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  • Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)
A energia química em ação: a reação aluminotérmica libera mais de 2.500 °C, fundindo metais sob uma cortina de luz, calor e condutividade elétrica absoluta.
terça-feira, 14 outubro 2025 / Publicado em 00 - Template Cursos, Cursos de Segurança e Saúde do Trabalho Nacional, Cursos e Treinamentos, Engenharia Química, Engenharia Química - Cursos e Treinamentos, NR12, Segurança do Trabalho, Segurança do Trabalho - Cursos e Treinamentos, Tradução e Interpretação de Idiomas técnicos

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Nome Técnico: CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE SOLDA ALUMINOTÉRMICA (EXOTÉRMICA)

Referência: 165273

Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Versões em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Italiano, Mandarim, Alemão, Russo, Sueco, Holandês, Hindi, Japonês e outros consultar

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

O Curso de Capacitação em Solda Aluminotérmica (Exotérmica) prepara o profissional para executar a soldagem com segurança, precisão e total conformidade técnica. Durante o curso, o aluno domina a reação entre óxido metálico e alumínio, controlando temperatura, reagentes e moldes com precisão.O treinamento desenvolve competência prática e fortalece o domínio normativo da técnica. É aplicável em trilhos ferroviários, torres de transmissão, sistemas de aterramento e conexões industriais.
Dessa forma, o participante reduz falhas, evita retrabalhos e minimiza riscos de acidentes operacionais. O curso também amplia a consciência técnica do profissional.  Por fim, ele executa a soldagem aluminotérmica com eficiência, responsabilidade e aderência aos padrões do CREA e da legislação de segurança do trabalho.

O que é a solda aluminotérmica e qual sua base de funcionamento?

A solda aluminotérmica é um processo exotérmico autossustentável que utiliza a reação química entre pó de alumínio e óxidos metálicos, gerando temperaturas acima de 2.500 °C. Essa energia funde o metal de base e o metal de adição, resultando em juntas de alta integridade estrutural sem necessidade de eletricidade.
Além do aspecto físico, o operador atua como o mediador consciente do processo: seu foco e percepção determinam o controle e o equilíbrio entre reação e estrutura, transformando energia em matéria de forma precisa e segura.

Cada detalhe importa: o posicionamento da fôrma e a geometria da junta determinam a integridade da solda aluminotérmica e sua durabilidade estrutural.

Cada detalhe importa: o posicionamento da fôrma e a geometria da junta determinam a integridade da solda aluminotérmica e sua durabilidade estrutural.

Quando é tecnicamente recomendado utilizar solda aluminotérmica em vez de processos convencionais?

A solda aluminotérmica é recomendada em locais remotos, obras de ferrovia, subestações e estruturas sem acesso a energia elétrica. É indicada quando há necessidade de mobilidade, rapidez e resistência estrutural, tornando métodos como MIG, TIG ou eletrodo inviáveis.
Em situações em que a continuidade elétrica é crítica  como sistemas de aterramento e conexões de trilhos, a técnica oferece baixa resistência ôhmica e alta confiabilidade, garantindo condutividade permanente e durabilidade em campo.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica): Qual a importância da preparação da junta e do posicionamento do molde no sucesso da solda?

A qualidade da solda depende diretamente da precisão geométrica da junta e da correta instalação do molde. Qualquer desalinhamento gera turbulência no fluxo metálico e compromete a penetração. Portanto, o preparo da superfície, a limpeza e o ajuste dimensional são fundamentais.
Quando o profissional executa a montagem com atenção plena e controle do detalhe, ele assegura não apenas o desempenho técnico, mas a harmonia entre forma, energia e segurança.

Por que a solda aluminotérmica é amplamente usada em ferrovias e infraestruturas críticas?

Porque elimina juntas mecânicas suscetíveis a vibrações, ruídos e desgastes, criando trilhos contínuos e uniformes. Essa continuidade melhora o conforto do rolamento e reduz manutenções corretivas.
Além disso, por seguir normas rigorosas como ABNT NBR 13282 e EN 14730, a técnica é padrão internacional para ambientes que exigem estabilidade operacional e resistência a intempéries.

Precisão e controle: o operador ajusta o ângulo da junta antes da ignição aluminotérmica, garantindo fluxo uniforme do metal fundido e fusão perfeita.

