Nome Técnico: Locação de Regatista Técnico Coordenador de Equipe – Nível Avançado em Altura e/ou Espaço Confinado – NBR 16710-1
Referência: 169160
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Locação de Coordenador de equipe de Resgate
Conforme preconiza NBR 16710-1 consiste em Nível avançado de qualificação em resgate especificado para o quarto nível. para o qual a pessoa é habilitada para coordenar presencialmente uma operação de resgate, elaborar o seu planejamento, avafiare dimensionara operação de resgate por corda. estabelecer funções, designar responsabilidades, determinar a execução de tarefas orientar a montagem de sistemas de movimentação vertical e horizontal, participar de uma variedade de resgates de alta complexidade e desempenhar funções em resgates avançadas em suspensão em que seja necessário ou não o acompanhamento da vítima por um resgatista.
O que é Resgate Técnico?
Segundo a NBR 16710-1 Resgate técnico salvamento intervenção operacional executada por equipe de resgate própria, externa ou composta pelos próprios trabalhadores, para resgate de uma ou mais pessoas que se encontram a serviço nos ambientes de trabalho, vítimas de acidentes por trabalho em altura e/ou espaço confinado, aprisionadas e/ou expostas a situação de risco iminente à sua integridade física ou emocional, sendo necessária a utilização de equipamentos e técnicas de resgate de movimentação. podendo incluir, porém não necessariamente, a aplicação de primeiros socorros.
Locação de Coordenador de equipe de Resgate NBR 16710-1
Locação de Coordenador de equipe de Resgate conforme preconiza NBR 16710-1.
3.5 Coordenador de equipe
3.5.1 O resgatista qualificado no nível de coordenador de equipe é uma pessoa capacitada e treinada para atuar como responsável pela operação de resgate, cuja atuação primária em um ambiente de exposição a riscos seja executada em uma equipe de resgate sob sua coordenação e com dedicação exclusiva como parte dos grupos de resposta de emergência formados nas indústrias.
3.5.2 Este nível de qualificação é recomendado às pessoas que atuam em resgate industrial em altura e em espaços confinados, qualificados no nível de Líder. 3.5.3 É recomendado que o resgatista qualificado no nível de coordenador de equipe esteja habilitado a coordenar presencialmente uma operação de resgate, elaborar o seu planejamento, avaliar e dimensionar a operação de resgate por corda, estabelecer funções designar responsabilidades. determinar a execução de tarefas, orientar a montagem de sistemas de movimentação vertical e horizontal, participar de uma variedade de resgates de alta complexidade e desempenhar funções resgates avançadas em suspensão em que seja necessário o acompanhamento da vitima por um resgatista.
3.5.4 É recomendado que uma pessoa qualificada como resgatista no nível de coordenador de equipe seja capacitada para apresentar um conjunto de conhecimentos e habilidades determinados para realizar resgates em altura e ou em espaço confinado, conforme a seguir:
3.5.4 É recomendado que uma pessoa qualificada como resgatista no nível de coordenador de equipe seja capacitada para apresentar um conjunto de conhecimentos e habilidades determinados para realizar resgates em altura e/ou em espaço confinado. conforme a seguir:
a) conhecer as Normas Brasileiras ou procedimentos aplicados para avaliação. organização e execução de medidas de resgate em altura e/ou em espaços confinados;
b) coordenar equipes de resgate em altura elou em espaços confinados de dedicação exclusiva, formadas para respostas de emergências nas indústrias por meio de procedimentos operacionais padronizados. estabelecidos em um plano de resposta de emergência documentado:
c) elaborar o planejamento para um resgate, quando for reconhecida a necessidade de implementar procedimentos formais para uma operação de resgate em altura elou em espaço confinado;
d) avaliar e dimensionar uma operação de resgate por corda, selecionando equipamentos e técnicas, designando funções, estabelecendo responsabilidades e determinando a execução de tarefas especificas aos membros de uma equipe de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
e) orientar e supervisionar os membros de uma equipe de resgate durante os procedimentos de montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal básicos ou avançados:
f) coordenar e executar uma variedade de resgate em altura e/ou em espaços confinados de alta complexidade, posicionado a partir de uma superfície segura ou em suspensão que requeira deslocamentos com o uso de EPI e uma movimentação acompanhada ou não de vítimas, com ou sem macas, utilizando técnicas de progressão por corda, sistemas de vantagem mecânica, sistemas de tirolesas e sistemas de pré-engenharia, pré-montados ou automáticos;
g) montar, instalar e operar sistemas de vantagem mecânica simples, compostos ou combinados;
h) possuir conhecimento e habilidade sobre corda. encordoamento, nós para aplicação em sistemas de resgates diversos, ancoragem simples. semiequalizadas, equalizadas, fracionamentos e desvios;
i) selecionar e instalar dispositivos de ancoragens em pontos de fixação predefinidos sob a responsabilidade de profissional legalmente habilitado:
j) conhecer uma variedade de meios de fortuna. aplicados ás técnicas de resgates por corda;
k) executar uma variedade de acessos até a vítima, de forma autônoma, com a utilização de técnicas de progressão por corda para ascensão e descensão, com passagem de fracionamentos. desvios e nós, aplicáveis ao resgate técnico:
I) executar uma variedade de técnicas de resgate com progressão em cordas para o desbloqueio de vítimas suspensas;
m) executar uma variedade de resgates em altura com a utilização de técnicas de progressão por corda para descensão com vítimas, com passagem de fracionamentos, desvios e nós;
n) executar movimentações de vítimas por meio de sistemas de tirolesas horizontais, diagonais e cruzadas, com o emprego de macas de resgate vertical;
o) instalar e operar sistemas de pré-engenharia conforme treinamento recebido e orientações dos fabricantes dos equipamentos;
p) estabelecer uma sistemática de inspeção dos equipamentos de uso pessoal, dos equipamentos de uso coletivo da equipe de resgate e dos dispositivos de ancoragem disponibilizados, e saber identificar os danos. defeitos e desgastes, bem como assegurar os registros das inspeções. a prontidão operacional ou a recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados;
q) conhecer os procedimentos de manutenção, limpeza, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
r) utilizar os meios de comunicação disponíveis, bem como a terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
s) atuar e coordenar uma equipe de resgate em altura elou em espaço confinado em um ambiente de trabalho de exposição limitada a riscos inerentes ao resgate, a partir de uma superfície ou em suspensão que requeira a utilização de sistemas de proteção contra quedas já predefinidos;
t) atuar e coordenar uma equipe de resgate em altura e/ou em espaço confinado em uma estrutura administrada por um sistema de comando de incidente, quando for necessária a sua implementação;
u) saber identificar e avaliar os riscos existentes antes e durante os resgates, propor medidas de controle necessárias e tomar decisões críticas que possam afetar a execução ou interrupção de uma determinada operação de resgate.
