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  • Curso NR Traducido: ¿Riesgo Oculto?
Un trabajador en altura accediendo a una estructura vertical, demostrando un riesgo real de caída y la necesidad de una capacitación práctica de acuerdo con la NR 35, centrada en el anclaje, la inspección visual y el control operacional.
sexta-feira, 13 fevereiro 2026 / Publicado em 00 - Template Blog, Normas Regulamentadoras, Sem categoria

Curso NR Traducido: ¿Riesgo Oculto?

Ofrecemos cursos y capacitaciones; realizamos traducciones e interpretaciones en idiomas técnicos: portugués, inglés, español, francés, italiano, mandarín, alemán, ruso, sueco, holandés, hindi, japonés y otros (consultar).

Curso NR Traducido: ¿Riesgo Oculto?

El objetivo principal de la capacitación basada en las normas (NR) es garantizar que los trabajadores comprendan los riesgos laborales, las medidas preventivas y los procedimientos operativos seguros en el contexto laboral real. La capacitación no solo busca transmitir información, sino también desarrollar comportamientos seguros, la toma de decisiones técnicas y el reconocimiento de peligros. Cuando el contenido se traduce sin la adecuada adaptación técnica, se pierde la precisión normativa y la eficacia pedagógica necesarias para el control de riesgos, lo que compromete la validez práctica de la capacitación.
Además, la capacitación traducida sin una comprensión garantizada puede generar una falsa sensación de cumplimiento documental. En auditorías, peritajes o investigaciones de accidentes, la ausencia de evidencia de una comprensión efectiva puede constituir un incumplimiento del deber de capacitación estipulado en la (NR) 01 y otras normas aplicables. El verdadero objetivo de la capacitación es reducir la exposición al riesgo, no solo emitir un certificado, lo que requiere un lenguaje técnico apropiado, instructores competentes y una adaptación a la realidad operativa.

¿Cuáles son los riesgos legales y regulatorios en la capacitación basada en (NR) cuando un trabajador extranjero participa sin demostrar comprensión técnica del contenido enseñado?

Cuando un trabajador no comprende completamente la formación en (NR), la empresa asume el riesgo directo de invalidar su eficacia desde un punto de vista legal y técnico. La legislación exige que la información sea clara, adecuada y comprensible para el público objetivo, ya que el objetivo es prevenir accidentes reales. Si el lenguaje utilizado no garantiza la comprensión, la formación puede considerarse meramente formal, sin valor probatorio en auditorías, inspecciones o procedimientos judiciales, especialmente cuando existe exposición a riesgos elevados.
En caso de accidente, los peritos técnicos analizan las pruebas de asimilación del contenido, como evaluaciones, registros pedagógicos y adecuación lingüística. La ausencia de estos elementos puede constituir un incumplimiento del deber de prevención previsto en (NR) 01 y de los principios de gestión de riesgos laborales. Esto puede generar responsabilidad administrativa, civil e incluso penal, ya que la empresa debe demostrar que la formación fue eficaz, comprensible y se ajustó a la realidad operativa del trabajador extranjero.

¿Quién asume la responsabilidad técnica y legal de la capacitación basada en estándares (NR) cuando la capacitación depende de un traductor, intérprete o instructor sin experiencia técnica comprobada?

La responsabilidad principal recae en el empleador y el supervisor técnico responsable de la capacitación, independientemente de la presencia de un traductor o intérprete. Cuando la capacitación incluye contenido normativo de las Normas Regulatorias (NR), la transmisión de la información debe mantener la precisión técnica y la adecuación a los riesgos reales. Si el profesional responsable de la traducción no posee la competencia técnica suficiente, existe el riesgo de distorsión conceptual, interpretación incorrecta de los procedimientos y falta de comunicación de las medidas de seguridad, lo que compromete la validez pedagógica y preventiva del curso.
Desde un punto de vista legal, las auditorías y las evaluaciones periciales analizan si la empresa ha adoptado medidas para garantizar la comprensión efectiva por parte del trabajador. Si una traducción inadecuada contribuye a un error operativo o a un accidente, puede tipificarse como negligencia organizacional. La empresa debe demostrar que el contenido se transmitió con calidad técnica, supervisión profesional y trazabilidad documental. La ausencia de estas garantías aumenta las responsabilidades institucionales, ya que demuestra una falla en el control de la capacitación requerida por las Normas Regulatorias (NR).

Un profesional que utiliza una herramienta manual en un entorno industrial, destacando la exposición a riesgos mecánicos y la importancia de la capacitación técnica con una comprensión real de las instrucciones de seguridad y el uso correcto de EPP (Equipo de Protección Individual).

