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Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto
quarta-feira, 01 janeiro 2025 / Publicado em 00 - Template Laudos, ABNT, CREA, CREA - ARTs, CREA - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia Civil, Engenharia Civil - ARTs, Engenharia Civil - Laudos e Relatórios Técnicos, Engenharia de Segurança do Trabalho, Laudos e Relatórios Técnicos, Medicina do Trabalho - ARTs, Medicina do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Normas Internacionais, NR18, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - ARTs, Segurança do Trabalho - Laudos e Relatórios Técnicos, Serviços Técnicos, Suporte Técnico

Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto

Nome Técnico: EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO E ENSAIOS  – PARÂMETROS DAS CORDOALHAS DE AÇO PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO NBR 7483, ELABORAÇÃO DE RELATORIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Referência: 160236

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar

O Laudo Cordoalhas de Aço é fundamental para garantir a segurança e a qualidade nas construções. As cordoalhas de aço, formadas por fios de aço trefilados entrelaçados em formato de hélice, oferecem alta resistência e leveza.

Embora muitas vezes sejam confundidas com cabos de aço, elas apresentam diferenças significativas em composição, aplicação e formato.

Essas cordoalhas, amplamente utilizadas em estruturas de concreto protendido, possuem um alto teor de carbono, resultando em durabilidade excepcional e adequação para armaduras de pretensão e pós-tensão.

Laudo Técnico de Cordoalhas de Aço para Estruturas de Concreto: avaliação completa da qualidade e resistência de cordoalhas de aço em estruturas de concreto, garantindo segurança e durabilidade - Laudo Cordoalhas de Aço

Laudo Técnico de Cordoalhas de Aço para Estruturas de Concreto: avaliação completa da qualidade e resistência de cordoalhas de aço em estruturas de concreto, garantindo segurança e durabilidade

Para que servem as cordoalhas de aço nas estruturas de concreto?

As cordoalhas de aço desempenham um papel crucial na construção civil, especialmente em estruturas de concreto protendido. Elas combinam resistência à tração e durabilidade, características essenciais para suportar grandes cargas. Além disso, permitem maior flexibilidade no design arquitetônico.

No processo de concretagem, as cordoalhas de aço são esticadas antes (pré-tensão) ou após a cura do concreto (pós-tensão). Essa técnica confere maior resistência à tração e prolonga a vida útil da estrutura. Portanto, elas são indispensáveis na construção de pontes, viadutos e grandes edificações.

Desse modo, engenheiros podem explorar designs inovadores, reduzindo a quantidade de concreto necessária e, consequentemente, os custos.

Quais os Tipos de cordoalhas de aço disponíveis no mercado?

Existem diversos tipos de cordoalhas de aço, cada uma projetada para atender a necessidades específicas. Por exemplo, as cordoalhas de três fios são compostas por três fios de aço entrelaçados, oferecendo boa resistência e sendo ideais para obras menores.

Por outro lado, as cordoalhas de sete fios consistem em um fio central e seis fios externos, o que proporciona maior resistência e as torna recomendadas para grandes obras de infraestrutura.

Além disso, temos as cordoalhas nuas, que não possuem revestimento e são aplicadas quando o aço ficará protegido dentro do concreto, facilitando a aplicação em projetos específicos.

Em contrapartida, as cordoalhas engraxadas e plastificadas são revestidas com graxa e plástico, sendo utilizadas em ambientes que exigem proteção contra corrosão, como em regiões úmidas.

Portanto, a escolha do tipo adequado depende das exigências do projeto, considerando o ambiente e a carga que a estrutura deverá suportar. Assim, engenheiros experientes podem ajudar a determinar a melhor opção para cada situação.