Recomenda-se que uma pessoa qualificada como resgatista no nível de coordenador de equipe, além da formação neste nível de qualificação, atenda aos seguintes pré-requisitos para o exercício da função de resgatista:
Pré Requisitos para Coordenador de equipe de Resgate:
a) escolaridade mínima do ensino médio completo;
b) treinamento de qualificação no nível líder;
c) treinamento de primeiros socorros com conteúdo e carga horária compatíveis com os cenários de riscos e acidentes típicos identificados.
Nossa equipe qualificada no nível de coordenador de equipe de Resgate, submeteu e foi avaliada em treinamentos teóricos e práticos, com carga mínima de 32 h, atendendo no mínimo ao seguinte
Conteúdo programático:
a) normas regulamentadoras oficiais e Normas Brasileiras aplicáveis;
b) princípios de segurança de uma operação de resgate;
c) identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
d) avaliação de risco x beneficio em uma operação de resgate;
e) elaboração de pré-planos de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
f) protocolos operacionais padronizados;
g) organização de equipes de resgate, atribuindo funções e responsabilidades para os componentes;
h) noções gerais sobre sistema de comando de incidentes;
i) conhecimentos gerais sobre o uso de um plano de comunicações para operações de resgates, bem como utilização de diversos meios de comunicação e emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
j) certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
k) seleção e uso correto dos seguintes equipamentos pessoais de resgate: cinto paraquedista: eslingas ou talabartes; conectores; capacete; luvas: descensor: ascensores; trava-quedas; estribo;
I) instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia:
m) seleção e uso correto dos seguintes equipamentos coletivos de resgate: cordas; eslingas, anel, fitas ou contas de ancoragem; conectores: polias: bloqueadores; macas; tripé; descensores; ascensores;
n) montagem dos principais nós de encordamento utilizados em resgates (blocantes. de arremate. de emenda, de ancoragem e asseguradores):
o) montagem de ancoragens simples. semiequalizadas, equalizadas, fracionamentos e desvios com nós de encordamento:
p) efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na distribuição de cargas;
q) montagem e operação de sistemas de vantagem mecânica simples, e combinados (bloco)
r) limites de desempenho dos equipamentos de progressão em corda utilizados em resgates de vitimas;
s) inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate utilizados:
t) identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados conforme orientação dos fabricantes;
u) métodos de manutenção, limpeza, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate; v) conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura; w) conceituação de fator de queda: x) como se desenvolve o trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas; utilização dos meios de comunicação disponíveis, bem como emprego de terminologia utilizada como linguagem-padrão para emergências;
z) utilização e instalação dos dispositivos de ancoragens têxteis ou metálicos do tipo móveis. com ou sem elementos de fixação mecânicos ou químicos:
aa) conceituação das técnicas de progressão vertical por corda para resgates:
ab) execução de técnicas de progressão por corda em resgates para ascensão. descensão, passagem de fracionamentos, desvios e de nós;
ac) execução de técnicas de descidas em cordas tencionadas;
ad) execução de técnicas de progressões em tirolesas horizontais e inclinadas;
ae) utilização de meios de fortuna aplicados às tecnicas de resgate por corda;
af) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para descensão com vitimas. com passagem de fracionamentos, de desvios e de nós:
ag) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para movimentação de vitima para baixo ou para cima:
ah) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para desbloqueio de vitimas suspensas em descensores, ascensores ou sistemas de proteção individual contra quedas;
ai) conhecer os diferentes tipos de macas de transporte vertical, bem como sua compatibilidade com o tipo de operação ou lesão da vitima;
aj) técnicas de imobilização de vitimas em macas, com ou sem emprego de imobilizadores de coluna ou de membros;
ak) técnicas de movimentação vertical de vitimas em altura ou em espaços confinados com emprego de sistemas de resgate e de evacuação de pré-engenharia ou sistemas de vantagem mecânica simples:
al) montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal de macas em cordas tencionadas (tirolesa) na horizontal, diagonal e cruzada;
am) técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizonal e terrestre);
an) fatores técnicos que afetem a eficiência de um resgate com corda e/ou em espaço confinado, (por exemplo: desempenho, velocidade, alcance, duração, condições climáticas, do ambinente dos espaços confinados, do resgatista etc.);
ao) técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados para resgate.
Fonte: ABNT NBR 16710-1
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
APR (Análise Preliminar de Risco).
Locação de Coordenador de equipe de Resgate NBR 16710-1