Un profesional que utiliza una herramienta manual en un entorno industrial, destacando la exposición a riesgos mecánicos y la importancia de la capacitación técnica con una comprensión real de las instrucciones de seguridad y el uso correcto de EPP (Equipo de Protección Individual).

La capacitación sobre estándares (NR) impartida en inglés a trabajadores extranjeros sin dominio técnico del idioma, ¿cumple con el (NR) 01, o compromete su validez legal por falta de comprensión efectiva?

Idioma del entrenamiento x Conformidad normativa

Criterio Evaluado Entrenamiento con Comprensión Real Entrenamiento sin Comprensión Real Impacto Jurídico
Claridad del lenguaje Adaptado al trabajador Idioma técnico no dominado Riesgo regulatorio
Asimilación del contenido Evaluada y comprobada Solo formal Nulidad práctica
Evaluación de aprendizaje Registrada Inexistente o superficial Falla preventiva
Integración al GRO/PGR Vinculada al riesgo real Desconectada de la realidad No conformidad
Defensabilidad en auditoría Evidencia técnica sólida Fragilidad documental Pasivo ampliado

La Norma Reguladora Brasileña (NR) 01 exige que la capacitación sea comprensible y adecuada al perfil del trabajador, ya que el objetivo es garantizar una prevención real y no una mera formalidad documental. Impartir la capacitación en un idioma que el participante no domina técnicamente puede comprometer la asimilación de riesgos, procedimientos y medidas de control. Cuando no se comprende el contenido, la capacitación pierde eficacia preventiva y no cumple su función dentro del Plan de Gestión de Riesgos (GRO) y el Programa de Gestión de Riesgos (PGR), volviéndose incompatible con los principios básicos de las normas NR aplicables en seguridad laboral.
Desde una perspectiva legal y pericial, las auditorías evalúan la evidencia de una comprensión efectiva, como evaluaciones, registros pedagógicos y adaptación lingüística. Si el trabajador extranjero no comprende el contenido, la empresa puede ser considerada responsable por fallas en la gestión de riesgos. En situaciones de accidente, el uso de un lenguaje inapropiado puede interpretarse como negligencia organizacional, lo que aumenta las responsabilidades administrativas, civiles y penales. Por tanto, el lenguaje de la capacitación debe elegirse en función de la capacidad real de comprensión del público objetivo, asegurando la validez técnica y la defendibilidad institucional.

En los programas de capacitación de alto riesgo basados ​​en estándares (NR), ¿el requisito de práctica operacional supervisada hace que resulte poco práctico realizar cursos que simplemente se traducen sin validación técnica en un entorno del mundo real?

Los cursos de alto riesgo, según lo estipulado en las Normas Regulatorias Brasileñas (NR), requieren práctica supervisada, ya que el aprendizaje depende de la ejecución real de los procedimientos, el uso correcto de los equipos y la respuesta a situaciones críticas. La traducción del contenido, por sí sola, no invalida la capacitación, pero no reemplaza la necesidad de validación práctica de las competencias. Cuando un curso solo se traduce, sin adaptación al escenario operativo ni evaluación práctica, existe el riesgo de una mala interpretación de las instrucciones técnicas, lo que compromete la eficacia preventiva y la adherencia al Plan de Gestión de Riesgos (GRO) y al Programa de Gestión de Riesgos (PGR) de la NR 01.
Desde una perspectiva legal y pericial, las auditorías analizan si se ha realizado una capacitación práctica compatible con el nivel de riesgo de la actividad. Los cursos traducidos que se mantienen puramente teóricos tienden a considerarse insuficientes, especialmente en actividades críticas como trabajos en altura, espacios confinados o intervenciones eléctricas. La ausencia de práctica no invalida la traducción, pero debilita la prueba de la competencia operativa. Por tanto, la traducción debe estar acompañada de un instructor técnicamente calificado y de una práctica supervisada para garantizar la validez técnica y la defendibilidad institucional.

¿Puede un solo instructor realizar un entrenamiento de alto riesgo basado en estándares (NR), como el (NR) 35, o requiere un equipo técnico multidisciplinario para garantizar el cumplimiento normativo?

