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Manutenção de Cabine Primária Manutenção de Cabine Primária
FONTE: FREEPIK AUT

Manutenção de Cabine Primária

Manutenção de Cabine Primária Manutenção da Cabine Primária: Verificação dos conjuntos de manobra; Verificar os itens que compõem a Cabine Primária; Manutenção Corretiva da Cabine Primária; Manutenção Preventiva e/ou Semestral quando contratada;

Nome Técnico: Execução de Manutenção Preventiva e Corretiva em Cabine Primária e Secundária com Análise Físico-Química e Cromatográfica

Referência: 18050

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar.

Manutenção de Cabine Primária
A Manutenção de Cabine Primária tem como objetivo selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básicos de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

O que é Cabine Primária?
Cabine Primária é a fonte de entrada de energia que está diretamente ligada a um sistema de distribuição de média ou alta-tensão, geralmente instalada em industrias, setores comerciais e condomínios, são classificadas de modo que modelos variam de simplificada, alvenaria, blindada e de poste, a cabine garante a maior vida útil dos equipamentos a ela conectados.

Análise Físico-Química e Cromatografia:
O transformador a óleo é constituído de uma isolação sólida, que representa na maioria das vezes uma base celulósica, e isolação líquida a qual seria óleo mineral isolante. A sua vida útil é exatamente a isolação devido a sua maior importância a esse elemento, e para sua manutenção são usadas as técnicas  de análise físico-química e cromatografia para os gases dissolvidos neste ambiente.


Vistoria Inspeção Manutenção Conclusão Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT  NBR 16489 – Sistemas e equipamentos de proteção individual para trabalhos em altura — Recomendações e orientações para seleção, uso e manutenção;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Complementos

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Ferramentas Necessárias para Manutenção 
Chave Allen, 5 mm e 6 mm;
Alicate pequeno com ponta redonda;
Alicate para anel elástico interno, 2,3 e 4 mm;
Alicate para anel elástico externo, 2 e3 mm;
Chave de fenda média (1/4” ou 5/16”);
Chave de fenda 1/8” e 3/16”;
Chave de boca 13, 19, 30, 36, e 46 mm;
Chave estrela 41e 46mm;
Calibrador de folga (comprido) 0.4, 0.5 e 0.6 mm;

Ferramentas de Manutenção Preventiva
Verificar o funcionamento de todos os movimentos;
Testar o funcionamento do freio;
Verificar se a corrente de carga não sofreu abrasão nas articulações;
Verificar o nível de óleo. Complementar se necessário;
Verificar as fixações da corrente, limpar e lubrificar com ROCOL;
Revisar os elementos de acionamento, conexões, emendas de soldas e fixação do carro de translação.;
Verificar se os ganchos de carga e de suspensão apresentam trincas ou outros danos;
Trocas o óleo (caixa de engrenagens). Limpar o parafuso de saída do óleo;
Verificar o correto ajuste do acoplamento deslizante (1/3 da carga nominal), se necessário, reajustá-lo;
Verificar o carro de translação, principalmente as rodas e o caminho de rolamento; possibilidade de abrasão;
Trocar a graxa do motoredutor;
Trocar a graxa da engrenagem do carro de translação.

Ferramentas Manuais:
Jogo de Chave Allen Polegada e Milímetro.
Chaves Combinada de 07 à 19 e 36mm
Chaves de Fenda e Philips
Chave Canhão 07
Multímetro Digital
Megometro Digital
Saca Rolamento Pequeno.

Peças Sujeitas á Desgastes
Guia interna da corrente
Desengate;
Anéis O-Ring;
Junta de vedação de cobre e retentores;
Guia de entrada da corrente;
Anel do freio Deslizante (não pode ter contato com óleo – espessura min. Adm. 3mm);
Engrenagens de arraste;
Rolamentos;
Corrente (medir com calibrador, sempre entre 11 elos);
Estator (testar com 2.500 volts; entre massa e bobina);

Procedimentos para Desmontagem de Talha
1° Retirar a corrente;
2° Desconectar as partes elétricas;
3° Retirar as tampas (Alta – lado da caixa de engrenagens; e Baixa – lado motor);
4° Retirar Estator;
5° Retirar a Tampa de caixa de Engrenagens, Junto com o Flange de Acoplamento Deslizante. No início desta operação deve-se abrir uma pequena fenda para que seja possível o escorrimento do óleo contido na Tampa;
6° Retirar Rotor;
7° Retirar o Anel Elástico do Eixo do Motor, para poder extraí-lo junto com a Engrenagem Planetária;
8° Desparafusar a Caixa de Engrenagens, da Tampa do Motor;
9° Não retirar os retentores da tampa do Motor e da Tampa da Caixa de Engrenagens se ainda estiverem em bom estado. Caso contrário, substituir todos os retentores;
10° Retirar os rolamentos da tampa do Motor e da Caixa de Engrenagens somente se forem ser substituídos; tomar todos os cuidados necessários para não danificar as sedes dos rolamentos;
11° Os demais rolamentos podem ser retirados para inspeção.

Procedimento para Montagem de Talha
1° Montar a Caixa de Engrenagens, com rolamentos, anéis elásticos e retentor. Montar o conjunto Tampa do Motor, com rolamentos e anéis. Colocar, dentro da Caixa de Engrenagens, o Guia da Corrente e o Desengate. Introduzir a Engrenagem da Corrente, colocar o conjunto Tampa do Motor e aparafusar;
2° Introduzir o conjunto Eixo do Motor montado com a Engrenagem Planetária. Fixar com o Anel Elástico (não esquecer de lubrificar as bordas do retentor);
3° Montar o Flange de Acoplamento Deslizante com a Tampa da Caixa de Engrenagens;
4° Montar o rotor no Eixo do Motor e Introduzir as esferas (36 esferas de Ø 5 mm na R6 e 108 na R20). Não esquecer de lubrificar as ranhuras do Eixo com graxa de silicone (Molykote 44 Grease). Montar as Buchas Distanciadoras, Mola Prato e Porca Castelo. Regular a folga do Rotor 0,5 mm (R6 => 2 Castelos; R20 => 4 Castelos de volta).
5° Montar o Estator, a Corrente e Gancho. Acionar a talha, deslizando a embreagem para aquecer a mesma;
6° Regular a capacidade de carga com 30% a mais da capacidade nominal;
7° Montar as Tampas de Vedação e Identificação.

Sobressalentes para Manutenção Preventiva
Lubrificante (ROCOL);
Jogo de esferas para Rotor – 5 mm;
Jogo de Roletes para Rotor – 5 mm;
Anéis eláticos para eixos;
Arruelas de pressão para parafussos;
Contrapinos 5×45, 16,5×32 e 4×40;
Anéis de Vedação de cobre 12×36;
Anel do Aclopamento Deslizante;
Retentores;
Anéis O- ring (145×2=> R20 – OR 121 x 2 => R60.

Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act)
A abordagem do sistema de gestão de SSO aplicada neste documento é baseada no conceito Plan-Do-Check-Act (Planejar-Fazer- Checar-Agir) (PDCA).
O conceito PDCA é um processo iterativo, utilizado pelas organizações para alcançar uma melhoria contínua. Pode ser aplicado a um sistema de gestão e a cada um de seus elementos individuais, como a seguir:
a) Plan (Planejar): determinar e avaliar os riscos de SSO, as oportunidades de SSO, outros riscos e outras oportunidades, estabelecer os objetivos e os processos de SSO necessários para assegurar resultados de acordo com a política de SSO da organização;
b) Do (Fazer): implementar os processos conforme planejado;
c) Check (Checar): monitorar e mensurar atividades e processos em relação à política de SSO e objetivos de SSO e relatar os resultados;
d) Act (Agir): tomar medidas para melhoria contínua do desempenho de SSO, para alcançar os resultados pretendidos.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OBS: ESTE CURSO NÃO É CREDENCIADO NFPA.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso
Parte Interessada;

Stakeholder – Pessoa ou organização que pode afetar, ser afetada ou se perceber afetada por uma decisão ou atividade.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
05 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
06 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
07 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
08 – A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Saiba Mais

Saiba mais: OBJETIVO Selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básico de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

METODOLOGIA Trata-se de um trabalho que tem como objetivo abordar teoricamente e 
da melhor forma possível o tema escolhido, por isso foram feitas diversas pesquisas em livros, sites, normas, e principalmente houve o contato com profissionais designados a realizarem a função de manutenção em uma cabine primária. Na metodologia adotada como base para a realização deste trabalho, foi imprescindível a busca por profissionais que vivenciam o serviço na pratica (acontecimentos e fatos reais), podendo assim exemplificar os componentes
que constituem uma cabine, desde a entrada da energia até a distribuição para quem irá utilizá-la. Ao logo deste artigo foram dadas sugestões na busca por melhorias tecnológicas, a fim de prevenir e corrigir falhas, sugestões essas que podem modificar e proporcionar uma maior qualidade no fornecimento de energia elétrica para as concessionárias através de uma cabine primária.

DESENVOLVIMENTO As unidades geradoras normalmente fornecem tensão elétrica variando 
entre 6,5 KV e 18 KV, com exceção de algumas usinas menores contenção de saída do gerador mais baixa. Por conta das elevadas potencias das usinas, a corrente que circula para este nível de tensão é muito elevada. Sabemos que a perda de energia elétrica esta diretamente relacionada à corrente elétrica, transmitir nessa potência elevada com essa faixa de tensão irá incorrer perdas elevadas na transmissão.

Onde: I = CORRENTE e V= TENSAO
Nesta formula observamos que a potência total fornecida pela usina não se altera, elevando a tensão. A corrente se reduz para uma mesma potência, levando em consideração o cálculo da potência dissipada em função do quadrado da corrente, a diminuição da corrente automaticamente causa redução das perdas. P=R., sendo R= resistência; I= corrente e P= potência
Quanto maior for a extensão de uma linha de transmissão maior será a sua oposição a passagem de (corrente resistência elétrica).
Como a construção das usinas e sua distância em relação aos centros consumidores são fixas, o modo mais simples para reduzir as perdas na transmissão seria elevando a tensão e por consequência reduzindo a corrente. A redução da corrente na transmissão possibilita redução da sessão transversal (bitola) do condutor e também a edição de perdas na transmissão.

