Nome Técnico: EXECUÇÃO DE ASSESSORIA PARA IMPLANTAÇÃO DO GRO (GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS), ELABORAÇÃO DE PARECER TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
Referência: 234940
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Implantação do GRO
O objetivo da implantação do GRO é estabelecer um sistema estruturado de gerenciamento capaz de identificar, avaliar e controlar de forma contínua os riscos ocupacionais existentes nas atividades da organização. A proposta visa alinhar práticas de segurança ao cumprimento da legislação vigente, reduzindo a exposição a perigos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes, além de integrar o inventário de riscos e o plano de ação ao processo produtivo da empresa.
Além de atender às exigências normativas, o GRO busca fortalecer a cultura de prevenção, garantir rastreabilidade das medidas implementadas e oferecer respaldo técnico e jurídico em fiscalizações e auditorias. O processo é formalizado por meio de parecer técnico detalhado e emissão da ART, consolidando a responsabilidade profissional e assegurando à empresa conformidade legal, segurança operacional e sustentabilidade no gerenciamento de riscos.

Planejamento e prevenção: cada detalhe conta para consolidar o inventário de riscos ocupacionais.
Onde o GRO deve ser aplicado dentro da estrutura organizacional?
O GRO é de aplicação abrangente e transversal. Ele deve alcançar todas as áreas onde haja atividade laboral: escritórios, fábricas, armazéns, canteiros de obra, hospitais, laboratórios, áreas administrativas, manutenção, logística e transporte.
Um diferencial é que o GRO também inclui trabalhadores terceirizados e prestadores de serviço, reconhecendo que a responsabilidade da empresa contratante não se limita apenas ao seu quadro direto de funcionários. Assim, a gestão de riscos se expande para toda a cadeia operacional.
Quais metodologias podem ser utilizadas para avaliação de riscos no GRO?
O GRO não restringe metodologias. Ele permite que a empresa adote ferramentas de análise que mais se adequem à sua complexidade. Entre as principais estão:
APR (Análise Preliminar de Riscos): aplicada na identificação inicial dos riscos em atividades.
Matriz de Risco: simples e eficiente para priorização.
FMEA (Análise de Modos de Falha e Efeitos): aplicada em processos industriais complexos.
HAZOP: muito utilizada em setores químicos e petroquímicos.
Análise de Causa Raiz: essencial para investigar acidentes ou quase-acidentes.
Essa flexibilidade torna o GRO adaptável a empresas de diferentes portes e setores.
Inventário de riscos no contexto do GRO
Ele organiza e hierarquiza os perigos, atribuindo critérios de probabilidade, gravidade e exposição. Sem o inventário, não há plano de ação consistente. Ele é a espinha dorsal do sistema, garantindo rastreabilidade e clareza para auditorias internas e externas.
| Função do Inventário | Benefício |
|---|---|
| Listar e classificar riscos | Clareza técnica |
| Apoiar plano de ação | Mitigação eficaz |
| Servir de prova documental | Rastreabilidade |
Como ocorre a integração do GRO com o PCMSO?
A integração ocorre porque o inventário de riscos do GRO se torna a base obrigatória para a elaboração do PCMSO. Isso significa que os exames médicos ocupacionais e as medidas de vigilância à saúde só podem ser definidos com base nos riscos já identificados e avaliados no GRO.
Esse vínculo normativo fortalece a coerência entre prevenção técnica (engenharia e segurança) e prevenção médica (saúde ocupacional). Em auditorias, essa conexão documentada evidencia que a empresa atua de forma integrada e rastreável.

GRO implantado: redução de acidentes, conformidade legal e fortalecimento da segurança jurídica.
Quando a implantação do GRO se torna obrigatória para uma organização?
A obrigatoriedade do GRO iniciou-se com a Portaria SEPRT nº 6.730/2020, que consolidou a NR-01. Desde então, toda empresa que possua empregados sob regime CLT deve adotar o GRO, independentemente do porte ou ramo de atuação.
O ponto central não é o tamanho da empresa, mas a existência de riscos ocupacionais. Mesmo micro e pequenas empresas precisam manter inventário de riscos e plano de ação, ainda que simplificados. Isso garante uniformidade regulatória e amplia a cultura de prevenção em todos os setores produtivos.
O que diferencia o GRO de programas anteriores, como o PPRA?
O GRO amplia a visão antes restrita do PPRA. Enquanto o PPRA focava em riscos ambientais, o GRO integra todos os riscos ocupacionais, aplicando gestão estruturada, preventiva e rastreável. Ele transforma documentos isolados em um sistema dinâmico, que se conecta ao processo produtivo da empresa.
| PPRA | GRO |
|---|---|
| Restrito a riscos ambientais | Abrange todos os riscos ocupacionais |
| Documento estático | Sistema dinâmico e integrado |
| Foco em agentes ambientais | Foco em prevenção total |
Por que a implantação do GRO fortalece a segurança jurídica da empresa?
Porque documenta e formaliza as medidas adotadas em parecer técnico e ART. Isso assegura valor probatório em fiscalizações, auditorias e até processos judiciais. Na prática, o GRO se torna o registro vivo da conformidade, blindando gestores e técnicos contra responsabilizações indevidas.

