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Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, CREA, CREA - ARTs, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Elétrica, Engenharia Elétrica - ARTs, Engenharia Elétrica - Laudos e Relatórios Técnicos, Laudos e Relatórios Técnicos, Medicina do Trabalho - ARTs, Normas Internacionais, NR10, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - ARTs, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Serviços Técnicos, Suporte Técnico

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICADOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS DE BAIXA TENSÃO NBR 61643-11, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Referência: 160517

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

O Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão é uma ferramenta essencial para garantir a segurança e a eficiência dos sistemas elétricos. Este documento técnico avalia a eficácia dos dispositivos que protegem circuitos elétricos contra surtos de tensão, medindo grandezas elétricas, detectando falhas e verificando a conformidade com a norma NBR 61643-11. Vamos explorar a importância desse laudo, como ele funciona e os benefícios que ele oferece.

Dispositivos de Proteção Contra Surtos: proteja seu patrimônio com laudos especializados - Dispositivos de Proteção Contra Surtos: proteja seu patrimônio com laudos especializados - Laudo Proteção Surtos Tensão

Dispositivos de Proteção Contra Surtos: proteja seu patrimônio com laudos especializados

Qual a Importância do Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão?

Esse laudo é fundamental para a segurança elétrica em qualquer instalação. Surtos de tensão podem causar danos irreparáveis a equipamentos sensíveis, resultando em falhas operacionais e custos elevados de manutenção. Com o laudo, você consegue identificar problemas antes que eles causem danos significativos.

A norma NBR 61643-11 estabelece critérios rigorosos para a proteção contra surtos. Seguir essas diretrizes não é apenas uma questão de conformidade; é uma maneira de garantir a proteção dos dispositivos e a integridade dos sistemas. Além disso, a documentação gerada pelo laudo é crucial para auditorias e inspeções regulatórias. Portanto, investir em um laudo confiável minimiza riscos e melhora a confiabilidade do sistema elétrico.

O que são Dispositivos de Proteção contra Surtos?

Os Dispositivos de Proteção contra Surtos (DPS) são elementos cruciais em instalações elétricas modernas. Eles desempenham a função vital de limitar a tensão transiente, prevenindo danos a equipamentos eletrônicos sensíveis e assegurando a continuidade das operações.

Esses dispositivos são projetados para operar em circuitos de corrente alternada com frequências de 50/60 Hz e suportam tensões nominais de até 1.000 V eficazes. Os DPS possuem características de desempenho específicas que são fundamentais para sua eficácia.

Por exemplo, eles utilizam métodos normalizados de ensaio e contêm componentes não lineares que ajudam a escoar correntes de surto de forma eficiente. A instalação adequada e a manutenção regular desses dispositivos são cruciais para garantir sua eficácia na proteção contra surtos elétricos, uma vez que a negligência pode resultar em falhas de proteção e danos significativos a sistemas elétricos.

Portanto, é essencial que profissionais qualificados realizem a instalação e verificação periódica dos DPS, garantindo assim a segurança e a integridade dos equipamentos conectados.

Laudo especializado que verifica a resistência e capacidade de proteção dos dispositivos, prevenindo falhas em sistemas elétricos de baixa tensão - Laudo Proteção Surtos Tensão

Laudo especializado que verifica a resistência e capacidade de proteção dos dispositivos, prevenindo falhas em sistemas elétricos de baixa tensão

Como funciona o Laudo de Proteção Surtos Tensão?

O Laudo de Proteção Surtos Tensão envolve uma série de etapas metódicas para avaliar a eficácia dos dispositivos. A primeira ação é realizar uma inspeção visual dos equipamentos e painéis, permitindo identificar qualquer sinal visível de desgaste ou dano que possa comprometer a proteção.

Em seguida, são feitas medições das grandezas elétricas, como tensão, corrente e resistência. Essas medições fornecem dados cruciais sobre o estado dos dispositivos de proteção. Os resultados obtidos são comparados com os padrões estabelecidos pela NBR 61643-11.