Precisão e controle: o operador ajusta o ângulo da junta antes da ignição aluminotérmica, garantindo fluxo uniforme do metal fundido e fusão perfeita.

Como o controle da temperatura e do tempo de reação influencia a integridade da solda?

O equilíbrio entre temperatura e tempo define a homogeneidade da fusão. Reações curtas geram soldas frias; reações prolongadas provocam excesso de escória. Assim, é vital respeitar o tempo de queima e o volume especificado pelo fabricante.
Um operador treinado desenvolve sensibilidade visual e auditiva percebe o tom, o brilho e o som da reação  e reage com precisão, atuando de forma consciente dentro do fenômeno físico.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica): Em quais ambientes o profissional aplica a solda aluminotérmica com segurança e produtividade?

Aplicação Finalidade Técnica
Trilhos ferroviários Continuidade estrutural e elétrica
Conexões de aterramento (GND) Condutividade permanente
Torres de transmissão União de cabos e ferragens
Subestações elétricas Equipotencialização e blindagem
Estruturas metálicas externas Resistência a intempéries

Esses ambientes exigem planejamento, isolamento e controle térmico, Sendo assim o domínio do operador define o sucesso do processo e a durabilidade da junta.

Qual a função do fósforo pirotécnico e por que seu manuseio exige atenção?

O fósforo pirotécnico é o catalisador da ignição, responsável por iniciar a reação entre o alumínio e o óxido metálico, entretanto é extremamente inflamável e sensível à umidade, ele requer armazenamento hermético e manuseio com EPI adequado conforme NR 06 e NBR 16710.
A manipulação consciente evita acidentes e assegura estabilidade na queima, transformando o risco potencial em energia controlada.

No instante da fusão, ciência e habilidade se unem — o operador conduz a reação exotérmica com foco total, transformando calor em estrutura e energia em resistência.

No instante da fusão, ciência e habilidade se unem, assim o operador conduz a reação exotérmica com foco total, transformando calor em estrutura e energia em resistência.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica): Para que serve a análise das zonas térmicas da solda (ZAC, fusão, fundida)?

Essa análise identifica a distribuição térmica e a qualidade da fusão. A Zona Afetada pelo Calor (ZAC) é a região mais sensível, pois pequenas variações podem alterar propriedades mecânicas e causar trincas.
A observação correta dessas zonas assegura que o processo respeite a integridade metalúrgica prevista nas normas ABNT NBR 13282 e NBR 16129, assim sendo garantido desempenho mecânico e vida útil prolongada da junta.

Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas

Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)
Carga horária: 16 Horas

Certificado de conclusão

Pré-Requisito: Alfabetização

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

CURSO CAPACITAÇÃO SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE SOLDA ALUMINOTÉRMICA (EXOTÉRMICA)
Carga Horária: 16 Horas

Módulo 1 – Fundamentos Técnicos e Definições Essenciais (3 HORAS)
Introdução ao processo de solda aluminotérmica (exotérmica)
Princípio da reação termoquímica (óxido metálico + alumínio)
Aplicações práticas: ferrovias, aterramentos, estruturas metálicas

Termos e definições críticas:
Fósforo pirotécnico
Porção de solda, trilho, acopladeira
Tipos de solda relevantes: topo, tampão, selagem, chanfro, longitudinal
Junta, cobrejunta, mata-junta, junta dissimilar
Metal base, metal de solda e metal depositado
Formas e moldes de aplicação

Módulo 2 – Preparação da Junta e Execução do Processo (3 HORAS)
Tipos de juntas: topo, ângulo, sobreposição, aresta
Geometrias da junta e posicionamento do molde
Abertura da raiz, face do chanfro, face da raiz

Ângulos essenciais:
Ângulo de arraste, deslocamento, trabalho
Ângulo do bisel e do chanfro

Montagem dos componentes:
Fôrmas metálicas
Pré-aquecimento
Inserção do reagente aluminotérmico

Condições atmosféricas: influência e precauções

Módulo 3 – Qualidade da Solda, Ensaios e Defeitos (2 HORAS)
Linha de fusão, zona de fusão, zona fundida, zona afetada pelo calor
Tipos de defeitos: reforço, falha de fusão, porosidade
Esmerilhamento e acabamento da solda
Ensaio de flexão estática
Medição de dureza: Dureza Brinell
Faixas de dureza da superfície de rolamento
Cargas mínimas de ruptura e exigências normativas
Registro técnico e evidências de qualidade

