Rescue
  • +55 (11) 94223-8008 (vendas)
  • +55 (11) 3422-1130 (vendas)
  • +55 (11) 3535-3734 (suporte)
PROCURAR
Rescue
  • Cursos e Treinamentos
    • ANVISA
    • Avaliação de Imóveis
    • CETESB
    • Corpo de Bombeiros
    • CREA
    • Curso Tratamento de Superfície e Pintura
    • Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional
    • Cursos Internacionais
    • Engenharia Ambiental e Sanitária
    • Engenharia Civil
    • Engenharia Elétrica
    • Engenharia Mecânica
    • Engenharia Química
    • Exército Brasileiro EB
    • Medicina do Trabalho
    • Polícia Civil
    • Polícia Federal
    • Segurança do Trabalho
  • Laudos e Perícias
    • Alvarás
      • ANVISA – Alvarás
      • CETESB – Alvarás
      • Polícia Civil – Alvarás
      • Polícia Federal – Alvarás
      • Prefeitura – Alvarás
    • ART (Anotação de Responsabilidade Técnica)
      • ANVISA – ARTs
      • Avaliação de Imóveis – ARTs
      • CETESB – ARTs
      • Corpo de Bombeiros – ARTs
      • CREA – ARTs
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – ARTs
      • Engenharia Civil – ARTs
      • Engenharia Elétrica – ARTs
      • Engenharia Mecânica – ARTs
      • Engenharia Química – ARTs
      • Medicina do Trabalho – ARTs
      • Segurança do Trabalho – ARTs
      • Polícia Civil – ARTs
      • Policia Federal – ARTs
      • Prefeitura – ARTs
    • Laudos e Relatórios Técnicos
      • ANVISA – Laudo e Relatórios Técnicos
      • Avaliação de Imóveis – Laudos e Relatórios Técnicos
      • CETESB – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Corpo de Bombeiros – Laudos e Relatórios Técnicos
      • CREA – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Eng. Ambiental e Sanitária – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Civil – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Elétrica – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Mecânica – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Engenharia Química – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Exército Brasileiro EB – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Medicina do Trabalho – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Polícia Civil – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Polícia Federal – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Prefeitura – Laudos e Relatórios Técnicos
      • Segurança do Trabalho – Laudos e Relatórios Técnicos
    • Licenças
      • ANVISA – Licenças
      • CETESB – Licenças
      • Licença Sanitária
      • Polícia Civil – Licenças
      • Polícia Federal – Licenças
      • Prefeitura – Licenças
    • Perícias
      • ANVISA – Perícias
      • Avaliação de Imóveis – Perícias
      • CETESB – Perícias
      • Corpo de Bombeiros – Perícias
      • CREA – Perícias
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Perícias
      • Engenharia Civil – Perícias
      • Engenharia Elétrica – Perícias
      • Engenharia Mecânica – Perícias
      • Engenharia Química – Perícias
      • Exército Brasileiro EB – Perícias
      • Medicina do Trabalho – Perícias
      • Polícia Civil – Perícias
      • Polícia Federal – Perícias
      • Prefeitura – Perícias
      • Segurança do Trabalho – Perícias
      • Gestão de Perícias
    • Planos
      • ANVISA – Planos
      • Avaliação de Imóveis – Planos
      • CETESB – Planos
      • Corpo de Bombeiros – Planos
      • CREA – Planos
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Planos
      • Engenharia Civil – Planos
      • Engenharia Elétrica – Planos
      • Engenharia Mecânica – Planos
      • Engenharia Química – Planos
      • Exército Brasileiro EB – Planos
        • Exército Brasileiro EB – Planos de Controle de Emergência
        • Exército Brasileiro EB – Planos de Segurança
      • Medicina do Trabalho – Planos
      • Polícia Civil – Planos
      • Polícia Federal – Planos
      • Segurança do Trabalho – Planos
    • Programas
      • ANVISA – Programas
      • Avaliação de Imóveis – Programas
      • CETESB – Programas
      • Corpo de Bombeiros – Programas
      • CREA – Programas
      • Eng. Ambiental e Sanitária – Programas
      • Engenharia Civil – Programas
      • Engenharia Elétrica – Programas
      • Engenharia Mecânica – Programas
      • Engenharia Química – Programas
      • Exército Brasileiro EB – Programas
      • Polícia Civil – Programas
      • Polícia Federal – Programas
      • Prefeitura – Programas
      • Segurança do Trabalho – Programas
    • Prontuários
      • Avaliação de Imóveis – Prontuários
      • CETESB – Prontuários
      • Corpo de Bombeiros – Prontuários
      • CREA – Prontuários
      • Engenharia Ambiental e Sanitária – Prontuários
      • Engenharia Civil – Prontuários
      • Engenharia Elétrica – Prontuário NR 10
      • Engenharia Mecânica – Prontuários
        • Engenharia Mecânica – Prontuário NR 12
        • Engenharia Mecânica – Prontuário NR 13
      • Engenharia Química – Prontuário NR 20
      • Exército Brasileiro EB – Prontuários
      • Medicina do Trabalho – Prontuários
      • Policia Federal – Prontuários
      • Prefeitura – Prontuários
      • Segurança do Trabalho – Prontuários
  • Projetos
    • ANVISA – Projetos
    • Avaliação de Imóveis – Projetos
    • CETESB – Projetos
    • Corpo de Bombeiros – Projetos
    • CREA – Projetos
    • Engenharia Ambiental e Sanitária – Projetos
    • Engenharia Civil – Projetos
    • Engenharia Elétrica – Projetos
    • Engenharia Mecânica – Projetos
    • Exército Brasileiro EB – Projetos
    • Medicina do Trabalho – Projetos
    • Policia Federal – Projetos
    • Prefeitura – Projetos
    • Segurança do Trabalho – Projetos
  • Consultorias e Assessorias
    • ANVISA – Assessoria e Consultoria
    • Avaliação de Imóveis – Assessoria e Consultoria
    • CETESB – Assessoria e Consultoria
    • Corpo de Bombeiros – Assessoria e Consultoria
    • CREA – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Ambiental e Sanitária – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Civil – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Elétrica – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Mecânica – Assessoria e Consultoria
    • Engenharia Química – Assessoria e Consultoria
    • Estudo de Viabilidade Técnica
    • Exército Brasileiro EB – Assessoria e Consultoria
    • Medicina do Trabalho – Assessoria e Consultoria
    • Polícia Civil – Assessoria e Consultoria
    • Polícia Federal – Assessoria e Consultoria
    • Prefeitura – Assessoria e Consultoria
    • Segurança do Trabalho – Assessoria e Consultoria
  • Normas e Regulamentações
    • Normas Regulamentadoras
      • NR01
      • NR02
      • NR03
      • NR04
      • NR05
      • NR06
      • NR07
      • NR08
      • NR09
      • NR10
      • NR11
      • NR12
      • NR13
      • NR14
      • NR15
      • NR16
      • NR17
      • NR18
      • NR19
      • NR20
      • NR21
      • NR22
      • NR23
      • NR24
      • NR25
      • NR26
      • NR27
      • NR28
      • NR29
      • NR30
      • NR31
      • NR32
      • NR33
      • NR34
      • NR35
      • NR36
      • NR37
      • NR38
    • ABNT
    • CREA
    • ANTT
    • ISO
    • CETESB
    • ANVISA
    • CONAMA
    • Marinha
    • ANAC
    • NFPA
    • GWO
    • IEC
    • ANSI
    • Normas Internacionais
  • Mão de Obra
  • Blog
  • Contato
  • Home
  • 00 - Template Laudos
  • Laudo Velocidade do Ar
O que é Velocidade do Ar?
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, CREA, CREA - ARTs, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, CREA - Perícias, Engenharia Ambiental e Sanitária - Cursos e Treinamentos, Engenharia Civil - Planos, Engenharia Elétrica - Cursos e Treinamentos