Próximo a grandes usinas geradoras existem subestações elevadoras 
que elevam a tensão para níveis padronizados para assim serem transmitidas. Destacamos alguns valores de tensão usados na transmissão: 69KV, 88KV, 138KV, 230KV, 345KV, 440KV, 500KV, 600KV em corrente continua, 750KV. Quando a energia elétrica chega pelas linhas de transmissão próximas aos centros consumidores é necessário iniciar processo de abaixamento do nível de tensão. Esta tarefa é função realizada pelas estacoes transformadoras de transmissão (ETT). Nesta estação a energia elétrica é recebida em níveis de tensão acima de 230KV, e posteriormente é rebaixada para 69KV, 88KV OU
138KV. Isto depende do padrão adotado pela distribuidora de energia local. Além de realizar a redução dos níveis de tensão as estações transformadoras de tensão (ETT), ela inicia o processo de distribuição de energia elétrica.

Transformando em diversas linhas de transmissão de 69KV, 88KV ou 138kv na 
saída dessa subestação. As linhas de transmissão chegam até as cidades, e se conectam com as estacoes transformadoras de distribuição (ETD). Estas subestações rebaixam a tensão para os níveis capazes de serem distribuídos nos postes. O valor da tensão nas ETDs é padronizado pela distribuidora local dependendo da característica do seu sistema elétrico. Segue alguns padrões de tensão de saída da ETD: Tensões disponíveis: 3,8 KV; 11,9KV; 13,2KV; 13,8KV; 20KV; 23,5KV e 34,5KV. Geralmente esses níveis de tensão estão localizados nos pontos mais altos dos postes, e este caminho é percorrido até encontrar um transformador de distribuição que diminuem a tensão para níveis que utilizamos em nossas residências.

Ha três pontos do sistema elétrico de alta tensão onde consumidores 
podem se conectar, sendo que essa definição deste local vai depender da demanda de energia solicitada pelo consumidor e da disponibilidade da distribuidora local.
De acordo com a resolução 414 da ANEEL, define que caso a demanda do consumidor esteja entre 75KW e 2500KW, deve se conectar em uma tensão inferior a 69KV. Mas, caso a demanda solicitada pelo consumidor estiver acima de 2500KWA conexão será feita em uma tensão acima de 69KV.

Existem sete tipos de subestação, são elas: Subestação Simplificada, 
Subestação Simplificada com instalação em poste único, Subestação
Simplificada em alvenaria, Subestação Simplificada blindada, Subestação Convencional, Subestação Convencional em alvenaria e Subestação Convencional blindada. De acordo com todas as subestações existentes e citadas acima, foi realizado um estudo de caso em uma subestação convencional em alvenaria, com pé direito de aproximadamente 5 m de largura e 20 m de comprimento, piso elevado revestido plurigoma, iluminação artificial (fluorescente) com teto em concreto armado (laje). O fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária (Eletropaulo) é efetuado na tensão de 13.200 V, através de uma linha trifásica de distribuição subterrânea dotada de cabo reserva, que alimenta o Centro de Entrada e Medição (CEM). O CEM é composto pela associação dos cubículos metálicos modulares
de 1 à 12, acomodados em local específico, e utilizados para Entrada, Proteção, Medição e Distribuição de energia para as instalaçõesem média tensão, e dispõe de tapetes de borracha isolante em frente aos compartimentos que possuem disjuntor para manobra dos circuitos em médiatensão (MT).

Na parte do cubículo, junto ao punho de acionamento encontram-se as 
plaquetas de advertência, sinalização e identificação com os dizeres:
 “89.1 Seccionadora Geral”, “Ligada”, “Desligada”,  “ATENÇÃO NÃO MANOBRAR A SECCIONADORA EM CARGA”. A chave seccionadora é dotada do dispositivo tipo micro-switch que provoca o desligamento do disjuntor geral caso ocorra a tentativa de abertura da seccionadora em carga. Já a porta de acesso, dotada de trinco, e estrutura externa do cubículo possuem as plaquetas de identificação: “Cubículo secc Geral” e “cubículo 1”.

Os 12 cubículossão compostos de: 
• Disjuntor geral da instalação de média tensão, motorizado, à vácuo, marca Beghim, série Arc-O-vac, tipo MAF-15. • Relé de proteção indireta marca Pextron tipo URPE 7104 (dotado das funções 27, 59, 47, 50/50N e 51/51N). • Chave seccionadora tripolar, de acionamento simultâneo, tipo HRBTL com capacidade para 400 A, fabricada pela Beghim e dotada de corta arco e dispositivo tipo micro switch. • Fusíveis do tipo HH com capacidade para 63 A. – 5 transformadores possuem as seguintes características, extraída da placa do equipamento: • Marca Siemens, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 750 kVAe impedância 5,80% a 115º e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

• Disjuntor geral marca Cutler e Hammer tipo DS 416, e capacidade 
para 1600 A. – 3 transformadores, instalados no interior de cubículo metálico dotado de porta e grade, possui a seguinte característica.  Marca Siemens, , refrigeração ar natural, potencia nominal 1000
kVA e impedância 5,80% a 115º C e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V. – 1 transformador possui a seguinte característica, extraída da placa do equipamento: Marca Reziglas, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 500KVA e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

RESULTADOS
Com base na instalação descrita, são apresentados a seguir: casos e 
sugestões para garantir a segurança na operação e o funcionamento da
instalação, bem como providencias que, caso adotadas, contribui para melhorar as condições operativas da instalação e diminuir a probabilidade de panes.

Manutenção de Cabine Primária: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Manutenção de Cabine Primária

Manutenção da Cabine Primária e/ou Secundária:
Verificação dos conjuntos de manobra;
Verificar os itens que compõem a Cabine Primária;
Manutenção Corretiva da Cabine Primária;
Manutenção Preventiva e/ou Semestral quando contratada;
Para-raios:
Apertar fixações e verificar terminais;
Verificação da ligação para terra;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar minuciosamente a porcelana quanto ás trincas e rachaduras;
Seccionadora  A.T:
Examinar articulações, pinos, molas e travas;
Reapertar ligações do cabo terra, conexões gerais e fixação da estrutura;
Averiguar lubrificação de partes móveis;
Verificar condições dos isoladores e suportes;
Aferir ajustes dos limites de abertura e fechamento;
Verificar intertravamento;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Verificar estado das facas;
Disjuntor A.T:
Checar os testes de operação manual e automática, alinhando fechamento dos contatos;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Examinar extintores de arco;
Examinar todas as partes metálicas quanto à corrosão ou falhas metálicas;
Verificar vazamento;
Averiguar fluído do relé primário de sobrecorrente e completar, se necessário;
Inspecionar fiação, reapertando as conexões da fiação de comando;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Verificar intertravamento;
Aferir sinalização;
Checar desgaste e pressão dos contatos;
Averiguar lubrificação dos contatos e partes móveis, caso necessário;
Examinar e apertar fixações e conexões;
Examinar mecanismos de operação, pinos, molas, braços e articulações;
Barramento:
Verificar pressionamento de fixações e conexões;
Certificar de limpar barramento e isoladores e indicar anormalidades;
Transformadores:
Medir e anotar o valor da corrente por fase do secundário, verificando se esta coerente com a tensão do Trafo;
Aferir e registrar o valor da tensão entre fases do secundário, verificando se o valor obtido esta correto;
Apontar e relacionar o valor da temperatura com a instalação funcionando a total carga por mais de duas horas;
Determinar e anotar o valor da reatância e isolação das bobinas;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto e reapertar parafusos, conexões e terminais;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Averiguar vazamentos;
Apurar tanque, tampa e radiadores;
Examinar termômetros;
Inspecionar acessórios e sua fiação;
Verificar sistema de proteção e testar circuitos elétricos;
Certificar ruídos e vibrações;
Examinar buchas e isoladores quanto a rachaduras, indicando anormalidades;
Apertar fixação a terra;
Analisar respiradores;
Examinar e aferir os aparelhos de medição e indicadores;
Testar ventilação forçada;
Examinar sílica-gel e trocar, se necessário;
Verificar se há sinais de oxidação;
Ramal de entrada:
Verificar estado dos isoladores do ramal aéreo;
Examinar a isolação das muflas de entrada e da saída do ramal subterrâneo;
Determinar isolação dos cabos;
Averiguar presença de umidade nos dutos;
Verificar as armações de sustentação das muflas, fixando as que se encontrarem soltas;
Transformadores de Corrente e Potencial:
Limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar partes metálicas e conexões;
Medir e registrar o valor da resistência de isolação;
Diversos:
Corrigir todas as anormalidades verificadas;
Cromatografia:
Execução da Análise Cromatográfica
Verificar manutenção do transformador;
Averiguar procedimentos com periodicidade fixa;
Analise preventiva com objetivo de analisar as condições estruturais dos elementos tais como:
Buchas;
Tanques;
Radiadores;
Conservador de óleo;
Termômetros;
Secador de ar;
Ventiladores;
Relés e Para-raios.
Ação preditiva é baseada em monitoramento e estudos estatísticos, com uso de resistência de isolação, rolamentos, relação de transformação, termografia, análise física-química e cromatografia.

Obs: O desafio da manutenção é evitar a ação corretiva pois leva o desligamento do equipamento e isso pode acarretar a problemas financeiros.
Para melhor aproveitamento da manutenção na maioria das vezes é evitar o desligamento do transformador e preveem problemas atuais e futuros.