Módulo 4 – Segurança Operacional, Normas e Prevenção de Acidentes (4 HORAS)
APR – Análise Preliminar de Riscos
GRO / PGR – Gestão e plano de riscos ocupacionais
PE – Plano de Emergência
Prevenção de acidentes e noções básicas de primeiros socorros
Noções de percepção de risco e fator medo
Impactos do comportamento, fadiga, pressa e hábito

Ergonomia na operação aluminotérmica:
Riscos ergonômicos
Análise de posto de trabalho

Controle mental e foco operacional
Gestão de tempo e equilíbrio de energia durante a atividade

Módulo 5 – Procedimentos Técnicos de Execução e Controle de Junta Aluminotérmica (4 HORAS)
Montagem da junta aluminotérmica com molde
Posicionamento e travamento das formas
Aquecimento, inserção do reagente e ignição
Controle visual da fusão e vazão do metal líquido
Remoção das fôrmas, esmerilhamento e inspeção
Aplicação de ensaio visual e flexão (em bancada)
Preenchimento de ficha de registro de evidências
Avaliação de desempenho

Finalização e Certificação:
Exercícios Práticos (quando contratado);
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica;
Avaliação Prática (Quando contratada);
Certificado de Participação.

NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar. É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Participantes sem experiência:
Carga horária mínima = 32 horas/aula

Participantes com experiência:
Carga horária mínima = 16 horas/aula

Atualização (Reciclagem):
Carga horária mínima = 08 horas/aula

Atualização (Reciclagem): O empregador deve realizar treinamento periódico Anualmente e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações:
a) mudança nos procedimentos, condições ou operações de trabalho;
b) evento que indique a necessidade de novo treinamento;
c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias;
d) mudança de empresa;
e) Troca de máquina ou equipamento.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Referências Normativas (Fontes) aos dispositivos aplicáveis, suas atualizações e substituições até a presente data:
NR 01 – Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais;
NR 06 – Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);
NR 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos;
NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
ABNT NBR 10474 – Qualificações em soldagem – Terminologia;
ABNT NBR 10663 – Qualificação de procedimentos de soldagem pelo processo com eletrodo revestido para oleodutos e gasodutos – Procedimentos;
ABNT NBR 13282 – Soldagem aluminotérmica de trilhos ferroviários;
ABNT NBR 15997 – Trilho – Soldagem aluminotérmica;
ABNT NBR 16129 – Ferrovia – Procedimento de qualificação de soldador e soldagem para trilhos ferroviários – Processo aluminotérmico;
ABNT NBR 16746 – Segurança de máquinas – Manual de Instruções – Princípios gerais de elaboração;
ABNT NBR ISO 14121-2 – Segurança de máquinas – Apreciação de riscos;
Protocolo – Guidelines American Heart Association;
ISO 10015 – Gestão da qualidade – Diretrizes para gestão da competência e desenvolvimento de pessoas;
ISO 45001 – Sistemas de gestão de saúde e segurança ocupacional – Requisitos com orientação para uso;
ISO 56002 – Innovation management – Innovation management system.
Nota: Este Serviço atende exclusivamente as exigências da MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) quando se tratar de atendimento a outros Órgãos, informe no ato da solicitação.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

É um processo de soldagem sem uso de eletricidade, baseado em uma reação química altamente exotérmica entre óxido metálico (geralmente óxido de ferro) e pó de alumínio. Ao ser iniciada (com fósforo pirotécnico), essa reação gera temperaturas acima de 2.500 °C, capazes de fundir metais e preencher juntas com altíssima resistência.

Por que usar a solda aluminotérmica?

Independência de energia elétrica: Ideal para ambientes remotos como ferrovias, torres, subestações e estruturas externas.
Alta resistência mecânica: A solda obtida tem características estruturais semelhantes ao metal base, especialmente útil em trilhos ferroviários.
Rapidez e portabilidade: Pode ser aplicada em campo com mínimo de infraestrutura e alto rendimento por turno.
Aplicação em metais diferentes: Aceita combinações de metais dissimilares, o que facilita conexões entre diferentes ligas condutoras, por exemplo.

Qual a importância da solda aluminotérmica?