Laudo Velocidade do Ar

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA DA VELOCIDADE DE CAPTURA DE EXAUSTORES, COIFAS, COMPRESSORES E VENTILADORES, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Referência: 121162

Ministramos Cursos e Treinamentos em Idioma Técnico: Português, Inglês (Regional), Croata, Japonês, Espanhol, Francês, Chinês (Regional), Alemão, Índia (Regional), Árabe, Coreano, Russo, entre outros.

O Laudo Velocidade do Ar é um documento técnico essencial para garantir o funcionamento eficiente de exaustores, coifas, compressores e ventiladores.

Este laudo avalia a velocidade de captura do ar, assegurando que os equipamentos operem conforme as normas de segurança, bem como eficiência. A elaboração desse laudo não apenas ajuda na conformidade legal, mas também na manutenção do ambiente de trabalho.

Neste artigo, vamos explorar a importância do laudo, o que é a velocidade do ar e como a medição é realizada.

Laudo de Conformidade para Velocidade do Ar: análise detalhada para otimizar a circulação do ar e atender às normas de ventilação e qualidade ambiental - Laudo Velocidade do Ar

Laudo de Conformidade para Velocidade do Ar: análise detalhada para otimizar a circulação do ar e atender às normas de ventilação e qualidade ambiental

O que é a Velocidade do Ar?

A velocidade do ar, também conhecida como velocidade de captura, refere-se à medida da rapidez com que o ar é movimentado por um equipamento.

Essa medição é, portanto, crucial em ambientes industriais e comerciais, onde a ventilação e a exaustão de contaminantes são necessárias. Para determinar a velocidade do ar, utilizamos um dispositivo chamado anemômetro.

Este instrumento capta a velocidade dos ventos, seja em correntes naturais ou artificiais.

A velocidade do ar influencia diretamente a eficiência dos sistemas de ventilação e exaustão. Uma velocidade de captura inadequada pode comprometer a qualidade do ar e a segurança no ambiente de trabalho.

Por exemplo, se a velocidade do ar estiver abaixo do esperado, a capacidade de remover poluentes e partículas nocivas diminui, colocando em risco a saúde dos colaboradores.

Portanto, entender e monitorar essa velocidade é fundamental para manter um ambiente saudável e seguro.

Qual a importância do Laudo Velocidade do Ar?

