Nome Técnico: Curso Capacitação Resgatista Coordenador de Equipe em Altura e/ou Espaço Confinado NR 33 e NR 35 – NBR 16710-1
Referência: 160660
Ministramos Cursos e Treinamentos; Realizamos Traduções e Interpretações em Idioma Técnico: Português, Inglês, Espanhol, Mandarim, Alemão, Hindi, Japonês, Árabe e outros consultar
Qual o objetivo do Curso Resgatista Coordenador?
O Curso Resgatista Coordenador especifica quanto ao nível de qualificação em resgate para coordenar uma operação de resgate e elaborar o seu planejamento, podendo avaliar, dimensionar e designar responsabilidades, para o procedimento correto dos resgates de alta complexidade em ambientes de altura ou espaço confinado.
O que é Resgatista Nível Coordenador?
O resgatista qualificado no nível de coordenador de equipe é uma pessoa capacitada e treinada para atuar como responsável pela operação de resgate, cuja atuação primária em um ambiente de exposição a riscos seja executada em uma equipe de resgate sob sua coordenação.
Quais as Classificações para Espaços Confinados a NBR 16710-1 preconiza às Organizações sobre a disponibilização das Equipes de Resgate?
“Para organização e disponibilidade da equipe de resgate, os espaços confinados estão classificados conforme a seguir:
a) espaços Classe 1: aqueles que apresentam situação IPVS. Estão inclusos espaços que sejam deficientes de oxigênio e/ou que contenham atmosferas tóxicas (IDHL) ou explosivas (LFI). Ver NR-15 e NR-16. Resgate: manter equipe de resgate presencial onde está sendo executada a atividade no espaço confinado:
b) espaços Classe 2: não representam riscos à atmosfera IPVS, no entanto, têm potencial para gerar condição IPVS, ou seja, é necessária a remoção da vítima por meio de sistema vertical. Resgate: manter disponíveis equipamentos e recursos materiais onde está sendo executada a atividade no espaço confinado. visando otimizar o tempo de resposta. Convém que a presença ou não da equipe de resgate onde está sendo executado a atividade no espaço confinado seja especificada na análise de risco:
c) espaços Classe 3: não apresentam situação IPVS. Resgate: convém que a equipe de resgate seja informada sobre a execução de serviço em determinado espaço confinado.”
Clique no Link: Critérios para Emissão de Certificados conforme as Normas
Treinamento Livre Profissionalizante Noções Básicas (Não substitui Formação Acadêmica ou Ensino Técnico)Certificado de conclusão
Curso Resgatista Coordenador
Conteúdo Programático Normativo:
Normas Regulamentadoras Oficiais e Normas Brasileiras aplicáveis;
Princípios de segurança de uma operação de resgate;
Identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
Avaliação de risco x benefício em uma operação de resgate;
Alaboração de pré-planos de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
Protocolos operacionais padronizados; organização de equipes de resgate, atribuindo funções e responsabilidades para os componentes;
Noções gerais sobre sistema de comando de incidentes;
Conhecimentos gerais sobre o uso de um plano de comunicações para operações de resgates, bem como utilização de diversos meios de comunicação e emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergências;
Certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos pessoais de resgate:
Cinto paraquedista, Eslingas ou talabartes, Conectores, Capacete, Luvas, Descensor, Ascensores, Trava-quedas, Estribo;
Instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
Seleção e uso correto dos seguintes equipamentos coletivos de resgate:
Cordas, Eslingas, Anel, Fitas ou contas de ancoragem, Conectores, Polias, Bloqueadores, Macas, Tripé, Descensores, Ascensores;
Montagem dos principais nós de encordamento utilizados em resgates (blocantes, de arremate, de emenda, de ancoragem e asseguradores);
Montagem de ancoragens simples, semiequalizadas, equalizadas, fracionamentos e desvios com nós de encordamento;
Efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na distribuição de cargas;
Montagem e operação de sistemas de vantagem mecânica simples, compostos e combinados (bloco);
Limites de desempenho dos equipamentos de progressão em corda utilizados em resgates de vítimas;
Inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate utilizados;
Identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos que tenham sido reprovados conforme orientação dos fabricantes;
Métodos de manutenção, limpeza. acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
Conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura;
Conceituação de fator de queda;
Como se desenvolve o trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas;