Infraestrutura crítica: É um ponto de segurança vital em trilhos, torres de transmissão, sistemas de aterramento e conexões industriais permanentes.
Resistência ao tempo e às intempéries: As juntas feitas por esse método são menos suscetíveis à fadiga térmica e à corrosão, se bem executadas.

Esclarecimento: O propósito do nosso Curso é aprimorar os conhecimentos do aluno passo a passo de como elaborar o Relatório Técnico; O que habilita o aluno a assinar como Responsável Técnico, são, antes de mais nada, as atribuições que o mesmo possui perante ao seu Conselho de Classe CREA.

O nosso projeto pedagógico segue as diretrizes impostas pela Norma Regulamentadora nº1.

Após a efetivação do pagamento, Pedido de Compra, Contrato assinado entre as partes, ou outra forma de confirmação de fechamento, o material didático será liberado em até 72 horas úteis (até 9 dias), devido à adaptação do conteúdo programático e adequação às Normas Técnicas aplicáveis ao cenário expresso pela Contratante; bem como outras adequações ao material didático, realizadas pela nossa Equipe Multidisciplinar para idioma técnico conforme a nacionalidade do aluno e Manuais de Instrução Técnica Operacional e de Manutenção especifícos das atividades que serão exercidas.

Atenção: O Curso ensina a Aplicar os conceitos normativos da norma, o que habilita a assinar Projetos, Laudos, Perícias etc.  são as atribuições que o (a) Profissional Legalmente  Habilitado possui junto aos seu Conselho de Classe a exemplo o CREA.
Este curso tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada profissional credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações,  onde se torna impreterivelmente necessário respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas correspondentes.

OUTROS ELEMENTOS QUANDO PERTINENTES E CONTRATADOS:

Termos e definições:
Abertura da raiz;
Acopladeira;
Tipos de ângulos:
Ângulo de arraste, Ângulo de avanço, Ângulo de deslocamento, Ângulo de deslocamento para chapas e Ângulo de deslocamento para tubo;
Ângulo de trabalho:
Ângulo de Trabalho para chapas, Ângulo de trabalho para tubos, Ângulo do bisel e Ângulo do chanfro;
Bisel, camada e chanfro;
Cobrejunta, ensaio e face da raiz;
Face de fusão e face do chanfro;
Geometrias da junta;
Goivagem a arco;
Intensidade de corrente de soldagem;
Junta e junta dissimilar;
Linha de fusão e mata-junta;
Metal de base, metal de solda e metal depositado;
Operador de soldagem;
Oscilação do eletrodo;
Passe, Passe de revenimento, Passe de solda, Passe de solda oscilante;
Polaridade direta e inversa;
Pré-aquecimento e Progressão de soldagem;
Qualificação de soldador;
Reforço da solda e Revestimento;
Sequência de passes e de Soldagem;
Tipos de solda:
Autógena, circunferencial, descontínua, descontínua coincidente, intercalada;
Solda de selagem, solda de tampão, solda de topo, solda em ângulo;
Solda em cadeia, solda de chanfro, Solda em escalão, solda heterogênea, solda homogênea;
Solda Longitudinal, solda por costura, solda por pontos e Solda transversal;
Soldador:
Soldagem, automática, manual, semiautomática e Velocidade de soldagem;
Zonas:
Zona afetada pelo calor, Zona de fusão e Zona Fundida;
Geometria da junta;
Posição do eletrodo ou tocha;
Passes e camadas e Tipos de chanfro;
Face do chanfro e face da raiz;
Zonas de uma junta soldada;
Tipos de Juntas:
Juntas de aresta, Juntas de topo, Juntas de ângulo e Juntas sobrepostas;
Solda com e sem oscilação de eletrodo;
Perna de solda e posições de soldagem:
Trilho e Porção de solda;
Fósforo pirotécnico;
Fôrmas, Condição atmosférica e Junta
Soldagem:
Considerações gerais;
Esmerilhamento da junta soldada;
Acabamento;
Solda defeituosa;
Registro e Defeitos e Composição química;
Dureza Brinell;
Flexão estática e Medição da dureza;
Ensaio de flexão estática e Ensaio de flexão estática;
Faixas de durezas da superfície de rolamento;
Valores mínimos de cargas de ruptura.

Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:

APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia,
Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos;

Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.

Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica)

Saiba Mais: Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica):

2 Termos e definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.
2.1 abertura da raiz
separação entre membros a serem unidos na raiz da junta (ver Figura A.1)
2.2 acopladeira
maquinário empregado geralmente nas operações de montagem de componentes a serem soldados
2.3 ângulo de arraste
ângulo de deslocamento, quando o eletrodo está apontado para a direção oposta à da progressão da solda (ver 2.5 e Figura A.2)
2.4 ângulo de avanço
ângulo de deslocamento, quando o eletrodo está apontando para a direção de progressão da solda (ver 2.5 e Figura A.2)
2.5 ângulo de deslocamento
2.5.1 ângulo de deslocamento para chapas
ângulo que o eletrodo faz com linha de referência perpendicular ao eixo (ver 2.3, 2.4 e Figura A.2)
2.5.2 ângulo de deslocamento para tubo
ângulo que o eletrodo faz com uma linha de referência, estendendo do centro do tubo até a poça de fusão, no plano do eixo da solda. Este ângulo pode ser usado para definir a posição das tochas, pistolas, varetas e feixes de alta energia
2.6 ângulo de trabalho
2.6.1 ângulo de trabalho para chapas
ângulo formado entre o eletrodo e a superfície do metal de base, no plano perpendicular ao eixo da solda (ver Figura A.2-a) e Figura A.2-b))
2.6.2 ângulo de trabalho para tubos
ângulo formado entre o eletrodo e a linha de referência tangente do tubo, no plano comum ao eixo da solda (ver Figura A.2-c))
2.7 ângulo do bisel
ângulo formado entre a borda preparada do componente e um plano perpendicular à superficie deste componente (ver Figura A.1)
2.8 ângulo do chanfro
ângulo integral entre as bordas prepadas dos componentes (ver Figura A.1)
2.9 bisel
borda do componente a ser soldado, preparada na forma angular (ver Figura A.1)
2.10 camada
deposição de um ou mais passes consecutivos dispostos lado a lado (ver Figura A.3)
F: NBR 10474

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Curso Solda Aluminotérmica (Exotérmica): Consulte-nos

O que você pode ler a seguir

Processo de soldagem aplicada à tubulação, garantindo a vedação e resistência do material. No caso do polietileno, a fusão deve ser realizada com precisão para assegurar a integridade da junta.
Curso Inspeção Soldagem Polietileno
Curso Segurança Máquinas – NBR 13759 | EAD | Ao Vivo
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01 - O que são NRs?

As Normas Regulamentadoras – NR, são leis relativas à segurança, saúde, medicina do trabalho e meio ambiente, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta, bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT. PORTARIA Nº 3.214 de 08/06/1978.

02 - Todas as empresas devem seguir as NRs?

Positivo. As Normas Regulamentadoras (NR) são disposições complementares ao Capítulo V (Da Segurança e da Medicina do Trabalho) do Título II da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com redação dada pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1977. Consistem em obrigações, direitos e deveres a serem cumpridos por empregadores e trabalhadores com o objetivo de garantir trabalho seguro e sadio, prevenindo a ocorrência de doenças e acidentes de trabalho. As primeiras normas regulamentadoras foram publicadas pela Portaria MTb nº 3.214, de 8 de junho de 1978. As demais normas foram criadas ao longo do tempo, visando assegurar a prevenção da segurança e saúde de trabalhadores em serviços laborais e segmentos econômicos específicos.

03 - Como os acidentes ocorrem?

Eles podem ocorrer por diversos motivos. Quando ocorre um acidente além de destruir todo o “bom humor” das relações entre os empregados ou também o gravíssimo problema de se defender de uma série de procedimento ao mesmo tempo, então vale a pena investir nesta prevenção.

  • Apesar da Lei da Delegação Trabalhista não prever que se aplica a “culpa en vigilando”, mas, apenas a responsabilidade de entregar o equipamento, porém vale frisar que o Empregador também fica responsável em vigiar;
  • Mesmo efetuando todos os Treinamentos e Laudos obrigatórios de Segurança e Saúde do Trabalho em caso de acidente de trabalho o empregador estará sujeito a Processos tipo: Inquérito Policial – Polícia Civil;
  • Perícia através Instituto Criminalista;
  • Procedimento de Apuração junto Delegacia Regional do Trabalho;
  • Inquérito Civil Público perante o Ministério Público do trabalho para verificação se os demais trabalhadores não estão correndo perigo;
  • O INSS questionará a causa do acidente que poderia ser evitado e se negar a efetuar o pagamento do benefício ao empregado;
  • Familiares poderão ingressar com Processo na Justiça do Trabalho pleiteando danos Morais, Materiais, Luxação, etc.;
  • Tsunami Processual obrigando o Empregador a gerar Estratégias de Defesas mesmo estando certo;
  • O Empregado não pode exercer atividades expostas a riscos que possam comprometer sua segurança e saúde, sendo assim o Empregador poderá responder nas esferas criminal e civil.
04 - Como funcionam as modalidades EAD dos cursos?