O Laudo Velocidade do Ar desempenha, portanto, um papel fundamental na segurança e saúde dos colaboradores. Primeiramente, ele atesta que os equipamentos de exaustão operam de forma eficiente, evitando a acumulação de poluentes.

Essa eficiência não apenas melhora a qualidade do ar, mas também reduz riscos à saúde associados à inalação de substâncias perigosas. E, ainda, o laudo ajuda a identificar problemas que podem afetar o desempenho dos sistemas.

Se a velocidade de captura estiver abaixo do esperado, o risco de inalação de substâncias perigosas aumenta consideravelmente.

Portanto, a realização desse laudo é uma prática recomendada e, em muitos casos, uma exigência legal em diversos setores.

Com um laudo atualizado, as empresas demonstram compromisso com a saúde dos trabalhadores e a qualidade do ambiente de trabalho, promovendo um espaço seguro e produtivo.

 Laudos técnicos para garantir o fluxo adequado e melhorar o desempenho de sistemas de ar condicionado e exaustão - Laudo Velocidade do Ar

Laudos técnicos para garantir o fluxo adequado e melhorar o desempenho de sistemas de ar condicionado e exaustão

Quais os Equipamentos Usados na Medição da Velocidade do Ar?

O anemômetro é o principal instrumento para medir a velocidade do ar. Ele pode ser digital ou mecânico, proporcionando, desse modo, resultados precisos e confiáveis. Outro dispositivo importante é o tubo de Pitot, que é utilizado em dutos.

Esse dispositivo mede a pressão do ar para calcular sua velocidade, sendo bastante útil em sistemas de ventilação. Além disso, a medição por termoanemômetros combina a medição de temperatura e velocidade, oferecendo informações adicionais sobre o ar em circulação.

A escolha do equipamento adequado é crucial para garantir medições precisas. Além disso, a calibração regular dos instrumentos é essencial para manter a precisão das medições.

Normas e Regulamentações Relacionadas à Velocidade do Ar

As normas que regulam a velocidade do ar são fundamentais para garantir a segurança no ambiente de trabalho.

Entre as principais regulamentações, destacam-se a NR 15, que trata das atividades e operações insalubres, incluindo requisitos para ventilação adequada, e a NR 17, que aborda as condições ergonômicas, exigindo ambientes com ventilação controlada para promover o conforto dos trabalhadores.

A ABNT NBR 16401 define os parâmetros para o dimensionamento e operação de sistemas de ventilação, estabelecendo limites e diretrizes para a velocidade do ar em diferentes ambientes.

Cumprir essas regulamentações não apenas protege a saúde dos colaboradores, mas também evita penalizações legais. As empresas devem se manter atualizadas sobre essas normas e garantir que seus laudos estejam em conformidade.

Como é Realizada a Elaboração do Laudo Velocidade do Ar?

A elaboração do Laudo Velocidade do Ar envolve várias etapas metódicas. Primeiramente, os técnicos realizam uma inspeção visual nos equipamentos para identificar problemas evidentes, como obstruções ou desgastes que possam afetar a eficiência do sistema.

Em seguida, a medição da velocidade do ar é realizada com o uso de anemômetros ou outros dispositivos apropriados.

Essa medição deve ocorrer em pontos estratégicos, garantindo que a velocidade capturada represente a eficiência do sistema como um todo.

Após a coleta de dados, os resultados são analisados em relação às normas e regulamentações aplicáveis. Qualquer não conformidade deve ser documentada, e recomendações de correção devem ser incluídas no laudo.

O relatório final deve ser claro, objetivo e conter informações suficientes para a tomada de decisões.

Benefícios da Elaboração do Laudo Velocidade do Ar

A elaboração do Laudo Velocidade do Ar traz diversos benefícios para as empresas. Primeiramente, garante a eficiência dos sistemas de ventilação e exaustão. Um sistema bem ajustado não apenas melhora a qualidade do ar, mas também reduz custos operacionais, economizando energia.

Isso resulta em uma operação mais econômica e sustentável. O laudo ajuda a prevenir problemas de saúde relacionados à má qualidade do ar. Ambientes bem ventilados melhoram o conforto e a produtividade dos colaboradores.

Quando os trabalhadores se sentem bem em seus ambientes, a motivação e a eficiência aumentam, refletindo diretamente nos resultados da empresa. Adicionalmente, a elaboração do laudo demonstra o comprometimento da empresa com a segurança e saúde dos trabalhadores.

As empresas que investem em laudos regulares mostram responsabilidade e podem melhorar sua imagem perante clientes e parceiros. Isso não apenas fortalece a reputação da empresa, mas também atrai talentos e promove um ambiente de trabalho positivo.

Como Solicitar o Laudo Velocidade do Ar?

Para garantir a eficiência dos sistemas de ventilação em sua empresa, solicite o Laudo Velocidade do Ar. Nossa equipe de especialistas está pronta para realizar medições precisas e elaborar um relatório técnico completo.

Ao solicitar o laudo, você assegura a conformidade com as normas de segurança, bem como a saúde dos colaboradores. Entre em contato conosco para mais informações e agende a sua avaliação. Investir na saúde e segurança dos colaboradores é uma responsabilidade que toda empresa deve assumir.

