planta e elevação, com, no mínimo, as seguintes informações:
a) coordenadas e elevação da base do equipamento, construções e eventuais obstáculos (atenção especial a redes elétricas, instalações subterrâneas e unidades de processo com restrição a movimentação de carga);
b) dimensões e elevações das extremidades do equipamento de movimentação de carga (contrapeso, caminhão, lança, mastro e patolas/esteiras);
c) detalhes de fixação e/ou estaiamento do equipamento de movimentação de carga;
d) lista indicando quantidades, especificações e capacidades de todos os materiais e acessórios de movimentação a serem utilizados na operação;
e) indicação dos pontos e da forma de amarração da carga;
f) indicação do tipo de preparação do terreno na área de operação, indicando inclusive a necessidade ou não do uso dos pranchões (“mats”) com especificação;
g) seqüência de liberação do(s) equipamento(s) de movimentação de carga em função da seqüência de montagem;
h) posições iniciais e finais em coordenadas dos centros de giro e dos pés das lanças dos equipamentos de movimentação de carga, envolvidos nas fases de movimentação;
i) indicação em metros dos raios de carga dos equipamentos de movimentação de carga envolvidos;
j) indicação do acesso e deslocamentos dos equipamentos de movimentação de carga na área de operação;
k) vista(s) indicando a(s) seguinte(s) folga(s) mínima(s):
lança x carga;
lança(s) x obstáculo(s);
cabo de carga x obstáculos;
acessórios de movimentação x lança;
acessórios de movimentação x obstáculos;
l) descrição, peso, dimensões e posições da carga em cada fase de operação;
m) peso de movimentação;
n) tabela indicando para cada fase de movimentação e para cada equipamento de movimentação de carga envolvido, os seguintes dados:
modelo e capacidade nominal do equipamento de movimentação de carga;
tipo e composição da lança;
tipo e composição do mastro;
tipo e composição do “jib”;
raios de trabalho e correspondentes capacidades;
tipo de contrapeso;
tabela de carga utilizada;
fatores de segurança utilizados nos cálculos de dimensionamento dos acessórios de movimentação;
o) condições climáticas (velocidade máxima do vento, intensidade máxima de chuva, visibilidade, descargas atmosféricas etc.).
7.2.3.2 Memória de cálculo e/ou tabela dos acessórios de movimentação.
7.2.3.3 Memória de cálculo do peso de movimentação e do centro de gravidade da carga.
7.2.3.4 Memória de cálculo da verificação estrutural da carga a ser içada em relação ao ponto e a forma de amarração.
7.2.3.5 Memória de cálculo das pressões atuantes pelo equipamento de movimentação de carga sobre o terreno e resistência do solo.
7.2.3.6 Relatório de prova de carga direta sobre terreno de fundação conforme descrito na ABNT NBR 6489, nas áreas de operação de movimentação de carga.
7.2.3.7 Memorial descritivo abordando todas as fases de movimentação de carga.
7.2.3.8 Certificado de teste de fabricação e inspeção de todos os cabos de aço e acessórios de movimentação conforme os prazos na ABNT NBR ISO 4309 e PETROBRAS N-2170.
F: Petrobras N-1965

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Licença do autor: Aleksandarlittlewolf – Freepik.com

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Conteúdo Programático

Curso:

Complementos
Prevenção de acidentes;
Procedimentos e noções de primeiros socorros;
Exercícios práticos;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança;
Fator medo;
Consequências da Habituação do risco;
A importância do conhecimento da tarefa;
Entendimentos sobre Ergonomia;
Análise de posto de trabalho;
Riscos ergonômicos;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação;

Referências Normativas aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
Protocolo 2015 Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;

Atenção:
EAD Ensino a Distância, Presencial e Semipresencial

Base Legal – Norma Técnica 54 Ministério do Trabalho
RESPONSABILIDADES – Como a capacitação em SST é obrigação trabalhista a ser fornecida pelo empregador a seus trabalhadores em razão dos riscos oriundos da atividade explorada, é de inteira responsabilidade do empregador garantir sua efetiva implementação, sujeitando-se às sanções administrativas cabíveis em caso de uma capacitação não efetiva ou ainda pela capacitação de má qualidade que não atenda aos requisitos da legislação. É indispensável observar que, ainda que se opte pela realização de capacitação em SST por meio de EaD ou semipresencial, é salutar que toda capacitação seja adaptada à realidade de cada estabelecimento. É que o trabalhador está sendo capacitado pelo empregador para atuar em determinado espaço, logo, uma capacitação genérica não irá atender às peculiaridades de toda e qualquer atividade econômica. Veja na íntegra Nota Técnica 54 do Ministério do Trabalho MT Clique Aqui