MODALIDADE EAD – PDF – APOSTILA: Você receberá um acesso em nossa plataforma EAD, onde o curso será disponibilizado através de módulos com apostila em PDF e materiais complementares como normas técnicas aplicáveis e memorial de cálculo quando aplicável.

MODALIDADE EAD – AUDIOVISUAL (VÍDEO AULA): Nesta modalidade você receberá o material da modalidade anterior + videoaulas sobre o assunto gravadas pela nossa equipe multidisciplinar com imagens ilustrativas para melhor fixação do conteúdo.

MODALIDADE EAD – TRANSMISSÃO AO VIVO (ATÉ 8H): Nesta modalidade, além do material das outras modalidades, você terá um dia (até 8H aula) de Transmissão Ao Vivo com um de nossos Instrutores Responsáveis, você poderá conversar em tempo real e tirar dúvidas pertinentes diretamente com o Instrutor.

Em todas as modalidades você poderá tirar dúvidas com nossa equipe multidisciplinar sobre o assunto estudado, através do nosso e-mail. Basta enviar todas as suas dúvidas que em até 72 horas úteis eles respondem.

05 - Curso de capacitação e aprimoramento habilita a assinar laudo como responsável técnico?

Negativo. O que habilita a assinar o Laudo (Relatório Técnico) é a formação acadêmica e seu devido Registro ATIVO no Conselho de Classe (CREA, CRQ, CRM, RRT, etc…).

Os Cursos de Aprimoramento servem para ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os cursos tem por objetivo o estudo de situações onde será necessário a aplicação de: Conceitos e Cálculos conforme Normas pertinentes e não substitui a análise e responsabilidade por parte de cada PLH (Profissional Legalmente Habilitado, credenciado junto ao CREA ou outros Conselhos de Classes nas mais variadas situações, onde se torna impreterivelmente fundamental respeitar as condições de conservação dos equipamentos, aferição periódica dos instrumentos, tal como o respeito de capacidade primária pré-determinada pelos fabricantes de EPI’s, entre outros embasados nas Normas pertinentes.

06 - As NBRs tem força de lei?

Positivo. As Normas Técnicas Brasileiras são um conjunto de especificações técnicas e diretrizes cuja função é padronizar o processo de desenvolvimento de produtos e serviços no Brasil. Da fase de projeto e pesquisa até a entrega aos consumidores, as NBRs são desenvolvidas de forma neutra, objetiva e técnica. Elas são elaboradas por PLH (Profissional Legalmente Habilitado) da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), as NBRs possuem força de lei, pois são mencionadas em Leis, Portarias, Decretos etc…

07 - Como saber se meu certificado atende as NRs?

De acordo com a Norma Regulamentadora 01:
NR 1.1.6.2 Os documentos previstos nas NR podem ser emitidos e armazenados em meio digital com certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), normatizada por lei específica.

NR 1.1.6.3.1 O processo de digitalização deve ser realizado de forma a manter a integridade, a autenticidade e, se necessário, a confidencialidade do documento digital, com o emprego de certificado digital emitido no âmbito da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).

NR 1.1.7.1.1 Ao término dos treinamentos inicial, periódico ou eventual, previstos nas NR, deve ser emitido certificado contendo o nome e assinatura do trabalhador, conteúdo programático, carga horária, data, local de realização do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável técnico do treinamento.

NR 2.2.1.1 A empresa ou instituição especializada que oferte as capacitações previstas nas NR na modalidade de ensino à distância e semipresencial, deve atender aos requisitos constantes deste Anexo e da NR-01 para que seus certificados sejam considerados válidos.

Para saber mais, clique aqui!

08 - Os cursos e treinamentos são reconhecidos pelo MEC?

