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NR 17 Ergonomics Course in English
quinta-feira, 11 dezembro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Cursos Internacionais, Engenharia de Produção, Engenharia de Segurança do Trabalho, Engenharia Industrial, NR17, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos

NR 17 Ergonomics Course in English

Technical Name: NR 17 ERGONOMICS TRAINING COURSE

Reference: 171090

We provide courses and training; We perform Translations and Versions in Technical Language: Portuguese, English, Spanish, French, Italian, Mandarin, German, Russian, Swedish, Dutch, Hindi, Japanese and others consult.

Ergonomics Course in English

The Ergonomics Course in English aims to develop the participant’s ability to analyze, interpret and apply the requirements of NR 17 in real work environments. By understanding how lighting, posture, workstation design, manual handling and organizational factors influence human performance, the participant strengthens the capacity to identify ergonomic hazards and propose effective adjustments. As a result, the training expands technical autonomy and reinforces compliance with legally required ergonomic measures.

Furthermore, the course equips professionals to conduct preliminary ergonomic assessments and evaluate work situations using qualitative and quantitative approaches. Through active engagement with the concepts of ergonomic adaptation and psychophysiological compatibility, participants learn to plan preventive measures that reduce operational strain and optimize productivity. Consequently, the training supports safer processes, healthier workers and full alignment with the principles established by NR 17.

Proper ergonomic setup in remote work environments maintains comfort, prevents fatigue and enhances performance.

Proper ergonomic setup in remote work environments maintains comfort, prevents fatigue and enhances performance.

Who benefits most from applying NR 17 ergonomic principles in daily operations?

Workers who engage in repetitive tasks, sustained visual attention or manual handling activities benefit significantly from the application of NR 17. Because the standard requires alignment between task demands and human capabilities, it actively improves posture, comfort and biomechanical efficiency. This adaptation reduces strain and enables professionals to maintain stable performance throughout the workday.

Companies also gain a measurable advantage when implementing NR 17 correctly. Once workstations, lighting conditions and organizational processes follow ergonomic parameters, operational flow becomes more stable and productive. As a result, the organization minimizes ergonomic-related incidents and strengthens long-term workforce well-being.

When should a company conduct a preliminary ergonomic assessment according to NR 17?

A preliminary ergonomic assessment becomes essential whenever changes in the work environment may alter biomechanical effort, cognitive load or environmental conditions. Since NR 17 requires proactive identification of ergonomic risks, companies must evaluate work situations before problems emerge. The table below highlights the conditions that formally trigger the need for assessment.

Situation Requiring Assessment Reason for Requirement
New workstation implementation Ensures ergonomic adaptation from the start
Change in workflow or production pace Evaluates impact on biomechanical and cognitive load
Introduction of new tools or equipment Confirms compatibility with ergonomic limits
Increase in manual handling activities Identifies load exposure and repetition levels
Reports of discomfort or early strain symptoms Detects emerging ergonomic hazards

Ergonomics Course in English: Ergonomic adjustments must be planned before task execution

Before workers engage in any operational routine, it is essential to structure ergonomic adjustments that ensure stability, efficiency and safety. This preparation minimizes unexpected strain and supports predictable performance outcomes.

Ergonomic risk mapping
Definition of physical and cognitive task demands
Alignment with workers’ psychophysiological capacity
Selection of preventive measures and workstation adaptations
Integration with organizational and environmental conditions

Applying ergonomic principles to repetitive checkout tasks reduces strain and supports safe manual handling.

Applying ergonomic principles to repetitive checkout tasks reduces strain and supports safe manual handling.

Why does lighting strongly influence operational performance and ergonomic safety?

Lighting affects much more than visibility; it directly influences how the visual system processes information and how the body reacts to insufficient clarity. Poor illumination causes the eyes to work harder, elevating fatigue and triggering compensatory postures that increase cervical and lumbar tension. These subtle deviations gradually escalate ergonomic risk and reduce task accuracy.

Additionally, NR 17 emphasizes lighting because it stabilizes cognitive performance and enhances situational awareness. Proper illumination reduces glare, strengthens depth perception and supports consistent visual discrimination, which are essential for precision-based tasks. When workers operate in a visually optimized environment, their reactions become faster, safer and more ergonomically reliable.