GRO em ação: do diagnóstico inicial ao parecer técnico, tudo documentado com responsabilidade.
Consequências da não implantação do GRO
A ausência do GRO expõe a empresa a riscos significativos: acidentes graves, doenças ocupacionais, multas, interdições e até responsabilizações civis e criminais de gestores e técnicos. Além disso, prejudica a imagem institucional, comprometendo contratos e parcerias.
Do ponto de vista estratégico, não implantar o GRO significa permanecer em atraso normativo, enfraquecer a cultura de prevenção e aumentar custos com afastamentos, indenizações e retrabalhos. Em resumo, é uma escolha que gera riscos não só para os trabalhadores, mas para a própria sustentabilidade do negócio.
Implantação do GRO
EXECUÇÃO DE ASSESSORIA PARA IMPLANTAÇÃO DO GRO (GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS), ELABORAÇÃO DE PARECER TÉCNICO COM EMISSÃO DA ART
OBJETIVO
Implantar o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) de forma técnica e rastreável, assegurando a identificação, avaliação e controle eficaz dos riscos, a conformidade legal da empresa com as normas vigentes e a formalização do processo por meio de parecer técnico e emissão da ART, garantindo segurança jurídica e fortalecimento da cultura de prevenção.
LEVANTAMENTO TÉCNICO E DIAGNÓSTICO INICIAL
Mapeamento de todos os setores, processos e atividades operacionais da empresa.
Entrevistas técnicas com gestores, engenheiros, responsáveis pela CIPA e equipes de manutenção/produção.
Verificação de documentos já existentes (PPRA, PCMSO, LTCAT, laudos técnicos, relatórios de inspeções).
Identificação preliminar de perigos e agentes de risco: físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.
Elaboração de relatório diagnóstico apontando lacunas e oportunidades de adequação.
ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS OCUPACIONAIS
Definição da política corporativa de segurança integrada ao GRO.
Integração do GRO com o PGR e demais programas de SST.
Criação de diretrizes e procedimentos operacionais padronizados.
Definição da matriz de responsabilidades e fluxo de comunicação interna.
Estabelecimento de indicadores de desempenho (KPIs) de monitoramento contínuo.
INVENTÁRIO DETALHADO DE RISCOS
Elaboração do inventário de perigos e riscos, classificando por probabilidade, gravidade e exposição.
Registro formal dos riscos identificados, com rastreabilidade para auditorias internas e fiscalizações externas.
Determinação das medidas existentes e definição das que precisam ser implementadas.
Inclusão de cenários de riscos emergentes e atividades críticas.
DESENVOLVIMENTO DO PLANO DE AÇÃO
Estruturação de medidas de prevenção e mitigação:
Controles de engenharia: enclausuramento, ventilação, sistemas de proteção coletiva.
Controles administrativos: procedimentos operacionais, rodízios, limitação de exposição.
EPIs: especificação, fornecimento, uso e gestão de conformidade.
Estabelecimento de cronogramas, responsáveis técnicos e prazos para execução das medidas.
Planejamento de treinamentos específicos e integração de novos colaboradores no sistema de segurança.
IMPLEMENTAÇÃO E MONITORAMENTO CONTÍNUO
Apoio técnico na aplicação prática das medidas preventivas.
Definição de planos de inspeções periódicas e auditorias internas.
Estruturação de relatórios de acompanhamento e reuniões de análise crítica.
Implantação de metodologia PDCA para melhoria contínua do sistema.
Orientação para integração com auditorias externas e sistemas de certificação (ISO 45001).
CONSOLIDAÇÃO E FORMALIZAÇÃO TÉCNICA
Emissão de Parecer Técnico detalhado sobre a implantação do GRO, incluindo metodologia, resultados, recomendações e conclusões.
Registro e emissão da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) junto ao Conselho de Classe, garantindo rastreabilidade, responsabilidade legal e validade do processo.
Entrega de documentação estruturada para fins de fiscalização trabalhista, auditorias internas/externas e processos judiciais, quando aplicável.
Implantação do GRO