Cursos e Treinamentos de Capacitação na área de Segurança e Saúde do Trabalho são considerados LIVRES e atendem o Ministério do Trabalho e Emprego, conforme preconizam as NR, portanto não há o que se falar em reconhecimento pelo MEC.

Os Cursos e Treinamentos de Aprimoramento são para atender requisitos específicos de instituições/associações voltadas à Segurança e Saúde do trabalho, sua função é ensinar aquilo que não foi visto ou esquecido durante seus estudos na Faculdade de Formação Superior.

Os Cursos desenvolvidos por nossa equipe multidisciplinar não são de formação técnica, nem superior, sendo assim, não se aplicam às condições e exigências do MEC.

09 - Como melhorar a segurança do trabalho em minha organização?

Essa mudança começa por você! Pesquise, confirme, mude suas escolhas e tome atitudes. Seja proativo e seja parte interessada nas mudanças e quebras de paradigmas dentro da sua organização.

Como Stakeholder, você precisa buscar sempre a melhor qualidade para sua gestão, a fim de mitigar os riscos à sua organização.

Como fazer isso? Seguindo os Conceitos da ISO 45001 buscando um sistema de gestão de SSO (Segurança e Saúde Ocupacional) e fornecendo uma estrutura para gerenciar os riscos e oportunidades de SSO. Busque metas e resultados para prevenir lesões e problemas de saúde relacionados ao trabalho para os colaboradores e proporcione locais de trabalho seguros e saudáveis. Além de eliminar os perigos e minimizar os riscos de SSO, tome medidas preventivas e de proteção efetivas.

10 - Quais as principais legislações e responsabilidades sobre acidentes de trabalho?

LEGISLAÇÃO TRABALHISTA – CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO 
PORTARIA 3214/78 DO M.T.E.

CLT SOBRE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO AO EMPREGADOR DETERMINA:
Art. 157 – Cabe às empresas:
1- Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
2- Instruir os empregados, através de ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
3- Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente;
4- Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.

NR-1 – Disposições Gerais:
O item 1.9 da NR-1 aduz ao empregador:
O não cumprimento das disposições legais e regulamentares sobre segurança e medicina do trabalho acarretará ao empregador a aplicação das penalidades previstas na legislação pertinente.

CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988:
Art. 7º – São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e
Segurança.
XXVIII – Seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa.

Benefícios da Previdência Social – Lei 8.213:
A Lei 8.213 de 1991, normas de segurança e saúde no trabalho e dispositivos pecuniários e punitivos pela não observância da prevenção de acidentes e doenças laborais, ambos às empresas, quais sejam:
Art. 19. […] § 1º A empresa é responsável pela adoção e uso das medidas coletivas e individuais de proteção e segurança da saúde do trabalhador.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(Arts. 186 e 187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo“.
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

Brasil (2010, página. 107) sobre a responsabilidade civil prevista no Código Civil:
Código Civil em vigor define nos artigos: 186 e 187 os atos ilícitos; 927 a 932 obrigação de indenizar;
934 ação regressiva, ou seja, o empregador efetua o pagamento da indenização civil por ser o responsável primário, entretanto, poderá propor uma ação regressiva contra quem deu causa ao acidente;
942 o comprometimento dos bens do autor da ofensa.

REGULAMENTO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL:
O pagamento, pela Previdência Social, das prestações por acidente do trabalho não exclui a responsabilidade civil da empresa ou de outrem.

Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro:
Artigo 30, da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece.”

Artigo 157 da CLT: “Cabe às empresas:
Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho;
Instruir os empregados, através de Ordens de Serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais;
Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente;
Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.”
Artigo 159 do Código Civil: “Aquele que por ação ou omissão voluntária, negligência, imprudência ou imperícia, causar dano a outra pessoa, obriga-se a indenizar o prejuízo.”

Artigos do Código Civil:
Artigo 1521: ” São também responsáveis pela reparação civil, o patrão, por seus empregados, técnicos serviçais e prepostos.”
Artigo 1522: “A responsabilidade do artigo 1522 abrange as pessoas jurídicas que exercem exploração industrial.”
Artigo 1524: “O que ressarcir o dano causado por outro pode reaver, daquele por quem pagou, o que houver pago.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999.

