Nome Técnico: Execução de Inspeção Técnica de Conformidade de Painéis Solares – Sistemas Solares Térmico e seus Componentes – Coletores Solares – NBR 17003 + Elaboração do Relatório Técnico + Emissão da ART
Referência: 195860
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Laudo de Painel Solar
O que é o Laudo de Painel Solar?
É um Relatório Técnico que fornece informações detalhadas sobre o desempenho, eficiência e qualidade de um sistema de painel solar. Esse laudo é geralmente produzido por um engenheiro solar ou por um profissional especializado em energia renovável, e é utilizado para avaliar a capacidade e a eficiência de um sistema de painel solar instalado em uma residência, empresa ou empreendimento.
O laudo de painel solar pode conter diversas informações, tais como a potência nominal do sistema de painel solar, sua eficiência de conversão de luz solar em eletricidade, dados de desempenho em diferentes condições de irradiação solar e temperatura, informações sobre a qualidade dos materiais utilizados nos painéis solares, a capacidade de produção de energia ao longo do tempo, entre outros detalhes técnicos relevantes.
Esse tipo de laudo pode ser utilizado para verificar se um sistema de painel solar está operando de acordo com as especificações e normas técnicas estabelecidas, bem como para fins de manutenção, avaliação de desempenho de sistemas de energia solar.
O laudo de painel solar é uma ferramenta importante para avaliar a qualidade e o desempenho de um sistema de energia solar, e pode auxiliar os proprietários e investidores a tomar decisões informadas sobre a eficiência e a confiabilidade do sistema instalado. É importante que o laudo seja produzido por um profissional qualificado e competente na área de energia solar, a fim de garantir a sua precisão e confiabilidade.
O que é Painel Solar?
Um painel solar, também conhecido como módulo fotovoltaico, é um dispositivo que converte a luz solar em eletricidade por meio do efeito fotovoltaico. Os painéis solares são compostos por células fotovoltaicas, que são feitas de materiais semicondutores, geralmente de silício. Quando a luz solar incide sobre as células fotovoltaicas, os elétrons são excitados, gerando uma corrente elétrica.
Os painéis solares podem ser utilizados para produção de eletricidade em aplicações residenciais, comerciais e industriais. Eles são uma fonte de energia renovável e sustentável, pois não emitem poluentes durante a geração de eletricidade e dependem apenas da luz solar, uma fonte de energia inesgotável. A eletricidade gerada pelos painéis solares pode ser usada diretamente para alimentar dispositivos elétricos ou ser armazenada em baterias para uso posterior, quando não há luz solar disponível.
Os painéis solares são uma forma popular de energia renovável, pois ajudam a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e têm o potencial de reduzir os custos de eletricidade ao longo do tempo. Eles são frequentemente usados em sistemas de energia solar fotovoltaica, que incluem também outros componentes como inversores, baterias e dispositivos de monitoramento para aproveitar ao máximo a energia solar disponível.
Quais os principais modelos de Painés Solares?
Existem vários tipos de painéis solares, também conhecidos como módulos fotovoltaicos, que convertem a energia do sol em eletricidade. Alguns dos tipos mais comuns de painéis solares são:
Painéis solares de silício monocristalino: Esses painéis são feitos de um único cristal de silício e são altamente eficientes na conversão de energia solar em eletricidade. Eles têm uma aparência uniforme e são geralmente mais caros do que outros tipos de painéis solares.
Painéis solares de silício policristalino: Esses painéis são feitos de múltiplos cristais de silício e são uma opção mais econômica em comparação com os painéis de silício monocristalino. Eles têm uma aparência mais granulada e são ligeiramente menos eficientes, mas ainda oferecem um bom desempenho geral.
Painéis solares de filme fino: Esses painéis são feitos de materiais semicondutores finos, como o silício amorfo, o disseleneto de cobre índio gálio (CIGS) ou o disseleneto de cádmio (CdTe). Eles são mais flexíveis e leves em comparação com os painéis de silício, o que lhes confere maior versatilidade em termos de aplicação. No entanto, eles geralmente têm uma eficiência menor em comparação com os painéis de silício.
Painéis solares de concentradores: Esses painéis usam lentes ou espelhos para concentrar a luz solar em células fotovoltaicas pequenas e altamente eficientes. Eles são capazes de atingir eficiências muito altas, mas são geralmente usados em aplicações especializadas, como em sistemas de energia solar de grande escala.
Painéis solares bifaciais: Esses painéis têm células fotovoltaicas em ambos os lados, o que permite que eles captem energia solar em ambos os lados. Isso pode aumentar a produção de eletricidade, especialmente em ambientes com alta reflexão de luz, como áreas cobertas de neve.
Painéis solares orgânicos: Esses painéis usam materiais orgânicos, como polímeros ou perovskitas, em vez de materiais inorgânicos, como o silício. Eles são relativamente novos no mercado e ainda estão em fase de desenvolvimento, mas têm o potencial de serem mais baratos e mais flexíveis do que outros tipos de painéis solares.