Análises Físico-Química
Propriedades Físicas:
Viscosidade – dissipar calor;
Ponto de Fulgor – segurança contra incêndio;
Tensão Interfacial – condução dielétrica;
Cor – Deterioração;
Ponto de Fluidez – mínima temperatura de operação;
Densidade – condução de calor;
Propriedades Químicas:
Oxidação – degradação natural pelo uso;
Acidez e água- condução de corrente e corrosão interna partes ferrosas;
Compostos de enxofre (sulfatos) = corrosão Cobre e Prata;
Propriedades Elétricas:
Rigidez dielétrica;
Fator de potência.
Cromatografia:
É a tecnologia para testes de gás dissolvido no óleo.
Aferir evolução de gases:
Examinar desprendimento = valor positivo;
Averiguar a absorção = valor negativo;
Quantidades e combinações desses gases, indicam:
Verificar superaquecimento elétrico;
Apurar a sobrecarga de isolamento;
Analisar o superaquecimento líquido;
Investigar a descarga parcial (corona) ou
Arcos elétrico dentro do transformador.
Realizar testes visuais através de:
Cor;
Densidade;
Rigidez dielétrica;
Sedimento;
Fator de potência;
Número de neutralização;
Tensão interfacial;
Conferir a umidade e análise de cromatografia de gases;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos para os efetuar os serviços:
Para manutenção deverá ser efetuado o desligamento total da cabine pela Contratante.
Se houver necessidade de contato com a concessionária ficará por conta da Contratante.

Manutenção de Cabine Primária

Referências Normativas

Manutenção de Cabine Primária

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NBR 7036 – Recebimento, Instalação e Manutenção de Transformadores de Potência para Distribuição, imersos em Líquidos Isolantes;
NBR 5356 – Transformadores de Potencia;

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Manutenção de Cabine Primária

Validade

Manutenção de Cabine Primária

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Manutenção de Cabine Primária

Complementos

Manutenção de Cabine Primária

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo.
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Manutenção de Cabine Primária

Saiba Mais

Saiba Mais: Manutenção de Cabine Primária

OBJETIVO Selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básico de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

METODOLOGIA Trata-se de um trabalho que tem como objetivo abordar teoricamente e da melhor forma possível o tema escolhido, por isso foram feitas diversas pesquisas em livros, sites, normas, e principalmente houve o contato com profissionais designados a realizarem a função de manutenção em uma cabine primária. Na metodologia adotada como base para a realização deste trabalho, foi imprescindível a busca por profissionais que vivenciam o serviço na pratica (acontecimentos e fatos reais), podendo assim exemplificar os componentes
que constituem uma cabine, desde a entrada da energia até a distribuição para quem irá utilizá-la. Ao logo deste artigo foram dadas sugestões na busca por melhorias tecnológicas, a fim de prevenir e corrigir falhas, sugestões essas que podem modificar e proporcionar uma maior qualidade no fornecimento de energia elétrica para as concessionárias através de uma cabine primária.

DESENVOLVIMENTO As unidades geradoras normalmente fornecem tensão elétrica variando entre 6,5 KV e 18 KV, com exceção de algumas usinas menores contenção de saída do gerador mais baixa. Por conta das elevadas potencias das usinas, a corrente que circula para este nível de tensão é muito elevada. Sabemos que a perda de energia elétrica esta diretamente relacionada à corrente elétrica, transmitir nessa potência elevada com essa faixa de tensão irá incorrer perdas elevadas na transmissão.

Onde: I = CORRENTE e V= TENSAO
Nesta formula observamos que a potência total fornecida pela usina não se altera, elevando a tensão. A corrente se reduz para uma mesma potência, levando em consideração o cálculo da potência dissipada em função do quadrado da corrente, a diminuição da corrente automaticamente causa redução das perdas. P=R., sendo R= resistência; I= corrente e P= potência
Quanto maior for a extensão de uma linha de transmissão maior será a sua oposição a passagem de (corrente resistência elétrica).
Como a construção das usinas e sua distância em relação aos centros consumidores são fixas, o modo mais simples para reduzir as perdas na transmissão seria elevando a tensão e por consequência reduzindo a corrente. A redução da corrente na transmissão possibilita redução da sessão transversal (bitola) do condutor e também a edição de perdas na transmissão.

Próximo a grandes usinas geradoras existem subestações elevadoras que elevam a tensão para níveis padronizados para assim serem transmitidas. Destacamos alguns valores de tensão usados na transmissão: 69KV, 88KV, 138KV, 230KV, 345KV, 440KV, 500KV, 600KV em corrente continua, 750KV. Quando a energia elétrica chega pelas linhas de transmissão próximas aos centros consumidores é necessário iniciar processo de abaixamento do nível de tensão. Esta tarefa é função realizada pelas estacoes transformadoras de transmissão (ETT). Nesta estação a energia elétrica é recebida em níveis de tensão acima de 230KV, e posteriormente é rebaixada para 69KV, 88KV OU
138KV. Isto depende do padrão adotado pela distribuidora de energia local. Além de realizar a redução dos níveis de tensão as estações transformadoras de tensão (ETT), ela inicia o processo de distribuição de energia elétrica.

Transformando em diversas linhas de transmissão de 69KV, 88KV ou 138kv na saída dessa subestação. As linhas de transmissão chegam até as cidades, e se conectam com as estacoes transformadoras de distribuição (ETD). Estas subestações rebaixam a tensão para os níveis capazes de serem distribuídos nos postes. O valor da tensão nas ETDs é padronizado pela distribuidora local dependendo da característica do seu sistema elétrico. Segue alguns padrões de tensão de saída da ETD: Tensões disponíveis: 3,8 KV; 11,9KV; 13,2KV; 13,8KV; 20KV; 23,5KV e 34,5KV. Geralmente esses níveis de tensão estão localizados nos pontos mais altos dos postes, e este caminho é percorrido até encontrar um transformador de distribuição que diminuem a tensão para níveis que utilizamos em nossas residências.

Ha três pontos do sistema elétrico de alta tensão onde consumidores podem se conectar, sendo que essa definição deste local vai depender da demanda de energia solicitada pelo consumidor e da disponibilidade da distribuidora local.
De acordo com a resolução 414 da ANEEL, define que caso a demanda do consumidor esteja entre 75KW e 2500KW, deve se conectar em uma tensão inferior a 69KV. Mas, caso a demanda solicitada pelo consumidor estiver acima de 2500KWA conexão será feita em uma tensão acima de 69KV.

Existem sete tipos de subestação, são elas: Subestação Simplificada, Subestação Simplificada com instalação em poste único, Subestação
Simplificada em alvenaria, Subestação Simplificada blindada, Subestação Convencional, Subestação Convencional em alvenaria e Subestação Convencional blindada. De acordo com todas as subestações existentes e citadas acima, foi realizado um estudo de caso em uma subestação convencional em alvenaria, com pé direito de aproximadamente 5 m de largura e 20 m de comprimento, piso elevado revestido plurigoma, iluminação artificial (fluorescente) com teto em concreto armado (laje). O fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária (Eletropaulo) é efetuado na tensão de 13.200 V, através de uma linha trifásica de distribuição subterrânea dotada de cabo reserva, que alimenta o Centro de Entrada e Medição (CEM). O CEM é composto pela associação dos cubículos metálicos modulares
de 1 à 12, acomodados em local específico, e utilizados para Entrada, Proteção, Medição e Distribuição de energia para as instalaçõesem média tensão, e dispõe de tapetes de borracha isolante em frente aos compartimentos que possuem disjuntor para manobra dos circuitos em médiatensão (MT).

Na parte do cubículo, junto ao punho de acionamento encontram-se as plaquetas de advertência, sinalização e identificação com os dizeres:
“89.1 Seccionadora Geral”, “Ligada”, “Desligada”,  “ATENÇÃO NÃO MANOBRAR A SECCIONADORA EM CARGA”. A chave seccionadora é dotada do dispositivo tipo micro-switch que provoca o desligamento do disjuntor geral caso ocorra a tentativa de abertura da seccionadora em carga. Já a porta de acesso, dotada de trinco, e estrutura externa do cubículo possuem as plaquetas de identificação: “Cubículo secc Geral” e “cubículo 1”.

Os 12 cubículossão compostos de: • Disjuntor geral da instalação de média tensão, motorizado, à vácuo, marca Beghim, série Arc-O-vac, tipo MAF-15. • Relé de proteção indireta marca Pextron tipo URPE 7104 (dotado das funções 27, 59, 47, 50/50N e 51/51N). • Chave seccionadora tripolar, de acionamento simultâneo, tipo HRBTL com capacidade para 400 A, fabricada pela Beghim e dotada de corta arco e dispositivo tipo micro switch. • Fusíveis do tipo HH com capacidade para 63 A. – 5 transformadores possuem as seguintes características, extraída da placa do equipamento: • Marca Siemens, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 750 kVAe impedância 5,80% a 115º e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

• Disjuntor geral marca Cutler e Hammer tipo DS 416, e capacidade para 1600 A. – 3 transformadores, instalados no interior de cubículo metálico dotado de porta e grade, possui a seguinte característica.  Marca Siemens, , refrigeração ar natural, potencia nominal 1000
kVA e impedância 5,80% a 115º C e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V. – 1 transformador possui a seguinte característica, extraída da placa do equipamento: Marca Reziglas, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 500KVA e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

RESULTADOS
Com base na instalação descrita, são apresentados a seguir: casos e sugestões para garantir a segurança na operação e o funcionamento da
instalação, bem como providencias que, caso adotadas, contribui para melhorar as condições operativas da instalação e diminuir a probabilidade de panes.