Inspeção especializada para verificar o desempenho das cordoalhas de aço utilizadas em estruturas de concreto armado - Laudo Cordoalhas de Aço

Inspeção especializada para verificar o desempenho das cordoalhas de aço utilizadas em estruturas de concreto armado

Benefícios das cordoalhas de aço em estruturas de concreto

O uso de cordoalhas de aço em estruturas de concreto protendido oferece uma série de benefícios:

  • Resistência à tração: As cordoalhas suportam grandes tensões, garantindo a estabilidade da estrutura sob cargas pesadas. Essa resistência é crucial em projetos de grande escala;
  • Durabilidade: As cordoalhas de aço, especialmente as revestidas, resistem à corrosão, aumentando a vida útil das estruturas. Isso reduz a necessidade de manutenção ao longo do tempo;
  • Redução de peso: Apesar de sua resistência, as cordoalhas são relativamente leves, facilitando o manuseio e a aplicação em obras. Essa leveza permite a construção de estruturas mais eficientes;
  • Maior flexibilidade nos projetos: Graças à sua resistência, as cordoalhas permitem a construção de estruturas esbeltas e esteticamente arrojadas, sem comprometer a segurança. Isso abre espaço para inovações no design arquitetônico;
  • Economia de material: O concreto protendido requer menos aço do que as estruturas convencionais, resultando em economia de material e redução de custos. Essa economia é um fator importante em projetos de grande escala.

Esses benefícios tornam as cordoalhas de aço uma escolha inteligente para engenheiros e construtores que buscam eficiência e segurança em suas obras.

Normas técnicas e requisitos para as cordoalhas de aço

A fabricação, encomenda, fornecimento e recebimento de cordoalhas de aço seguem normas técnicas rigorosas para garantir sua qualidade e segurança. No Brasil, a norma NBR 7483 estabelece os requisitos mínimos para cordoalhas de aço destinadas a armaduras de concreto protendido.

Esses requisitos envolvem características como resistência à tração, alongamento e proteção contra corrosão. Assim, assegura-se que o material utilizado nas construções atenda aos padrões exigidos.

Além disso, a norma define parâmetros para a fabricação de cordoalhas nuas, entalhadas, revestidas e engraxadas, garantindo que cada tipo atenda às especificidades do projeto.

Cumprir essas normas assegura a qualidade do material e protege a segurança das estruturas construídas.

Como é feito o laudo?

O laudo das cordoalhas de aço para estruturas de concreto é um documento técnico essencial que garante a qualidade e segurança das obras. Ele abrange:

  • Análise de conformidade: Verificação se as cordoalhas atendem aos requisitos estabelecidos pela NBR 7483;
  • Inspeção visual: Avaliação do estado físico das cordoalhas, identificando possíveis deformações, corrosões ou outros danos. Essa etapa garante que não existam falhas visíveis que possam comprometer a segurança;
  • Testes de tração: Realização de ensaios mecânicos para verificar a resistência à tração das cordoalhas, garantindo que suportem as tensões previstas no projeto. Esses testes são cruciais para validar a qualidade do material;
  • Análise de revestimento: Inspecionam o revestimento das cordoalhas engraxadas e plastificadas para assegurar que estejam adequadamente protegidas contra corrosão. Essa proteção é essencial em ambientes agressivos.

O laudo técnico é indispensável para atestar que as cordoalhas de aço são seguras para uso em obras de concreto protendido, proporcionando tranquilidade ao engenheiro e ao cliente.

Onde utilizar cordoalhas de aço em obras de concreto protendido?

  • Pontes e viadutos: Estruturas que exigem alta resistência e suportam, portanto, grandes cargas de tráfego. A utilização de cordoalhas permite que essas estruturas sejam mais leves e eficientes;
  • Edifícios de grande porte: Torres, arranha-céus e outras edificações que necessitam de materiais leves, mas resistentes. A flexibilidade das cordoalhas contribui para designs inovadores;
  • Estádios e arenas: Obras com grandes vãos livres, onde a flexibilidade e a resistência à tração são fundamentais;
  • Barragens: Estruturas hidráulicas que requerem materiais duráveis e resistentes à pressão. A utilização de cordoalhas aumenta, portanto, a segurança das barragens, prolongando sua vida útil.

Assim, engenheiros e construtores podem otimizar o desempenho das estruturas e garantir sua longevidade.

