Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica para Verificação de Elemento Radiográfico (END) NBR ISO 4037-2 + Elaboração de Relatório Técnico
Referência: 201651
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar
Qual o objetivo do Laudo de Elemento Radiográfico?
O objetivo do Laudo de Elemento Radiográfico é fornecer uma avaliação detalhada dos resultados de testes e inspeções realizados em equipamentos, estruturas ou materiais sujeitos à radiação ionizante. Este documento técnico é comumente utilizado em setores como a indústria, construção civil, petróleo e gás, onde a detecção de falhas ou irregularidades, sem comprometer a integridade do material. São incluídos nos procedimentos de teste, os equipamentos empregados, os resultados obtidos e as conclusões a respeito da integridade, segurança e conformidade do material ou equipamento inspecionado, de forma a garantir a qualidade, segurança e conformidade com as normas regulatórias, além de auxiliar na tomada de decisões relacionadas à manutenção, reparo ou substituição de componentes sujeitos à radiação ionizante.
O que é Radiação Ionizante?
Radiação ionizante é um tipo de radiação que possui energia suficiente para remover elétrons de átomos ou moléculas, resultando na formação de íons. Essa radiação pode ser emitida por elementos radioativos, raios-X, raios gama e outras fontes. Devido à sua capacidade de ionizar átomos e moléculas, a radiação ionizante pode ter efeitos prejudiciais à saúde, como danos ao DNA e aumento do risco de câncer. No entanto, ela também é utilizada em diversas aplicações, como na medicina (por exemplo, radioterapia), na indústria e em pesquisas científicas.
Qual a Influência da Direção de Incidência da Radiação na Resposta da Câmara de Ionização?
A influência da direção de incidência da radiação na resposta da câmara de ionização pode variar dependendo do design e das características específicas da câmara em questão. Em geral, a resposta da câmara de ionização pode ser influenciada pela direção de incidência da radiação devido a efeitos como a geometria da câmara, a distribuição de energia da radiação incidente e a capacidade da câmara de capturar elétrons e íons resultantes da ionização.
Em algumas câmaras de ionização, a resposta pode variar dependendo do ângulo de incidência da radiação, especialmente em câmaras utilizadas em radioterapia e medidas de feixes de radiação. A resposta pode ser afetada pela variação na densidade de íons produzidos, na coleção de cargas e na eficiência de ionização em diferentes direções.
Portanto, a direção de incidência da radiação pode ser um fator importante a considerar ao avaliar e calibrar câmaras de ionização para aplicações específicas, especialmente aquelas em que a precisão da dosimetria é crucial.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Laudo Elemento Radiográfico
Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo; Referências normativas; Termos e definições;
Instrumento-padrão; Generalidades; Calibração do instrumento-padrão;
Dependência energética da resposta do instrumento-padrão;
Conversão da grandeza medida de kerma no ar, Ka, para a grandeza a ser medida;
em relação ao simulador exigido; Determinação dos coeficientes de conversão;
Cálculo dos coeficientes de conversão da fluência espectral;
Validação dos campos de referência e dos coeficientes de conversão listados usando dosimetria;
Calibração direta do campo de referência em termos da grandeza a ser medida relacionada ao simulador exigido;
Procedimentos de medição aplicáveis às câmaras de ionização;
Condições geométricas; Espalhamento no suporte da câmara e na haste;
Localização e orientação da câmara-padrão; Correções da medição;
Correção da variação da temperatura, pressão e umidade do ar nas condições de calibração de referência;
Correções para fuga induzida por radiação, incluindo radiação ambiente;
Coleta incompleta de ions; Não uniformidade do feixe;
Procedimentos e precauções adicionais específicos para dosimetria de radiação alcance usando fontes de radionuclídeos;
Uso de fonte com atividade certificada; Uso de capas de equilíbrio eletrônico;
Decaimento da fonte radioativa; Impurezas de radionuclídeos;
Interpolação entre posições de calibração;
Procedimentos e precauções adicionais específicos para dosimetria de radiação X;
Variação da emissão de radiação X; Câmara monitora; Ajuste da taxa de kerma no ar;
Dosimetria da radiação de referência para energias de fotons entre 4 MeV e 9MeV;
Grandezas dosimétricas; Medição das grandezas dosimétricas; Kerma no ar (taxa);
Grandezas operacionais relacionadas ao simulador H*(10), Hp (10), H'(3) e Hp(3);
Geometria de medição; Monitor; Determinação de kerma no ar (taxa) livre no ar;
Condições de medição; Medição direta com uma câmara de ionização;
Determinação de kerma no ar (taxa) a partir da fluência de fótons (taxa);
Incerteza de medição; Componentes de incerteza;
Incertezas na calibração de um padrão secundário;
Incertezas nas medições da radiação de referência devido ao instrumento-padrão e seu uso;
Declaração de incerteza; Detalhes técnicos dos instrumentos e sua operação;
Detalhes operacionais do instrumento-padrão;
Operação do instrumento-padrão; Verificação de estabilidade;
Estabilização e tempo de resposta; Ajuste do zero;
Número de leituras; Valor de resposta não constante devido à escala e ao intervalo do instrumento;
Tempo de trânsito do obturador; Procedimentos aplicáveis às cámaras de ionização;
Câmara de ionização calibrada separadamente do conjunto de medição. Influência da direção de incidência da radiação na resposta da câmara de ionização;
Medição do efeito de fuga; Correções de medição;
Ajuste do zero; Correções para fuga elétrica;
Medição de espectros de fótons;
Configuração experimental para a medição dos espectros de altura de pulso;
Desdobramento de espectros de altura de pulso para determinar a fluência espectral;
Exemplo de uma configuração típica de raios X;
Diagrama esquemático de um exemplo de configuração experimental para as medições dos espectros de altura de pulso;
Exemplo de espectro de fluência (E) e espectro de altura de pulso da qualidade de radiação N-30, medida a 1,0 m de distância entre o espectrometro Ge e o foco do tubo de raios X;
Requisitos de dependência energética da resposta do instrumento-padrão;
Valores tipicos para a correção de bremsstrahlung;
Valores típicos de atenuação e correção de espalhamento, katt, para diferentes tipos de câmaras de ionização;
Valores típicos das médias dos poderes de frenamento de colisão de massa restrita do ar em relação aos materiais da parede;
Coeficientes de absorção de energia relativos ao ar para paredes não equivalentes ao ar.
F: NBR ISSO 4037-2
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Normativo ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