Se forem detectadas falhas, o laudo não apenas aponta essas falhas, mas também sugere soluções técnicas adequadas. Além disso, o laudo inclui recomendações para a manutenção e substituição de dispositivos, quando necessário.

Ao final do processo, um relatório detalhado é gerado, documentando todas as descobertas e ações recomendadas. Esse documento se torna vital para garantir a conformidade e a segurança do sistema elétrico, funcionando como um guia para futuras manutenções e auditorias.

Quais os Benefícios do Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão?

Realizar o Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão traz uma série de benefícios significativos. Em primeiro lugar, ele garante a segurança dos equipamentos, prevenindo danos causados por surtos elétricos. Isso é especialmente importante em ambientes onde equipamentos sensíveis operam, como em laboratórios e centros de dados.

Além disso, o laudo melhora a confiabilidade do sistema elétrico, evitando paradas indesejadas que podem impactar a produção. Um sistema protegido não só opera de maneira mais eficiente, mas também resulta em menores custos operacionais e de manutenção. Isso se traduz em economia para a empresa, permitindo que recursos sejam alocados para outras áreas críticas. Outro benefício importante é a conformidade com as normas técnicas.

A documentação detalhada do laudo facilita auditorias e análises futuras, garantindo que a empresa esteja sempre em conformidade com as exigências regulatórias. Isso é um ponto crucial, pois a não conformidade pode resultar em multas e penalidades severas.

Avaliação do desempenho e conformidade dos dispositivos de proteção contra surtos em sistemas de baixa tensão, garantindo a segurança elétrica - Laudo Proteção Surtos Tensão

Avaliação do desempenho e conformidade dos dispositivos de proteção contra surtos em sistemas de baixa tensão, garantindo a segurança elétrica

Como escolher um serviço de Laudo Proteção Surtos Tensão?

Escolher um serviço para o Laudo Proteção Surtos Tensão requer atenção a alguns pontos importantes:

  • Verifique a experiência da empresa;
  • Analise as metodologias utilizadas na realização dos testes;
  • Compare orçamentos, mas priorize a qualidade.

O suporte pós-laudo também é um aspecto relevante. Uma empresa que oferece orientações sobre manutenção e ações corretivas agrega valor ao serviço prestado. Isso não só ajuda a resolver problemas identificados, mas também contribui para um melhor gerenciamento do sistema elétrico.

Por fim, compare orçamentos, mas priorize a qualidade. Um laudo de alta qualidade é um investimento que traz segurança e eficiência para sua instalação elétrica. Não se deixe levar apenas pelo preço; considere a experiência e a reputação da empresa.

Solicite seu Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão

Se você está preocupado com a segurança da sua instalação elétrica, não hesite em entrar em contato para solicitar seu Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão. Nossa equipe especializada realiza medições precisas e fornece um relatório detalhado, garantindo, portanto, a segurança e a funcionalidade da sua instalação elétrica.

Não deixe sua operação à mercê de surtos que podem causar danos significativos. Solicite seu laudo agora mesmo e assegure a proteção dos seus equipamentos! Estamos prontos para ajudá-lo a proteger seu patrimônio e garantir a continuidade das suas operações, oferecendo um serviço de qualidade que atende às suas necessidades específicas.

Conclusão

Em resumo, o Laudo de Dispositivos de Proteção Surtos Baixa Tensão é uma ferramenta essencial para garantir a segurança e a eficiência dos sistemas elétricos. Ele não apenas protege equipamentos valiosos, mas também assegura a conformidade com as normas regulatórias, evitando riscos que podem resultar em prejuízos financeiros.

Ao escolher um serviço de laudo, opte por profissionais experientes e comprometidos com a qualidade. Assim, você estará investindo na segurança do seu sistema elétrico e na continuidade das suas operações.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO TÉCNICADOS DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO CONTRA SURTOS DE BAIXA TENSÃO NBR 61643-11, ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Objetivo
O objetivo deste escopo técnico é definir as etapas e requisitos para a execução de uma inspeção técnica dos dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão, conforme os requisitos da NBR 61643-11. A inspeção visa avaliar a conformidade, a integridade e o funcionamento dos dispositivos de proteção contra surtos (DPS) instalados, garantindo a segurança das instalações elétricas. Após a realização da inspeção, será elaborado um relatório técnico detalhado, incluindo a emissão da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART).