What organizational factors must be evaluated to ensure compliance with NR 17?

Organizational elements shape the rhythm, distribution and cognitive demand of work activities. Because these variables directly influence fatigue, decision-making and ergonomic stability, NR 17 requires that companies examine them as part of the broader ergonomic analysis. The table below consolidates the primary factors that must be evaluated.

Organizational Factor Influence on Ergonomics
Production standards Define repetition rates and work pace
Time requirements Influence positioning, stress levels and fatigue
Task rotation Reduces accumulation of biomechanical overload
Autonomy in execution Supports cognitive balance and reduces pressure
Communication flow Prevents operational errors and maintains consistency

Ergonomics Course in English: Ergonomic analysis adapts work to human limitations

The essence of ergonomic analysis lies in ensuring that human capabilities remain the central reference for task design. When organizations respect these physiological and cognitive thresholds, they create environments where performance and well-being operate in balance.

Consideration of biomechanical capacity
Attention to cognitive workload and mental processing
Evaluation of environmental constraints and sensory demands
Alignment of task complexity with worker capability
Optimization of performance through ergonomic compatibility

Where do ergonomic failures most commonly emerge in industrial or administrative environments?

Ergonomic failures usually appear in areas where workstation dimensions or configurations do not match individual anthropometric characteristics. When chairs lack adjustability, monitors remain poorly positioned or work surfaces impose awkward reach distances, workers adopt compensatory postures that generate cumulative strain. These mismatches slowly degrade comfort and performance, even when tasks appear simple.

In industrial settings, failures often emerge in zones of intensive manual handling or environments with insufficient lighting. Repetitive force, high frequency of lifting and limited visibility combine to increase biomechanical pressure and cognitive fatigue. By identifying these critical points early, companies can implement corrections aligned with NR 17 and create safer, more efficient operations.

Ergonomic workstation adjustments improve posture, visual comfort and operational efficiency in office settings.

Ergonomic workstation adjustments improve posture, visual comfort and operational efficiency in office settings.

What is the important of the Ergonomics Course in English?

The course plays a crucial role in preparing professionals to recognize how work conditions influence human performance and health. By understanding the principles established in NR 17, participants learn to identify ergonomic risks early, evaluate workstation adequacy and propose adjustments that reduce physical strain and cognitive overload. As workers apply these concepts, they strengthen operational stability and prevent long-term musculoskeletal disorders, which remain among the most prevalent occupational injuries.

In addition, the course enhances organizational efficiency by aligning ergonomic practices with legal requirements and productivity goals. When companies implement ergonomic measures based on NR 17, they reduce absenteeism, improve task flow and create environments that support sustained performance. Consequently, the training elevates both individual well-being and collective results, making ergonomic competence a strategic asset for any modern workplace.

Click the Link: Criteria for Issuing Certificates in accordance with the Standards

Basic Professional Free-Training Program (Does Not Replace Academic Education or Technical School Training)
Course Load: 20 Hours

Certificate of Completion

Prerequisite: Literacy

NR 17 Ergonomics Course

NR 17 ERGONOMICS TRAINING COURSE
Course Load: 20 Hours

Module 1 – Foundations of Ergonomics and Regulatory Framework (3 Hours)
Concept of ergonomics and regulatory purpose under NR 17

Scope of application and mandatory ergonomic requirements
Integration with NR 01 (Risk Management), NR 07 (Occupational Health), and NR 09 (Risk Control)
Legal responsibilities of employers and workers
Mandatory documents, records, and ergonomic assessments
Ergonomics as a strategic factor for productivity and health preservation

Module 2 – Comfort Conditions in the Work Environment (4 Hours)
Comfort principles established by NR 17

Natural and artificial lighting aligned with visual task demands
Glare control, illumination levels, uniformity, and color temperature
Ergonomic compatibility of machines, equipment, and hand tools
Postural demands, force requirements, and repetitive movements
Workstation furniture requirements: seating, surfaces, adjustability, and anthropometric fit

Module 3 – Application Field and Work Situations (3 Hours)
Classification of work situations under NR 17

Predicted working conditions and operational variability
Direct and indirect task administration
Cognitive and psychophysiological factors influencing performance
Interaction between environmental, physical, organizational, and cognitive ergonomic elements