La capacitación relacionada con la NR 35 (Norma Brasileña de Regulación 35) implica trabajos en altura, donde el riesgo potencial exige un control riguroso, planificación y una supervisión técnica adecuada. Si bien un instructor cualificado puede impartir el contenido teórico, la práctica operativa suele requerir apoyo adicional, como un observador de seguridad, un equipo de rescate y profesionales capacitados para supervisar los riesgos durante la ejecución de las actividades. La complejidad del entorno y la necesidad de una respuesta rápida ante emergencias hacen que, en muchos casos, sea inadecuado realizar la capacitación práctica con un solo responsable.
Desde una perspectiva legal y pericial, las auditorías evalúan si la estructura de la capacitación fue proporcional al nivel de riesgo involucrado. Cuando la práctica se realiza sin un equipo de apoyo, pueden surgir dudas sobre el control efectivo de las condiciones de seguridad y la validez de la capacitación. En caso de incidente, la ausencia de apoyo técnico puede interpretarse como una falla organizacional. Por lo tanto, incluso cuando está formalmente permitido, realizar la capacitación con un equipo multidisciplinario fortalece la trazabilidad, la prevención y la defensa institucional en relación con los requisitos de la NR 35.

¿Podría la traducción de contenidos técnicos de Normas Regulatorias (NRs) por un profesional sin formación técnica específica constituir una práctica no autorizada y crear riesgos legales en la validación de la formación?

La traducción de contenido relacionado con las Normas Regulatorias (NR) requiere conocimientos técnicos y comprensión normativa, ya que involucra términos críticos relacionados con la seguridad laboral y la prevención de riesgos. Cuando la traducción la realiza alguien sin formación técnica, aumenta la probabilidad de distorsiones conceptuales, interpretaciones inadecuadas y errores que comprometen los procedimientos operativos. Esto puede afectar directamente la calidad pedagógica de la formación, reduciendo la eficacia preventiva y creando brechas entre el contenido traducido y la realidad operativa que exigen las normas.
Desde un punto de vista legal, la falta de competencia técnica en la traducción puede interpretarse como un fallo organizativo, especialmente si afecta a la seguridad o la comprensión de los trabajadores. Las auditorías y las evaluaciones periciales evalúan si la empresa ha adoptado los criterios adecuados para garantizar la precisión normativa y la responsabilidad técnica. Si una traducción incorrecta contribuye a un accidente o a un incumplimiento, puede surgir responsabilidad administrativa y civil. Por lo tanto, aunque la traducción no es una actividad exclusivamente regulada, su ejecución sin conocimientos técnicos puede generar importantes riesgos legales.

¿Cuáles son los riesgos técnicos y legales de utilizar Google Translate, IA o herramientas automatizadas para traducir contenido de (NR) sin validación profesional especializada?

Traducción automática x Riesgos en capacitaciones de las (NR)

Criterio Evaluado Traducción Técnica Validada Traducción Automática Sin Revisión Impacto Jurídico y Operacional
Precisión terminológica Adecuada al contexto normativo Ambigua o incorrecta Riesgo operacional
Interpretación de procedimientos Alineada a prácticas reales Literal y fuera de contexto Falla preventiva
Responsabilidad técnica Profesional identificado Ausente Fragilidad jurídica
Comprensión del trabajador Evaluada y confirmada No comprobada Nulidad práctica
Defensa en auditoría Evidencia consistente Cuestionable Pasivo ampliado

El uso de traductores automáticos o herramientas de IA en el contenido de la normativa (NR) puede generar errores terminológicos e interpretaciones inadecuadas de procedimientos críticos. Estas tecnologías tienden a traducir literalmente, sin considerar el contexto técnico, la cultura operativa ni los matices normativos. Como resultado, se pueden distorsionar conceptos fundamentales de seguridad, lo que da lugar a instrucciones incorrectas durante la formación. En entornos de alto riesgo, pequeños errores de traducción pueden alterar por completo la comprensión de las medidas preventivas, reduciendo la eficacia de la formación y aumentando la exposición al peligro.
Desde un punto de vista legal, las auditorías y los análisis periciales examinan si el material traducido ha sido validado técnicamente. Cuando una empresa utiliza traducciones automáticas sin una revisión especializada, asume el riesgo de no demostrar que el contenido se transmitió correctamente. En caso de accidente, esto puede interpretarse como negligencia organizacional, ya que demuestra una falta de control sobre la calidad de la información proporcionada al trabajador. La traducción debe considerarse parte del proceso de formación técnica, garantizando la precisión normativa, la responsabilidad profesional y la defensa institucional en relación con los requisitos de la normativa (NR).

Un operador que realiza acceso por cuerdas con un sistema de anclaje visible, ilustra un escenario típico donde la práctica supervisada, un plan de rescate y una comunicación clara son factores críticos para prevenir fallas operativas.

Un operador que realiza acceso por cuerdas con un sistema de anclaje visible, ilustra un escenario típico donde la práctica supervisada, un plan de rescate y una comunicación clara son factores críticos para prevenir fallas operativas.

¿La acumulación de funciones por parte del gestor técnico, actuando simultáneamente como instructor en capacitaciones en NR (Normas Reguladoras Brasileñas), podría generar riesgos legales, conflictos de responsabilidad y fragilidades en la validación técnica?