Manutenção de Cabine Primária: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Manutenção de Cabine Primária

Manutenção da Cabine Primária e/ou Secundária:
Verificação dos conjuntos de manobra;
Verificar os itens que compõem a Cabine Primária;
Manutenção Corretiva da Cabine Primária;
Manutenção Preventiva e/ou Semestral quando contratada;
Para-raios:
Apertar fixações e verificar terminais;
Verificação da ligação para terra;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar minuciosamente a porcelana quanto ás trincas e rachaduras;
Seccionadora  A.T:
Examinar articulações, pinos, molas e travas;
Reapertar ligações do cabo terra, conexões gerais e fixação da estrutura;
Averiguar lubrificação de partes móveis;
Verificar condições dos isoladores e suportes;
Aferir ajustes dos limites de abertura e fechamento;
Verificar intertravamento;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Verificar estado das facas;
Disjuntor A.T:
Checar os testes de operação manual e automática, alinhando fechamento dos contatos;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Examinar extintores de arco;
Examinar todas as partes metálicas quanto à corrosão ou falhas metálicas;
Verificar vazamento;
Averiguar fluído do relé primário de sobrecorrente e completar, se necessário;
Inspecionar fiação, reapertando as conexões da fiação de comando;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Verificar intertravamento;
Aferir sinalização;
Checar desgaste e pressão dos contatos;
Averiguar lubrificação dos contatos e partes móveis, caso necessário;
Examinar e apertar fixações e conexões;
Examinar mecanismos de operação, pinos, molas, braços e articulações;
Barramento:
Verificar pressionamento de fixações e conexões;
Certificar de limpar barramento e isoladores e indicar anormalidades;
Transformadores:
Medir e anotar o valor da corrente por fase do secundário, verificando se esta coerente com a tensão do Trafo;
Aferir e registrar o valor da tensão entre fases do secundário, verificando se o valor obtido esta correto;
Apontar e relacionar o valor da temperatura com a instalação funcionando a total carga por mais de duas horas;
Determinar e anotar o valor da reatância e isolação das bobinas;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto e reapertar parafusos, conexões e terminais;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Averiguar vazamentos;
Apurar tanque, tampa e radiadores;
Examinar termômetros;
Inspecionar acessórios e sua fiação;
Verificar sistema de proteção e testar circuitos elétricos;
Certificar ruídos e vibrações;
Examinar buchas e isoladores quanto a rachaduras, indicando anormalidades;
Apertar fixação a terra;
Analisar respiradores;
Examinar e aferir os aparelhos de medição e indicadores;
Testar ventilação forçada;
Examinar sílica-gel e trocar, se necessário;
Verificar se há sinais de oxidação;
Ramal de entrada:
Verificar estado dos isoladores do ramal aéreo;
Examinar a isolação das muflas de entrada e da saída do ramal subterrâneo;
Determinar isolação dos cabos;
Averiguar presença de umidade nos dutos;
Verificar as armações de sustentação das muflas, fixando as que se encontrarem soltas;
Transformadores de Corrente e Potencial:
Limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar partes metálicas e conexões;
Medir e registrar o valor da resistência de isolação;
Diversos:
Corrigir todas as anormalidades verificadas;
Cromatografia:
Execução da Análise Cromatográfica
Verificar manutenção do transformador;
Averiguar procedimentos com periodicidade fixa;
Analise preventiva com objetivo de analisar as condições estruturais dos elementos tais como:
Buchas;
Tanques;
Radiadores;
Conservador de óleo;
Termômetros;
Secador de ar;
Ventiladores;
Relés e Para-raios.
Ação preditiva é baseada em monitoramento e estudos estatísticos, com uso de resistência de isolação, rolamentos, relação de transformação, termografia, análise física-química e cromatografia.

Obs: O desafio da manutenção é evitar a ação corretiva pois leva o desligamento do equipamento e isso pode acarretar a problemas financeiros.
Para melhor aproveitamento da manutenção na maioria das vezes é evitar o desligamento do transformador e preveem problemas atuais e futuros.

Análises Físico-Química
Propriedades Físicas:
Viscosidade – dissipar calor;
Ponto de Fulgor – segurança contra incêndio;
Tensão Interfacial – condução dielétrica;
Cor – Deterioração;
Ponto de Fluidez – mínima temperatura de operação;
Densidade – condução de calor;
Propriedades Químicas:
Oxidação – degradação natural pelo uso;
Acidez e água- condução de corrente e corrosão interna partes ferrosas;
Compostos de enxofre (sulfatos) = corrosão Cobre e Prata;
Propriedades Elétricas:
Rigidez dielétrica;
Fator de potência.
Cromatografia:
É a tecnologia para testes de gás dissolvido no óleo.
Aferir evolução de gases:
Examinar desprendimento = valor positivo;
Averiguar a absorção = valor negativo;
Quantidades e combinações desses gases, indicam:
Verificar superaquecimento elétrico;
Apurar a sobrecarga de isolamento;
Analisar o superaquecimento líquido;
Investigar a descarga parcial (corona) ou
Arcos elétrico dentro do transformador.
Realizar testes visuais através de:
Cor;
Densidade;
Rigidez dielétrica;
Sedimento;
Fator de potência;
Número de neutralização;
Tensão interfacial;
Conferir a umidade e análise de cromatografia de gases;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos para os efetuar os serviços:
Para manutenção deverá ser efetuado o desligamento total da cabine pela Contratante.
Se houver necessidade de contato com a concessionária ficará por conta da Contratante.

Manutenção de Cabine Primária

Referencias Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 10719 – Informação e documentação – Relatório técnico e/ou científico – Apresentação;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT ISO/TR 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
NBRISO/IEC27557 – Segurança da Informação, segurança cibernética e proteção da privacidade;
ABNT NBR ISO 31000 – Gestão de riscos de privacidade organizacional;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Validade do Laudo: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba mais: OBJETIVO Selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básico de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

METODOLOGIA Trata-se de um trabalho que tem como objetivo abordar teoricamente e 
da melhor forma possível o tema escolhido, por isso foram feitas diversas pesquisas em livros, sites, normas, e principalmente houve o contato com profissionais designados a realizarem a função de manutenção em uma cabine primária. Na metodologia adotada como base para a realização deste trabalho, foi imprescindível a busca por profissionais que vivenciam o serviço na pratica (acontecimentos e fatos reais), podendo assim exemplificar os componentes
que constituem uma cabine, desde a entrada da energia até a distribuição para quem irá utilizá-la. Ao logo deste artigo foram dadas sugestões na busca por melhorias tecnológicas, a fim de prevenir e corrigir falhas, sugestões essas que podem modificar e proporcionar uma maior qualidade no fornecimento de energia elétrica para as concessionárias através de uma cabine primária.

DESENVOLVIMENTO As unidades geradoras normalmente fornecem tensão elétrica variando 
entre 6,5 KV e 18 KV, com exceção de algumas usinas menores contenção de saída do gerador mais baixa. Por conta das elevadas potencias das usinas, a corrente que circula para este nível de tensão é muito elevada. Sabemos que a perda de energia elétrica esta diretamente relacionada à corrente elétrica, transmitir nessa potência elevada com essa faixa de tensão irá incorrer perdas elevadas na transmissão.

Onde: I = CORRENTE e V= TENSAO
Nesta formula observamos que a potência total fornecida pela usina não se altera, elevando a tensão. A corrente se reduz para uma mesma potência, levando em consideração o cálculo da potência dissipada em função do quadrado da corrente, a diminuição da corrente automaticamente causa redução das perdas. P=R., sendo R= resistência; I= corrente e P= potência
Quanto maior for a extensão de uma linha de transmissão maior será a sua oposição a passagem de (corrente resistência elétrica).
Como a construção das usinas e sua distância em relação aos centros consumidores são fixas, o modo mais simples para reduzir as perdas na transmissão seria elevando a tensão e por consequência reduzindo a corrente. A redução da corrente na transmissão possibilita redução da sessão transversal (bitola) do condutor e também a edição de perdas na transmissão.

Próximo a grandes usinas geradoras existem subestações elevadoras 
que elevam a tensão para níveis padronizados para assim serem transmitidas. Destacamos alguns valores de tensão usados na transmissão: 69KV, 88KV, 138KV, 230KV, 345KV, 440KV, 500KV, 600KV em corrente continua, 750KV. Quando a energia elétrica chega pelas linhas de transmissão próximas aos centros consumidores é necessário iniciar processo de abaixamento do nível de tensão. Esta tarefa é função realizada pelas estacoes transformadoras de transmissão (ETT). Nesta estação a energia elétrica é recebida em níveis de tensão acima de 230KV, e posteriormente é rebaixada para 69KV, 88KV OU
138KV. Isto depende do padrão adotado pela distribuidora de energia local. Além de realizar a redução dos níveis de tensão as estações transformadoras de tensão (ETT), ela inicia o processo de distribuição de energia elétrica.

Transformando em diversas linhas de transmissão de 69KV, 88KV ou 138kv na 
saída dessa subestação. As linhas de transmissão chegam até as cidades, e se conectam com as estacoes transformadoras de distribuição (ETD). Estas subestações rebaixam a tensão para os níveis capazes de serem distribuídos nos postes. O valor da tensão nas ETDs é padronizado pela distribuidora local dependendo da característica do seu sistema elétrico. Segue alguns padrões de tensão de saída da ETD: Tensões disponíveis: 3,8 KV; 11,9KV; 13,2KV; 13,8KV; 20KV; 23,5KV e 34,5KV. Geralmente esses níveis de tensão estão localizados nos pontos mais altos dos postes, e este caminho é percorrido até encontrar um transformador de distribuição que diminuem a tensão para níveis que utilizamos em nossas residências.

Ha três pontos do sistema elétrico de alta tensão onde consumidores 
podem se conectar, sendo que essa definição deste local vai depender da demanda de energia solicitada pelo consumidor e da disponibilidade da distribuidora local.
De acordo com a resolução 414 da ANEEL, define que caso a demanda do consumidor esteja entre 75KW e 2500KW, deve se conectar em uma tensão inferior a 69KV. Mas, caso a demanda solicitada pelo consumidor estiver acima de 2500KWA conexão será feita em uma tensão acima de 69KV.