Module 4 – Manual Lifting, Transport, and Unloading of Loads (3 Hours)
Manual cargo handling requirements under NR 17

Physiological limits and biomechanical considerations
Risk factors: frequency, amplitude, mass, asymmetry, reach, and stability
Task adaptation to workers’ psychophysiological characteristics

Module 5 – Work Organization Requirements (3 Hours)
Production standards and workflow implications

Operating modes and task structuring
Time requirements and workload effects
Pace of work and fatigue management
Cognitive load, decision-making, and error probability

Module 6 – Ergonomic Assessment of Work Situations (4 Hours)
Principles of ergonomic assessment according to NR 17

Identification of ergonomic hazards and stressors
Analysis of work content and operational constraints
Adaptation to workers’ psychophysiological characteristics
Preventive measures and required ergonomic adjustments
Preliminary ergonomic assessment: qualitative, semi-quantitative, and quantitative approaches
Planning of prevention measures based on ergonomic data
Foundations and application of Ergonomic Work Analysis (AET)

Completion and Certification:
Practical Exercises (when contracted);
Evidence Records;
Theoretical Evaluation;
Practical Evaluation (when contracted);
Certificate of Participation.

NOTE:
We emphasize that the General Normative Program Content of the Course or Training may be modified, updated, supplemented, or have items excluded as deemed necessary by our Multidisciplinary Team. Our Multidisciplinary Team is authorized to update, adapt, modify, and/or exclude items, as well as insert or remove Standards, Laws, Decrees, or technical parameters they consider applicable, whether related or not. The Contracting Party is responsible for ensuring compliance with the relevant legislation.

NR 17 Ergonomics Course

NR 17 Ergonomics Course

Inexperienced Participants:
Minimum credit hours = 40 hours/class

Experienced Participants:
Minimum credit hours = 20 hours/class

Update (Recycling):
Minimum credit hours = 10 hours/class

Updating (Recycling): The employer must carry out periodic training Annually and whenever any of the following situations occur:
a) change in work procedures, conditions or operations;
b) event that indicates the need for new training;
c) return from work leave for a period exceeding ninety days;
d) change of company;
e) Exchange of machine or equipment.

NR 17 Ergonomics Course

NR 17 Ergonomics Course

Normative references when applicable to applicable devices and their updates:
NR 01 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (General Provisions and Occupational Risk Management)
NR 17 — Ergonomia (Ergonomics)
ABNT NBR ISO 11226 — Ergonomia — Avaliação de posturas estáticas de trabalho (Ergonomics — Evaluation of static working postures)
ABNT NBR ISO 11228-1 — Ergonomia — Movimentação manual — Parte 1: Levantar e transportar (Ergonomics — Manual handling — Part 1: Lifting and carrying)
ABNT NBR ISO 11228-2 — Ergonomia — Movimentação manual — Parte 2: Empurrar e puxar (Ergonomics — Manual handling — Part 2: Pushing and pulling)
ABNT NBR ISO/CIE 8995-1 — Iluminação de ambientes de trabalho — Parte 1: Interior (Lighting of work places — Part 1: Indoor)
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para treinamento – (Quality management – Training guidelines):
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso – (Occupational health and safety management systems – Requirements with guidance for use);
Note: This Service exclusively meets the requirements of the MTE (Ministry of Labor and Employment) when dealing with other bodies, inform in the act of request.

NR 17 Ergonomics Course

NR 17 Ergonomics Course

TECHNICAL CURIOSITIES –NR 17 ERGONOMICS COURSE:

The Light That Deceives the Brain
Inadequate lighting does not affect only vision. Studies show that the brain interprets poorly lit environments as alert situations, raising stress levels and reducing fine motor accuracy. Small variations in brightness can change the ability to make quick decisions in critical tasks.

The Frequency That Determines Real Effort
In manual load handling, weight is not the main issue. Repetition frequency is the factor that most compromises musculoskeletal health. Light loads, when moved at high cadence, can cause more damage than occasional heavy lifting.

Ergonomics That Changes With Age
Muscle capacity and joint mobility naturally decrease over the years. The same task may be ergonomic for one worker and inadequate for another, reinforcing the importance of individual adaptation provided for in NR 17.

Our pedagogical project follows the guidelines imposed by Regulatory Standard nº1.

