Nome Técnico: Inspeção Técnica de Tanque Aéreo Atmosférico de Aço Conforme NBR 15461 + Elaboração de Relatório Técnico Requisitos de Fabricação e Métodos de Ensaios + EMISSÃO DA ART
Referência: 183532
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
O Laudo Tanque Aéreo NBR 15461 é um documento técnico que atesta a segurança, conformidade e integridade estrutural de um tanque aéreo atmosférico. Com efeito, ele é elaborado com base em normas como a NBR 15461 e a NR 13, contemplando inspeções técnicas, ensaios e análise da vida útil do equipamento. Além disso, o laudo é essencial para garantir que o tanque esteja apto para armazenar substâncias de forma segura, prevenindo riscos de vazamentos, explosões e falhas estruturais.
O Relatório Técnico de Tanque Aéreo Atmosférico de Aço conforme NBR 15461 – Requisitos de Fabricação e Métodos de Ensaios estabelece os requisitos de fabricação e métodos de ensaios para tanques de aço com contenções primária e secundária, e bacia acoplada, utilizados para armazenamento de líquidos não corrosivos, inflaáveis estáveis e combustíveis com massa específica não superior a 1.000 kg/m³. Estes requisitos se referem aos tanques aéreos de aço, com contenções primária e secundária, bacia acoplada, utilizados para armazenamento de líquidos não corrosivos, inflamáveis, estáveis e combustíveis com massa específica não superior a 1.000 kg/m³.

A segurança começa com a escolha certa: tanque aéreo projetado para máxima proteção e eficiência.
Para que serve o Laudo Tanque Aéreo NBR 15461?
O Laudo de Tanque Aéreo tem como finalidade:
Primeiramente, atender às exigências normativas da NBR 15461 e NR 13;
Além disso, garantir a segurança operacional, prevenindo vazamentos, explosões e contaminações ambientais;
Ademais, avaliar a vida útil do tanque, identificando corrosões, fissuras e desgastes;
Por conseguinte, comprovar a conformidade para órgãos fiscalizadores, como ANP, IBAMA e Corpo de Bombeiros;
Finalmente, reduzir riscos de acidentes e prejuízos financeiros com paradas não programadas e manutenção corretiva.
Por que deve ser realizado o Laudo Tanque Aéreo NBR 15461?
A inspeção e emissão do Laudo de Tanque Aéreo são fundamentais para garantir a segurança operacional, a conformidade com as normas vigentes e a prevenção de acidentes. Em conformidade com as normas técnicas e regulamentadoras, o laudo segue as diretrizes da NBR 15461 e da NR 13, além disso, atende a exigências de órgãos fiscalizadores como ANP, IBAMA e Corpo de Bombeiros. Por consequência, a falta de conformidade pode resultar em multas, interdições e risco de responsabilização legal.
Prevenção de vazamentos e contaminação ambiental
Tanques aéreos armazenam substâncias que podem ser inflamáveis, tóxicas ou poluentes. O laudo identifica possíveis falhas estruturais, como corrosão e trincas, evitando vazamentos e danos ao meio ambiente.
Segurança para trabalhadores e instalações
A integridade do tanque deve ser assegurada para evitar riscos de explosões, incêndios e acidentes. Inspeções regulares ajudam a detectar desgastes e falhas antes que causem incidentes.
Aumento da vida útil do equipamento
Com a realização periódica de inspeções e ensaios, é possível identificar a necessidade de manutenções preventivas, prolongando a durabilidade do tanque e reduzindo custos com substituições inesperadas.
Comprovação para seguradoras e auditorias
Empresas que possuem tanques aéreos precisam do laudo para obter cobertura de seguros, além de atender auditorias internas e externas de qualidade e segurança.
Evitar sanções e paralisações das operações
A não realização do laudo pode resultar em autuações, interdições e responsabilização da empresa em caso de acidentes ou danos ambientais.

Versatilidade e qualidade em cada detalhe: tanques feitos para atender às mais diversas necessidades de armazenamento.
Quando deve ser realizado o Laudo Tanque Aéreo NBR 15461?
O laudo em tanque aéreo deve ser realizado periodicamente e sempre que houver situações que possam comprometer a integridade ou a segurança do equipamento.
Antes da colocação em operação: Para garantir que o tanque esteja dentro das especificações de segurança.
Anualmente: Como parte da manutenção preventiva, para verificar a integridade do tanque e possíveis desgastes ou falhas estruturais.
Após qualquer intervenção ou manutenção significativa: Como reformas, reparos, troca de componentes ou após eventos que possam ter comprometido a estrutura do tanque.
Em caso de modificações ou alterações no ambiente operacional: Mudanças nas condições de uso, como variações de temperatura ou pressão, também podem demandar a realização do laudo.
Este laudo tem a finalidade de garantir que o tanque aéreo continue seguro para o armazenamento de substâncias, respeitando as normas de segurança e prevenindo riscos operacionais.