Existem sete tipos de subestação, são elas: Subestação Simplificada, 
Subestação Simplificada com instalação em poste único, Subestação
Simplificada em alvenaria, Subestação Simplificada blindada, Subestação Convencional, Subestação Convencional em alvenaria e Subestação Convencional blindada. De acordo com todas as subestações existentes e citadas acima, foi realizado um estudo de caso em uma subestação convencional em alvenaria, com pé direito de aproximadamente 5 m de largura e 20 m de comprimento, piso elevado revestido plurigoma, iluminação artificial (fluorescente) com teto em concreto armado (laje). O fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária (Eletropaulo) é efetuado na tensão de 13.200 V, através de uma linha trifásica de distribuição subterrânea dotada de cabo reserva, que alimenta o Centro de Entrada e Medição (CEM). O CEM é composto pela associação dos cubículos metálicos modulares
de 1 à 12, acomodados em local específico, e utilizados para Entrada, Proteção, Medição e Distribuição de energia para as instalaçõesem média tensão, e dispõe de tapetes de borracha isolante em frente aos compartimentos que possuem disjuntor para manobra dos circuitos em médiatensão (MT).

Na parte do cubículo, junto ao punho de acionamento encontram-se as 
plaquetas de advertência, sinalização e identificação com os dizeres:
 “89.1 Seccionadora Geral”, “Ligada”, “Desligada”,  “ATENÇÃO NÃO MANOBRAR A SECCIONADORA EM CARGA”. A chave seccionadora é dotada do dispositivo tipo micro-switch que provoca o desligamento do disjuntor geral caso ocorra a tentativa de abertura da seccionadora em carga. Já a porta de acesso, dotada de trinco, e estrutura externa do cubículo possuem as plaquetas de identificação: “Cubículo secc Geral” e “cubículo 1”.

Os 12 cubículossão compostos de: 
• Disjuntor geral da instalação de média tensão, motorizado, à vácuo, marca Beghim, série Arc-O-vac, tipo MAF-15. • Relé de proteção indireta marca Pextron tipo URPE 7104 (dotado das funções 27, 59, 47, 50/50N e 51/51N). • Chave seccionadora tripolar, de acionamento simultâneo, tipo HRBTL com capacidade para 400 A, fabricada pela Beghim e dotada de corta arco e dispositivo tipo micro switch. • Fusíveis do tipo HH com capacidade para 63 A. – 5 transformadores possuem as seguintes características, extraída da placa do equipamento: • Marca Siemens, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 750 kVAe impedância 5,80% a 115º e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

• Disjuntor geral marca Cutler e Hammer tipo DS 416, e capacidade 
para 1600 A. – 3 transformadores, instalados no interior de cubículo metálico dotado de porta e grade, possui a seguinte característica.  Marca Siemens, , refrigeração ar natural, potencia nominal 1000
kVA e impedância 5,80% a 115º C e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V. – 1 transformador possui a seguinte característica, extraída da placa do equipamento: Marca Reziglas, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 500KVA e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

RESULTADOS
Com base na instalação descrita, são apresentados a seguir: casos e 
sugestões para garantir a segurança na operação e o funcionamento da
instalação, bem como providencias que, caso adotadas, contribui para melhorar as condições operativas da instalação e diminuir a probabilidade de panes.

Manutenção de Cabine Primária: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Manutenção de Cabine Primária

Manutenção da Cabine Primária e/ou Secundária:
Verificação dos conjuntos de manobra;
Verificar os itens que compõem a Cabine Primária;
Manutenção Corretiva da Cabine Primária;
Manutenção Preventiva e/ou Semestral quando contratada;
Para-raios:
Apertar fixações e verificar terminais;
Verificação da ligação para terra;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar minuciosamente a porcelana quanto ás trincas e rachaduras;
Seccionadora  A.T:
Examinar articulações, pinos, molas e travas;
Reapertar ligações do cabo terra, conexões gerais e fixação da estrutura;
Averiguar lubrificação de partes móveis;
Verificar condições dos isoladores e suportes;
Aferir ajustes dos limites de abertura e fechamento;
Verificar intertravamento;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Verificar estado das facas;
Disjuntor A.T:
Checar os testes de operação manual e automática, alinhando fechamento dos contatos;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Examinar extintores de arco;
Examinar todas as partes metálicas quanto à corrosão ou falhas metálicas;
Verificar vazamento;
Averiguar fluído do relé primário de sobrecorrente e completar, se necessário;
Inspecionar fiação, reapertando as conexões da fiação de comando;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Verificar intertravamento;
Aferir sinalização;
Checar desgaste e pressão dos contatos;
Averiguar lubrificação dos contatos e partes móveis, caso necessário;
Examinar e apertar fixações e conexões;
Examinar mecanismos de operação, pinos, molas, braços e articulações;
Barramento:
Verificar pressionamento de fixações e conexões;
Certificar de limpar barramento e isoladores e indicar anormalidades;
Transformadores:
Medir e anotar o valor da corrente por fase do secundário, verificando se esta coerente com a tensão do Trafo;
Aferir e registrar o valor da tensão entre fases do secundário, verificando se o valor obtido esta correto;
Apontar e relacionar o valor da temperatura com a instalação funcionando a total carga por mais de duas horas;
Determinar e anotar o valor da reatância e isolação das bobinas;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto e reapertar parafusos, conexões e terminais;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Averiguar vazamentos;
Apurar tanque, tampa e radiadores;
Examinar termômetros;
Inspecionar acessórios e sua fiação;
Verificar sistema de proteção e testar circuitos elétricos;
Certificar ruídos e vibrações;
Examinar buchas e isoladores quanto a rachaduras, indicando anormalidades;
Apertar fixação a terra;
Analisar respiradores;
Examinar e aferir os aparelhos de medição e indicadores;
Testar ventilação forçada;
Examinar sílica-gel e trocar, se necessário;
Verificar se há sinais de oxidação;
Ramal de entrada:
Verificar estado dos isoladores do ramal aéreo;
Examinar a isolação das muflas de entrada e da saída do ramal subterrâneo;
Determinar isolação dos cabos;
Averiguar presença de umidade nos dutos;
Verificar as armações de sustentação das muflas, fixando as que se encontrarem soltas;
Transformadores de Corrente e Potencial:
Limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar partes metálicas e conexões;
Medir e registrar o valor da resistência de isolação;
Diversos:
Corrigir todas as anormalidades verificadas;
Cromatografia:
Execução da Análise Cromatográfica
Verificar manutenção do transformador;
Averiguar procedimentos com periodicidade fixa;
Analise preventiva com objetivo de analisar as condições estruturais dos elementos tais como:
Buchas;
Tanques;
Radiadores;
Conservador de óleo;
Termômetros;
Secador de ar;
Ventiladores;
Relés e Para-raios.
Ação preditiva é baseada em monitoramento e estudos estatísticos, com uso de resistência de isolação, rolamentos, relação de transformação, termografia, análise física-química e cromatografia.

Obs: O desafio da manutenção é evitar a ação corretiva pois leva o desligamento do equipamento e isso pode acarretar a problemas financeiros.
Para melhor aproveitamento da manutenção na maioria das vezes é evitar o desligamento do transformador e preveem problemas atuais e futuros.

Análises Físico-Química
Propriedades Físicas:
Viscosidade – dissipar calor;
Ponto de Fulgor – segurança contra incêndio;
Tensão Interfacial – condução dielétrica;
Cor – Deterioração;
Ponto de Fluidez – mínima temperatura de operação;
Densidade – condução de calor;
Propriedades Químicas:
Oxidação – degradação natural pelo uso;
Acidez e água- condução de corrente e corrosão interna partes ferrosas;
Compostos de enxofre (sulfatos) = corrosão Cobre e Prata;
Propriedades Elétricas:
Rigidez dielétrica;
Fator de potência.
Cromatografia:
É a tecnologia para testes de gás dissolvido no óleo.
Aferir evolução de gases:
Examinar desprendimento = valor positivo;
Averiguar a absorção = valor negativo;
Quantidades e combinações desses gases, indicam:
Verificar superaquecimento elétrico;
Apurar a sobrecarga de isolamento;
Analisar o superaquecimento líquido;
Investigar a descarga parcial (corona) ou
Arcos elétrico dentro do transformador.
Realizar testes visuais através de:
Cor;
Densidade;
Rigidez dielétrica;
Sedimento;
Fator de potência;
Número de neutralização;
Tensão interfacial;
Conferir a umidade e análise de cromatografia de gases;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos para os efetuar os serviços:
Para manutenção deverá ser efetuado o desligamento total da cabine pela Contratante.
Se houver necessidade de contato com a concessionária ficará por conta da Contratante.

Manutenção de Cabine Primária

Referências Normativas

Manutenção de Cabine Primária

Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NBR 7036 – Recebimento, Instalação e Manutenção de Transformadores de Potência para Distribuição, imersos em Líquidos Isolantes;
NBR 5356 – Transformadores de Potencia;

ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 13759 – Segurança de máquinas – Equipamentos de parada de emergência – Aspectos funcionais – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Manutenção de Cabine Primária

Validade

Manutenção de Cabine Primária

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;

Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Manutenção de Cabine Primária

Complementos

Manutenção de Cabine Primária

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

Certificado: Será expedido o Certificado para cada participante que atingir o aproveitamento mínimo de 70% (teórico e prático) conforme preconiza as Normas Regulamentadoras.

Critérios dos Certificados da Capacitação ou Atualização:
Nossos certificados são numerados e emitidos de acordo com as Normas Regulamentadoras e dispositivos aplicáveis:
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica);
Nome completo do funcionário e documento de identidade;
Conteúdo programático;
Carga horária; Cidade, local e data de realização do treinamento;
Nome, identificação, assinatura e qualificação do(s) instrutor(es);
Nome, identificação e assinatura do responsável técnico pela capacitação;
Nome e qualificação do nosso Profissional Habilitado;
Especificação do tipo de trabalho;
Espaço para assinatura do treinando;
Informação no Certificado que os participantes receberam e-book contendo material didático (Apostila, Vídeos, Normas etc.) apresentado no treinamento.
Evidências do Treinamento: Vídeo editado, fotos, documentações digitalizadas, melhoria contínua, parecer do instrutor: Consultar valores.