LEGISLAÇÃO PENAL:
Dos crimes contra a pessoa e contra a vida; Homicídio simples
Artigo 121 Matar alguém: Pena – reclusão, de seis a vinte anos.
Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito:
1º – se culposo
§ 3º – detenção de 1 a 3 anos.
§ 4º – aumentada de 1/3 (um terço), se o crime resulta de inobservância de regra técnica de profissão, arte ou ofício, ou se o agente deixa de prestar imediato socorro à vítima, não procura diminuir as consequências do seu ato, ou foge para evitar prisão em flagrante.

Das lesões corporais:
Artigo 129 Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena – detenção, de três meses a um ano.
Lesão corporal de natureza grave
§ 1º Se resulta:
I – Incapacidade para as ocupações habituais, por mais de trinta dias; II – Perigo de vida;
III – debilidade permanente de membro, sentido ou função; IV – Aceleração de parto:
Pena – reclusão, de um a cinco anos.
§ 2° Se resulta:
I – Incapacidade permanente para o trabalho; II – enfermidade incurável;
III perda ou inutilização do membro, sentido ou função; IV – Deformidade permanente;
V – Em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho: Pena
– Detenção de 2 a 8 anos.
§ 7º – aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica da profissão.
Da periclitação da vida e da saúde
Art. 132 – Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente: Pena – detenção, de três meses a um ano, se o fato não constitui crime mais grave.
Parágrafo único. A pena é aumentada de um sexto a um terço se a exposição da vida ou da saúde de outrem a perigo decorre do transporte de pessoas para a prestação de serviços em estabelecimentos de qualquer natureza, em desacordo com as normas legais.(Incluído pela Lei nº 9.777, de 29.12.1998).

A responsabilidade penal, que é pessoal (do empregador, do tomador de serviços, do preposto, do membro da CIPA, do engenheiro de segurança, do médico do trabalho, etc.),
Será caracterizada não só pelo acidente do trabalho, quando a ação ou omissão decorrer de dolo ou culpa, mas também pelo descumprimento das normas de segurança, higiene e medicina do trabalho, expondo-se a risco e perigo a vida dos trabalhadores, como preceitua o Código Penal.

Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e higiene do trabalho. Art. 120.
Nos casos de negligência quanto às normas padrão de segurança e higiene do trabalho indicados para a proteção individual e coletiva, a Previdência Social proporá ação regressiva contra os responsáveis. Art. 121.
É importante, ainda, salientar outro artigo do Código Penal, referente ao chamado Crime de Perigo – art. 132: “Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente”. A pena para este caso varia de 3 meses a 1 ano, se o fato não constituir crime mais grave.

Artigo 121 do Código Penal:
“Quando o acidente decorre de culpa grave, caracterizado em processo criminal, o causador do evento fica sujeito, se resulta morte do trabalhador:
Detenção de 1 a 3 anos.
Aumento da pena de um terço se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 129 do Código Penal:
“Se resulta em lesão corporal de natureza grave ou incapacidade permanente para o trabalho:
Detenção de 2 meses a 1 ano.
Aumento de um terço da pena se o crime foi resultante de inobservância de regra técnica de profissão.”

Artigo 132 do Código Penal:
“Expor a vida ou a saúde do trabalhador à perigo direto e iminente.
Pena – Prisão de 3 meses a 1 ano.”
Decreto 3048, de 06 de maio de 1999,

Aprova o Regulamento da Previdência Social:
Art. 343. Constitui contravenção penal, punível com multa, deixar a empresa de cumprir as normas de segurança e saúde do trabalho.

LEGISLAÇÃO CIVIL:
Artigo 927 do Código Civil: “aquele que, por ato ilícito(arts.186e187), causar dano a outrem fica obrigado a repará-lo.”
Artigo 932 – são também responsáveis pela reparação civil:
Item III – o empregador ou comitente, por seus empregados, serviçais e prepostos, no exercício do trabalho que lhes competir, ou em razão dele.”
Art. 949 – no caso de lesão ou outra ofensa à saúde, o ofensor indenizará o ofendido das despesas do tratamento e dos lucros cessantes até ao fim da convalescença, além de algum outro prejuízo que o ofendido prove haver sofrido.

CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR:
Lei 8078/90 – Seção I: da Proteção à saúde e segurança
Capítulo III: Direitos básicos do consumidor
I: proteção da vida, saúde e segurança contra usos;
IV: A efetiva prevenção, reparação de danos patrimoniais, morais, individuais, coletivos e difusos.

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