Nome Técnico: Execução de Ensaio Fogo em Válvulas – NBR ISO 10497 + Elaboração de Relatório Técnico e ART
Referência: 181523
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Ensaio de Válvulas Ensaio de Fogo
A Execução de Ensaio de Válvulas Ensaio de Fogo de acordo com NBR ISO 10497, estabelece os requisitos e métodos para avaliar o desempenho das válvulas quando elas são expostas a determinadas condições de fogo. Os requisitos de desempenho estabelecem limites de aceitabilidade de uma válvula, independentemente do tamanho ou da classe de pressão. O período de queima foi estabelecido para representar o tempo máximo necessário para extinguir a maioria dos incêndios. Os incêndios de maior duração são considerados de grande magnitude. com consequências maiores do que as previstas no ensaio.
Quais são as Diretrizes e Condições para as Válvulas a Serem Ensaiadas conforme NBR ISO 10497 ?
4.1 Diretrizes e condições para as válvulas a serem ensaiadas
4.1.1 As válvulas com sede simétrica projetadas pelo fabricante para uso bidirecional devem ser ensaiadas em uma única direção.
4.1.2 As válvulas com sede assimétrica projetadas pelo fabricante para uso bidirecional devem ser ensaiadas pelo procedimento de ensaio de queima duas vezes, sendo uma em cada direção de uso potencial.
A mesma válvula pode ser recuperada e ensaiada novamente, ou uma outra válvula idêntica pode ser ensaiada na outra direção.
4.1.3 As válvulas destinadas exclusivamente ao uso unidirecional devem ser marcadas de forma clara e permanente como tal e devem ser ensaiadas na direção da seta de indicação de fluxo.
4.1.4 Se a válvula que está sendo ensaiada estiver equipada com urna caixa de engrenagens ou outro dispositivo manual, apenas esse conjunto específico deve ser qualificado. Se uma válvula puder ser fornecida com ou sem caixa de engrenagens, o ensaio com uma caixa de engrenagens instalada deve qualificar as válvulas sem caixa de engrenagens, mas não o contrário.
4.1.5 As válvulas (e as caixas de engrenagem) não podem ser protegidas com material isolante de qualquer forma durante o ensaio, exceto onde tal proteção fizer parte do projeto do(s) componente(s).
Qual é Princípio de Ensaio de Fogo em Válvulas?
5.2 Princípio do ensaio
A válvula fechada, totalmente preenchida com água sob pressão, fica completamente envolvida em chamas, com temperatura na região da válvula de 750 °C a 1 000 °C, por um período de 30 min. O objetivo é envolver completamente a válvula em chamas para assegurar que a sede e as áreas de vedação fiquem expostas a alta temperatura de queima. A intensidade da entrada de calor deve ser monitorada usando termopares e cubo-calorímetro, conforme especificado em 5.6.7 e 5.6.8. Durante este período, os vazamentos interno e externo são registrados. Após o resfriamento do ensaio de incêndio, a válvula é ensaiada hidrostaticamente para avaliar a capacidade de conter pressão do corpo da válvula, sedes e vedações.
Quais os Riscos do Ensaio de Incêndio em Válvulas?
O ensaio de incêndio de válvulas é potencialmente perigoso e é essencial que a segurança do pessoal seja levada em consideração. Dada a natureza do ensaio de incêndio e a possibilidade de fragilidade no projeto da válvula de ensaio e do equipamento de ensaio, pode ocorrer uma ruptura perigosa do limite de pressão. São necessárias blindagens adequadas na área do gabinete de ensaio e outros meios apropriados para a proteção do pessoal.
A Elaboração do Relatório Técnico, obrigatoriamente, é o primeiro procedimento a ser realizado, porque determinará, juntamente com o Plano de Manutenção e Inspeção, os procedimentos de manutenção preventiva, preditiva, corretiva e detectiva, que deverão ser executados conforme determinam as normas técnicas e legislações pertinentes.