Utilização dos meios de comunicação disponíveis, bem como emprego de terminologia utilizada como linguagem-padrão para emergências;
Utilização e instalação dos dispositivos de ancoragens têxteis ou metálicos do tipo móveis, com ou sem elementos de fixação mecânicos ou químicos;
Conceituação das técnicas de progressão vertical por corda para resgates;
Execução de técnicas de progressão por corda em resgates para ascensão, descensão, pas-sagem de fracionamentos, desvios e de nós;
Execução de técnicas de descidas em cordas tencionadas;
Execução de técnicas de progressões em tirolesas horizontais e inclinadas;
Utilização de meios de fortuna aplicados às técnicas de resgate por corda;
Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para descensão com vítimas, com passagem de fracionamentos. de desvios e de nós;
Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para movimentação de vitima para baixo ou para cima; Execução de técnicas de resgate com progressão por corda para desbloqueio de vitimas suspensas em descensores, ascensores ou sistemas de proteção individual contra quedas;
Conhecer os diferentes tipos de macas de transporte vertical, bem como sua compatibilidade com o tipo de operação ou lesão da vítima;
Técnicas de imobilização de vitimas em macas, com ou sem emprego de imobilizadores de coluna ou de membros;
Técnicas de movimentação vertical de vitimas em altura ou em espaços confinados com emprego de sistemas de resgate e de evacuação de pré-engenharia ou sistemas de vantagem mecânica simples;
Montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal de macas em cordas tencionadas (tirolesa) na horizontal, diagonal e cruzada;
Técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizonal e terrestre);
Fatores técnicos que afetem a eficiência de um resgate com corda e/ou em espaço confinado, (por exemplo: desempenho, velocidade, alcance. duração. condições climáticas, do ambinente dos espaços confinados, do resgatista etc.);
Técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados para resgate.
F: NBR 16710-1
Complementos da Atividade – Conscientização da Importância:
APR (Análise Preliminar de Riscos);
PE (Plano de Emergência);
PGR (Plano de Gerenciamento de Riscos);
GRO (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais);
Compreensão da necessidade da Equipe de Resgate – NBR 16710;
A Importância do conhecimento da tarefa;
Prevenção de acidentes e noções de primeiros socorros;
Proteção contra incêndios – NBR 14276;
Percepção dos riscos e fatores que afetam as percepções das pessoas;
Impacto e fatores comportamentais na segurança: Fator medo;
Como descobrir o jeito mais rápido e fácil para desenvolver Habilidades;
Como controlar a mente enquanto trabalha;
Como administrar e gerenciar o tempo de trabalho;
Porque equilibrar a energia durante a atividade a fim de obter produtividade;
Consequências da Habituação do Risco;
Causas de acidente de trabalho;
Noções sobre Árvore de Causas;
Entendimentos sobre Ergonomia, Análise de Posto de Trabalho e Riscos Ergonômicos.
Noções básicas de:
HAZCOM – Hazard Communication Standard (Padrão de Comunicação de Perigo);
HAZMAT – Hazardous Materials (Materiais Perigosos);
HAZWOPER – Hazardous Waste Operations and Emergency Response (Operações de Resíduos Operações Perigosas e Resposta a Emergências);
Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) – ISO 45001;
FMEA – Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha);
SFMEA – Service Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de serviços);
PFMEA – Process of Failure Mode and Effects Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Processos);
DFMEA – Design Failure Mode and Effect Analysis (Análise de modos e efeitos de falha de Design);
Análise de modos, efeitos e criticidade de falha (FMECA);
Ferramenta Bow Tie (Análise do Processo de Gerenciamento de Riscos);
Ferramenta de Análise de Acidentes – Método TRIPOD;
Padrão de Comunicação e Perigo (HCS (Hazard Communication Standard) – OSHA;
Escala Hawkins (Escala da Consciência);
Exercícios Práticos:
Registro das Evidências;
Avaliação Teórica e Prática;
Certificado de Participação.
NOTA:
Ressaltamos que o Conteúdo Programático Normativo Geral do Curso ou Treinamento poderá ser alterado, atualizado, acrescentando ou excluindo itens conforme necessário pela nossa Equipe Multidisciplinar.
É facultado à nossa Equipe Multidisciplinar atualizar, adequar, alterar e/ou excluir itens, bem como a inserção ou exclusão de Normas, Leis, Decretos ou parâmetros técnicos que julgarem aplicáveis, estando relacionados ou não, ficando a Contratante responsável por efetuar os devidos atendimentos no que dispõem as Legislações pertinentes.