Conclusão

O Laudo Cordoalhas de Aço para estruturas de concreto é, portanto, essencial para garantir a segurança e qualidade de obras de grande porte. A utilização de cordoalhas proporciona resistência, durabilidade, bem como flexibilidade, fatores essenciais para o sucesso de projetos desafiadores.

Se você precisa de um laudo técnico especializado, entre em contato e solicite o seu laudo com nossa equipe. Estamos prontos para ajudar a garantir a segurança e a qualidade das suas construções.

Essa abordagem colaborativa e focada na qualidade assegura que cada projeto atenda aos mais altos padrões de segurança e eficiência, promovendo, desse modo, um futuro mais seguro e sustentável na construção civil.

Levantamento de Diagnóstico
Análise Qualitativa e Quantitativa
Registro de Evidências
Conclusão e Proposta de Melhorias
Emissão de A.R.T. e/ou C.R.T.

Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto

Escopo Normativo:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas na Inspeção pela nossa Equipe multidisciplinar:

EXECUÇÃO DE INSPEÇÃO E ENSAIOS  – PARÂMETROS DAS CORDOALHAS DE AÇO PARA ESTRUTURAS DE CONCRETO PROTENDIDO NBR 7483, ELABORAÇÃO DE RELATORIO TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART

Objetivo:
Realizar a inspeção técnica das cordoalhas de aço em estruturas de concreto protendido, conforme os parâmetros estabelecidos pela NBR 7483, visando assegurar a conformidade com as exigências técnicas e a qualidade da obra. Ao final, será elaborada a documentação técnica necessária, incluindo a emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica).

Preparação da Inspeção:
Levantamento de Informações Preliminares:
Identificação da obra e da estrutura de concreto protendido a ser inspecionada.
Definição do tipo de cordoalha utilizada, conforme projeto estrutural.
Coleta de documentos relevantes, como o projeto estrutural, certificado de fornecimento das cordoalhas, e outros registros.

Equipamentos e Ferramentas:
Definição dos equipamentos necessários para inspeção, incluindo medidores de espessura, dispositivos para verificação de tração e análise visual (câmeras, microscópio, etc.).
Planejamento para utilização de ferramentas específicas conforme a norma NBR 7483.

Execução da Inspeção:
Inspeção Visual:
Verificação do estado geral das cordoalhas, observando sinais de danos, corrosão ou outras irregularidades.
Avaliação do processo de tensionamento das cordoalhas, se visível, para garantir que as especificações do projeto foram atendidas.
Verificação da integridade das extremidades das cordoalhas e das ancoragens.

Inspeção Quantitativa:
Medição da espessura do aço das cordoalhas, conforme exigido pela NBR 7483, utilizando equipamentos adequados.
Verificação da área transversal das cordoalhas, considerando o diâmetro ou a quantidade de fios, conforme especificado no projeto e na norma.

Teste de Tração (se necessário):
Realização de ensaio de tração em amostras de cordoalhas, caso haja dúvida quanto à resistência ao alongamento e a conformidade com as especificações do projeto.

Verificação das Ancoragens:
Inspeção das ancoragens das cordoalhas, verificando sua correta instalação e a ausência de desgastes, corrosão ou falhas estruturais.

Análise de Conformidade:
Comparação com o Projeto:
Análise dos resultados obtidos na inspeção em relação aos parâmetros definidos no projeto e nas especificações da NBR 7483.
Avaliação da conformidade das cordoalhas com as normas técnicas aplicáveis, identificando eventuais desvios ou não conformidades.

Avaliação dos Desvios:
Identificação e relatório de qualquer discrepância encontrada durante a inspeção, detalhando as possíveis consequências para a segurança e funcionalidade da estrutura de concreto protendido.

Elaboração do Relatório Técnico:
Introdução:
Descrição do objetivo da inspeção, da metodologia adotada, e da obra inspecionada.
Descrição dos Procedimentos Realizados:
Detalhamento de cada etapa da inspeção, incluindo os métodos de medição e os ensaios realizados.
Resultados Obtidos:
Apresentação dos resultados quantitativos e qualitativos da inspeção, como medidas de espessura, área transversal das cordoalhas e estado das ancoragens.
Identificação de não conformidades e suas implicações.