Laudo Tanque Aéreo NBR 15461
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Termos e definições; Construção de todos os tanques; Materiais;
Tanques em aço carbono; Tanques em aço inox; Juntas de soldas;
Conexões do tanque; Respiro Bocas de visita; Enchimento, drenagem e aberturas de medição;
Pintura; Tanques que armazenam líquidos com massa específica superior a 1 000 Kg/m3;
Tanques com fundo não plano; Tanques de contenção primários cilíndricos horizontais – Geral:
Construção;
Capacidades e dimensões; Espessura do aço; Tampos e juntas de tampos;
Construção do tanque compartimentado; Tanques cilíndricos verticais – Geral;
Construção; Capacidades e dimensões; Espessura de aço; Teto; Fundo do tanque;
Tanques retangulares; Construção; Geral Espessura do aço; Desempenho;
Ensaio de resistência hidrostática; Ensaio de carga de teto;
Tanques de contenção secundários – Todas as construções de tanques de contenção secundárias – Geral;
Tanques cilindros verticais – Geral; Construção;
Tanques retangulares; Construção; Ensaio de performance; Ensaio de resistência hidrostática;
Ensaio de carga superior; Tanque com bacia metálica acoplada; Detalhes;
Capacidade da bacia metálica acoplada; Construção; Tanques com bacia metálica acoplada;
Bacia metálica acoplada com topo aberto; Bacia metálica acoplada com topo fechado;
Ensaios de desempenho; Ensaio de flutuabilidade; Ensaio de carga hidrostática; Suportes de tanque;
Todos os tanques; Tanques cilíndricos horizontais; Tanques cilíndricos verticais;
Tanques retangulares; Construção dos suportes; Suportes Ensaio de desempenho;
Acessórios de tanques, componentes e construções especiais;
Materiais; Escadas sem corrimão ou guarda-corpo;
Escada com corrimão ou guarda corpo; Passarelas; Serpentinas de aquecimento;
Poço de decantação; Acessórios para tanques; Métodos de ensaio de vazamento do tanque;
Tanques primários de contenção; Tanques secundários de contenção;
Ensaio de resistência hidrostática Geral Aparelho de ensaio;
Tanques primários de contenção; Tanques secundários de contenção;
Ensaio de carga superior; Ensaio de flutuabilidade; Ensaio de carga hidrostática;
Ensaio de carga de suporte do tanque; Ensaio de alça de elevação; Ensaios de fabricação e produção;
Tanques de contenção primária e secundária;
Ensaios de fabricação e produção-Tanques com dique; Marcação do tanque – Geral Elementos de marcação;
Tanques retangulares; Método de Marcação e Localização; Capacidade e área úmida;
Juntas do tampo para tanques cilíndricos horizontais; Juntas de fundo para tanques cilíndricos verticais;
Juntas do teto para tanques cilíndricos verticais; Juntas de ângulo; Conexões do Tubos;
Conexões de topo e costado; Conexões do teto para tanques verticais;
Respiros; Bocas do visita no teto do tanque; Bocas de visita no tampo ou no costado (tanques horizontais;
Tanques verticais; Bocas de visita no teto do tanques verticais; Reforços para tampos e divisórias;
Posicionamento do tanque de contenção secundário; Suporte para tanques cilíndricos horizontais;
Aparelho de ensaio o disposição; Tipos de Juntas; Conexões do teto e costado;
Comprimento mínimo da rosca para conexões de tubo com rosca;
Capacidade do respiro de emergência para tanques primários e espaço intersticial de tanques com contenção secundária metálica;
Tamanho da abertura para respiro normal; Bocas de visita no teto, no costado e no tampo;
Bocas-de-visita no teto de tanques verticais;
Espessura da chapa da tampa e do flange da boca de visita do costado;
Dimensões da boca de visita no costado; Espessura mínima do aço para tanques horizontais;
Fixação de reforço em tampos e divisórias planas rebordeadas;
Tampos abaulados – Profundidade da curvatura;
Fixação de reforços em tampos e divisórias planas e não rebordeadas;
Espessura mínima do aço para tanques verticais;
Espessura mínima do aço para o reservatório externo de tanques; de contenção secundária horizontais em contato direto com o reservatório do tanque de contenção primária;
Espessura mínima do aço para o costado externo dos tanques de contenção secundária verticais em contato direto com o costado do tanque de contenção primária;
Espessura mínima do material para construção de suportes;
Capacidade em litros por comprimento em função do diâmetro;
Áreas úmidas para tanques horizontais;
Áreas úmidas para tanques verticais Área do costado a elevação não superior a 9 m acima do fundo;
Fonte: NBR 15461/ Target
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
Cabe à Contratante fornecer:
Procedimentos da Inspeção quando for o caso e se contratado:
– Se os equipamentos estiverem a céu aberto e estiver chovendo, chuviscando, ou úmido, não é possível realizar a inspeção e a logística de retorno corre por conta da Contratante.
– Os equipamentos de força motriz própria (autopropelidos) deverão estar em pleno funcionamento com um operador habilitado em conjunto (caso seja Talha, Ponte Rolante, Guindastes em geral, etc.);
– Liberar acesso ao veículo do Perito Avaliador nas dependências da Contratante em virtude de materiais e aparelhos de inspeção serem de peso e valor agregado.
01 -Se for realizar TESTE DE SOLDA E SISTEMA DE LÍQUIDO PENETRANTE no equipamento e nas peças que contenham pontos de solda cabe a Contratante:
a) Os pontos que contém solda no decorrer da peça (Inclusive quando tiver braço articulado e apoio de cesto acoplado) deverão estar devidamente decapados, sem nenhum tipo de resíduos tais como tintas, graxas, gorduras, óleos, vernizes, colas ou qualquer tipo de sujidades ou resíduos que possam atrapalhar as análises do líquido penetrante;
b) Cabe a Contratante passar o produto STRIPTIZI (Revelador de Trincas de Soldas) em todas as bases do Equipamento e peças de apoio, limpar bem e passar pano (não deixar nenhuma sujidade);
c) Se tiver Lanças automáticas ou lança manual, lixar solda da frente;
d) Os pisos onde serão avaliados os equipamentos deverão estar cobertos em virtude dos respingos do líquido penetrante;
e) Deverá ter a disposição ponto de energia, mangueira com água, estopas ou panos.
f) Atenção: A função do Perito Avaliador se limita a executar a Inspeção e não cabe ficar esperando por mais de 10 minutos a Contratante efetuar manutenção ou organizar a logística da inspeção.
NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.




