Nome Técnico: Locação de Resgatista Técnico Operacional Nível Inicial em Altura e/ou em Espaço Confinado – NBR 16710-1
Referência: 169184
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Locação de Resgatista Operacional NBR 16710-1
Conforme estabelece as diretrizes da NBR 16710-1 para a qualificação do profissional em resgate técnico industrial em altura e/ou em espaço confinado, especificando o treinamento. conteúdo programático e os níveis de qualificação do profissional para resgate técnico industrial em altura e/ou em espaço confinado por ela estabelecidos.
O que é Plano de Resgate?
Conforme previsto na NBR 16710-1 0 plano de resgate documento previamente escrito, para ser utilizado pela equipe que irá executar o resgate, contendo o planejamento do resgate e primeiros socorros. Para o Plano de Resgate convém.
a) convém que o plano de resgate contemple pelo menos a identificação dos perigos e riscos associados à operação, à designação do pessoal responsável por executar as medidas de resgate, à proteção dos acidentados, da propriedade e do meio ambiente. e à seleção das técnicas apropriadas, equipamentos pessoais e/ou coletivos específicos e sistemas de resgate por corda a serem utilizados, de forma a reduzir o tempo de suspensão inerte do trabalhador e/ou proteger contra sua exposição aos perigos existentes nos espaços confinados e demais locais de risco;
b) convém que o plano de resgate seja elaborado pelo coordenador de equipe ou pelo profissional qualificado em resgate. conforme esta Parte da ABNT NBR 16710. formalmente indicado pela empresa como responsável pela área e/ou serviço;
c) convém que o plano de resgate seja revisto periodicamente a cada dois anos e/ou quando houver alguma alteração ou modificação no empreendimento, e que seja devidamente aprovado pelo responsável pelo plano de resgate.
Locação de Resgatista Operacional NBR 16710-1
Escopo de Serviços:
Locação de Resgatista Operacional NBR 16710-1
Nossas Equipes de Resgatista operacional possui Nível inicial de qualificação em resgate especificado para o segundo nível, para o qual a pessoa é habilitada a participar de uma variedade limitada de resgate em altura e ou em espaços confinados, posicionada a partir de uma superfície que requeira seu deslocamento seguro por meio de sistemas de proteção individual de restrição de movimentação. retenção de quedas e posicionamento para movimentação vertical de vítimas e resgatistas em cenários com emprego de sistemas montados de vantagem mecânica, sistemas de resgate de pré-engenharia ou pré-montados, manuais ou automáticos, podendo ainda executar progressões diversas por meio de corda, sistemas mecânicos e elétricos, específicos para movimentação e resgate de pessoas.
3.3.1 O Resgatista Qualificado no Nível Operacional é uma pessoa capacitada e treinada que atua sob a coordenação de um responsável pela operação de resgate. cuja atuação primária seja executada em uma equipe de resgate com dedicação exclusiva ou por pessoas que pertençam aos quadros da própria empresa, que integrem os grupos de resposta de emergência formados nas indústrias.
3.3.2 Este nível de qualificação é recomendado para as equipes próprias ou externas de emergência e resgate, compostas por pessoas que atuam sob forma de dedicação exclusiva em resgate industrial em altura e em espaços confinados com a capacitação e o treinamento em conformidade com esta Parte da ABNT NBR 16710.
3.3.3 É recomendado que uma pessoa qualificada como resgatista no nível operacional seja capacitada para apresentar um conjunto de conhecimentos e habilidades determinados para realizar resgates em altura e/ou em espaço confinado, conforme a seguir:
a) conhecer as Normas Brasileiras ou procedimentos aplicados para avaliação, organização e execução de medidas de resgate em altura e ou em espaços confinados:
b) atuar em equipes de resgate em altura e/ou em espaços confinados, de dedicação exclusiva. formadas para respostas de emergências nas indústrias, por meio de procedimentos operacionais padronizados e estabelecidos em um plano de resposta de emergência documentado;
c) executar uma variedade limitada de resgate em altura e/ou em espaços confinados posicionados a partir de uma superfície segura que requeira deslocamentos com uso de seu EPI e movimentação básica de vitimas. com ou sem macas, utilizando sistemas de vantagem mecânica básicos;
d) montar, instalar e operar sistemas de sistemas de vantagem mecânica simples;
e) possuir conhecimento sobre corda e nos de encordoamento para aplicação em ancoragens simples e sistemas de resgates de vantagem mecânica simples;
f) executar acessos até a vítima com a utilização de técnicas de progressão por corda por ascensão ou descensão;
9) executar movimentações básicas de vítimas com o emprego de macas de resgate vertical;
h) instalar e operar sistemas de pré-engenharia conforme treinamento recebido e orientações dos fabricantes dos equipamentos, quando aplicável;
i) inspecionar seus equipamentos de uso pessoal e os equipamentos de uso coletivo disponibilizados para a equipe a qual pertence, bem como assegurar o registro de suas inspeções;
j) utilizar corretamente os meios de comunicação disponíveis, bem como a utilização de uma terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
k) atuar sob a coordenação de uma pessoa qualificada no nível operacional, líder ou coordenador de equipe:
I) atuar em um ambiente de trabalho de exposição limitada a riscos inerentes ao resgate, a partir de uma superfície que requeira a utilização de sistemas de proteção contra quedas já predefinidos.
m) inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate utilizados;
n) identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados conforme orientação dos fabricantes;
o) métodos de limpeza, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate; p) conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura; q) conceituação de fator de queda; r) conhecimento de como se desenvolve o trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas;
s) utilização dos meios de comunicação disponíveis, bem como emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
t) técnicas de imobilização de vítimas em macas, com ou sem emprego de imobilizadores de coluna ou de membros;
u) diferentes tipos de macas de transporte vertical, bem como sua compatibilidade como tipo de operação ou de lesão da vítima;
v) técnicas de movimentação vertical de vítimas com emprego de sistemas de resgate e de eva-cuação pré-montados, de pré-engenharia ou automáticos;
w) técnicas de movimentação vertical de vítimas em altura ou em espaços confinados com emprego de sistemas de vantagem mecânica simples;
x) técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizonal e terrestre);
y) técnicas de progressão básica em corda: ascensão e descensão:
z) fatores técnicos que afetam a eficiência de um resgate com corda e espaço confinado (por exemplo. desempenho, velocidade, alcance, duração, condições climáticas, do ambiente dos espaços confinados, do resgatista etc.);
Nossas Equipes de Resgates Qualificadas no Nível Operacionais submeteram e foram avaliadas a em treinamentos teóricos e práticos, com carga mínima de 24 h, atendendo no mínimo ao seguinte conteúdo programático:
a) normas regulamentadoras oficiais e Normas Brasileiras aplicáveis;
b) princípios de segurança de uma operação de resgate;
c) identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
d) avaliação de risco x benefício em uma operação de resgate;
e) certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
f) seleção e uso correto dos seguintes equipamentos pessoais de resgate: — cinto paraquedista: eslingas ou talabartes; conectores; capacete; luvas; descensor; ascensores; trava-quedas; estribo;
g) instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
h) seleção e uso correto dos seguintes equipamentos coletivos de resgate.
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