La doble función del supervisor técnico puede generar riesgos cuando no existe una adecuada segregación entre la planificación, la ejecución y la evaluación de la capacitación. En la capacitación según las NR (Normas Reguladoras Brasileñas), el supervisor técnico debe garantizar la calidad regulatoria, el control de riesgos y la validación de competencias. Cuando una misma persona acumula funciones sin apoyo estructural, puede generar pérdida de imparcialidad en la evaluación práctica, sobrecarga operativa y dificultad para mantener una supervisión efectiva de las actividades, especialmente en escenarios de alto riesgo que requieren monitoreo continuo y una rápida toma de decisiones.
Desde un punto de vista legal, las auditorías y los análisis periciales examinan si existía una estructura suficiente para garantizar un control real de la capacitación. Si la acumulación de funciones resulta en fallas en la supervisión, ausencia de un equipo de apoyo o lagunas en la documentación, pueden surgir dudas sobre la validez de la capacitación. La empresa debe demostrar que la organización de la capacitación permitió una evaluación técnica independiente, la trazabilidad de los documentos y la seguridad operacional. Por lo tanto, la doble función no está automáticamente prohibida, pero requiere una planificación rigurosa para evitar conflictos de responsabilidad y la exposición a responsabilidades institucionales.

En la capacitación en NR (Normas Reguladoras Brasileñas), ¿el instructor debe dominar el idioma del trabajador para garantizar la efectiva comprensión técnica y la validez legal de la capacitación?

El dominio del idioma del instructor es esencial para garantizar que el contenido de la normativa (NR) se transmita de forma clara, precisa y comprensible al trabajador. La formación es de carácter preventivo y requiere una verdadera asimilación de los procedimientos, riesgos y medidas de control. Cuando existe una barrera lingüística, aumenta el riesgo de malinterpretación de las directrices técnicas, especialmente en actividades críticas. Incluso con el apoyo de un traductor, el instructor debe comprender el idioma o contar con soporte técnico cualificado para garantizar la coherencia entre la explicación práctica y el contenido normativo.
Desde una perspectiva legal y pericial, las auditorías evalúan si la formación se impartió en un lenguaje adecuado para el público objetivo. La falta de comprensión efectiva puede dar lugar a la invalidación de la formación, ya que demuestra un incumplimiento del deber de prevención previsto en la (NR) 01. En caso de accidente, la empresa puede verse cuestionada sobre la eficacia de la formación y la elección del instructor. Garantizar una comunicación clara refuerza la trazabilidad, mejora la seguridad operativa y reduce el riesgo de responsabilidad administrativa y civil.

Curso NR Traducido: ¿Riesgo Oculto?

Los riesgos ocultos surgen cuando la capacitación parece correcta solo en teoría, pero no garantiza una comprensión real de los procedimientos de seguridad. Traducciones inexactas, falta de práctica supervisada e instructores sin experiencia técnica pueden crear deficiencias invisibles en la capacitación de los trabajadores. Esto genera una falsa sensación de cumplimiento, ya que existe el certificado, pero la capacidad operativa no se ha validado eficazmente. En entornos de alto riesgo, pequeñas fallas conceptuales pueden llevar a decisiones inseguras, uso incorrecto de equipos e interpretación errónea de las medidas preventivas estipuladas en la normativa (NR).
Desde un punto de vista legal, los riesgos ocultos aparecen en auditorías y peritajes cuando se descubre que la capacitación carecía de trazabilidad, evaluaciones prácticas o adaptación lingüística adecuada. La empresa puede creer que está protegida por la documentación, pero la ausencia de evidencia técnica sólida debilita su defensa institucional. En caso de accidente, estos elementos se analizan para identificar negligencia organizacional. Por lo tanto, el mayor peligro reside no solo en la ausencia de capacitación, sino en la existencia de una capacitación aparentemente válida que no garantiza una seguridad real.

O que você pode ler a seguir

La presencia de portapapeles y cascos demuestra el control de documentos y la planificación operativa. Representa la trazabilidad técnica requerida en las auditorías, donde la capacitación debe vincularse con los procedimientos, los registros y la validación práctica en un entorno real.
Capacitación NR: ¿Quién paga y dónde practicar?
利用数字资源进行辅助培训,旨在巩固技术技能、记录学习成果,并确保符合监管标准要求的文件可追溯性。
(NR)培训:谁来支付费用?在哪里进行培训?
技术团队驻守在公司大楼前,代表着职业责任、职业安全管理以及遵守监管要求,尤其是在 NR-10 和 GRO 的背景下。
新版NR-10:义务和刑事责任

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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