O Laudo Velocidade do Ar é uma ferramenta essencial nesse processo, garantindo que todos os colaboradores estejam adequadamente protegidos e que a empresa esteja em conformidade com as normas regulamentadoras.

Conclusão

Em resumo, o Laudo Velocidade do Ar é um documento técnico que assegura a eficiência e segurança dos sistemas de ventilação e exaustão. Através da medição rigorosa da velocidade do ar, as empresas garantem, desse modo, que estão cumprindo com as normas de segurança e saúde, protegendo seus colaboradores de riscos à saúde.

Além disso, a realização desse laudo traz benefícios significativos para a produtividade e a imagem corporativa da empresa.

Portanto, não subestime a importância de um ambiente de trabalho seguro e saudável. A realização do Laudo Velocidade do Ar é um investimento que traz, sobretudo, retornos significativos a longo prazo, tanto para os colaboradores quanto para a organização.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Velocidade do Ar

Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICA DA VELOCIDADE DE CAPTURA DE EXAUSTORES, COIFAS, COMPRESSORES E VENTILADORES, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM A EMISSÃO DA ART

Objetivo
Avaliar a eficiência e a conformidade dos sistemas de ventilação industrial (exaustores, coifas, compressores e ventiladores), medindo a velocidade de captura e desempenho. Elaborar um relatório técnico detalhado com diagnóstico e recomendações, incluindo a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Atividades

Planejamento e Preparação
Levantamento das informações técnicas sobre os sistemas instalados, incluindo desenhos, especificações e layout do ambiente.
Identificação dos pontos críticos de medição e análise, considerando o objetivo operacional de cada equipamento.
Definição dos métodos e equipamentos de medição a serem utilizados.

Inspeção Técnica no Local

Verificação Visual e Funcional:
Inspeção das condições físicas dos equipamentos, incluindo filtros, dutos e componentes estruturais.
Identificação de possíveis obstruções ou desgastes que possam comprometer a eficiência do sistema.

Medições Técnicas:
Velocidade de captura no ponto de trabalho de coifas e exaustores, conforme normas aplicáveis.
Medição da vazão e pressão dos ventiladores e compressores.
Avaliação de distribuição de ar e eficiência do sistema de ventilação em diferentes pontos do ambiente.
Análise da conformidade com os parâmetros exigidos para controle ambiental e saúde ocupacional.

Elaboração do Relatório Técnico
Compilação e análise dos dados obtidos durante as inspeções e medições.
Descrição detalhada das condições observadas, abordando:
Conformidades e não conformidades em relação às normas técnicas.
Diagnóstico técnico do desempenho de cada equipamento avaliado.
Recomendações para melhorias ou adequações necessárias.
Inclusão de tabelas, gráficos e imagens das medições realizadas, detalhando os instrumentos utilizados e os métodos aplicados.

Emissão da ART
Registro e emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) no CREA, garantindo a formalização do serviço.
Anexação do número da ART ao relatório técnico final.

Entregáveis

Relatório Técnico Detalhado:
Diagnóstico das condições dos sistemas avaliados.
Resultados das medições, incluindo gráficos e tabelas comparativas.
Recomendações de ajustes ou manutenção, se necessário.
ART registrada no CREA, válida para o escopo do serviço.

Prazo e Cronograma
Prazo estimado para execução: [Inserir tempo, ex.: 7 dias úteis].
O cronograma detalhado será definido em conjunto com o cliente, considerando os horários disponíveis para inspeção e entrega do relatório.

Requisitos e Responsabilidades

Responsabilidades da Contratada
Disponibilizar equipe técnica qualificada, incluindo engenheiro mecânico ou especialista em ventilação com registro ativo no CREA.
Utilizar equipamentos de medição devidamente calibrados e adequados para o serviço.

Responsabilidades do Cliente
Garantir o acesso aos equipamentos e áreas de medição.
Disponibilizar informações técnicas sobre os sistemas instalados (manual técnico, desenhos, etc.), se disponíveis.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica);

Laudo Velocidade do Ar

Laudo Velocidade do Ar

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 07 – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO;
NR 09 – Avaliação e Controle das Exposições Ocupacionais a Agentes Físicos, Químicos e Biológicos;
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
ABNT NBR 5426 – Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos;
ABNT NBR 14679 – Sistemas de condicionamento de ar e ventilação – Execução de serviços de higienização;
ABNT NBR 14518 – Sistemas de ventilação para cozinhas profissionais;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR 15848 – Sistemas de ar condicionado e ventilação – Procedimentos e requisitos relativos às atividades de construção, reformas, operação e manutenção das instalações que afetam a qualidade do ar interior (QAI);
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Target Normas;
Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Velocidade do Ar

Laudo Velocidade do Ar

Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Velocidade do Ar

Laudo Velocidade do Ar

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em Arquivo DWG ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*
* (Consultar valor)

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Procedimentos ocupacionais para realização da inspeção;
Identificação e definição do equipamento;
Avaliação das normas do fabricante;
Checagem de instalação adequada do sistema;
Avaliação de parâmetros;
Análise de componentes;
Adequação às requisições do fabricante – se necessário;
Documentações importantes para a inspeção;
Verificação de higienização do equipamento;
Verificações de manutenções anteriores;
Verificação da rede de dutos e acessórios;
Análise de vazão por demanda;
Checagem das pás e ventiladores;
Verificação dos dispositivos para tratamento do ar exaurido;
Verificação dos sistemas de exaustão;
Testagem dos procedimentos operacionais do equipamento;
Ensaio do sistema de ventilação;
Medição da velocidade de captação dos equipamentos;
Aferição dos resultados;
Inspeção geral do sistema;
Recomendações e avaliações finais;

O que são Células de Carga?
As células de carga são medidores de deformação ou flexão de um corpo, transformando grandeza física, ou seja, uma força, em um sinal elétrico. Utilizadas na análise experimental de esforços e na medição elétrica da resistência à tensão, essas células são empregadas na maioria das aplicações industriais.