Laudo de Painel Solar
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:
Escopo;
Referências normativas;
Termos e definições;
Símbolos; Geral; Visão geral do ensaio – Sequência de ensaios; Ensaios de coletores com atributos específicos;
Coletores que usam fontes externas de energia e coletores com medidas ativas ou passivas para operação normal e dispositivos de proteção;
Coletores que usam fontes de energia externas para operação normal;
Coletores usando quaisquer medidas ativas ou passivas para autoproteção;
Relatório; Coletores cogerando energia térmica e elétrica; Coletores sensíveis ao vento e/ou infravermelho (WISC); Coletores de fachadas;
Ensaios de pressão interna para canais de fluidos; Canais de fluidos feitos de materiais não poliméricos; Aparelho e procedimento; Condições de ensaio;
Canais de fluidos feitos de materiais poliméricos; Aparelho e procedimento; Resultados e relatórios;
Temperatura de estagnação padrão; Ensaio sob condições de estagnação; Medição e extrapolação da temperatura de estagnação padrão; Determinação da temperatura de estagnação padrão usando parâmetros de eficiência;
Resultados e relatórios;
Ensaio de exposição e meia exposição;
Exposição inicial ao ar livre; Método 1; Método 2; Método 3; Condições de ensaio; Resultados e relatórios;
Choque térmico externo, Ensaio de choque térmico interno; Ensaio de penetração de chuva;
Ensaio de resistência ao congelamento; Coletores resistentes a congelamento; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de carga mecânica positiva e negativa; Montagem;
Especificações particulares para coletores com sistemas de rastreamento ou outros tipos específicos de coletores;
Métodos para a aplicação das cargas; Coletores solares planos; Coletores de tubo a vácuo;
Ensaio de desempenho térmico; Localização e montagem do coletor; Orientação do coletor ao ar livre; Sombreamento da irradiação solar direta;
Irradiância solar difusa e refletida; Irradiação térmica; Velocidade do ar ao redor; Instrumentação;
Medição de radiação solar; Piranômetro; Medição de radiação térmica; Medição da irradiância térmica ao ar livre; Medição da irradiância térmica em ambientes
fechados Medições de temperatura;
Medição da vazão; Medição da velocidade do ar sobre o coletor; Acuracidade requerida; Montagem de sensores para a medição da velocidade do ar sobre o coletor; Medição do tempo decorrido;
Dimensões do coletor; Instalação do ensaio; Coletores de aquecimento de líquidos; Fluido de transferência de calor;
Tubulações e conexões; Dispositivos de controle de vazão; Procedimentos de ensaio de desempenho térmico;
Precondicionamento do coletor;
Ensaio quasi-dinâmico; Procedimento de ensaio; Ensaio do coletor de aquecimento de líquidos em regime permanente;
Ensaio quasi-dinâmico;
Medidas;
Requisitos de aquisição de dados;
Cálculo dos parâmetros do coletor;
Determinação da capacidade térmica efetiva e da constante de tempo;
Medição da capacidade térmica efetiva com irradiância;
Medição da capacidade térmica efetiva usando o método quasi-dinâmico;
Método de cálculo para a determinação da capacidade térmica efetiva;
Determinação da constante de tempo do coletor;
Determinação do modificador do ângulo de incidência (IAM);
Determinação da perda de carga;
Descrição do coletor;
Faixa operacional;
Dimensões e informações gerais;
Estrutura, invólucro, caixa; Absorvedor; Sistema hidráulico; Vidros/cobertura transparente; Isolamento; Tubos de calor; Refletores;
Condições de ensaio; Resultados dos ensaios; Ensaio de ruptura ou colapso; Condições de ensaio; Resultados do ensaio; Ensaio de exposição; Exposição inicial ao ar
livre;
Condições de ensaio para o Método 1; Condições de ensaio para o Método 2; Condições de ensaio para o Método 3; Resultados do ensaio; Resultados do ensaio de desempenho; Coletores que usam fontes de energia externas;
Medições de potência térmica fornecida; Relatórios de desempenho térmico; Coeficientes medidos para o cálculo da saída térmica; Saída de energia por unidade
coletora; Modificador de ângulo de incidência;
Registro de dados de requisitos de ensaio de exposição cumpridos;
Registro de inspeção final; Coeficientes de desempenho de coletores; Saída de energia do coletor; Tabela de queda de pressão do coletor;
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
Teste de Carga (com ART) conforme NR 12;
END (Ensaios Não Destrutivos) conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) do CREA SP,
TRT (Termo de Responsabilidade Técnica) do CFT, e
CRT (Certificado de Responsabilidade Técnica) do CNDP BRASIL.
NOTA:
Ressaltamos que o Escopo Geral do Serviço poderá ser alterado, atualizado ou excluído itens conforme inspeção in loco pelo nosso Perito Avaliador.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar Atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, conforme inspeção e sempre que for necessário, bem como efetuar a exclusão ou inserção de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não no Escopo Geral do Serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.
Laudo de Painel Solar