Justificativa
A proteção contra surtos elétricos é fundamental para a segurança de equipamentos e instalações contra sobrecargas e descargas atmosféricas. A norma NBR 61643-11 especifica os requisitos para a instalação e o desempenho dos dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão, com o objetivo de proteger circuitos elétricos de dispositivos sensíveis e sistemas de comunicação contra danos causados por surtos.

Escopo dos Serviços
O escopo dos serviços inclui:
3.1 Inspeção Técnica dos Dispositivos de Proteção Contra Surtos (DPS):
Inspeção visual de todos os dispositivos de proteção contra surtos instalados, verificando a conformidade com as exigências da NBR 61643-11.
Verificação de etiquetas e identificações dos dispositivos.
Testes de continuidade e resistência de aterramento.
Verificação da integridade física dos DPS (ausência de danos ou corrosão).
Avaliação do dimensionamento e adequação dos dispositivos, conforme as características da instalação.

Testes Funcionais:
Testes de operação dos DPS para verificar se estão em conformidade com as condições de projeto e especificações da NBR 61643-11.
Testes de desempenho, incluindo a simulação de surtos para garantir a resposta adequada do sistema de proteção.

Elaboração do Relatório Técnico:
Elaboração de um relatório técnico detalhado contendo os resultados da inspeção e testes realizados.
Identificação de eventuais não conformidades ou necessidades de melhorias no sistema de proteção contra surtos.
Recomendações para ajustes ou substituições de componentes defeituosos ou inadequados.

Emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica):
Emissão da ART em conformidade com as normas do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), identificando o responsável técnico pela execução dos serviços.

Requisitos Técnicos
Os testes e inspeções deverão ser realizados de acordo com as especificações e recomendações contidas na NBR 61643-11.
O responsável técnico deverá ser um profissional habilitado e registrado no CREA.
Todos os equipamentos de medição e testes utilizados deverão estar calibrados e certificados conforme as normas aplicáveis.

Cronograma de Execução
A execução da inspeção técnica e elaboração do relatório deverá ser realizada conforme o cronograma acordado com o cliente. O prazo estimado para a execução completa do serviço é de X dias úteis, a contar da data de início dos trabalhos.

Entregáveis
Relatório Técnico detalhado, incluindo os resultados da inspeção e testes realizados, com descrição das conformidades e não conformidades.
Emissão da ART com a devida assinatura do responsável técnico.

Garantias e Responsabilidades
O responsável técnico pela execução dos serviços garante que os testes serão realizados com precisão e que as recomendações no relatório estarão de acordo com as melhores práticas e as exigências da NBR 61643-1

Condições Comerciais
Os custos do serviço de inspeção e elaboração do relatório técnico serão acordados previamente, de acordo com as condições comerciais estabelecidas entre as partes.

Esse escopo técnico proporciona um caminho claro para a realização da inspeção técnica dos dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão, atendendo às exigências da norma NBR 61643-11 e assegurando a elaboração de um relatório técnico adequado.

Quando pertinente e contratado Ensaios e Testes necessários:

Teste de Continuidade do Aterramento
Objetivo
: Verificar se o sistema de aterramento dos dispositivos de proteção contra surtos está adequadamente instalado e funcional.
Procedimento: Medir a resistência de aterramento, que deve estar de acordo com os limites estabelecidos pela norma. A resistência máxima geralmente permitida é de 10 ohms, mas em locais de alto risco pode ser ainda mais restritiva.

Teste de Resistência de Isolamento
Objetivo
: Garantir que os dispositivos de proteção contra surtos não apresentem falhas de isolamento que possam comprometer a segurança elétrica.
Procedimento: Utilizar um megômetro para medir a resistência de isolamento dos cabos e dispositivos. O valor mínimo de resistência exigido pela NBR 61643-11 deve ser de 1 MΩ para sistemas de baixa tensão.