Cabe a Contratante fornecer :
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se envolver Estruturas:
Importante: Serão realizados Teste de Solda e Sistema de Líquido Penetrante no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda;
01- Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos de óleo, graxa etc;
02- Passar STRIPTIZI GEL em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
03- Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
04- Se Contratado Execução de TESTE DE CARGA cabe a Contratante disponibilizar CÉLULAS DE CARGA ou compartimento para teste de carga (tipo big bag, cintas novas calibradas INMETRO, balança, tarugos de metal calibrado ou sacos de areia pesados equivalente até 125% que o equipamento suporta e fornecer Declaração de Responsabilidade  referente a Capacidade do Equipamento.
Se Contratado ENSAIOS ELÉTRICOS em Cesto acoplado de preferência com Placa de Identificação, o mesmo  deverá estar no nível do solo juntamente com Laudo de Fabricação de aparelhos que tiver para sabermos quantos Volts suporta.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

Plano de Inspeção e Manutenção do Equipamento é obrigatório conforme previsto na NR 12.

Laudo Velocidade do Ar

Saiba Mais: Laudo Velocidade do Ar

4 Considerações gerais
4.1 O sistema de ar-condicionado contribui para a qualidade do ar interior por meio da renovação do ar interior, pela filtragem do ar e pela distribuição de ar proporcionada.
4.1.1 A renovação do ar deve manter a concentração de poluentes químicos e biológicos no ambiente, que não são retidos nos filtros, em níveis considerados aceitáveis.
4.1.2 A filtragem do ar tem como função manter a concentração dos poluentes filtráveis em níveis aceitáveis. Estes poluentes são em grande parte material particulado trazido pelo ar exterior e gerado internamente.
4.2 A manutenção do sistema de ar-condicionado contribui para reduzir os poluentes em níveis aceitáveis, nas três zonas de influência primária, secundária e terciária, sendo responsável pela garantia do padrão higiênico da instalação. Suas periodicidades devem ser estabelecidas de acordo com o regime de operação especifico do sistema.
4.3 O condicionamento de ar é um processo no qual há uma interação entre as três zonas (primária, secundária e terciária), com influência direta na qualidade do ar de ambientes interiores. É preciso observar o condicionamento do ar e a ventilação de modo sistêmico e não de modo pontual.
4.4 As atividades de manutenção em sistemas de ar-condicionado e ventilação são essenciais, vi-sando não somente à conservação e à eficiência dos equipamentos, mas também ao padrão higiênico mínimo nas instalações.
5 Requisitos e procedimentos durante a construção
5.1 Os materiais de construção devem ser protegidos da chuva e outras fontes de umidade por procedimentos apropriados de transporte e armazenamento no local. Materiais porosos com sinais visíveis de contaminação microbiológica não devem ser instalados. Materiais não porosos com sinais visíveis de contaminação microbiológica devem ser descontaminados antes da sua utilização
5.2 Os materiais de construção dos dutos devem ser limpos antes de iniciar sua instalação, remo-vendo todo o óleo, graxa ou material particulado da sua superfície.
5.3 Os dutos devem ser construídos de acordo com a ABNT NBR 16401-1.
5.4 Após a fabricação dos dutos de ar, estes devem ter suas aberturas tamponadas com plástico ou outro material, o qual só deve ser removido para sua instalação.
5.5 As redes de dutos de insuflação e retorno devem ter suas aberturas tamponadas durante sua montagem, para evitar o ingresso de particulado.
5.6 Durante a fase de estocagem, transporte e instalação, as aberturas dos equipamentos de condicionamento do ar e ventiladores devem ser protegidas para evitar o ingresso do particulado da obra.
5.7 Antes de receber os equipamentos, a casa de máquinas deve ser limpa, a fim de eliminar mate-rial particulado ou outro resíduo que possa contaminar os equipamentos.
5.8 Após a instalação dos equipamentos nas casas de máquinas, as portas de acesso devem ser mantidas fechadas para evitar o ingresso de material particulado.
5.9 A instalação das unidades de tratamento de ar deve seguir as recomendações da ABNT NBR 16401-3 ou do fabricante, quanto às distâncias e espaços mínimos necessários para manutenção e limpeza. Deve ser adotado sempre o mais restritivo.
6 Requisitos e procedimentos durante reformas e modernizações
6.1 Devem ser adotadas medidas para reduzir a migração de contaminantes gerados na reforma em locais ocupados. Exemplos de medidas aceitáveis incluem, entre outras, selagem da área em re-forma com paredes temporárias de material não poroso, exaustão mecânica e/ou pressurização das áreas ocupadas contíguas e pressão negativa na área da reforma.
6.2 Os dutos de insuflação e retorno devem ser desconectados na divisa da reforma, sendo tampo-nados para evitar o ingresso de material particulado.
6.3 Passa-dutos (shafts) e entre forro também devem atender ao fechamento estipulado em 6.1.