Ensaio de Válvulas Ensaio de Fogo
Escopo dos Serviços:
Inspeções e verificações quando pertinentes a ser avaliadas pela nossa Equipe multidisciplinar:
Diretrizes e condições para as válvulas a serem ensaiadas;
Dispositivo de alivio de pressão 3 Método de ensaio de fogo;
Princípio do ensaio;
Aparelhagem;
Aparelhos específicos;
Fluido de ensaio;
Combustível de ensaio;
Procedimento;
Vazamento através da sede durante o período de queima;
Vazamento externo durante os períodos de queima e arrefecimento;
Vazamento através da sede no ensaio de baixa pressão após o arrefecimento;
Operabilidade;
Vazamento externo em seguida ao ensaio operacional;
Relatório de ensaio;
Qualificação de outras válvulas por tamanho representativo, classe de pressão e materiais de construção;
Materiais de construção;
Qualificação de válvulas por tamanho nominal;
Qualificação de válvulas por classe de pressão;
Marcação especial;
Sistemas recomendados;
Projeto e dimensões do cubo-calorímetro;
Local dos sensores de medição de temperatura;
Válvulas de sede resiliente até DN 100; – NPS 4 – PN 10, PN 16, PN 25 e PN 40 – Classe 150 e Classe 300 10;
Local dos sensores de medição de temperatura para todas as outras válvulas;
Taxas máximas de vazamento;
Válvulas qualificadas por NPS, tamanho nominal e DN;
Qualificação de válvulas de outra classe de pressão;
O relatório de ensaio quando aplicável deve incluirá as seguintes informações:
a) data do ensaio de fogo,
b) local onde foi realizado o ensaio de togo:
c) especificação usada para o ensaio de fogo (incluindo data de publicação e alterações aplicáveis,
d) nome e endereço do fabricante da valso.,
e) declaração de que a válvula ensaiada contra incêndio passou em todos ensaios hidrostáticos, de tipo de ar e de pressão de produção exigidos pela norma pela qual a válvula bi fabricada (Declaração do fabricante pode ser aceita); Descrição completa da válvula ensaiada, incluindo tamanho nominal, designação de classificação de pressão, tipo (por exemplo, comporta), peso, luro reduzido ou total, material do corpo/castelo, material interno e número de referência do fabricante;
f) marcações na válvula e suas localizações, incluindo tamanho nominal, da plena de identificação do fabricante (se instalada);
g) marcações na válvula e suas localizações, incluindo a data da placa de identificação do fabricante (se instalada);
h) desenho em corte do fabricante da válvula e lista detalhada de peças, incluindo materiais de lodos os componentes da válvula ensaiados, identificados no lego por número de Identificação (número do desenho) e revisão e data de emissão dos documentos;
i) declaração se a caixa de engrenagens está ou não instalada na válvula de ensaio e, se houver, o tipo, nome do fabricante, número do modelo e vantagem medo;
j) ensaio da pressão durante a queima e o arrefecimento;
k) tempo de início do ensaio. ou seja. de ignição dos queimadores;
l) temperatura registrada no início e em intervalos de 30 s ao longo da duração do ensaio; com registros individuais para cada termopar;
m) vazamento através da sede durante o período de queima (ver 6.2);
n) vazamento externo durante os períodos de queima e arrefecimento (ver 6.3):
o) tempo necessário para a válvula esfriar até 100 ‘C:
p) vazamento através da sede (ensaio de baixa pressão) para válvulas PN 100 e Classe 600 e inferior;
q) declaração se a válvula de ensaio foi ou não desmontada e movida para a posição totalmente aberta (ver 6.5);
r) vazamento externo na posição aberta (ver 6.6);
s) se a válvula é assimétrica e se ela se destina à instalação bidirecional (resultados do ensaio em ambas as direções);
t) observações feitas no decorrer do ensaio que possam influenciar os resultados fornecidos;
u) declaração se a válvula de ensaio atende ou não aos requisitos desta Norma;
v) indicação na folha de rosto ou índice do relatório do número total de páginas contidas no documento (incluindo desenhos). sendo cada página numerada;
w) nome e afiliação das pessoas que testemunharam o ensaio de incêndio;
x) pressão de alívio e configuração do conjunto da cavidade do corpo.
Fonte: NBR ISO 10497
Verificações quando for pertinentes:
Manual de Instrução de Operação da Máquina ou Equipamento;
Plano de Inspeção e Manutenção da Máquina ou Equipamento seguindo a NR 12;
Relatório Técnico com ART da Máquina ou Equipamento conforme NR 12;
APR (Análise Preliminar de Risco);
Disposições Finais (quando pertinentes):
Caderno, Registro fotográfico e Registros de Avaliação;
Registro das Evidências;
Identificação dos Profissionais (Engenheiros e Peritos);
Conclusão do PLH;
Proposta de melhorias corretivas;
Quando Aplicável: Certificado de Calibração;
Emissão da A.R.T. (Anotação de Responsabilidade Técnica) e/ou C.R.T. (Certificação de Responsabilidade Técnica).
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar a inserção de normas, leis, decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, sendo relacionados ou não ao escopo de serviço negociado, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as legislações, conforme estabelecido nas mesmas.
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