Conclusão:
Resumo das conclusões obtidas após a análise dos resultados da inspeção.
Recomendações para correções, caso existam, e sugestões para melhorar a conformidade com as normas e os projetos.

Emissão da ART:
Anotação de Responsabilidade Técnica (ART):
Elaboração e emissão da ART para garantir a responsabilidade técnica sobre os serviços de inspeção realizados.

Registro da ART:
O relatório técnico final será acompanhado da ART registrada junto ao respectivo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

Prazo e Entregáveis:
Prazo de Execução
O prazo estimado para a execução da inspeção e elaboração do relatório técnico será de [X] dias úteis, a contar da data de início da inspeção.

Entregáveis:
Relatório técnico completo.
ART registrada.

Considerações Finais:
Este escopo descreve a execução da inspeção técnica das cordoalhas de aço em conformidade com a NBR 7483, assegurando a qualidade e a segurança da estrutura de concreto protendido. Todos os procedimentos serão realizados de acordo com as boas práticas e normas vigentes, com o compromisso de garantir a total conformidade com os requisitos do projeto e das normas aplicáveis.

TESTES, ENSAIOS E AVALIAÇÃO QUANTITATIVA QUANDO PERTINENTE E CONTRATO:

Testes, ensaios e avaliação quantitativa são extremamente pertinentes no contexto da inspeção das cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido, conforme a NBR 7483. Estes processos garantem que as cordoalhas estejam de acordo com as especificações exigidas para a segurança e durabilidade da estrutura, além de assegurar que os parâmetros físicos e mecânicos estejam dentro dos padrões adequados. Abaixo, segue a descrição de cada tipo de avaliação pertinente:

Avaliação Quantitativa:
A avaliação quantitativa refere-se à medição precisa das características físicas das cordoalhas, como sua espessura, diâmetro, área de seção transversal e a quantidade de fios em cada cordoalha. As medições quantitativas são fundamentais para garantir que as cordoalhas atendam aos requisitos de dimensão mínima e resistência à tração estipulados pela NBR 7483, além de assegurar que o material tenha a capacidade necessária para suportar as tensões a que será submetido.

Exemplos de avaliações quantitativas:
Espessura e Diâmetro:
Medição da espessura do aço ou do diâmetro da cordoalha, para garantir que está de acordo com as especificações do projeto e a norma.
Área Transversal e Quantidade de Fios: Verificação da quantidade e disposição dos fios na cordoalha, o que impacta diretamente na resistência à tração e durabilidade.

Essas medições devem ser feitas com precisão, utilizando calibres, micrômetros e outros dispositivos adequados para garantir que os valores estejam dentro dos limites exigidos pela NBR 7483.

Ensaios:
Os ensaios têm como objetivo avaliar a resistência e a durabilidade das cordoalhas, verificando suas propriedades mecânicas e estruturais. Eles são realizados para garantir que o material suportará as tensões previstas no projeto e para identificar qualquer deficiência que possa comprometer a segurança da estrutura.

Exemplos de ensaios aplicáveis:
Ensaio de Tração:
Realizado para avaliar a resistência à tração das cordoalhas, essencial para garantir que o aço tenha a resistência necessária para suportar as forças aplicadas no processo de protensão.
Ensaio de Ductilidade: A ductilidade da cordoalha é importante para garantir que ela não se rompa de forma frágil sob cargas extremas. Esse ensaio mede a capacidade de deformação do material antes da fratura.

Ensaios de Corrosão (se necessário): Embora as cordoalhas de aço sejam normalmente protegidas contra corrosão, ensaios para verificar a resistência à corrosão podem ser necessários para garantir que o aço esteja apto para ambientes agressivos.

Testes de Conformidade:
Testes de conformidade verificam se as características do material atendem às normas e especificações do projeto. Embora as cordoalhas de aço geralmente passem por testes no momento da fabricação, realizar a verificação desses testes durante a inspeção permite confirmar que o material, após a instalação e o tensionamento, ainda está em conformidade.