6.4 Durante a fase de estocagem, transporte e instalação, as aberturas dos equipamentos de condicionamento do ar e ventiladores devem ser protegidas para se evitar o ingresso do particulado da obra.
6.5 Toda reforma que abranger mudança de mobiliário, carpetes, pintura, divisórias. forrações etc., ou seja, materiais que liberem COV e outros poluentes, deve operar com vazão adicional de ar exterior adicional à do projeto inicial, durante um período, a ser acordado entre o responsável pelo projeto e o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT).
6.5.1 A estratégia da reforma deve ser documentada, contemplando a participação do departamento de higiene e segurança no trabalho e do responsável pelo projeto. Nesse documento devem estar claramente definidos e acordados a taxa adicional de ar exterior, o tempo de vigência dessa taxa adicional e o regime de reocupação do local.
7 Requisitos e procedimentos de partida do sistema Recomenda-se inicialmente verificar a documentação da obra como listada no Anexo C.
7.1 Os requisitos desta seção se aplicam aos sistemas novos ou existentes, objetos de reforma ou modernização.
7.2 A partida e os ensaios dos sistemas de ventilação e ar-condicionado só devem ocorrer após a limpeza da obra.
7.3 Sistemas projetados com filtros de ar não podem ser operados sem os filtros no lugar. Devem ser operados inicialmente com filtros provisórios, que serão descartados de modo adequado e substituídos pelos filtros finais quando o sistema estiver limpo.
7.4 Deve ser avaliada a existência de detritos proveniente da obra, nas zonas primária, secundária e terciária, antes da ocupação do ambiente. Limpar se necessário.
7.5 A fim de minimizar a estagnação da água, favorável à proliferação microbiológica, as bandejas devem ser verificadas sob condições normais de operação para assegurar que a drenagem da água se dá corretamente.
7.6 A instalação deve atender às recomendações do fabricante e da ABNT NBR 16401-3 quanto aos drenos.
7.7 Antes da ocupação dos locais, cada sistema de ventilação e ar-condicionado deve ser testado para assegurar que as vazões de ar exterior estejam conforme projetadas.
7.8 As vazões de ar do sistema devem ser balanceadas de acordo com os métodos estipulados na ABNT NBR 16401-1.
8 Manual de operação e manutenção
8.1 O manual de operação e manutenção, em papel ou em formato eletrônico, deve ser mantido no edifício ou em local central acessível durante a vida operacional do sistema e seus componentes. O manual deve ser atualizado de acordo com as necessidades e deve incluir os requisitos e as frequências de manutenção detalhadas conforme Tabela 1 e Portaria 3523/98 -MS. O Anexo D dá um exemplo de planilha para controle e gerenciamento das atividades e verificações relativas à qualidade do ar interior.
8.2 O manual de operação e manutenção do sistema deve estabelecer procedimentos e prazos relativos ao controle da calibração dos instrumentos de medição da manutenção. Esta deve ser efetuada em estabelecimentos pertencentes ou rastreáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC), segundo recomendação do fabricante
8.3 O manual de manutenção e operação deve estipular as periodicidades de manutenção a verificação e a limpeza para cada equipamento e suas casas de máquinas, sendo esta periodicidade estabelecida de acordo com a necessidade específica de cada sistema.
8.4 O manual de operação e manutenção deve conter no mínimo as seguintes informações:
a) os dados básicos relativos à operação e manutenção dos sistemas e dos equipamentos como instalados;
b) dados relativos aos controles dos sistemas, com diagramas descrição das sequências de controle e informações de manutenção e/ou de calibração;
c) dados de seleção, operação e manutenção dos equipamentos segundo as recomendações do fabricante;
d) o relatório que documente o balanceamento (T.A.B.), que convém que seja executado por empresa independente da instalação e projeto do sistema;
e) relação de peças sobressalentes;
f) desenhos conforme construído, diagramas de controle e fluxogramas do sistema;
g) lógica de controle da instrumentação e esquemas elétricos;
h) critérios e premissas de projeto.
8.5 Os sistemas de condicionamento de ar e ventilação devem ser operados e mantidos no mínimo de acordo com o estipulado nesta Norma e na Portaria 3523/98 — MS.
8.6 O projeto, a operação e a manutenção devem ser reavaliados quando houver alteração da categoria de uso ou de ocupação do edifício, alterações significativas no edifício, na densidade de ocupação ou outras alterações inconsistentes com as premissas de projeto.
9 Manutenção
9.1 As frequências de limpeza, manutenção, substituição ou verificação das casas de máquinas e partes do sistema devem ser estabelecidas pela necessidade especifica de cada sistema, respeitando-se no mínimo o recomendado na Tabela 1.
9.2 O plano de manutenção deve conter no mínimo os seguintes controles:
a) o procedimento de manutenção para cada casa de máquina e cada tipo de equipamento com as respectivas periodicidades de acordo com recomendações do fabricante;