Atenção:
EAD (Ensino a Distância), Semipresencial O Certificado EAD também conhecido como Online, conforme LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. pode ser utilizado para: Atividades Complementares; Avaliações de empresas; Concursos Públicos; Extensão universitária; Horas extracurriculares; Melhora nas chances de obter  emprego; Processos de recrutamento; Promoções internas; Provas de Títulos; Seleções de doutorado; Seleções de Mestrado; Entras outras oportunidades. Curso 100%  EAD  (Ensino à Distância ) ou Semipresencial precisa de Projeto Pedagógico só tem validade para o Empregador, se seguir na íntegra a  Portaria SEPRT n.º 915, de 30 de julho de 2019  –   NR 01 –  Disposições Gerais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Clique aqui

Entenda a relação entre Preço e Valor:
Executar uma tarefa tão estratégica como precificar um Serviço exige conhecimento sobre o mundo dos negócios.
Dois conceitos fundamentais para entender como precificar são as definições de Preço e Valor.
Valor é um conceito qualitativo, e está ligado ao potencial transformador daquele conteúdo.
Um curso tem mais valor quando ele agrega mais conhecimentos ao público-alvo.
Preço é uma consequência do valor.
Por ser um conceito essencialmente quantitativo, ele é responsável por “traduzir” o valor em um número.
Portanto, quanto maior é o valor agregado ao conteúdo, maior será o preço justo.

Atenção:
NR-12.1.16 Os equipamentos de guindar que receberem cestos acoplados para elevação de pessoas devem ser submetidos a ensaios e inspeções periódicas de forma a garantir seu bom funcionamento e sua integridade estrutural.
12.1.16.1 Devem ser realizados ensaios que comprovem a integridade estrutural, tais como ultrassom e/ou emissão acústica, conforme norma ABNT NBR 14768:2015.
12.3.17 É proibida a movimentação de cargas suspensas no gancho do equipamento de guindar simultaneamente à movimentação de pessoas dentro do cesto acoplado.

Causas do Acidente Trabalho:
Falta de alerta do empregador;
Falta de cuidados do empregado;
Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo:
Inquérito Policial – Polícia Civil;
Perícia através Instituto Criminalista;
Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
Tsunami Processuais obrigando o Empregador a gerar Estratégia de Defesas mesmo estando certo;
Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção;
O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.

LEI Nº 5.194, DE 24 DEZ 1966 – CONFEA:
“Seção III
Exercício Ilegal da Profissão
Art. 6º – Exerce ilegalmente a profissão de engenheiro, arquiteto ou engenheiro-agrônomo:
a) a pessoa física ou jurídica que realizar atos ou prestar serviços, públicos ou privados, reservados aos profissionais de que trata esta Lei e que não possua registro nos Conselhos Regionais:
b) o profissional que se incumbir de atividades estranhas às atribuições discriminadas em seu registro;
c) o profissional que emprestar seu nome a pessoas, firmas, organizações ou empresas executoras de obras e serviços sem sua real participação nos trabalhos delas;
d) o profissional que, suspenso de seu exercício, continue em atividade;
e) a firma, organização ou sociedade que, na qualidade de pessoa jurídica, exercer atribuições reservadas aos profissionais da Engenharia, da Arquitetura e da Agronomia, com infringência do disposto no parágrafo único do Art. 8º desta Lei.”

Importante:
Se necessário a utilização de Máquinas e Equipamentos de Elevação é OBRIGATÓRIO, imediatamente antes da movimentação, a realização de:
01 – Elaboração da APR (Análise Preliminar de Risco)
02 – Permissão de Trabalho (PT);
03 – Checar EPIs e EPCs;
04 – Verificar o Manual de Instrução Operacional e de Manutenção da Máquina ou Equipamento;
04 – Verificar o Laudo de Inspeção Técnica do Equipamento e dos Pontos de Ancoragem com ART;
05 – Manter Equipe de Resgate Equipada;
06 – Reunião de segurança sobre a operação com os envolvidos, contemplando as atividades que serão desenvolvidas, o processo de trabalho, os riscos e as medidas de proteção, conforme análise de risco, consignado num documento a ser arquivado contendo o nome legível e assinatura dos participantes;
a) Inspeção visual;
b) Checagem do funcionamento do rádio;
c) Confirmação de que os sinais são conhecidos de todos os envolvidos na operação.
07- A reunião de segurança deve instruir toda a equipe de trabalho, dentre outros envolvidos na operação, no mínimo, sobre os seguintes perigos:
a) Impacto com estruturas externas;
b) Movimento inesperado;
c) Queda de altura;
d) Outros específicos associados com o içamento.

Manutenção de Cabine Primária

Saiba Mais

Saiba Mais: Manutenção de Cabine Primária

OBJETIVO Selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básico de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

METODOLOGIA Trata-se de um trabalho que tem como objetivo abordar teoricamente e da melhor forma possível o tema escolhido, por isso foram feitas diversas pesquisas em livros, sites, normas, e principalmente houve o contato com profissionais designados a realizarem a função de manutenção em uma cabine primária. Na metodologia adotada como base para a realização deste trabalho, foi imprescindível a busca por profissionais que vivenciam o serviço na pratica (acontecimentos e fatos reais), podendo assim exemplificar os componentes
que constituem uma cabine, desde a entrada da energia até a distribuição para quem irá utilizá-la. Ao logo deste artigo foram dadas sugestões na busca por melhorias tecnológicas, a fim de prevenir e corrigir falhas, sugestões essas que podem modificar e proporcionar uma maior qualidade no fornecimento de energia elétrica para as concessionárias através de uma cabine primária.

DESENVOLVIMENTO As unidades geradoras normalmente fornecem tensão elétrica variando entre 6,5 KV e 18 KV, com exceção de algumas usinas menores contenção de saída do gerador mais baixa. Por conta das elevadas potencias das usinas, a corrente que circula para este nível de tensão é muito elevada. Sabemos que a perda de energia elétrica esta diretamente relacionada à corrente elétrica, transmitir nessa potência elevada com essa faixa de tensão irá incorrer perdas elevadas na transmissão.

Onde: I = CORRENTE e V= TENSAO
Nesta formula observamos que a potência total fornecida pela usina não se altera, elevando a tensão. A corrente se reduz para uma mesma potência, levando em consideração o cálculo da potência dissipada em função do quadrado da corrente, a diminuição da corrente automaticamente causa redução das perdas. P=R., sendo R= resistência; I= corrente e P= potência
Quanto maior for a extensão de uma linha de transmissão maior será a sua oposição a passagem de (corrente resistência elétrica).
Como a construção das usinas e sua distância em relação aos centros consumidores são fixas, o modo mais simples para reduzir as perdas na transmissão seria elevando a tensão e por consequência reduzindo a corrente. A redução da corrente na transmissão possibilita redução da sessão transversal (bitola) do condutor e também a edição de perdas na transmissão.

Próximo a grandes usinas geradoras existem subestações elevadoras que elevam a tensão para níveis padronizados para assim serem transmitidas. Destacamos alguns valores de tensão usados na transmissão: 69KV, 88KV, 138KV, 230KV, 345KV, 440KV, 500KV, 600KV em corrente continua, 750KV. Quando a energia elétrica chega pelas linhas de transmissão próximas aos centros consumidores é necessário iniciar processo de abaixamento do nível de tensão. Esta tarefa é função realizada pelas estacoes transformadoras de transmissão (ETT). Nesta estação a energia elétrica é recebida em níveis de tensão acima de 230KV, e posteriormente é rebaixada para 69KV, 88KV OU
138KV. Isto depende do padrão adotado pela distribuidora de energia local. Além de realizar a redução dos níveis de tensão as estações transformadoras de tensão (ETT), ela inicia o processo de distribuição de energia elétrica.

Transformando em diversas linhas de transmissão de 69KV, 88KV ou 138kv na saída dessa subestação. As linhas de transmissão chegam até as cidades, e se conectam com as estacoes transformadoras de distribuição (ETD). Estas subestações rebaixam a tensão para os níveis capazes de serem distribuídos nos postes. O valor da tensão nas ETDs é padronizado pela distribuidora local dependendo da característica do seu sistema elétrico. Segue alguns padrões de tensão de saída da ETD: Tensões disponíveis: 3,8 KV; 11,9KV; 13,2KV; 13,8KV; 20KV; 23,5KV e 34,5KV. Geralmente esses níveis de tensão estão localizados nos pontos mais altos dos postes, e este caminho é percorrido até encontrar um transformador de distribuição que diminuem a tensão para níveis que utilizamos em nossas residências.

Ha três pontos do sistema elétrico de alta tensão onde consumidores podem se conectar, sendo que essa definição deste local vai depender da demanda de energia solicitada pelo consumidor e da disponibilidade da distribuidora local.
De acordo com a resolução 414 da ANEEL, define que caso a demanda do consumidor esteja entre 75KW e 2500KW, deve se conectar em uma tensão inferior a 69KV. Mas, caso a demanda solicitada pelo consumidor estiver acima de 2500KWA conexão será feita em uma tensão acima de 69KV.

Existem sete tipos de subestação, são elas: Subestação Simplificada, Subestação Simplificada com instalação em poste único, Subestação
Simplificada em alvenaria, Subestação Simplificada blindada, Subestação Convencional, Subestação Convencional em alvenaria e Subestação Convencional blindada. De acordo com todas as subestações existentes e citadas acima, foi realizado um estudo de caso em uma subestação convencional em alvenaria, com pé direito de aproximadamente 5 m de largura e 20 m de comprimento, piso elevado revestido plurigoma, iluminação artificial (fluorescente) com teto em concreto armado (laje). O fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária (Eletropaulo) é efetuado na tensão de 13.200 V, através de uma linha trifásica de distribuição subterrânea dotada de cabo reserva, que alimenta o Centro de Entrada e Medição (CEM). O CEM é composto pela associação dos cubículos metálicos modulares
de 1 à 12, acomodados em local específico, e utilizados para Entrada, Proteção, Medição e Distribuição de energia para as instalaçõesem média tensão, e dispõe de tapetes de borracha isolante em frente aos compartimentos que possuem disjuntor para manobra dos circuitos em médiatensão (MT).