Teste Funcional dos Dispositivos de Proteção Contra Surtos (DPS)
Objetivo
: Verificar a operação dos dispositivos quando expostos a condições de surtos elétricos simulados.
Procedimento: Realizar testes para verificar se os DPS reagem corretamente à presença de surtos ou transientes, conforme as especificações do fabricante. O teste pode envolver a injeção de uma tensão transitória para simular surtos.

Teste de Disparo
Objetivo
: Avaliar a capacidade do dispositivo de proteção de “desarmar” ou interromper a passagem de corrente excessiva ou surge, evitando danos a equipamentos.
Procedimento: Simulação de um evento de sobrecorrente ou surto, para garantir que o DPS interrompa a passagem de corrente conforme esperado, mantendo a integridade do sistema elétrico.

Testes de Descarga de Surtos
Objetivo
: Medir a capacidade de absorção de energia dos dispositivos de proteção.
Procedimento: Utilizar um gerador de surto para simular descargas atmosféricas e medir a capacidade do dispositivo de suportar surtos de alta energia sem falhas.

Análises Quantitativas
Medições de Tensão
Objetivo
: Garantir que a tensão nos pontos críticos do sistema de proteção contra surtos esteja dentro dos limites seguros, mesmo durante a ocorrência de surtos.
Procedimento: Medir as tensões em diferentes pontos da instalação elétrica durante um surto simulado para garantir que a tensão máxima não ultrapasse os limites de segurança definidos pela NBR 61643-11.

Cálculo da Capacidade de Proteção
Objetivo
: Avaliar a eficiência e a capacidade do dispositivo de proteção de absorver ou desviar a energia dos surtos.
Procedimento: Calcular a corrente máxima que o DPS pode suportar, comparando com as especificações de capacidade do dispositivo. Este cálculo assegura que o DPS será eficaz mesmo em cenários de alto risco.

Análise de Características de Disparo e Tempo de Resposta
Objetivo
: Avaliar o tempo de resposta dos DPS à detecção de surtos, garantindo que a interrupção do fluxo de corrente aconteça rapidamente, evitando danos aos dispositivos conectados.
Procedimento: Realizar medições do tempo entre o surgimento de um surto e a ativação do mecanismo de proteção, garantindo que o dispositivo cumpra o critério de resposta rápida.

Importância dos Ensaios Quantitativos
As análises quantitativas e os testes de desempenho são essenciais para:
Verificar a conformidade com as especificações da norma NBR 61643-11.
Assegurar a integridade dos equipamentos e sistemas contra os efeitos de surtos de baixa tensão.
Garantir a proteção de dispositivos sensíveis, como computadores, sistemas de comunicação e outros equipamentos eletrônicos.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Conclusão
Portanto, os ensaios, testes e análises quantitativas são essenciais para validar o desempenho dos dispositivos de proteção contra surtos e garantir que a instalação elétrica esteja segura e conforme a norma. A execução desses testes assegura que os dispositivos protejam de maneira eficiente os equipamentos e a infraestrutura elétrica contra eventos de surto.

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

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Referências Normativas quando for o caso aos dispositivos aplicáveis e suas atualizações:
NR 10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
ABNT IEC 61643-11 – Dispositivos de proteção contra surtos de baixa tensão, Parte11: Dispositivos de proteção contra surtos conectados aos sistemas de baixa tensão;
Protocolo 2015 – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota:
Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*

Outros elementos quando contratado e Pertinentes:

Análise dos termos, definições e abreviaturas;
Reconhecimento da frequência;
Aferição da tensão;
Reconhecimento da acessibilidade;
Métodos de montagem;
Inspeção da pressão atmosférica e altitude;
Avaliação do local de instalação;
Observação do grau de proteção assegurado pelos invólucros;
Especificação dos ensaios de classes I, II e III;
Segurança da faixa de temperatura e de umidade;
Checagem da rede de alimentação elétrica;
Vistoria do comportamento de falha do dispositivo;
Proteção contra as sobrecorrentes;
Conformidade da corrente de impulso de descarga;
Segurança na proteção contra os contatos diretos;
Classificação do nível de tensão de proteção;
Inspeção dos desligadores e indicadores de estado;
Análise da resistência de isolamento;
Avaliação dos parafusos e partes que conduzem correntes e conexões;
Checagem da resistência ao calor e ao fogo;
Compatibilidade eletromagnética;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);

Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão

Saiba Mais: Laudo Dispositivos Proteção Surtos Baixa Tensão:

A tensão aplicada de maneira contínua entre os bornes do dispositivo de proteção contra surtos (DPS) não pode exceder sua tensão máxima de operação contínua UC. A pressão atmosférica é de 80 kPa a 106 kPa. Estes valores representam uma altitude de +2.000 m a ?500 m, respectivamente.
As temperaturas na faixa normal: –5 °C a +40 °C. Esta faixa corresponde aos DPS para uso abrigado, em locais protegidos contra as intempéries sem controle da temperatura e da umidade; e corresponde às características de influências externas de código AB4 descritas na IEC 60364-5-51. Na faixa estendida: –40 °C a +70 °C. Este intervalo de temperaturas corresponde aos DPS utilizados para uso ao tempo em locais não protegidos contra as intempéries.
Umidade na faixa normal: 5% a 95%. Esta faixa corresponde aos DPS para uso abrigado, em locais protegidos contra as intempéries sem controle da temperatura e da umidade; e corresponde às características de influências externas de código AB4 na IEC 60364-5-51. Na faixa estendida: 5% a 100%.
Estas faixas de temperaturas correspondem aos DPS para uso ao tempo em locais não protegidos contra as intempéries. Os DPS destinados a serem utilizados em invólucros e/ou no interior das edificações ou abrigados. Os DPS instalados no exterior em um invólucro ou abrigados são considerados DPS para uso interno. Os DPS destinados a serem utilizados sem invólucro e no exterior das edificações ou dos abrigos (por exemplo, em linhas aéreas de baixa tensão).
Um DPS que pode ser totalmente ou parcialmente tocado por uma pessoa não qualificada, sem o uso de uma ferramenta para abrir qualquer cobertura ou invólucro, após sua instalação. Um DPS que não está apto a ser tocado por uma pessoa não qualificada devido a estar montado fora do alcance (por exemplo, montado em linhas aéreas) ou devido a estar localizado dentro de invólucros que, após sua instalação, somente podem ser abertos utilizando uma ferramenta.
As seguintes informações mínimas devem ser fornecidas pelo fabricante. As marcações que são obrigatórias no corpo, ou fixadas de maneira permanente ao corpo, do DPS: a1) Nome do fabricante ou a marca comercial e número do modelo, a2) Tensão máxima de operação contínua Uc (um valor para cada modo de proteção), a3) Tipo de corrente: ca ou “~” e/ou a frequência, a4) Classificação de ensaio e parâmetros de descarga para cada modo de proteção declarado pelo fabricante devem ser impressos próximos um ao outro.
Deve-se marcar: a5) Nível de tensão de proteção Up (um valor para cada modo de proteção), a6) Grau de proteção assegurado pelo invólucro (código IP), se IP > 20, a7) Identificação dos bornes ou dos condutores (se não estiver identificado no produto), a8) Corrente de carga nominal IL, para os DPS com duas portas e para os DPS com uma porta com bornes de entrada e de saída separados. Quando o espaço disponível não permitir a colocação das marcações acima, é suficiente indicar o nome do fabricante ou a marca comercial, bem como o número do modelo no DPS; as outras marcações requeridas devem aparecer nas instruções de instalação.
Um DPS pode ser classificado de acordo com mais de uma classe de ensaio (por exemplo, classe de ensaio I (T1) e classe de ensaio II (T2)). Neste caso, os ensaios requeridos para cada classe de ensaio declarada devem ser realizados. Se, neste caso, o fabricante declarar somente um nível de proteção, somente o nível de proteção mais elevado deve aparecer na marcação.
As informações que devem ser fornecidas com os produtos a serem entregues incluem: localização, número de portas, método de instalação, corrente de curto-circuito nominal ISCCR, os valores nominais e as características do (s) desligador (es) externo (s), se requerido. Incluir a indicação do funcionamento do desligador (se existir), a orientação para uma instalação normal, se for significativa.