b) o mapa de programação das atividades para cada casa de máquina e cada equipamento;
c) o conjunto de referências (temperaturas, pressões, tensão, corrente etc.) possibilitando a sua comparação com os dados nominais dos equipamentos, de modo a permitir a tomada de decisão quanto a correções e/ou ajustes necessários;
d) para cada condicionador ou conjunto de condicionadores agrupados em sala de máquinas, o Plano de Manutenção, Operação e Controle deve explicitar a vazão de ar exterior a ser suprida em cada condicionador, conforme cálculo obtido de acordo com o estipulado na ABNT NBR 16401-3;
e) a exigência de emissão de ordens de serviço específicas contendo as atividades para cada item de manutenção a realizar.
9.3 O plano de manutenção deve ser elaborado segundo a ABNT NBR 13971 e a Portaria MS 3523/98.
9.4 Empregar mão-de-obra qualificada, assegurando que seus funcionários tenham recebido treinamento para utilizar os equipamentos e os produtos especializados necessários à execução dos serviços.
9.5 Os profissionais envolvidos com as atividades de higienização e manutenção que necessitem intervir em componentes elétricos devem estar habilitados para atender à NR 10.
9.6 O plano de manutenção e higienização do equipamento deve contemplar as atividades de limpeza e manutenção dos sistemas, cronog rama de avaliações microbiológicas e físico-químicas segundo regulamento específico da ANVISA e adotando-se como referência os Anexos A, B e C da ABNT NBR 16401-3:2008.
9.7 O plano de manutenção e higienização dos sistemas deve apresentar a relação das atividades a serem executadas em cada classe de equipamento, podendo cada classe ter periodicidade diferente em função da utilização específica.
A.1 A necessidade da limpeza dos dutos de insuflação e retorno deve ser atestada por entidade especializada e independente do executor dos serviços de limpeza. Deve ser realizada sempre que ocorrer um ou mais de um dos casos abaixo constatados e registrados em relatório recomendando a limpeza dos dutos:
a) se existir a presença de mofo dentro dos dutos. No caso de dúvidas sobre o conteúdo de manchas suspeitas de serem mofo, elas devem ser enviadas para análise de seu conteúdo;
b) no caso de dutos de material fibroso estarem mofados ou úmidos, devendo ser trocados devido à dificuldade de limpeza eficaz nesse tipo de material;
c) quando existir evidência de contaminação por vermina (vestígios de roedores ou insetos como barata e cupim, que são destrutivos ou danosos à saúde);
d) se for demonstrada efetiva disseminação de material particulado proveniente do duto para o am-biente interior de forma visível sem auxílio de aparelhos;
e) dutos de insuflação, quando estiverem com evidências de concentração maior ou igual 7,5 g/m2 de material particulado. A validação da limpeza será através da comprovação pela entidade que recomendou a limpeza dos dutos de que esta concentração não apresenta mais de 1,0 g/m2.
A metodologia do ensaio para determinação destas concentrações está estipulada no Anexo B.
O ensaio deve ser realizado no duto principal do sistema de distribuição de ar na região onde a va-zão esteja próxima de 50 % da vazão nominal e no ramal que atende ao maior número de pessoas, ou onde a entidade que recomenda a limpeza estipular em seu relatório.
A.2 Havendo necessidade de limpeza dos dutos, esta deve ser executada de acordo com a ABNT NBR 14679.
B.1 Teste de aspiração O uso deste procedimento consiste em aderir um gabarito na superfície interna da parte inferior do duto. A face vazada do bocal (ver Figura B.2) previamente montada no porta-filtro é passada na abertura do gabarito (ver Figura B.1). O ar é aspirado através do porta-filtro por uma bomba de ar. Os fragmentos retirados da superfície são retidos no filtro. O filtro é preparado e pesado para determi-nar a quantidade de fragmentos retidos.
A coleta deve ser feita em um cassete, sendo mantido um cassete branco no ambiente de coleta, que é pesado no laboratório; a diferença de peso entre a pesagem inicial e final do cassete branco deve ser descontada do peso da amostra final.
A coleta deve ser executada em duas passagens pelo gabarito, sendo o tempo de 5 s para a passa-gem em cada sentido.
B.2 Equipamentos do ensaio
B.2.1 Bomba de ar
Bomba de ar de amostragem com de vazão de 25 L/min, com cassete de coleta instalado, devendo a calibração ser realizada conforme recomendação do fabricante em laboratório da Rede Brasileira de Calibração (RBC).
B.2.2 Filtro de membrana
Filtro de membrana de 37 mm de mixed ester celulose (MEC), com poros de 0,8 mm, previamente pesado, colocado dentro de um porta-filtro de duas partes.
B.2.3 Dispositivo de calibração
A bomba de amostragem deve ser calibrada com exatidão de s- 5 % na vazão de 25 L/min.
B.3 Gabarito-padrão para coleta O gabarito-padrão para coleta deve ser confeccionado com película plástica magnética de 0,9 mm a 1,0 mm de espessura conforme, Figura B.1.0 gabarito tem área de coleta de aproximadamente 0,01 m2.