Na parte do cubículo, junto ao punho de acionamento encontram-se as plaquetas de advertência, sinalização e identificação com os dizeres:
“89.1 Seccionadora Geral”, “Ligada”, “Desligada”,  “ATENÇÃO NÃO MANOBRAR A SECCIONADORA EM CARGA”. A chave seccionadora é dotada do dispositivo tipo micro-switch que provoca o desligamento do disjuntor geral caso ocorra a tentativa de abertura da seccionadora em carga. Já a porta de acesso, dotada de trinco, e estrutura externa do cubículo possuem as plaquetas de identificação: “Cubículo secc Geral” e “cubículo 1”.

Os 12 cubículossão compostos de: • Disjuntor geral da instalação de média tensão, motorizado, à vácuo, marca Beghim, série Arc-O-vac, tipo MAF-15. • Relé de proteção indireta marca Pextron tipo URPE 7104 (dotado das funções 27, 59, 47, 50/50N e 51/51N). • Chave seccionadora tripolar, de acionamento simultâneo, tipo HRBTL com capacidade para 400 A, fabricada pela Beghim e dotada de corta arco e dispositivo tipo micro switch. • Fusíveis do tipo HH com capacidade para 63 A. – 5 transformadores possuem as seguintes características, extraída da placa do equipamento: • Marca Siemens, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 750 kVAe impedância 5,80% a 115º e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

• Disjuntor geral marca Cutler e Hammer tipo DS 416, e capacidade para 1600 A. – 3 transformadores, instalados no interior de cubículo metálico dotado de porta e grade, possui a seguinte característica.  Marca Siemens, , refrigeração ar natural, potencia nominal 1000
kVA e impedância 5,80% a 115º C e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V. – 1 transformador possui a seguinte característica, extraída da placa do equipamento: Marca Reziglas, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 500KVA e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

RESULTADOS
Com base na instalação descrita, são apresentados a seguir: casos e sugestões para garantir a segurança na operação e o funcionamento da
instalação, bem como providencias que, caso adotadas, contribui para melhorar as condições operativas da instalação e diminuir a probabilidade de panes.

Manutenção de Cabine Primária: Consulte-nos.

Escopo do Serviço

Manutenção de Cabine Primária

Manutenção da Cabine Primária e/ou Secundária:
Verificação dos conjuntos de manobra;
Verificar os itens que compõem a Cabine Primária;
Manutenção Corretiva da Cabine Primária;
Manutenção Preventiva e/ou Semestral quando contratada;
Para-raios:
Apertar fixações e verificar terminais;
Verificação da ligação para terra;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar minuciosamente a porcelana quanto ás trincas e rachaduras;
Seccionadora  A.T:
Examinar articulações, pinos, molas e travas;
Reapertar ligações do cabo terra, conexões gerais e fixação da estrutura;
Averiguar lubrificação de partes móveis;
Verificar condições dos isoladores e suportes;
Aferir ajustes dos limites de abertura e fechamento;
Verificar intertravamento;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Verificar estado das facas;
Disjuntor A.T:
Checar os testes de operação manual e automática, alinhando fechamento dos contatos;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto;
Examinar extintores de arco;
Examinar todas as partes metálicas quanto à corrosão ou falhas metálicas;
Verificar vazamento;
Averiguar fluído do relé primário de sobrecorrente e completar, se necessário;
Inspecionar fiação, reapertando as conexões da fiação de comando;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Verificar intertravamento;
Aferir sinalização;
Checar desgaste e pressão dos contatos;
Averiguar lubrificação dos contatos e partes móveis, caso necessário;
Examinar e apertar fixações e conexões;
Examinar mecanismos de operação, pinos, molas, braços e articulações;
Barramento:
Verificar pressionamento de fixações e conexões;
Certificar de limpar barramento e isoladores e indicar anormalidades;
Transformadores:
Medir e anotar o valor da corrente por fase do secundário, verificando se esta coerente com a tensão do Trafo;
Aferir e registrar o valor da tensão entre fases do secundário, verificando se o valor obtido esta correto;
Apontar e relacionar o valor da temperatura com a instalação funcionando a total carga por mais de duas horas;
Determinar e anotar o valor da reatância e isolação das bobinas;
Certificar de limpar cuidadosamente o conjunto e reapertar parafusos, conexões e terminais;
Verificar nível do óleo, completando se necessário;
Averiguar vazamentos;
Apurar tanque, tampa e radiadores;
Examinar termômetros;
Inspecionar acessórios e sua fiação;
Verificar sistema de proteção e testar circuitos elétricos;
Certificar ruídos e vibrações;
Examinar buchas e isoladores quanto a rachaduras, indicando anormalidades;
Apertar fixação a terra;
Analisar respiradores;
Examinar e aferir os aparelhos de medição e indicadores;
Testar ventilação forçada;
Examinar sílica-gel e trocar, se necessário;
Verificar se há sinais de oxidação;
Ramal de entrada:
Verificar estado dos isoladores do ramal aéreo;
Examinar a isolação das muflas de entrada e da saída do ramal subterrâneo;
Determinar isolação dos cabos;
Averiguar presença de umidade nos dutos;
Verificar as armações de sustentação das muflas, fixando as que se encontrarem soltas;
Transformadores de Corrente e Potencial:
Limpar cuidadosamente o conjunto;
Inspecionar partes metálicas e conexões;
Medir e registrar o valor da resistência de isolação;
Diversos:
Corrigir todas as anormalidades verificadas;
Cromatografia:
Execução da Análise Cromatográfica
Verificar manutenção do transformador;
Averiguar procedimentos com periodicidade fixa;
Analise preventiva com objetivo de analisar as condições estruturais dos elementos tais como:
Buchas;
Tanques;
Radiadores;
Conservador de óleo;
Termômetros;
Secador de ar;
Ventiladores;
Relés e Para-raios.
Ação preditiva é baseada em monitoramento e estudos estatísticos, com uso de resistência de isolação, rolamentos, relação de transformação, termografia, análise física-química e cromatografia.

Obs: O desafio da manutenção é evitar a ação corretiva pois leva o desligamento do equipamento e isso pode acarretar a problemas financeiros.
Para melhor aproveitamento da manutenção na maioria das vezes é evitar o desligamento do transformador e preveem problemas atuais e futuros.

Análises Físico-Química
Propriedades Físicas:
Viscosidade – dissipar calor;
Ponto de Fulgor – segurança contra incêndio;
Tensão Interfacial – condução dielétrica;
Cor – Deterioração;
Ponto de Fluidez – mínima temperatura de operação;
Densidade – condução de calor;
Propriedades Químicas:
Oxidação – degradação natural pelo uso;
Acidez e água- condução de corrente e corrosão interna partes ferrosas;
Compostos de enxofre (sulfatos) = corrosão Cobre e Prata;
Propriedades Elétricas:
Rigidez dielétrica;
Fator de potência.
Cromatografia:
É a tecnologia para testes de gás dissolvido no óleo.
Aferir evolução de gases:
Examinar desprendimento = valor positivo;
Averiguar a absorção = valor negativo;
Quantidades e combinações desses gases, indicam:
Verificar superaquecimento elétrico;
Apurar a sobrecarga de isolamento;
Analisar o superaquecimento líquido;
Investigar a descarga parcial (corona) ou
Arcos elétrico dentro do transformador.
Realizar testes visuais através de:
Cor;
Densidade;
Rigidez dielétrica;
Sedimento;
Fator de potência;
Número de neutralização;
Tensão interfacial;
Conferir a umidade e análise de cromatografia de gases;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
Tagueamento de Máquinas e Equipamentos;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Procedimentos para os efetuar os serviços:
Para manutenção deverá ser efetuado o desligamento total da cabine pela Contratante.
Se houver necessidade de contato com a concessionária ficará por conta da Contratante.

Manutenção de Cabine Primária

Referências Normativas

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 23 – Proteção Contra Incêndios;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
NBR ISO 13850 – Segurança de Máquinas – Função de parada de emergência – Princípios para projeto;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
ABNT NBR 16710-2 Resgate Técnico Industrial em Altura e/ou em Espaço Confinado – Parte 2 Requisitos para provedores de Treinamento e Instrutores para qualificação Profissional;
ABNT NBR 14276 – Brigada de incêndio – Requisitos;
ABNT NBR 14277 – Instalações e equipamentos para treinamento de combate a incêndio – Requisitos;
ABNT NBR ISO/CIE 8995 – Iluminação de ambientes de trabalho;
ABNT NBR 9735 – Conjunto de equipamentos para emergências no transporte terrestre de produtos perigosos;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
Portaria GM N.2048 – Política Nacional de Atenção as Urgências;
OIT 161 – Serviços de Saúde do Trabalho;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system;
ANSI B.11 – Machine Safety Standards Risk assessment and safeguarding.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Validade

Validade do Laudo: É recomendável renovação anual ou se ocorrer evento que indique a necessidade de atualização do Laudo.

Complementos

Cabe à Contratante informar:
A relação de EPIs necessários
Prontuários de cada máquina e seus últimos Relatórios Técnicos, Projetos caso hajam;
As cargas para teste deverão se encontrar junto de cada máquina nas capacidades de 100 e 125%; (caso a carga esteja acima ou abaixo do peso, será considerado como teste reprovado) a carga tem que ser exata!
Durante a inspeção o operador de cada máquina deverá estar de prontidão.