Exemplo de teste de conformidade:
Verificação de Tensionamento:
Confirmar que a cordoalha foi tensionada corretamente durante a execução do protensão, sem que ocorra o afrouxamento ou a tensão inadequada.

Importância da Avaliação Quantitativa e Ensaios:
Garantia de Segurança: Os testes e ensaios asseguram que as cordoalhas de aço são capazes de suportar as tensões necessárias para o desempenho da estrutura de concreto protendido, evitando falhas estruturais.
Conformidade com as Normas: A execução desses ensaios assegura que os materiais estejam em conformidade com as especificações da NBR 7483, garantindo a qualidade e a durabilidade da estrutura.
Identificação Precoce de Problemas: A avaliação quantitativa e os ensaios ajudam a identificar possíveis problemas nas cordoalhas, como falhas de fabricação ou danos durante a instalação, permitindo ações corretivas imediatas.

Conclusão:
Testes, ensaios e avaliação quantitativa são de fato essenciais na inspeção das cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido, conforme a NBR 7483. Eles asseguram que as cordoalhas atendam aos requisitos de resistência, durabilidade e segurança exigidos para garantir a integridade da estrutura de concreto protendido.

Disposições Finais:
Registro fotográfico;
Registro das Evidências;
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).

Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto

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Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 18 – Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção;
ABNT NBR 7483 – Cordoalhas de aço para estruturas de concreto protendido;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
Outras Normas Técnicas Aplicáveis
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho (SEPRT); quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

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Validade das Inspeções: ANUAL exceto se ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, finalidades, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de nova Inspeção;
c) mudança de empresa;
d) troca de máquina ou equipamento.
Será emitido Documento Técnico por Profissionais Legalmente Habilitados Perito e Engenheiro de Segurança do Trabalho com ART;
Os Equipamentos utilizados possuem Atestado de Aferição vigente e demais equipamentos são analógicos.

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Cabe a Contratante fornecer quando for o caso:
Fornecer os meios, Projetos arquitetônicos em AutoCad ou PDF;
Projeto Arquitetônico da Empresa que efetuará ou efetuou a instalação e contato com os mesmos.
Lista de todos os equipamentos elétricos e eletrônicos contidos nas áreas com marca, potência modelo, tipo e temperatura;
Se tiver inflamáveis e/ou combustíveis armazenados com mais 200 litros no total torna-se obrigatório fazer o Prontuário da NR-20.
Demais documentos e procedimentos necessários previstos antes ou depois da  Inspeção técnica.

NÃO estão inclusos no Escopo do Serviço:
1. Elaboração de Projeto de Arquitetônico;*
2. Elaboração de Projeto de Instalação;*
3. Elaboração do Memorial de Cálculo*
4. Elaboração de Memorial de Cálculo de Suporte;*
5. Elaboração de Manual de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção;*

Outros elementos quando pertinentes e contratados:
Análise dos termos e definições;
Classificação e vistoria na fabricação;
Inspeção dos elementos envolvidos no processo construtivo;
Reconhecimento do fio e de sua qualidade;
Requisitos gerais de qualidade da estrutura;
Avaliação da conformidade do projeto;
Classificação dos requisitos de qualidade da estrutura;
Vistoria do cobrimento;
Observação do acondicionamento e embalagem;
Diretrizes para durabilidade das estruturas de concreto;
Aferição das exigências de durabilidade;
Fiscalização do transporte e armazenamento de materiais;
Vida útil de projeto;
Análise dos mecanismos de envelhecimento e deterioração;
Requisitos específicos de marcação e designação;
Especificações da cordoalha;
Características das cordoalhas de três e sete fios;
Inspeção da graxa e cera para cordoalhas revestidas;
Agressividade do ambiente;
Análise da massa linear mínima e máxima por diâmetro;
Avaliação qualitativa;
Avaliação quantitativa;
RETROFIT – Processo de Modernização;
Manutenções pontuais ou cíclicas.

Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto

Saiba Mais: Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto: 

3.1 cordoalha de sete fios cordoalha constituída por sete fios, sendo seis fios com o mesmo diâmetro nominal, encordoados juntos. em uma forma helicoidal, com passo uniforme, em torno do fio central (alma)
3.2 cordoalha de três fios cordoalha constituída por três fios com o mesmo diâmetro nominal, encordoados juntos, em uma forma helicoidal. com passo uniforme
3.3 cordoalha de sete fios entalhada cordoalha constituída por sete fios, sendo seis fios com o mesmo diâmetro nominal, encordoados juntos, entalhados, em uma forma helicoidal, com passo uniforme, em torno do fio central liso (alma)
3.4 cordoalha de sete fios revestida (engraxada e plastificada ou encerada e plastificada) cordoalha constituída por sete fios, sendo seis fios com o mesmo diâmetro nominal, encordoados juntos, entalhados, em uma forma helicoidal, com passo uniforme, em torno do fio central liso (alma), recoberta por uma camada de graxa ou cera e por uma capa extrudada de polietileno ou polipropileno de alta densidade
3.5 graxa de pós-tensão lubrificante utilizado entre a cordoalha e a capa polimérica
3.6 cera de pós-tensão lubrificante utilizado entre a cordoalha e a capa polimérica
3.7 capa polimérica extrudada recobrimento plástico à base de polipropileno ou polietileno de alta densidade extrudado sobre a cordoalha revestida com graxa ou cera;
4.2 Fabricação
4.2.1 Fio
O fio usado na fabricação da cordoalha deve ser produzido por trefilação a frio a partir de fio-máquina de aço-carbono. Os teores de fósforo e enxofre do aço não podem exceder os seguintes valores: a) fósforo: 0.020 %; b) enxofre: 0,025 %.
Não há especificação para os outros elementos químicos. A composição química do aço utilizado deve garantir que as características mecânicas especificadas nesta Norma sejam atendidas pelo produto final.
4.2.2 Qualidade do fio O fio deve ser isento de defeitos superficiais ou internos, prejudiciais ao seu emprego. 4.2.3 Encordoamento 4.2.3.1 Cordoalha de sete fios
A cordoalha deve ter o fio central com diâmetro nominal pelo menos 3 % maior do que o dos fios externos. Os seis fios externos devem ser firmemente dispostos em torno do fio central (alma), com um passo de 14 a 18 vezes o diâmetro nominal da cordoalha.
4.2.3.2 Cordoalha de três fios
A cordoalha deve ser produzida com fios com o mesmo diâmetro nominal, firmemente encordoados com um passo de 14 a 18 vezes o diâmetro nominal da cordoalha.
O processo de fabricação da cordoalha de três e sete fios deve garantir que os fios componentes da cordoalha, ao serem cortados com discos, não saiam de sua posição original ou, caso saiam, que possam ser reposicionados manualmente.
6.1 Procedimento de inspeção
6.1.1 O produtor deve informar ao comprador os resultados dos ensaios por meio do certificado. Os resultados dos ensaios do produtor devem estar disponíveis para exame pelo comprador ou seu representante. durante pelo menos cinco anos.
6.1.2 O certificado deve conter, no mínimo as seguintes informações: a) data da emissão do certificado; b) identificação do rolo; c) características dimensionais e mecânicas do material. conforme ensaios estipulados em 6.3: d) camada de graxa ou cera; e) espessura de parede da capa polimérica; f) número desta Norma: g)nome e assinatura de responsável técnico qualificado para garantia da conformidade de processo de fabricação e controle de qualidade
6.1.3 Fica a critério do comprador verificar se as características especificadas em 6.1.2 — c) estão de acordo com esta Norma, executando as inspeções e os ensaios julgados necessários.
6.1.4 A partir da recepção do material, o comprador torna-se responsável pela integridade física do produto no decorrer das operações de transporte, de manuseio, de estocagem, aplicação e manutenção na estrutura.

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Laudo Cordoalhas de Aço Estrutura Concreto: Consulte-nos.

O que você pode ler a seguir

Laudo Sindicância Envidraçamento Sacada
Laudo Sindicância Envidraçamento Sacada
NR 18 Training – Confined Spaces in English
NR 33 Training – Confined Spaces in English
Laudo de Ruido Externo
Laudo de Ruído Externo

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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