After payment is made, Purchase Order, Contract signed between the parties, or other form of closing confirmation, the teaching material will be released within 72 working hours (up to 9 days), due to the adaptation of the syllabus and compliance with the Standards Techniques applicable to the scenario expressed by the Contracting Party; as well as other adaptations to the didactic material, carried out by our Multidisciplinary Team for technical language according to the student’s nationality and Technical Operational and Maintenance Instruction Manuals specific to the activities that will be carried out.

OTHER ELEMENTS WHEN APPLICABLE AND CONTRACTED:
Comfort conditions in the work environment:

Lighting, natural or artificial;
Working with machines, equipment and hand tools;
Furniture for workstations;
Application field:
work situations;
Predicted conditions;
Direct and indirect administration;
Individual lifting, transport and unloading of cargo:
Manual cargo transport;
Work organization:
Production standards;
Operating mode;
Time requirement;
Pace of work;
Cognitive aspects;
Assessment of work situations:
Ergonomic assessment;
Work situations;
Content of required activities;
Adaptation to the psychophysiological characteristics of workers;
Implementation of preventive measures and the necessary adjustments provided for;
Preliminary ergonomic assessment of work situations;
Qualitative, semi-quantitative, quantitative approaches;
Identify the hazards;
Planning the necessary prevention measures;
Ergonomic Work Analysis – AET.

Activity Complements:
Awareness of Importance:
APR (Preliminary Risk Analysis);
PAE (Emergency Action Plan;
PGR (Risk Management Plan);
Understanding the need for the Rescue Team;
The importance of knowledge of the task;
Accident prevention and first aid notions;
Fire protection;
Perception of risks and factors that affect how people’s perceptions;
Impact and behavioral factors on safety;
Fear factor;
How to find the fastest and easiest way to develop Skills;
How to control the mind while working;
How to administer and manage working time;
Why balance energy during activity in order to obtain productivity;
Consequences of Habituation of Risk;
Work accident causes;
Notions about the Tree of Causes;
Notions about Fault Tree;
Understanding Ergonomics;
Job Analysis;
Ergonomic Hazards;
Hazard Communication Standard (HCS) – OSHA;

Practical exercises:
Registration of Evidence;
Theoretical and Practical Assessment;
Certificate of participation.

NR 17 Ergonomics Course

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17.3 Assessment of work situations
17.3.1 The organization must carry out the preliminary ergonomic assessment of work situations which, due to the nature and content of the activities required, demand adaptation to the psychophysiological characteristics of workers, in order to support the implementation of preventive measures and necessary adjustments provided for in this NR.
17.3.1.1 Preliminary ergonomic assessment of work situations can be performed through of qualitative, semi-quantitative, quantitative or combination of these approaches, depending on of risk and legal requirements in order to identify hazards and produce information for the planning the necessary prevention measures.
17.3.1.2 The preliminary ergonomic assessment can be included in the steps of the process of hazard identification and risk assessment described in item 1.5.4 of the Standard Regulatory Authority No. 01 (NR 01) – General Provisions and Occupational Risk Management.
17.3.1.2.1 The preliminary ergonomic assessment of work situations must be recorded by the organization.
17.3.2 The organization must carry out Ergonomic Work Analysis – AET of the work situation When:
a) having observed the need for a more in-depth assessment of the situation;
b) identified inadequacies or insufficiency of the actions taken;
c) suggested by the monitoring of workers’ health, under the terms of the Medical Control of Occupational Health – PCMSO and subitem “c” of sub-item 1.5.5.1.1 of NR 01; or
d) indicated cause related to working conditions in the analysis of accidents and diseases related to work, under the terms of the Risk Management Program – PGR.
17.3.3 AET must address the working conditions, as established in this NR, including the following steps:
a) demand analysis and, when applicable, problem reformulation;
b) analysis of the functioning of the organization, processes, work situations and activity;
c) description and justification for the definition of methods, techniques and tools suitable for the analysis and its application, not being restricted to the use of methods, techniques and tools specific;
d) establishment of diagnosis;
e) recommendations for the work situations analyzed; and
f) restitution of results, validation and review of interventions carried out, when necessary, with the participation of workers.
S: NR 17

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NR 17 Ergonomics Course: Consult-us.

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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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