Deve-se dispor também as instruções de instalação: tipo de rede em baixa tensão – BT (esquema TN, esquema TT, esquema IT); a conexão prevista (fase-neutro, fase-terra, neutro-terra, fase-fase); a tensão nominal da rede em ca e a tolerância máxima admissível de tensão para as quais o DPS foi projetado, dimensões mecânicas, comprimento dos condutores, etc.; as faixas de temperatura e de umidade; o valor nominal de interrupção da corrente subsequente Ifi (exceto no caso dos DPS do tipo limitador de tensão); a corrente residual IPE; o valor nominal da corrente de surto de transição Itrans para um DPS do tipo curto-circuitante; a distância mínima de instalação do DPS em relação a qualquer superfície condutiva aterrada; IMÁX., (opcional).
Para as informações que devem ser fornecidas na ficha técnica do produto inclui : o valor nominal de sobretensão temporária UT e/ou o (s) tipo (s) de rede (s) de alimentação para o qual (is) o DPS foi projetado, de acordo com o Anexo B, bem como os detalhes de conexão correspondentes; a corrente total de descarga ITotal para os DPS multipolares (se declarado pelo fabricante) e a classe de ensaio correspondente; a queda de tensão para os DPS com duas portas; a capacidade de suportar surto do lado da carga para os DPS com duas portas (se declarado pelo fabricante); as informações relativas às partes substituíveis (indicadores, fusíveis, etc., se aplicável); a taxa de subida da tensão du/dt (se declarada pelo fabricante); o fator de corrente k, se ele for diferente do indicado na Tabela 20 da norma; os modos de proteção (para os DPS com mais de um modo de proteção).
Para as informações que devem ser fornecidas pelo fabricante para os ensaios de tipo: a presença de componente (s) de comutação (ver Anexo C); a corrente subsequente a ser esperada durante o ensaio de precondicionamento (≤ 500 A ou > 500 A ? ver o Anexo C); se o circuito de indicação de estado não utiliza componentes certificados utilizados de acordo com suas características nominais, o fabricante deve fornecer as normas de ensaio apropriadas que permitem verificar o componente especificado a ser ensaiado; o isolamento e a rigidez dielétrica dos circuitos isolados separados; a corrente presumida de curto-circuito para o ensaio de condicionamento. A conformidade é verificada por inspeção visual.
Para a proteção contra os contatos diretos (inacessibilidade das partes vivas), os DPS devem ser projetados de maneira que estas partes vivas não possam ser tocadas quando forem instalados de acordo com a utilização prevista. Os DPS, com exceção daqueles classificados unicamente para uma montagem fora de alcance, devem ser projetados de maneira que, quando forem cabeados e montados como em utilização normal, as partes vivas não sejam acessíveis, mesmo após a remoção das partes removíveis sem o auxílio de uma ferramenta.
A conexão entre os bornes de terra e todas as partes condutivas acessíveis que são conectadas a ele devem apresentar uma baixa resistência. A conformidade é verificada realizando os ensaios descritos na NBR IEC 60529.
Para todos os DPS com um borne para a conexão do condutor de proteção, a corrente residual IPE deve ser medida conectando todos os bornes do DPS a uma fonte de alimentação à tensão de ensaio de referência (UREF), de acordo com as instruções do fabricante. A conformidade é verificada realizando o ensaio descrito em 8.3.2.
A tensão de limitação medida do DPS não pode ser superior ao nível de tensão de proteção especificado pelo fabricante. A conformidade é verificada realizando o ensaio descrito em 8.3.3. O DPS deve suportar as correntes de descarga especificadas superpostas à tensão máxima de operação contínua Uc, sem modificações inaceitáveis de suas características.
F:NBR

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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