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Documentos necessários para Equipamentos de Içamento
a) Arts do Pórtico com os últimos 3 laudos, incluindo a ART com Memorial de Cálculo do Projeto Inicial do Pórtico;
b) Memoriais de Cálculo de Dimensionamento da Talha atual X pórtico com ART;
c) Memoriais de cálculo de carga do moitão da talha e dos cabos de aço com ART;
d) ART da Montagem da Talha com Memorial de Cálculo Estrutural;
e) Todas as soldas constantes no pórtico deverão estar sem tintas ou resíduos e também não deverão estar lixadas, bem como o moitão e o gancho da talha;
f) O setor deve ficar interditado até segunda ordem para os testes;
g) Deverá ter uma carga disponível com uma balança calibrada e com Laudo da capacidade e uma carga com 175%.
h) O Eng de segurança do trabalho em conjunto com o SESMT deverão emitir uma declaração de responsabilidade quanto ao teste de carga em caso de rompimento ou acidente com um de nossos colaboradores;
i) Todos os Sistemas Elétricos deverão estar desativados com sistema Power Lockout;
Serão utilizados os sistemas de líquido penetrante e líquido revelador nas soldas o que poderá intoxicar quaisquer alimentos presentes.
j) O Teste de Carga será realizado conforme norma da ABNT desde que autorizado e declarado pelos responsáveis a inteira responsabilidade por quaisquer questões que ocorram com nossos colaboradores durante o teste. Sendo este executado em 1 hora com carga a 100% da carga talha e mais uma hora com 125% da carga talha.
l) Observe-se que, se não houverem as documentações solicitadas, que a empresa declare que não há via e-mail.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

A justificativa da relação Preço e Valor:
A precificação de qualquer serviço exige expertise relacionada ao mundo dos negócios e o conceito de Valor é qualitativo, diretamente ligado ao potencial de transformação existente naquele conteúdo. O serviço tem mais valor quando tem conhecimento e segredos profissionais agregados e o preço é uma variável consequente do valor, cujo objetivo é transmiti-lo em números. Assim, quanto maior for o valor agregado ao conteúdo, maior será o seu preço justo. Portanto, não autorizamos a utilização de nossas Propostas como contraprova de fechamento com terceiros de menor preço, ou de interesse secundário, Qualidade, Segurança, Eficiência e Excelência, em todos os sentidos, são os nossos valores.

Saiba Mais

Saiba mais: OBJETIVO Selecionar de forma simples e contundente o que é uma cabine primária, assim como o material necessário para manutenção preventiva e manutenção corretiva. Além dos conceitos básico de uma subestação, seja exemplificado suas possíveis variações e os equipamentos que irão ser utilizados, de acordo com as características do sistema.

METODOLOGIA Trata-se de um trabalho que tem como objetivo abordar teoricamente e 
da melhor forma possível o tema escolhido, por isso foram feitas diversas pesquisas em livros, sites, normas, e principalmente houve o contato com profissionais designados a realizarem a função de manutenção em uma cabine primária. Na metodologia adotada como base para a realização deste trabalho, foi imprescindível a busca por profissionais que vivenciam o serviço na pratica (acontecimentos e fatos reais), podendo assim exemplificar os componentes
que constituem uma cabine, desde a entrada da energia até a distribuição para quem irá utilizá-la. Ao logo deste artigo foram dadas sugestões na busca por melhorias tecnológicas, a fim de prevenir e corrigir falhas, sugestões essas que podem modificar e proporcionar uma maior qualidade no fornecimento de energia elétrica para as concessionárias através de uma cabine primária.

DESENVOLVIMENTO As unidades geradoras normalmente fornecem tensão elétrica variando 
entre 6,5 KV e 18 KV, com exceção de algumas usinas menores contenção de saída do gerador mais baixa. Por conta das elevadas potencias das usinas, a corrente que circula para este nível de tensão é muito elevada. Sabemos que a perda de energia elétrica esta diretamente relacionada à corrente elétrica, transmitir nessa potência elevada com essa faixa de tensão irá incorrer perdas elevadas na transmissão.

Onde: I = CORRENTE e V= TENSAO
Nesta formula observamos que a potência total fornecida pela usina não se altera, elevando a tensão. A corrente se reduz para uma mesma potência, levando em consideração o cálculo da potência dissipada em função do quadrado da corrente, a diminuição da corrente automaticamente causa redução das perdas. P=R., sendo R= resistência; I= corrente e P= potência
Quanto maior for a extensão de uma linha de transmissão maior será a sua oposição a passagem de (corrente resistência elétrica).
Como a construção das usinas e sua distância em relação aos centros consumidores são fixas, o modo mais simples para reduzir as perdas na transmissão seria elevando a tensão e por consequência reduzindo a corrente. A redução da corrente na transmissão possibilita redução da sessão transversal (bitola) do condutor e também a edição de perdas na transmissão.

Próximo a grandes usinas geradoras existem subestações elevadoras 
que elevam a tensão para níveis padronizados para assim serem transmitidas. Destacamos alguns valores de tensão usados na transmissão: 69KV, 88KV, 138KV, 230KV, 345KV, 440KV, 500KV, 600KV em corrente continua, 750KV. Quando a energia elétrica chega pelas linhas de transmissão próximas aos centros consumidores é necessário iniciar processo de abaixamento do nível de tensão. Esta tarefa é função realizada pelas estacoes transformadoras de transmissão (ETT). Nesta estação a energia elétrica é recebida em níveis de tensão acima de 230KV, e posteriormente é rebaixada para 69KV, 88KV OU
138KV. Isto depende do padrão adotado pela distribuidora de energia local. Além de realizar a redução dos níveis de tensão as estações transformadoras de tensão (ETT), ela inicia o processo de distribuição de energia elétrica.

Transformando em diversas linhas de transmissão de 69KV, 88KV ou 138kv na 
saída dessa subestação. As linhas de transmissão chegam até as cidades, e se conectam com as estacoes transformadoras de distribuição (ETD). Estas subestações rebaixam a tensão para os níveis capazes de serem distribuídos nos postes. O valor da tensão nas ETDs é padronizado pela distribuidora local dependendo da característica do seu sistema elétrico. Segue alguns padrões de tensão de saída da ETD: Tensões disponíveis: 3,8 KV; 11,9KV; 13,2KV; 13,8KV; 20KV; 23,5KV e 34,5KV. Geralmente esses níveis de tensão estão localizados nos pontos mais altos dos postes, e este caminho é percorrido até encontrar um transformador de distribuição que diminuem a tensão para níveis que utilizamos em nossas residências.

Ha três pontos do sistema elétrico de alta tensão onde consumidores 
podem se conectar, sendo que essa definição deste local vai depender da demanda de energia solicitada pelo consumidor e da disponibilidade da distribuidora local.
De acordo com a resolução 414 da ANEEL, define que caso a demanda do consumidor esteja entre 75KW e 2500KW, deve se conectar em uma tensão inferior a 69KV. Mas, caso a demanda solicitada pelo consumidor estiver acima de 2500KWA conexão será feita em uma tensão acima de 69KV.

Existem sete tipos de subestação, são elas: Subestação Simplificada, 
Subestação Simplificada com instalação em poste único, Subestação
Simplificada em alvenaria, Subestação Simplificada blindada, Subestação Convencional, Subestação Convencional em alvenaria e Subestação Convencional blindada. De acordo com todas as subestações existentes e citadas acima, foi realizado um estudo de caso em uma subestação convencional em alvenaria, com pé direito de aproximadamente 5 m de largura e 20 m de comprimento, piso elevado revestido plurigoma, iluminação artificial (fluorescente) com teto em concreto armado (laje). O fornecimento de energia elétrica por parte da concessionária (Eletropaulo) é efetuado na tensão de 13.200 V, através de uma linha trifásica de distribuição subterrânea dotada de cabo reserva, que alimenta o Centro de Entrada e Medição (CEM). O CEM é composto pela associação dos cubículos metálicos modulares
de 1 à 12, acomodados em local específico, e utilizados para Entrada, Proteção, Medição e Distribuição de energia para as instalaçõesem média tensão, e dispõe de tapetes de borracha isolante em frente aos compartimentos que possuem disjuntor para manobra dos circuitos em médiatensão (MT).

Na parte do cubículo, junto ao punho de acionamento encontram-se as 
plaquetas de advertência, sinalização e identificação com os dizeres:
 “89.1 Seccionadora Geral”, “Ligada”, “Desligada”,  “ATENÇÃO NÃO MANOBRAR A SECCIONADORA EM CARGA”. A chave seccionadora é dotada do dispositivo tipo micro-switch que provoca o desligamento do disjuntor geral caso ocorra a tentativa de abertura da seccionadora em carga. Já a porta de acesso, dotada de trinco, e estrutura externa do cubículo possuem as plaquetas de identificação: “Cubículo secc Geral” e “cubículo 1”.

Os 12 cubículossão compostos de: 
• Disjuntor geral da instalação de média tensão, motorizado, à vácuo, marca Beghim, série Arc-O-vac, tipo MAF-15. • Relé de proteção indireta marca Pextron tipo URPE 7104 (dotado das funções 27, 59, 47, 50/50N e 51/51N). • Chave seccionadora tripolar, de acionamento simultâneo, tipo HRBTL com capacidade para 400 A, fabricada pela Beghim e dotada de corta arco e dispositivo tipo micro switch. • Fusíveis do tipo HH com capacidade para 63 A. – 5 transformadores possuem as seguintes características, extraída da placa do equipamento: • Marca Siemens, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 750 kVAe impedância 5,80% a 115º e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

• Disjuntor geral marca Cutler e Hammer tipo DS 416, e capacidade 
para 1600 A. – 3 transformadores, instalados no interior de cubículo metálico dotado de porta e grade, possui a seguinte característica.  Marca Siemens, , refrigeração ar natural, potencia nominal 1000
kVA e impedância 5,80% a 115º C e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V. – 1 transformador possui a seguinte característica, extraída da placa do equipamento: Marca Reziglas, fabricado em dezembro/1999, refrigeração ar natural, potencia nominal 500KVA e relação de transformação 13.200 – 380 / 220 V.

RESULTADOS
Com base na instalação descrita, são apresentados a seguir: casos e 
sugestões para garantir a segurança na operação e o funcionamento da
instalação, bem como providencias que, caso adotadas, contribui para melhorar as condições operativas da instalação e diminuir a probabilidade de panes.

Manutenção de Cabine Primária: Consulte-nos.