*OBS: É necessário que o Plano de Inspeção Manutenção NR 12  de cada Máquina e/ou Equipamento esteja atualizado em Conformidade com as Normas Regulamentadoras.

Laudo Velocidade do Ar: Consulte-nos.

1 – URL FOTO: Licensor’s Author: Freepik.com
2 – URL FOTO: Licensor’s Author: romanzaiets – Freepik.com
3 – URL FOTO: Licensor’s Author: romanzaiets – Freepik.com

O que você pode ler a seguir

Técnico equipado com capacete e colete refletivo caminha entre fileiras de painéis solares, realizando inspeção visual em campo.
LAUDO E ENSAIO SISTEMAS SOLARES
Imagem apresenta área logística com silos metálicos, passarelas e caminhões em operação, destacando a integração entre estrutura, transporte e carregamento.
LAUDO ESTRUTURAL DE EDIFICAÇÃO PARA SILOS
Técnico realizando inspeção em silos de armazenamento, com uso de EPI, demonstrando atividade de vistoria preventiva, controle de riscos ocupacionais e atendimento às exigências da NR-01 e NR-06.
LAUDO DE TORRE DE RESFRIAMENTO

Mais Populares

  • LAIA -Levantamento de Avaliação de Impactos Ambientais
    LAIA -Levantamento de Avaliação de Impactos Ambientais
  • NR 10 S.E.P. Training – Electrical Power Systems and their Surroundings
    NR 10 S.E.P. Training – Electrical Power Systems
  • P.I.E. Electrical Installations Report NR 10
    P.I.E. Electrical Installations Report NR 10 (Brazilian Standard)
  • Locação de Ambulância Básica ou UTI
    Locação de Ambulância
  • Locação de Ambulância Básica
    Locação de Ambulância Básica

Em destaque

  • Curso NR 10 Básico em Japonês
    Curso NR 10 Básico em Japonês
  • Curso NR 10 com Interprete em Alemão
    Curso NR 10 com Interprete em Alemão
  • Curso NR 10 Básico com Interprete em Japonês
    Curso NR 10 Básico com Interprete em Japonês
  • Curso NR 10 SEP com Interprete em Russo
    Curso NR 10 SEP com Interprete em Russo
  • Instalação de Iluminação
Ad Banner
01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

Para saber mais, clique aqui

Procurar por...

Mantenha-se atualizado(a) com as notícias mais importantes

Newsletter

Oferecemos serviços especializados em laudos e perícias, com total compromisso com a precisão e a qualidade.

  • Institucional
    • Quem Somos
    • Instrutores
    • Suporte Técnico
    • Prévias de Cursos
    • Solicitação de Proposta
    • Contato
  • Cursos e Treinamentos
    • Cursos Internacionais
    • Engenharias
    • Segurança do Trabalho
  • Nossos Serviços
    • Consultorias e Assessorias
    • Laudos e Perícias
    • Mão de Obra Especializada
    • Obras Públicas
    • Tanques, Bombas e Tubulações
  • Laudos e Perícias
    • Alvarás
    • ARTs
    • Licenças
    • Planos
    • Programas
    • Projetos
    • Prontuários
  • Aviso de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

{#011☼ROM-EZ@∞∞-V.I.49🔒} [⟁EZ-TRN∴PROP49⚷] Σ₳³-369 | {👑SOBERANA-EZ|AETHEL::EIXO-178|∞} [⟁P.B.S.M.S∴MANIFESTA-€$R⚲] Σ(369)⚡︎EZ-LEGADO

© 2026 Rescue Cursos. Todos os direitos reservados | Desenvolvido por: Amaze Studio | Criação de Sites

_

Nosso site utiliza cookies para fornecer a melhor experiência para o seu acesso às nossas páginas e serviços.
Saiba mais ou ajuste suas .

Política de Privacidade

A Rescue7, por meio do site https://rescuecursos.com, coleta apenas os dados pessoais necessários para atendimento, comunicação, elaboração de orçamentos e prestação de seus serviços.

Os dados informados nos formulários, como nome, e-mail, telefone, CPF ou CNPJ e endereço, são tratados com segurança e confidencialidade, conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e não são vendidos ou compartilhados para fins comerciais.

O titular dos dados pode solicitar acesso, correção ou exclusão de suas informações a qualquer momento pelo e-mail contato@rescuecursos.com ou pelo telefone (11) 3535-3734.

Mais informações em Política de Privacidade

Cookies estritamente necessários

O Cookies estritamente necessário deve ser ativado o tempo todo para que possamos salvar suas preferências para configurações de cookies.

Analytics

Este site utiliza o Google Analytics para coletar informações anônimas, como o número de visitantes e as páginas mais populares. Manter este cookie ativado nos ajuda a melhorar nosso site.

Aviso de Cookies

O site https://rescuecursos.com.br utiliza cookies para melhorar a navegação, analisar o uso do site e oferecer uma melhor experiência ao usuário.

Ao continuar navegando, você concorda com o uso de cookies. Você pode gerenciar ou desativar os cookies nas configurações do seu navegador.

Visualize nosso Aviso de cookies.

Para mais informações, consulte nossa Política de Privacidade.